Perguntas do paciente (126)
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Doenças físicas podem causar transtornos psiquiátricos ou vice-versa?
Doenças físicas podem causar transtornos psiquiátricos ou vice-versa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O corpo e a mente estão interligados. Doenças físicas podem afetar o equilíbrio emocional, assim como transtornos mentais podem gerar sintomas físicos ou agravar doenças já existentes.
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Preciso falar o tempo todo nas sessões de terapia?
Preciso falar o tempo todo nas sessões de terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, você não precisa falar o tempo todo na terapia. O silêncio faz parte do processo e ajuda a organizar pensamentos e sentimentos. O terapeuta está ali para acompanhar você e ajudar a dar sentido ao que surge, mesmo que seja não saber o que dizer. Ser sincero sobre isso já é uma forma de começar.
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Posso conversar sobre qualquer assunto na terapia?
Posso conversar sobre qualquer assunto na terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, você pode conversar sobre qualquer assunto na terapia. O espaço é seu e seguro para falar sobre o que está sentindo, pensando ou vivendo, sem julgamentos. Até mesmo temas difíceis, constrangedores ou que parecem sem importância merecem ser trazidos, porque tudo que te afeta faz parte do seu processo.
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você sente parece um quadro de desrealização causado pela ansiedade. É comum quando o corpo está em alerta por muito tempo. Mesmo parecendo estranho, não significa que algo grave esteja acontecendo. O medo da morte súbita vem dessa tensão constante. Continue se cuidando como está fazendo e siga com o psicólogo e o psiquiatra. Quando a sensação vier, respire fundo, olhe ao redor e lembre-se de que é só ansiedade passando. Com o tratamento, essa sensação tende a diminuir.
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Para quem está sofrendo disfunções sexuais, além do médico, qual tipo de profissional devo consultar
Para quem está sofrendo disfunções sexuais, além do médico, qual tipo de profissional devo consultar? (psicólog, sexólogo, etc?).
Motivo da pergunta: Tenho feito psicoterapia, mas acabei falando sobre um momento ruim que estou vivendo no meu relaciomaneto e tem me trazido muita frustração. Estou tendo dificuldades de me relacionar sexualmente e quando falei sobre isso na terapia minha psicóloga ficou um pouco sem graça e vi que desviou um pouco o assunto. Não sei se ela se sentiu constrangida, com vergonha ou com receio de tratar sobre o assunto por eu ser homem, mas acabei sentindo que havia um tabu sobre conversar sobre isso na consulta e não voltei mais no assunto. Mas apesar de não ter falado mais sobre isso, é um assunto que tenho precisado conversar com alguém mas não sei com quem ou com qual tipo de profissional. Vale destacar que minha psicóloga é excelente, mas não senti abertura para falar sobre isso e também não sei se devo perguntá-la se ela se sentiu incomodada sobre tratar o assuntoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível você se sentir confuso sobre isso. Dificuldades sexuais são muito mais comuns do que se imagina e merecem espaço seguro para serem tratadas. Além do médico urologista, que avalia causas físicas, o ideal é procurar um psicólogo especializado em sexualidade, geralmente chamado de sexólogo clínico ou um psicólogo na qual você se sinta aberto a falar sobre esse assunto.
Você também pode conversar abertamente com sua psicóloga sobre o que sentiu. Dizer algo como “senti que o tema ficou desconfortável para nós, mas é algo que tem me afetado e queria saber se podemos falar sobre isso” pode abrir o diálogo. Às vezes o terapeuta não percebe que passou essa impressão, e essa conversa pode fortalecer o vínculo terapêutico.
O importante é não guardar sozinho. O tema é legítimo, humano e faz parte da saúde mental.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você sente é uma resposta emocional forte, não falta de vontade. Quando é pressionada, seu corpo entra em modo de defesa e bloqueia a fala. O primeiro passo é explicar isso ao seu parceiro em um momento calmo, pra que ele entenda que não é desinteresse. Quando sentir o bloqueio, respire fundo e diga algo simples, como “preciso de um momento pra organizar o que sinto”. Isso já é se comunicar. Com o tempo e, se possível, com terapia, você pode aprender a se expressar sem medo e sem se cobrar tanto. O importante é não se culpar por reagir assim.
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É possível prevenir a ansiedade com mudanças? .
É possível prevenir a ansiedade com mudanças? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível — até mesmo antes que ela tome forma intensa.
A ansiedade nasce da percepção de ameaça, excesso de futuro e falta de controle. Mudanças nos hábitos, como sono regular, alimentação estável, atividade física, menos estímulo digital e mais presença (meditação, pausas, respiração), ajudam o corpo a sair do estado de alerta constante.
