Perguntas do paciente (176)
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Quando acordo minha urina tem uma cor avermelhada, e sinto dor na barriga quando vou urinar, fiz exa
Quando acordo minha urina tem uma cor avermelhada, e sinto dor na barriga quando vou urinar, fiz exame de urina à pouco tempo, deu cristais na urina , estou em remissão de um câncer de mama, é normal? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seguindo critérios médicos, evidências científicas e as normas ético-legais do CFM, é possível esclarecer alguns pontos gerais:
Urina avermelhada (hematúria) não é considerada normal, independentemente da presença de cristais no exame de urina.
Cristais urinários, isoladamente, não explicam urina avermelhada, nem dor abdominal ao urinar.
Dor associada à micção sugere irritação ou inflamação do trato urinário, que precisa ser investigada.
Além disso, há um fator importante:
Pacientes com histórico de câncer, mesmo em remissão, devem sempre investigar sangramento urinário, pois as diretrizes recomendam avaliação especializada diante de qualquer hematúria, ainda que exames iniciais pareçam simples.
Conduta segura e baseada em evidência
Sim, você deve procurar um especialista (urologista) para investigação adequada, que pode incluir:
Repetição do exame de urina
Avaliação clínica detalhada
Exames de imagem, se indicados
Conforme o Código de Ética Médica, não é possível estabelecer diagnóstico ou tratamento sem avaliação presencial, mas hematúria associada a dor nunca deve ser ignorada.
Em resumo: não é considerado normal, e a conduta correta é procurar avaliação urológica para esclarecimento da causa.
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Meu pai está com epididimite, tomou 7 dias de ceproflaxacino, a dor não melhorou, mudou pra o Clavul
Meu pai está com epididimite, tomou 7 dias de ceproflaxacino, a dor não melhorou, mudou pra o Clavulim mais ele não aguentando de dor, tá tomando tramadol e dipirona 1 g, médico disse que normal, já foi ao médico 3 vezes. O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Por questões médicas e legais, não é possível orientar condutas específicas ou modificar tratamentos sem avaliação direta do paciente. No entanto, com base em diretrizes médicas e boas práticas assistenciais, alguns esclarecimentos gerais podem ser feitos:
Em quadros de epididimite, espera-se início de melhora da dor e dos sintomas em até 48–72 horas após o início do antibiótico adequado.
Dor intensa e persistente, a ponto de exigir uso contínuo de analgésicos fortes, não deve ser considerada uma evolução esperada sem reavaliação clínica.
Nesses casos, é indicado retorno ao médico assistente ou avaliação por urologista, pois pode ser necessária revisão diagnóstica, exames complementares (como ultrassonografia com Doppler) ou ajuste do manejo.
Reforço que somente o médico que avalia presencialmente pode definir diagnóstico, exames e tratamento, conforme estabelece o Código de Ética Médica (CFM).
A orientação mais segura é manter acompanhamento médico e procurar avaliação especializada, especialmente se houver dor importante ou ausência de melhora clínica.
Espero ter ajudado de forma esclarecedora e responsável.
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É normal dor na lombar após terminar o antibiotico e fazer o exame de urocultura e dar negativo para
É normal dor na lombar após terminar o antibiotico e fazer o exame de urocultura e dar negativo para bactérias? Eu tomei axetilcefuroxima 500mg de 12 em 12 horas por 10 dias, depois de 13 dias eu fiz exame de urina, pcr, hemograma e urocultura mas deu normal e sem bactéria. Eu acordo enjoada, e tenho tido dor lombar diariamente, nas ultimas 48 horas ficou mais forte. O que eu devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seguindo critérios médicos e ético-legais, não é possível definir diagnóstico ou indicar tratamento sem avaliação presencial. No entanto, com base em evidências clínicas consolidadas, alguns pontos gerais podem ser esclarecidos:
Dor lombar persistente após tratamento antibiótico, associada a urocultura negativa, não é considerada um achado típico de infecção urinária ativa.
Exames normais (urina, urocultura, hemograma e PCR) reduzem de forma significativa a probabilidade de infecção bacteriana em atividade.
Piora da dor lombar nas últimas 48 horas, associada a náuseas, não deve ser ignorada e exige reavaliação médica, pois pode estar relacionada a causas não infecciosas, como:
Alterações musculoesqueléticas
Cálculos urinários
Condições ginecológicas
Outras causas clínicas que não são detectadas apenas pela urocultura
De acordo com boas práticas médicas, dor lombar progressiva ou associada a sintomas sistêmicos indica a necessidade de nova avaliação presencial, podendo ser necessários exames complementares (como imagem), a critério do médico assistente.
Reforço que, conforme o Código de Ética Médica (CFM), orientações específicas e decisões terapêuticas só podem ser tomadas após exame clínico direto.
A recomendação mais segura é procurar atendimento médico para reavaliação, especialmente diante da piora recente dos sintomas.
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Possível azoospermia obstrutiva. Espermograma com ausência total de espermatozoides. Presença de c
Possível azoospermia obstrutiva.
Espermograma com ausência total de espermatozoides.
Presença de calcificações bilaterais nos epidídimos, medindo aproximadamente 2,0 mm e 2,7 mm, provavelmente decorrentes de episódio de epididimite ocorrido há cerca de 15 anos.
