Perguntas do paciente (126)
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O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans
O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Quando a medicação não está sendo suficiente, o acompanhamento psicológico é essencial. O medicamento pode regular a química cerebral, mas é na terapia que você aprende a lidar com pensamentos automáticos, emoções distorcidas, comportamentos que alimentam o sofrimento.
Depressão e ansiedade não são só desequilíbrios biológicos — são também padrões mentais, aprendidos ao longo da vida. O psicólogo ajuda você a enxergar esses padrões, desafiar crenças rígidas e desenvolver recursos internos. Em muitos casos, é justamente a combinação entre psicoterapia e medicação que traz resultados reais e duradouros.
Quando a medicação falha sozinha, não é o fim — é um sinal de que o tratamento precisa ser ampliado, não abandonado.
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Todos os dias tenho ansiedade! Mesmo tomando paroxetina e alprozolon. O que faço ?
Todos os dias tenho ansiedade! Mesmo tomando paroxetina e alprozolon. O que faço ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se a ansiedade continua forte mesmo com a medicação, é sinal de que só o remédio não está dando conta — e isso é mais comum do que parece.
A medicação ajuda a estabilizar, mas não muda os pensamentos que alimentam a ansiedade, nem os comportamentos que a mantêm viva. Por isso, a combinação com a psicoterapia, especialmente a TCC, costuma ser o que realmente transforma.
Com orientação certa, você aprende a entender seus gatilhos, responder de forma diferente e retomar o controle. Você não precisa viver em alerta todos os dias — tem como melhorar, e isso começa com o passo certo agora.
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Como faço para me acalmar quando tenho crises de ansiedade?
Como faço para me acalmar quando tenho crises de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em uma crise de ansiedade, o corpo entra em alerta como se houvesse um perigo real — mas é um alarme falso. A primeira coisa é lembrar: vai passar. O pico da crise dura poucos minutos, mesmo que pareça eterno. Respire. Foque em algo concreto, como os pés no chão ou o ar entrando e saindo. Tente ancorar-se no presente: nomeie 5 coisas que vê, 4 que pode tocar, 3 que ouve. Isso ajuda o cérebro a sair do modo de ameaça. E, se puder, diga a si mesmo: ‘É desconfortável, mas não é perigoso. Estou seguro.’
A longo prazo, é importante aprender a identificar os sinais antes da crise e construir estratégias com ajuda profissional. A ansiedade não precisa controlar você — ela pode ser compreendida, enfrentada e, com o tempo, regulada.
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Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me
Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, não é um defeito — e você não está "errada" por sentir ansiedade sem motivo aparente.
A ansiedade nem sempre vem de algo consciente. Às vezes, o corpo reage antes da mente entender. Pode ser por experiências passadas, hábitos de pensamento, estresse acumulado, traços de personalidade, ou até padrões aprendidos ao longo da vida.
Na TCC, a gente investiga esses gatilhos, mesmo os mais sutis, e ensina o cérebro a responder de forma diferente. A ansiedade tem solução — não é fraqueza, é sinal de que algo precisa de atenção. E pode sim melhorar com o acompanhamento certo.
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Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto es
Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto estranha, não tenho reação as coisas.
Se algo de ruim ou bom acontece não manifesto reação sobre isso. E agora tenho sentido uma estranheza das coisas e ambiente q me encontro.
Isso pode ser devido a ansiedade não tratada?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, entendo como esse momento tem sido difícil para você. O que você está descrevendo pode sim estar relacionado à ansiedade não tratada, ou até mesmo ao que chamamos de despersonalização e desrealização, que são sintomas comuns em pessoas com transtornos de ansiedade. Quando a ansiedade está mal controlada, a mente pode começar a se distanciar das emoções e do ambiente, como uma forma de se proteger do excesso de estresse. Isso cria a sensação de que as coisas ao seu redor parecem irreais ou que você está desconectada de si mesma.
Essa sensação de ‘estranheza’ nas situações e em relação às suas reações emocionais pode ser uma forma de seu corpo e mente tentarem lidar com a sobrecarga emocional sem, no entanto, conseguir processar tudo de maneira saudável. O distanciamento emocional pode ocorrer, porque o cérebro não consegue mais processar todas as emoções de forma plena, o que gera essa sensação de apatia ou "desconexão".
É muito importante retomar o tratamento. O que você está vivenciando é um sinal de que a ansiedade precisa de atenção e acompanhamento contínuo. Terapia cognitivo-comportamental, combinada, em alguns casos, com medicação, pode ajudar a restabelecer a sua conexão com suas emoções e com o ambiente ao seu redor. Não é um processo fácil, mas com o apoio adequado, é possível se reconectar e recuperar o bem-estar.
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Bom dia! A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?
Bom dia!
A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Sim, a ansiedade pode causar uma sensação de "bola na garganta" ou um aperto no peito, que é uma forma física de manifestação emocional. Esse sintoma ocorre devido ao aumento da tensão muscular e à resposta do corpo ao estresse. A sensação de algo preso na garganta é uma reação comum de ansiedade e, muitas vezes, pode estar associada ao nervosismo ou a dificuldades para engolir. Se isso estiver incomodando muito, pode ser útil buscar apoio para trabalhar a ansiedade e aliviar esses sintomas.