Mas mais que hábitos, é preciso mudar a forma como você se trata internamente: ser menos rígida, menos exigente, mais acolhedora com suas falhas e incertezas. Ansiedade não é só correria externa — é também falta de espaço interno.
Então sim, mudar previne. Não é evitar sentir, mas construir um lugar mais seguro dentro de si.
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. Como as amizades com pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se tornar desg
. Como as amizades com pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se tornar desgastantes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Amizades com pessoas que têm Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser intensas, cheias de conexão profunda, mas também podem se tornar emocionalmente desgastantes se não houver limites claros e um certo preparo emocional de ambas as partes.
O TPB é marcado por uma grande instabilidade nas relações — a pessoa pode alternar entre idealizar alguém (“você é tudo pra mim”) e desvalorizar essa mesma pessoa (“você me decepcionou, não posso confiar em você”) em questão de horas ou dias. Isso não é manipulação proposital; é uma reação genuína à dor de abandono, ao medo de rejeição e à dificuldade de regular emoções muito intensas.
Para quem está do outro lado da amizade, isso pode ser confuso e cansativo. Um dia você se sente indispensável, no outro parece que nada do que faz é suficiente. Há também o peso emocional de querer ajudar e, ao mesmo tempo, sentir-se sugado ou culpado por não conseguir “salvar” a pessoa.
Com o tempo, se não houver diálogo e limites saudáveis, o vínculo pode se transformar num ciclo de altos e baixos emocionais, com exaustão de ambos. Mas quando há empatia, compreensão do transtorno e o envolvimento de tratamento adequado, as relações podem se tornar mais equilibradas — ainda intensas, mas com mais consciência e menos sofrimento.
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Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um
Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um bom emprego financeiramente falando, mas detesto o que faço. Não possuo amigos ou qualquer vida social ou amorosa (sou diagnosticado com fobia social e TEA suporte 1). Procuro usar o vídeo game para escapar da realidade e ir para mundos de fantasia. Chego a ficar mais apegado com personagens virtuais desses jogos do que com pessoas da vida real.
É possível que isso seja sinal de depressão? Sinto que se jogos de vídeo game deixassem de existir, a vida seria um total marasmo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que os jogos se tornaram o seu refúgio — o único lugar onde o mundo faz sentido e você se sente seguro. Isso não te torna fraco; é uma forma de lidar com uma realidade que te causa dor e cansaço. Mas quando o refúgio vira o único espaço de prazer, é sinal de que algo dentro de você está pedindo cuidado — talvez um vazio, talvez tristeza, talvez um desejo de conexão que ficou guardado.
Não quero que você abandone o que te conforta, mas que, aos poucos, encontre pequenas frestas fora das telas onde também possa respirar. Isso pode ser o começo de sentir que a vida tem cor além dos jogos.
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Como trabalhar o hiperfoco de maneira produtiva? .
Como trabalhar o hiperfoco de maneira produtiva? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Trabalhar o hiperfoco de forma produtiva é aprender a usar essa energia intensa a seu favor, sem deixar que ela tome conta do resto da sua vida. É como domar um cavalo selvagem: você não precisa acabar com a força dele, só direcioná-la.
Pra isso, é importante criar pequenos limites — tipo definir horários ou metas claras para o que você quer focar, assim você consegue mergulhar fundo, mas sem perder o equilíbrio com outras áreas. Também ajuda ter pausas programadas, pra dar um respiro e evitar o esgotamento.
Além disso, vale entender qual é o seu propósito com esse foco: você está buscando aprendizado, prazer, alívio da ansiedade? Quando você conecta o hiperfoco a um objetivo que faz sentido pra você, ele vira uma ferramenta poderosa, não uma armadilha.
E, claro, se perceber que o hiperfoco está te afastando do que importa ou te desgastando, é hora de repensar estratégias — talvez pedindo ajuda para organizar melhor seu tempo e emoções.
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Qual a diferença de hiperfixação e obsessão? .
Qual a diferença de hiperfixação e obsessão? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre hiperfixação e obsessão é bem sutil quando a gente olha de fora, mas, por dentro, o sentimento muda completamente. A hiperfixação é como quando algo te captura de um jeito bom — sabe quando você se encanta tanto por um tema, uma pessoa ou um projeto que parece que o mundo ao redor some um pouco? É aquele tipo de foco que te envolve, te distrai do resto, mas te dá uma sensação de prazer, de refúgio até. É comum em quem tem TDAH ou autismo, mas também pode acontecer com qualquer pessoa quando algo desperta muito interesse ou curiosidade. É como mergulhar fundo num oceano que, de alguma forma, te acalma.