FSH, LH e testosterona em níveis normais.
Diante desse quadro, seria considerada abordagem cirúrgica para correção da obstrução ou a recomendação mais adequada seria punção testicular/epididimária associada à FIV?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelos dados que você descreve, o quadro é compatível com azoospermia obstrutiva, especialmente pela combinação de:
Espermograma com ausência total de espermatozoides
Hormônios (FSH, LH e testosterona) em níveis normais
História prévia de epididimite
Presença de calcificações bilaterais nos epidídimos, sugerindo obstrução pós-inflamatória
Nessas situações, existem basicamente duas estratégias possíveis, e a escolha depende de vários fatores individuais:
1⃣ Cirurgia reconstrutiva (como vasoepididimostomia ou vasovasostomia)
Pode ser considerada em casos selecionados, especialmente quando a obstrução é bem localizada. No entanto, após processos inflamatórios antigos, como epididimite, a obstrução costuma ser extensa e bilateral, o que reduz significativamente as taxas de sucesso da reconstrução.
2⃣ Captação de espermatozoides (punção epididimária ou testicular) associada à fertilização in vitro (FIV/ICSI)
Na prática, essa costuma ser a opção mais indicada e com maior previsibilidade de resultados nesses casos, já que os testículos geralmente produzem espermatozoides normalmente. Os espermatozoides obtidos podem ser usados diretamente em técnicas de reprodução assistida.
De forma geral, quando há obstrução bilateral de longa data secundária a epididimite, a abordagem com punção testicular ou epididimária associada à FIV/ICSI tende a oferecer melhores chances de sucesso reprodutivo.
De qualquer forma, a decisão final deve ser tomada após avaliação presencial com urologista especializado em infertilidade masculina, incluindo exame físico detalhado, ultrassonografia escrotal e alinhamento com a equipe de reprodução assistida.
Fico à disposição para esclarecimentos.
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Sensação de necessidade de urinar ao ir dormir sem real necessidade de urinar. Vou no banheiro e ten
Sensação de necessidade de urinar ao ir dormir sem real necessidade de urinar. Vou no banheiro e tento urinar, mas apenas consigo produzir jatos fracos ou apenas gotos, volto a tentar dormir, mas sigo com a sensação. Vou várias vezes, sem de fato produzir urina substancial. Mas durante o dia isso não ocorre, não tenho vontade constante, mas real sensação de necessidade de urinar que corresponde a necessidade real de urinar e quando vou urino normalmente. O que poderia ser? Ansiedade ou algum problema mais fisiológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é bastante comum e pode ter mais de uma causa, nem sempre algo grave. De forma geral, esse quadro está relacionado a alterações do funcionamento da bexiga ou do assoalho pélvico, especialmente no período noturno.
As principais possibilidades são:
1) Ansiedade e hiperatenção aos sinais do corpo
Ao deitar, o silêncio e a tentativa de dormir fazem com que a atenção fique mais focada nas sensações corporais. Isso pode gerar:
Sensação persistente de bexiga “cheia”, mesmo sem volume significativo
Vontade de urinar com saída mínima de urina
Jato fraco ou apenas gotas
É muito comum em períodos de estresse, preocupação ou dificuldade para iniciar o sono.
2) Contração inadequada do assoalho pélvico
Algumas pessoas, sem perceber, contraem o assoalho pélvico ao tentar urinar, principalmente à noite. Isso dificulta o esvaziamento e causa:
Sensação de esvaziamento incompleto
Necessidade de voltar ao banheiro várias vezes
Jato fraco apesar de bexiga pouco cheia
3) Bexiga sensível / bexiga hiperativa leve
Mesmo sem vontade frequente durante o dia, pode ocorrer:
Aumento da sensibilidade vesical à noite
Sensação de urgência com pouco volume urinário
Piora em ambientes silenciosos e em repouso
4) Irritantes vesicais no fim do dia
Cafeína, álcool, chás, refrigerantes, adoçantes artificiais ou grande volume de líquidos à noite podem aumentar essa sensação, mesmo sem grande produção de urina.
5) Menos provável, mas possível
Início de obstrução urinária (especialmente em homens acima dos 40–50 anos)
Infecção urinária leve (geralmente associada a ardor, dor ou alteração do cheiro da urina)
O que pode ajudar inicialmente
Evitar líquidos 2–3 horas antes de dormir
Reduzir café, chá, refrigerantes e álcool no período da noite
Ir ao banheiro sem fazer força e sem “tentar esvaziar” repetidamente
Técnicas de relaxamento antes de deitar (respiração lenta, desligar telas)
Se perceber ansiedade associada, trabalhar isso costuma melhorar muito os sintomas
Quando procurar avaliação urológica
Se os sintomas persistirem
Se começarem a ocorrer também durante o dia
Se surgirem dor, ardor ao urinar, sangue na urina ou piora progressiva do jato
Uma consulta permite avaliar com exame clínico, urina, ultrassonografia e, se necessário, testes funcionais da bexiga.
Em muitos casos, não se trata de algo grave, e o tratamento costuma ser simples e direcionado à causa. Fico à disposição para ajudar.
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Tenho pequenas aderências após fazer postectomia,usar postec pode ajudar a descolar a pele?