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade em falar com mulheres, mesmo sem estar ligada à orientação sexual, geralmente aponta para questões internas como insegurança, medo de rejeição ou experiências anteriores que deixaram marcas. Em consultório, trabalho esse tipo de bloqueio investigando as origens emocionais, crenças limitantes e padrões de pensamento que te impedem de se sentir à vontade. Através da escuta e de técnicas específicas, vamos desenvolvendo sua autoconfiança, clareza nas interações e habilidades sociais de forma gradual. Não se trata de “aprender a conquistar”, mas de se sentir inteiro e seguro ao se relacionar com o outro.
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Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer
Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer que é fobia social ou eu sou antissocial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A dificuldade de se socializar e o medo de reuniões com outras pessoas podem ser indicativos de fobia social, especialmente se esse medo estiver relacionado a um receio intenso de ser julgado ou de cometer erros em público. A fobia social é caracterizada por ansiedade em situações sociais, o que pode afetar a capacidade de interagir de forma confortável com os outros.
Ser "antissocial", por outro lado, é algo diferente. Esse termo é muitas vezes mal interpretado, e o comportamento antissocial se refere mais a desinteresse ou hostilidade em relação aos outros, enquanto a fobia social é mais ligada ao medo e à ansiedade.
Se o medo e a dificuldade de se socializar estão afetando sua qualidade de vida, procurar ajuda pode ser um bom passo para entender melhor esses sentimentos e aprender a lidar com eles.
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A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?
A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a depressão pode afetar o raciocínio. Ela pode dificultar a concentração, diminuir a clareza mental e prejudicar a capacidade de tomar decisões. Isso acontece porque a depressão afeta a forma como o cérebro processa informações, tornando tarefas simples mais desafiadoras. Além disso, pode gerar pensamentos negativos e uma sensação de lentidão mental.
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Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a autoestima baixa pode estar diretamente relacionada à depressão. Quando a pessoa tem uma visão negativa de si mesma, sente-se incapaz ou insuficiente, isso pode alimentar sentimentos de tristeza, desesperança e desmotivação, que são comuns na depressão. A baixa autoestima muitas vezes intensifica a sensação de não ser merecedor de coisas boas ou de não conseguir mudar, o que pode contribuir para o ciclo da depressão.
Trabalhar a autoestima de forma saudável, muitas vezes com o apoio de um psicólogo, pode ser um passo importante no tratamento da depressão.
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Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Autoestima baixa nem sempre significa depressão, mas pode ser um sinal de alerta. Quando a forma como você se enxerga começa a afetar seu humor, sua energia e suas escolhas, vale olhar com mais atenção.
Na TCC, a gente trabalha justamente esse olhar interno: identificar pensamentos distorcidos sobre si mesmo, entender de onde eles vêm, e construir uma visão mais real, mais justa de quem você é. Isso não acontece do dia pra noite, mas é treinável.
Com pequenas mudanças de pensamento e comportamento, a autoestima começa a crescer. E quando ela cresce, muita coisa muda junto.
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Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo p
Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo procurar. Eu fico pensando que isso seria só fraqueza e vaidade. Será que teria algum tipo de assistência, algum tipo de lugar onde eu pudesse me questionar? Eu não consigo mais resolver minha vida só eu.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconhecer que não consegue mais sozinho já é o primeiro passo. Isso não é fraqueza — é sinal de sobrecarga emocional. Procure um psicólogo. A terapia vai te ajudar a entender seus pensamentos, desafiar crenças de autocrítica e construir novas formas de enfrentar a vida. Você não precisa ter todas as respostas agora. Só precisa começar.
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Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reap
Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reaparecer depois de terem desaparecido por anos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) podem, sim, reaparecer depois de um período de remissão, incluindo pesadelos recorrentes, flashbacks ou uma sensação de reviver o trauma. Isso pode acontecer devido a um evento estressante ou gatilhos que reativam as memórias traumáticas, mesmo que tenham se passado anos desde o evento original.
A vida emocional e psicológica das pessoas que passaram por traumas pode ser complexa, e certos gatilhos podem trazer à tona os sentimentos e sintomas do passado. O estresse, mudanças significativas na vida ou até a simples sensação de estar em um ambiente ou situação similar ao do trauma podem desencadear esses sintomas.
Se você está enfrentando esse tipo de revés, é muito importante procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra especializado, que pode ajudar a lidar com esses sintomas e oferecer formas de controle e tratamento. A terapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou até a Terapia de Exposição, pode ser eficaz para trabalhar os traumas e os gatilhos que os causam.
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Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas d
Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas doenças podem ser congénitas ou conviver comigo pode influencia-la?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua pergunta é muito importante e demonstra cuidado e responsabilidade com sua filha — isso já mostra o quanto você está presente e atenta, mesmo em meio a tantos desafios.