Já a obsessão tem outro sabor — é mais como um nó na cabeça. Não é algo que você quer pensar, é algo que te persegue. Vem carregado de ansiedade, culpa, medo, e às vezes até um certo desespero de se livrar daquele pensamento, mas quanto mais você tenta, mais ele se prende. É desgastante, não traz prazer, e quase sempre deixa um rastro de tensão no corpo, como se você estivesse em alerta o tempo todo.
Enquanto a hiperfixação é um mergulho voluntário, a obsessão é um afogamento involuntário. A primeira te alimenta; a segunda te consome.
Mas o limite entre as duas nem sempre é claro, especialmente quando o foco começa a dominar demais o dia a dia. A linha se atravessa quando o que antes te dava prazer começa a virar um peso, ou quando você percebe que não é mais você quem escolhe pensar naquilo — aquilo é que te escolhe.
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Qual o papel da liberdade no comportamento impulsivo?
Qual o papel da liberdade no comportamento impulsivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No transtorno borderline, a liberdade tem um papel ambíguo e delicado.
Por um lado, quem vive com esse transtorno busca intensamente liberdade — de sentir, de amar, de existir sem medo. Mas, por outro, essa mesma liberdade, quando não vem acompanhada de estrutura interna, pode se tornar terreno fértil para impulsos desorganizados, autodestrutivos ou relacionamentos caóticos.
O comportamento impulsivo, no borderline, geralmente é uma tentativa urgente de aliviar dor emocional, preencher um vazio ou evitar abandono. Sem limites claros — internos ou externos — a liberdade pode ser confundida com a permissão de agir no calor da emoção.
Por isso, no borderline, o papel da liberdade precisa ser reconstruído:
não como licença para o impulso, mas como a chance de aprender a responder, e não apenas reagir.
É a liberdade com contorno — e não com rompimento.
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Como a ansiedade existencial se manifesta em pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (
Como a ansiedade existencial se manifesta em pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na deficiência intelectual, a ansiedade existencial não vem em palavras filosóficas, mas em gestos, silêncios e inquietações do corpo. É o mesmo vazio que qualquer ser humano sente — o medo de perder, de não ser compreendido, de estar só — mas expresso de outro modo.
Ela aparece como agitação sem motivo aparente, mudanças bruscas de humor, resistência a separações, rituais de segurança ou até comportamentos repetitivos que tentam dar forma ao que é inominável. Muitas vezes, é o corpo que fala o que a mente não consegue traduzir.
E é por isso que o cuidado precisa ser sensível. O olhar do outro — paciente, firme, empático — é o que ajuda essa angústia a ganhar contorno. Porque, mesmo quando o pensamento não alcança palavras, o sentimento continua sendo profundamente humano.
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Quais são as "terapias alternativas" para pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB)?
Quais são as "terapias alternativas" para pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As terapias alternativas podem ser como um abrigo temporário: um espaço onde o corpo descansa e a mente silencia por instantes. A arte, o movimento, a natureza — tudo ajuda a reorganizar o que ficou solto por dentro, a dar forma ao que antes era só dor.
Mas é na psicoterapia contínua que o fio se sustenta. É ali, na constância do vínculo e no olhar que não desiste, que o sujeito aprende a se reconstruir — pouco a pouco, com presença, paciência e verdade.
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Quais são as características da "roupagem psíquica" no transtorno de personalidade borderline (TPB)?
Quais são as características da "roupagem psíquica" no transtorno de personalidade borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No borderline, a roupagem psíquica é fina demais. Tudo atravessa: amor, rejeição, ausência. A pessoa sente o mundo sem filtro, como se a pele emocional estivesse sempre aberta. Um olhar pode acolher ou ferir.
Vive entre extremos: medo de ser abandonada, necessidade de fusão, impulsos que tentam calar o vazio. É uma alma sem armadura, que sente demais e, por isso mesmo, se despedaça fácil.