Tenho pequenas aderências após fazer postectomia,usar postec pode ajudar a descolar a pele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base exclusivamente no que é bem estabelecido na literatura:
O Postec® (corticosteroide + hialuronidase) pode auxiliar no tratamento de aderências leves, recentes e não fibrosas após postectomia.
A hialuronidase atua degradando o ácido hialurônico da matriz extracelular, o que pode facilitar o descolamento de aderências superficiais.
O corticoide tópico reduz inflamação local, diminuindo a progressão da aderência.
Pontos com alto grau de certeza (>90%):
O medicamento não resolve aderências fibrosas, antigas ou espessas
O uso deve ser por tempo limitado, sob orientação médica, para evitar atrofia cutânea
A aplicação deve ser associada, quando indicada, a manobras suaves de mobilização, sem forçar
Conclusão objetiva:
O Postec® pode ajudar apenas em aderências leves e recentes após postectomia. Se não houver resposta, a correção é mecânica ou cirúrgica, conforme avaliação urológica.
Essa orientação está alinhada às boas práticas médicas e aos preceitos ético-legais do CFM.
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Coloquei prótese semirrígida e infecionou, tive que retirar para tratar da infecção, quantos meses d
Coloquei prótese semirrígida e infecionou, tive que retirar para tratar da infecção, quantos meses depois eu posso refazer o implante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Após a retirada de uma prótese peniana semirrígida devido à infecção, é fundamental aguardar um período adequado para que haja resolução completa da infecção e cicatrização dos tecidos antes de um novo implante.
De forma geral, recomenda-se aguardar entre 3 e 6 meses para realizar um novo implante de prótese peniana.
Esse intervalo permite:
Controle total da infecção
Cicatrização adequada dos corpos cavernosos
Redução significativa do risco de uma nova infecção
O tempo exato pode variar conforme:
A gravidade da infecção inicial
A resposta ao tratamento antibiótico
A presença ou não de dor, secreção ou inflamação residual
O grau de fibrose local após a retirada da prótese
Na maioria dos casos, reimplantes antes de 3 meses não são indicados, pois aumentam o risco de complicações. Quando a infecção foi mais extensa, pode ser necessário aguardar mais próximo de 5 a 6 meses.
A decisão final deve sempre ser tomada após avaliação presencial com urologista experiente em cirurgia de prótese peniana, que irá definir o momento mais seguro para o novo implante.
Fico à disposição para esclarecer.
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Estou com baixa vitamina d e estou tomando inferctina, é contra indicado?
Estou com baixa vitamina d e estou tomando inferctina, é contra indicado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
De acordo com a literatura médica e bases farmacológicas atualizadas, não há contraindicação nem interação conhecida entre vitamina D e ivermectina. Portanto, ter vitamina D baixa não impede o uso de ivermectina, do ponto de vista farmacológico.
No entanto, alguns pontos objetivos e bem estabelecidos:
Deficiência de vitamina D é frequente na população e não interfere na ação nem na segurança da ivermectina.
Ivermectina só deve ser usada quando houver indicação médica formal, pois não é medicamento de uso contínuo ou preventivo, conforme orientações do CFM e de agências regulatórias.
A correção da vitamina D deve ser feita de forma independente, com dose e tempo definidos pelo médico, preferencialmente após dosagem laboratorial.
Por aspectos éticos e legais, não é possível validar indicações ou posologias sem avaliação presencial. A orientação mais segura é seguir exclusivamente a prescrição do seu médico assistente e evitar automedicação.
Em resumo:
Não há contraindicação conhecida entre vitamina D baixa e ivermectina
O uso de ivermectina deve ter indicação médica clara
Espero ter esclarecido.
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Tenho uma dúvida sobre homens que tem o penis circuncisado desde os 4 anos e que praticam masturbaca
Tenho uma dúvida sobre homens que tem o penis circuncisado desde os 4 anos e que praticam masturbacao diariamente e ao ter relação com uma mulher com camisinha não sentir nada ou melhor como se não estivesse em lugar nenhum no ato sexual. Existe a possibilidade ao parar de se masturbar a sensibilidade voltar ou sentir algo? Claro que para esses homens a sensibilidade já é bem menor pelo fato da circunsisao. Quantos dias para ter uma melhora da sensibilidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diminuição da sensibilidade durante a relação sexual nem sempre está relacionada apenas à circuncisão, e o que você descreve é uma queixa relativamente comum.
Alguns pontos importantes para esclarecer:
Circuncisão e sensibilidade
Homens circuncidados podem apresentar sensibilidade um pouco menor na glande, especialmente ao longo dos anos, devido à maior exposição e queratinização da pele. No entanto, isso isoladamente raramente leva à ausência total de prazer durante a relação.
Masturbação frequente e padrão de estímulo
A masturbação diária, principalmente quando feita:
Com pressão excessiva
Sempre da mesma forma
Com estímulo mais intenso do que o vaginal
Pode levar a uma adaptação do sistema nervoso, fazendo com que estímulos diferentes (como a relação com camisinha) sejam percebidos como menos intensos. Isso é chamado de dessensibilização funcional, e é reversível na maioria dos casos.
Camisinha
O preservativo, especialmente se:
Não estiver no tamanho adequado
For mais espesso
Usado com pouca lubrificação
Pode reduzir ainda mais a sensibilidade, somando-se aos fatores acima.