Transtornos como TOC, TAG e depressão têm, sim, componentes genéticos, ou seja, há uma predisposição hereditária, mas isso não determina que sua filha desenvolverá os mesmos quadros. O ambiente, os vínculos afetivos e o modo como ela for acolhida emocionalmente têm um papel enorme no desenvolvimento dela.
Conviver com você, mesmo com seus diagnósticos, não é um risco por si só. O que faz diferença é como você lida com sua saúde mental e como busca apoio — o que você já está fazendo. Ter uma mãe que cuida de si e busca ajuda, mesmo com dificuldades, é um modelo muito valioso para uma criança.
Então, sim, cuide de você — por ela e por você mesma. Isso é proteção, não só prevenção. E se algum dia notar sinais de sofrimento emocional nela, você saberá reconhecer e agir cedo. Isso é amor em ação.
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Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vo
Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vontade de socializar. Qual o especialista indicado para meu caso? Quem devo procurar? Psicólogo,psiquiatra ou psicanalista? estou receosa.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por isso. O que você está descrevendo — ataques de pânico, angústia, choro frequente e falta de vontade de socializar — pode ser indicativo de um quadro de ansiedade ou transtornos relacionados, e é importante buscar ajuda.
O ideal é procurar um psicólogo primeiro, que pode ajudar a compreender e lidar com as emoções, angústias e sintomas que você está sentindo. O psicólogo pode trabalhar com você estratégias para controlar os ataques de pânico, a ansiedade e a dificuldade de socialização, além de te apoiar emocionalmente nesse processo.
Se, ao longo do processo, for identificado que há a necessidade de medicação para ajudar a controlar esses sintomas, o psicólogo pode te encaminhar para um psiquiatra, que é o profissional especializado em diagnóstico e tratamento médico dos transtornos mentais.
Não tenha receio de buscar ajuda. Falar sobre seus sentimentos e sintomas é um passo importante para encontrar alívio e melhorar seu bem estar.
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Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu
Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
Isso é um problema neurológico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é bastante comum no período da menopausa. As oscilações hormonais podem afetar o humor, o sono, a disposição e até o interesse social e não necessariamente indicam um problema neurológico.
Esse conjunto de sintomas pode estar mais relacionado a fatores hormonais, emocionais e psicológicos do que a algo neurológico em si.
Vale buscar apoio com um psicólogo, especialmente com abordagem em TCC, para trabalhar os pensamentos e comportamentos que estão afetando sua rotina. E também conversar com um ginecologista ou endocrinologista, para avaliar possíveis ajustes hormonais.
Isoladamente, o excesso de leitura não é preocupante, pois pode ser uma forma de autorregulação. Mas se está servindo para evitar o contato com o mundo ou com sentimentos difíceis, vale atenção.
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não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n
não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Claro, aqui está a resposta unificada e ajustada no estilo que você pediu:
Isso que você sente — estar com a cabeça longe, mudar de assunto, não conseguir se conectar — é mais comum do que parece. Às vezes vem do cansaço, da ansiedade, ou de um padrão que você foi criando sem perceber. A questão não é só a conversa em si, mas a desconexão que vai crescendo entre vocês. E quando isso se repete, o distanciamento vira rotina.
Na Psicoterapia, a gente olha pra esses comportamentos e pensamentos automáticos que te tiram do momento. Entende o que está por trás, e trabalha estratégias pra você se sentir mais presente, mais claro, mais à vontade nas conversas. Porque isso pode sim ser aprendido. E quando muda esse ponto, a relação muda junto.
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Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para trabalhar timidez e insegurança, o mais indicado é um psicólogo com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Essa linha é bastante prática e focada em entender os pensamentos que te travam, os comportamentos que reforçam o medo, e como mudar isso de forma gradual e estruturada.
A ideia não é te transformar em outra pessoa, mas te ajudar a se sentir mais à vontade sendo você — com mais confiança, mais presença, menos autojulgamento. E sim, isso é possível de treinar.
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Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode, mas com muito cuidado. Na TCC, a ética e o vínculo terapêutico são fundamentais. Atender duas pessoas da mesma família só é possível se não houver conflito de interesse, se ambos souberem e consentirem, e se o terapeuta conseguir manter a imparcialidade.
Se houver risco de um influenciar o processo do outro, o mais ético é encaminhar um deles para outro profissional. O foco sempre será proteger a qualidade e a integridade da terapia.
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Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do
Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua observação é bastante sensível e importante. Quando o uso de álcool acontece de forma descontrolada, mesmo que esporádica, já pode ser sinal de uso abusivo.
O ideal é começar com um psicólogo, especialmente alguém que trabalhe com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para avaliar o comportamento e os padrões envolvidos. Caso surjam indícios de dependência química ou necessidade de intervenção medicamentosa, o psicólogo pode encaminhar para um psiquiatra.
Ou seja: psicólogo para compreender e intervir no comportamento; psiquiatra se houver necessidade de avaliação médica ou medicação. Ambos podem trabalhar juntos.
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Perguntas frequentes
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