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Tenho muita insônia,durmo muito tarde, acordo muito estressada e sem paciência,como fazer para ter u
Tenho muita insônia,durmo muito tarde, acordo muito estressada e sem paciência,como fazer para ter uma rotina de sono mais saudável?como estipular um horário para deixar as telas antes de dormir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você tem se deitado tarde porque sua mente aprendeu a ficar em alerta. Não por escolha, mas por hábito. E hábitos não mudam com força de vontade, mudam com estratégia. Quando você acorda estressada, sem paciência, é seu corpo te dizendo que não teve tempo de se recuperar. A TCC nos ensina que a qualidade do sono começa antes da cama — no tipo de rotina que você constrói ao longo da noite. As telas? Elas mantêm seu cérebro em modo ativo, como se o dia ainda estivesse acontecendo. O que funciona é o que é consistente: escolha um horário para se desconectar, todos os dias, mesmo que no começo pareça incômodo. Crie uma associação entre esse horário e coisas que sinalizam desaceleração — luz baixa, silêncio, leitura leve. Sua mente precisa entender que dormir não é uma perda de tempo, é um reencontro com o que te mantém sã. E isso começa com pequenas mudanças, praticadas com paciência, não com perfeição.
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Gosto d um homem q tem todos os sintomas de TDAH, porém, parece q fala ele entende como ofensa. O qu
Gosto d um homem q tem todos os sintomas de TDAH, porém, parece q fala ele entende como ofensa. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando gostamos de alguém com sinais de TDAH, é natural querer ajudar, mas falar sobre isso pode tocar em pontos sensíveis, especialmente se ele não se reconhece ainda. O melhor caminho é começar falando sobre você, como se sente nas interações, sem dar rótulos ou diagnósticos. Mostre empatia, não julgamento. Se houver espaço, sugira ajuda profissional como um cuidado, não como correção. Mas se ele se fecha, respeite o tempo dele. Às vezes, o afeto também precisa esperar pela disposição do outro de olhar pra si.
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Como a psicologia explica o fato de quase todo pai ficar bastante incomodado e triste ao saber que s
Como a psicologia explica o fato de quase todo pai ficar bastante incomodado e triste ao saber que sua filha tem vida sexual ativa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sabe… quando um pai se entristece ao saber que a filha tem vida sexual ativa, não é só sobre sexo. É sobre cuidado, é sobre a sensação de perda de um lugar. O cérebro paterno, moldado para proteger, sente que já não tem mais controle – e isso assusta. Culturalmente, fomos ensinados a ver a sexualidade feminina com peso, com temor… mesmo sem querer, carregamos isso. E, de repente, a filha cresce. A menina que cabia no colo agora vive desejos próprios. Isso dói. Mas essa dor não é sinal de desamor. É só o amor aprendendo a mudar de forma.
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O comportamento agressivo na infância pode indicar transtorno psiquiátrico ?
O comportamento agressivo na infância pode indicar transtorno psiquiátrico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o comportamento agressivo na infância pode, em algumas situações, ser um indicativo de transtornos psiquiátricos, mas não necessariamente. Crianças estão em uma fase de desenvolvimento emocional intenso, e episódios de agressividade podem ser reações a frustrações, dificuldades de comunicação ou tentativas de chamar atenção. No entanto, quando esse comportamento é persistente, desproporcional às situações ou afeta de maneira significativa a vida da criança, pode ser sinal de condições como o Transtorno de Conduta, Transtorno Desafiador de Oposição, ou até questões mais amplas como ansiedade ou problemas de regulação emocional. É fundamental observar o contexto, a frequência e a intensidade do comportamento. Muitas vezes, uma avaliação mais profunda pode ajudar a entender a raiz do problema e direcionar as intervenções necessárias.
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ola , minha ansiedade vem como sintoma deixando minhas pernas inquietas e cansadas sem achar confort
ola , minha ansiedade vem como sintoma deixando minhas pernas inquietas e cansadas sem achar conforto, mesmo com a mente cansada. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve, esse desconforto nas pernas, inquietação e a sensação de cansaço físico, pode estar relacionado a sintomas de ansiedade, mas também pode envolver outras condições, como o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ou até mesmo algo como a Síndrome das Pernas Inquietas. A mente sobrecarregada pode, sim, se refletir no corpo, gerando tensão muscular, agitação e dificuldade para relaxar, como você relatou.
O ideal é procurar um psicólogo clínico, que possa te ajudar a entender a raiz dessa ansiedade e a desenvolver estratégias de regulação emocional. Além disso, um neurologista também pode ser útil para descartar questões físicas, caso a sensação nas pernas tenha uma origem orgânica.
O caminho inicial seria, então, começar com um psicólogo especializado em terapia cognitivo-comportamental, que pode ajudar a trabalhar a ansiedade e seus sintomas físicos, se for o caso. A junção de técnicas de relaxamento e ressignificação de pensamentos pode trazer bastante alívio.
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Perguntas frequentes
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Uma pessoa com transtorno bipolar seja ele tipo 1 ou tipo 2, é considerada PCD?
Não necessariamente. No Brasil, ter transtorno bipolar tipo 1 ou tipo 2,…