Ansiedade e foco excessivo na performance
Ansiedade, expectativa elevada ou atenção excessiva ao “sentir ou não sentir” também reduzem a percepção de prazer, mesmo sem alteração física relevante.
⏱ A sensibilidade pode voltar ao parar a masturbação?
Sim, na maioria dos casos há melhora.
Ao reduzir ou suspender a masturbação:
O cérebro volta a responder melhor a estímulos menos intensos
A sensibilidade tende a melhorar progressivamente
⏳ O tempo varia, mas geralmente:
1 a 2 semanas: início da melhora
3 a 4 semanas: melhora mais perceptível
4 a 8 semanas: adaptação mais completa, quando não há outras causas associadas
O que pode ajudar
Reduzir a frequência da masturbação
Evitar estímulos muito intensos
Usar preservativos mais finos e bem ajustados
Associar lubrificante
Diminuir ansiedade e pressão por desempenho
Quando procurar avaliação urológica
Se a redução de sensibilidade persistir
Se houver dificuldade de ereção ou ejaculação
Se houver impacto importante na vida sexual
Nesses casos, uma avaliação permite diferenciar causas funcionais de alterações neurológicas, hormonais ou psicológicas.
Na maioria das situações, trata-se de um quadro reversível, com boa resposta a ajustes de hábito e orientação adequada.
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Estou tomando sibutramina a um longo tempo estou com infecção de urina , isso pode ter relação?
Estou tomando sibutramina a um longo tempo estou com infecção de urina , isso pode ter relação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
De forma geral, não existe uma relação direta comprovada entre o uso de sibutramina e infecção urinária. A sibutramina atua principalmente no sistema nervoso central, ajudando no controle do apetite, e não é conhecida por causar infecção urinária.
No entanto, alguns pontos merecem atenção:
Possível relação indireta
A sibutramina pode causar efeitos como:
Diminuição da sensação de sede
Redução da ingestão de líquidos
Maior retenção urinária em algumas pessoas
Esses fatores podem favorecer infecção urinária de forma indireta, especialmente se houver baixa ingestão hídrica ou dificuldade para esvaziar completamente a bexiga.
Fatores mais comuns para infecção urinária
Na maioria dos casos, a infecção urinária está relacionada a:
Baixa ingestão de líquidos
Segurar a urina por longos períodos
Alterações anatômicas ou funcionais do trato urinário
Em homens, problemas prostáticos (dependendo da idade)
Orientação prática
A infecção urinária deve ser tratada com antibiótico adequado, conforme orientação médica
É importante manter boa hidratação
Se houver infecções recorrentes, é indicado investigar outras causas urológicas
Quando investigar melhor
Infecções urinárias de repetição
Febre, dor lombar ou dificuldade para urinar
Persistência dos sintomas após o tratamento
Em resumo: a sibutramina não costuma ser a causa direta da infecção urinária, mas pode contribuir indiretamente em alguns casos. Uma avaliação médica é importante para definir a causa e o tratamento mais adequado.
Fico à disposição para esclarecer.
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Tenho 37anos e notei q diminuiu o prazer na ejaculação.tenho ansiedade desde mais novo mas era norma
Tenho 37anos e notei q diminuiu o prazer na ejaculação.tenho ansiedade desde mais novo mas era normal o prazer o q posso fazer para normalizar como era antes satisfatório preciso de alguma vitamina o q fazer orientação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A redução do prazer na ejaculação (hipo-orgasmia) é uma queixa descrita na literatura e, na maioria dos casos em homens jovens como você, não está relacionada a deficiência vitamínica, mas sim a fatores funcionais, neuropsicológicos e, em menor grau, hormonais ou urológicos.
Pontos importantes, com base científica:
1) Ansiedade e eixo cérebro–sexualidade
O orgasmo masculino depende de integração entre:
Sistema nervoso central
Sistema autonômico (simpático/parassimpático)
Percepção sensorial
A ansiedade crônica está associada a:
Redução da percepção de prazer
Dificuldade de “desligamento” cognitivo durante o ato sexual
Alteração da resposta dopaminérgica (neurotransmissor central do prazer)
Estudos mostram que ansiedade e transtornos do humor são as causas mais frequentes de redução do prazer orgástico, mesmo quando ereção e ejaculação estão preservadas.
2) Masturbação frequente e padrão de estímulo
Estimulação repetitiva, sempre da mesma forma ou muito intensa, pode levar a:
Dessensibilização central
Redução da resposta orgástica na relação sexual
Esse é um fenômeno funcional e reversível, descrito em estudos de neuroplasticidade sexual.
3) Hormônios
Embora menos comum aos 37 anos, vale excluir:
Testosterona total e livre baixas
Alterações de prolactina
Distúrbios tireoidianos
Hipogonadismo pode reduzir libido e prazer, mas não é a causa mais comum quando a ereção está preservada.
4) Medicamentos
Alguns fármacos reduzem o prazer ejaculatório, mesmo sem impedir ereção, como:
Antidepressivos (especialmente ISRS)
Ansiolíticos
Alguns anti-hipertensivos
Vitaminas ajudam?
Não há evidência científica sólida de que vitaminas melhorem o prazer ejaculatório quando não há deficiência comprovada.
Suplementação empírica não é recomendada como primeira abordagem.
O que fazer, de forma baseada em evidência
Avaliação urológica para excluir causas hormonais ou orgânicas
Revisar uso de medicamentos
Reduzir masturbação excessiva e estímulos muito intensos
Trabalhar ansiedade (psicoterapia cognitivo-comportamental tem forte evidência)
Sono adequado, atividade física regular e redução de álcool
Abordagens combinadas (urologia + saúde mental) apresentam melhores taxas de melhora da função orgástica.
Quando investigar mais
Se houver também redução importante da libido
Se houver dificuldade de ereção ou ejaculação
Se o sintoma for progressivo ou persistente
Em resumo: na sua faixa etária, a redução do prazer ejaculatório está mais frequentemente relacionada a ansiedade e fatores funcionais, não a falta de vitaminas. A condição é geralmente reversível, desde que a abordagem seja direcionada à causa correta.
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Quando vou ao banheiro fazer cocô e até mesmo quando tenho vontade de peidar , essa mudança de press
Quando vou ao banheiro fazer cocô e até mesmo quando tenho vontade de peidar , essa mudança de pressão interna do corpo está fazendo com que minha bolsa escrotal fique inflada , está acontecendo também quando eu malho .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve — aumento ou “inflação” da bolsa escrotal durante esforço, como evacuar, eliminar gases ou realizar exercícios — é um achado típico de condições que se manifestam com o aumento da pressão intra-abdominal (manobra de Valsalva). Isso não é considerado normal e deve ser investigado.
As principais hipóteses, com base na literatura, são:
Hérnia inguinal
É a causa mais comum nesse tipo de relato. Durante esforços:
O aumento da pressão abdominal pode fazer conteúdo abdominal (gordura ou alça intestinal) protruir pelo canal inguinal
Isso pode se manifestar como aumento do volume escrotal, sensação de peso ou distensão
O aumento costuma ser intermitente e relacionado ao esforço
A hérnia inguinal frequentemente se evidencia apenas durante Valsalva ou em posição ortostática, podendo não ser perceptível em repouso.
Hidrocele comunicante
Ocorre quando há comunicação entre a cavidade abdominal e o escroto:
O líquido pode migrar para o escroto quando a pressão abdominal aumenta
O volume escrotal pode aumentar ao longo do dia ou durante esforço e reduzir em repouso
Mais comum na infância, mas pode persistir ou se manifestar em adultos.
Varicocele
Embora menos comum nesse padrão:
Pode aumentar de volume com esforço e em pé
Geralmente associada a sensação de peso, não exatamente “inflação” súbita
O que não costuma ser a causa
Gases intestinais isoladamente
Alterações hormonais
Problemas exclusivamente musculares
O fator determinante aqui é a relação direta com aumento da pressão intra-abdominal, o que aponta para uma alteração anatômica, e não funcional.
Avaliação recomendada
É indicada avaliação presencial com urologista ou cirurgião, incluindo:
Exame físico em repouso e durante manobra de Valsalva
Ultrassonografia de bolsa escrotal e região inguinal com manobra de esforço, que é o exame de escolha nesses casos
Quando procurar avaliação com mais urgência
Dor intensa ou progressiva
Endurecimento do aumento escrotal
Náuseas, vômitos ou dificuldade para reduzir o volume
Vermelhidão ou sinais inflamatórios locais
Em resumo: esse tipo de aumento escrotal associado a esforço não é normal e, na maioria das vezes, está relacionado a hérnia inguinal ou hidrocele comunicante, condições bem descritas na literatura e com tratamento definido após diagnóstico adequado.
Fico à disposição para esclarecimentos.
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Eu e minha parceira estávamos com gonorreia, eu iniciei o tratamento e após 2 semanas resolvemos faz
Eu e minha parceira estávamos com gonorreia, eu iniciei o tratamento e após 2 semanas resolvemos fazer de camisinha porque ela ainda não havia sido medicada, a camisinha não cobriu toda a base do meu penis, e no dia seguinte acordei com ele com uma sensação de queimação/ardência, porém sem sair nenhuma secreção. Posso ter contraído novamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe possibilidade de reinfecção, mesmo com uso de preservativo, nas condições que você descreveu — e isso é bem documentado na literatura.
Pontos técnicos importantes:
Transmissão da gonorreia
A Neisseria gonorrhoeae é transmitida por contato direto de mucosas. O preservativo é altamente eficaz quando cobre toda a área exposta, mas:
Se não cobriu completamente a base do pênis, pode haver contato da mucosa uretral/glande com secreções infectadas
A transmissão pode ocorrer mesmo sem ejaculação
Estudos mostram que falhas de cobertura ou uso incompleto do preservativo reduzem significativamente sua eficácia na prevenção de ISTs.
Sintomas precoces
A sensação de ardor ou queimação uretral, mesmo sem secreção visível, pode representar:
Uretrite gonocócica inicial
Uretrite não gonocócica associada (ex: Chlamydia trachomatis)
Irritação inflamatória local (menos provável diante do contexto)
O período de incubação da gonorreia costuma variar de 2 a 7 dias, podendo iniciar apenas com desconforto uretral antes do aparecimento de secreção.
Relação sexual antes do tratamento do casal
As diretrizes internacionais (CDC, WHO, EAU) são claras:
Ambos os parceiros devem ser tratados simultaneamente
Relações sexuais devem ser evitadas por 7 dias após o término do tratamento de todos os envolvidos
Relação sexual com parceiro não tratado é uma das principais causas de reinfecção.
Conduta recomendada
Procurar atendimento médico para avaliação e coleta de exame
Realizar teste molecular (NAAT/PCR) para gonorreia e clamídia
Evitar qualquer relação sexual até:
Confirmação de cura
Tratamento completo da parceira
O chamado teste de cura geralmente é indicado 7–14 dias após o tratamento, especialmente quando há sintomas persistentes ou risco de reinfecção.
Atenção
A ausência de secreção não exclui infecção
Tratamento inadequado ou reinfecção aumentam risco de:
Uretrite persistente
Epididimite
Transmissão contínua
Em resumo: diante de relação sexual com preservativo incompleto e parceira não tratada, associada a ardência uretral no dia seguinte, a possibilidade de reinfecção existe e deve ser investigada, conforme recomendam as diretrizes atuais.
Fico à disposição para esclarecer.
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Tive uma uretrite há cerca de 4 anos, na qual tive muita dor e secreção. Foi diagnosticada como "Sta
Tive uma uretrite há cerca de 4 anos, na qual tive muita dor e secreção. Foi diagnosticada como "Staphylococcos coagulase negativa" e "cocos gram-positivo". Há alguns meses estou novamente com os sintomas de uretrite, mas sem secreção. Fiz todos os exames de IST por PCR e apenas na bacterioscopia deu "raros cocos gram-positivos". É provável que esta bacteria Staphylococcos tenha recidivado? Agradeço desde já!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base nos dados que você descreve, é pouco provável que haja recidiva de uretrite causada por Staphylococcus coagulase-negativa, e isso está bem estabelecido na literatura atual.
Pontos técnicos importantes:
1) Staphylococcus coagulase-negativa e uretrite
Os estafilococos coagulase-negativos fazem parte da flora normal da pele e da região periuretral. Na grande maioria das vezes:
São considerados contaminantes de amostra
Não são agentes etiológicos típicos de uretrite em homens imunocompetentes
Diretrizes e revisões apontam que Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis são as principais causas infecciosas; outros agentes incluem Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum e Trichomonas vaginalis. Estafilococos não figuram como causa habitual de uretrite recorrente.
2) “Raros cocos gram-positivos” na bacterioscopia
Esse achado:
Não confirma infecção ativa
Pode representar flora comensal ou contaminação
Não tem correlação direta com uretrite, na ausência de:
Secreção purulenta
Leucócitos abundantes no esfregaço
Cultura quantitativa positiva com correlação clínica
A bacterioscopia isolada, sem leucocitúria significativa, não define diagnóstico de uretrite bacteriana.
3) Sintomas atuais sem secreção
Uretrite sem secreção visível é muito frequentemente associada a:
Uretrite não gonocócica não específica
Síndrome uretral
Prostatite crônica/síndrome da dor pélvica crônica
Irritação uretral funcional ou inflamatória
Estudos mostram que uma parcela significativa das uretrites recorrentes não tem agente infeccioso identificado, mesmo com PCR negativo para ISTs.
4) PCR negativo para ISTs
O fato de você ter realizado testes moleculares (PCR/NAAT) para ISTs comuns e eles terem sido negativos reduz muito a chance de infecção ativa por agentes clássicos.
Conduta baseada em evidência
Evitar antibioticoterapia empírica repetida sem confirmação etiológica
Avaliação urológica para:
Urina tipo 1 e sedimento
Cultura de urina (quando indicada)
Avaliação prostática, se houver dor pélvica, perineal ou ejaculatório
Considerar causas inflamatórias/funcionais, que respondem melhor a:
Medidas comportamentais
Anti-inflamatórios
Abordagens direcionadas (e não antibióticos)
Quando reavaliar com mais urgência
Dor progressiva
Disúria intensa persistente
Febre
Retorno de secreção purulenta
Em resumo: a presença de “raros cocos gram-positivos” não sugere recidiva de uretrite por Staphylococcus. Na ausência de secreção, leucocitúria importante e PCR positivo para ISTs, o quadro atual é muito mais compatível com uretrite não infecciosa ou síndrome uretral, e não com infecção bacteriana recorrente.
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Boa tarde, fiz a minha postectomia a um ano atrás e a estética do penis flácido não me agradou, fico
Boa tarde, fiz a minha postectomia a um ano atrás e a estética do penis flácido não me agradou, ficou uma mucosa de pele em volta da glande como se fosse um anel ele é mole e estica na ereção, mas flácido forma uma dobra evidente e arredondada em volta, será que uma segunda intervenção resolveria essa questão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é um achado conhecido após a postectomia, chamado na literatura de “colar mucoso” ou excesso de mucosa prepucial residual. Trata-se de uma condição estética, e não funcional, relativamente comum.
Explicação técnica:
Na postectomia, busca-se um equilíbrio entre:
Remover o prepúcio patológico
Preservar mucosa suficiente para permitir ereção confortável
Em alguns casos, especialmente quando se preserva mais mucosa interna, pode permanecer:
Um anel de mucosa mais frouxa ao redor da glande
Aspecto mais evidente no pênis flácido
Estiramento e aspecto mais discreto durante a ereção
Isso ocorre porque a mucosa interna do prepúcio é mais elástica e menos aderida, o que favorece a formação dessa dobra quando o pênis está flácido.
Uma segunda cirurgia pode corrigir?
Sim, em casos bem selecionados, uma cirurgia de revisão pode melhorar o aspecto estético.
Essa reintervenção é chamada de:
Revisão de postectomia
Ressecção de mucosa residual
Ela pode:
Reduzir o excesso de mucosa
Harmonizar a transição entre glande e corpo peniano
Melhorar o aspecto do pênis flácido
Como já se passou 1 ano da cirurgia, o tecido está completamente cicatrizado, o que permite avaliação segura para correção, se houver indicação.
Pontos importantes (baseados em evidência):
Nem todo excesso aparente é passível de correção completa
A cirurgia deve ser conservadora, pois retirada excessiva pode causar:
Dor na ereção
Sensação de tensão
Cicatrizes indesejáveis
O objetivo é melhora estética, não perfeição anatômica
Diretrizes cirúrgicas recomendam que revisões sejam feitas apenas após cicatrização completa e com expectativa realista do paciente.
Conduta recomendada
Avaliação presencial com urologista experiente em cirurgia genital
Exame do pênis flácido e ereto (quando possível)
Discussão clara sobre:
Possibilidades reais de melhora
Limites técnicos
Riscos e benefícios
Em resumo: o aspecto descrito é compatível com excesso de mucosa residual pós-postectomia. Uma segunda intervenção pode, sim, melhorar a estética em casos selecionados, desde que bem indicada e realizada de forma criteriosa, com objetivos realistas.
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Fiz uma cirurgia de raspagem de próstata há 20 dias. Minha urina estava com pouco sangue. Tive uma e
Fiz uma cirurgia de raspagem de próstata há 20 dias. Minha urina estava com pouco sangue. Tive uma espécie de polução noturna e no dia seguinte saiu muito sangue, inclusive coágulos, mas voltou ao normal. Isso aconteceu porque parte do sangue da cirurgia ficou na vesícula (ou em alguma outra parte) e ainda não havia saído? Obrigado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é compatível com uma evolução conhecida e descrita após cirurgias endoscópicas da próstata (como a ressecção transuretral/“raspagem”).
Explicação fisiopatológica (baseada na literatura):
Após a cirurgia, a próstata permanece por algumas semanas com uma área cruenta em cicatrização, rica em vasos frágeis. Durante esse período:
Pode haver sangramento intermitente, geralmente leve
O sangue pode permanecer coagulado ou aderido ao leito cirúrgico prostático, e não “armazenado” na bexiga de forma permanente
Quando ocorre:
Ejaculação (mesmo involuntária, como na polução noturna), ou
Aumento da pressão pélvica e contrações prostáticas
essas contrações podem deslocar crostas e pequenos coágulos do leito cirúrgico, provocando:
Hematúria mais intensa transitória
Eliminação de coágulos
Retorno espontâneo ao padrão anterior após a liberação desse material
Esse fenômeno é bem descrito até 4–6 semanas após a cirurgia, podendo ocorrer inclusive após atividade física, evacuação com esforço ou relação sexual precoce.
Pontos importantes:
Não significa falha da cirurgia
Não indica nova lesão
Não é sangue “antigo preso na bexiga”, mas sim liberação de material do local operado durante a cicatrização
O fato de o sangramento ter:
Surgido após a polução
Eliminado coágulos
E depois regredido espontaneamente
é um padrão típico de sangramento pós-operatório tardio benigno.
Quando isso merece atenção:
Procure avaliação se houver:
Sangramento persistente ou progressivo
Dificuldade para urinar por coágulos
Dor intensa, febre ou retenção urinária
Orientações gerais nesse período:
Manter boa hidratação
Evitar esforço físico intenso
Evitar ejaculação precoce (geralmente recomenda-se aguardar 3–4 semanas, conforme orientação do cirurgião)
Não fazer força para urinar
Em resumo: o episódio de sangramento após a polução noturna é explicado pela liberação de crostas/coágulos do leito cirúrgico da próstata ainda em cicatrização, algo esperado e descrito até algumas semanas após a cirurgia, desde que seja transitório e sem outros sinais de alerta.
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Estou tomando tansilosina a duas semanas, mas já soltei uma pedra no segundo dia e não sinto mais do
Estou tomando tansilosina a duas semanas, mas já soltei uma pedra no segundo dia e não sinto mais dores. Posso parar de tomar o remédio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A tansulosina é um medicamento usado principalmente para relaxar a via urinária e facilitar a eliminação de cálculos ou melhorar o jato urinário. Mesmo após eliminar a pedra, alguns pacientes ainda podem ter inflamação residual, pequenas pedras não visualizadas ou risco de espasmo ureteral, razão pela qual o tempo de uso varia conforme cada caso.
Por isso, a decisão de suspender ou manter o medicamento deve ser feita pelo médico que o acompanha, com base em exames de imagem e na avaliação clínica. Se você já está sem dor e acredita ter eliminado o cálculo, o ideal é retornar para revisão e, se necessário, confirmar com exame.
Esta orientação é informativa e não substitui uma consulta médica.
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Meu filho de 1 ano fez a orquidopexia bilateral faz 2 dias , mas ele não quer ficar quieto, tento
Meu filho de 1 ano fez a orquidopexia bilateral faz 2 dias
, mas ele não quer ficar quieto, tento segurar ele o máximo possível, porém as vezes ele fica colocando força pra sair dos meus braços e quando está mamando quer ficar passando de um lado para o outro em cima de mim , tem algum risco ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Após a orquidopexia (cirurgia para descer os testículos), é comum que bebês e crianças pequenas continuem ativos e se movimentem bastante, mesmo poucos dias após o procedimento. Esses movimentos espontâneos, como mexer no colo, tentar sair dos braços ou se movimentar durante a amamentação, geralmente não prejudicam a cirurgia, pois os pontos internos são profundos e protegidos.
O que costuma ser orientado é apenas evitar impactos diretos na região, quedas e brincadeiras mais agitadas nesse período inicial. Além disso, é importante observar sinais como aumento do inchaço, vermelhidão importante, secreção ou febre, que devem ser avaliados pelo médico assistente.
Essas informações são gerais e não substituem a orientação do cirurgião que acompanha a criança, que é quem deve definir os cuidados específicos do caso. Em caso de dúvida, sempre procure o profissional responsável pelo procedimento.
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Meu marido tem 71 anos não tem mas ereção é normal isso pela idade?
Meu marido tem 71 anos não tem mas ereção é normal isso pela idade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A disfunção erétil pode se tornar mais comum com o avanço da idade, especialmente após os 60–70 anos, por conta de fatores como redução natural dos hormônios, problemas de circulação, uso de medicamentos, diabetes, hipertensão, colesterol alto e outras condições que afetam os vasos sanguíneos e os nervos responsáveis pela ereção.
No entanto, não é correto considerar como “normal” algo que não tenha avaliação médica, pois muitas causas têm tratamento. Hoje existem diversas opções seguras, que vão desde ajustes de hábitos, medicações específicas, até próteses penianas em casos mais avançados.
Ou seja: a dificuldade de ereção pode ser frequente nessa faixa etária, mas não precisa ser aceita como parte inevitável da idade, e vale a pena investigar.
Esta é uma orientação geral e não substitui consulta médica presencial, que é essencial para definir causas e o melhor tratamento para cada pessoa.
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Tive gonorréia a alguns meses atrás, fui ao urologista e ele passou o tratamento, fui na farmácia, c
Tive gonorréia a alguns meses atrás, fui ao urologista e ele passou o tratamento, fui na farmácia, comprei os remédios, metronidazol e doxiciclina+ a injeção ceftriaxona... Os sintomas era dor intensa ao urinar, odor, secreção amarelada saindo ao longo do dia, bastante... Depois do tratamento os sintomas sumiram tudo de 4/3 dias, passou-se alguns meses e agora no final de novembro tive relações novamente, e no dia seguinte tive a curiosidade de olhar e apertar meu pênis, e nisso eu vi aquela secreção novamente, ao decorrer da semana, aquela secreção só saia pela manhã, assim q eu acordava e era só se eu apertasse, voltei a tomar a ceftriaxona, metronidazol e doxiciclina, e dessa vez azitromicina também, já vai fazer 5 dias e a secreção ainda sai, e só quando eu aperto, a ardência já não tem mais, a secreção ela só sai de manhã, quando eu acordo e vou ao banheiro urinar, e dou aquela conferida (apertando) e eu tô achando isso estranho e muito confuso porque da última vez não foi assim, e fico me perguntando agora se depois do primeiro tratamento, ficou assim, com essa secreção saindo somente ao apertar e eu nunca tive essa curiosidade ou se realmente apareceu só agr, eu lembro e nos primeiros dias após o primeiro tratamento eu apertava e n saia nada, depois disso deixei de olhar, mas agora está assim....É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Após uma infecção sexualmente transmissível, como a gonorreia, é possível que algumas pessoas apresentem, mesmo depois do tratamento correto, pequena secreção ao apertar a uretra pela manhã, sem dor ou inflamação intensa. Isso pode ocorrer por:
Resíduo de inflamação pós-infecção;
Secreção natural da uretra e próstata (popularmente chamada de “esmegma interno” ou secreção uretral fisiológica);
Outra infecção associada (como clamídia, micoplasma, tricomoníase);
Reinfecção, caso o(a) parceiro(a) não tenha sido tratado(a) ou tenha havido nova exposição.
É importante ressaltar que tomar antibióticos por conta própria não é indicado, porque:
Nem sempre o microrganismo é o mesmo;
Há risco de resistência bacteriana;
Alguns germes exigem tratamento específico.
O ideal é realizar novo exame e avaliação com urologista, de preferência com testes para gonorreia e clamídia por PCR, além de investigar outras ISTs conforme necessário.
Essas informações são gerais e não substituem consulta médica presencial. Procurar atendimento é a forma mais segura de esclarecer o quadro e evitar complicações.
Perguntas frequentes
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Olá, o clinico geral solicitou uma ultravaginal, mas ainda possuo o hímem intacto. Ele disse que não
O ultrassom transvaginal oferece imagens detalhadas do útero e ovários, mas…