Perguntas do paciente (126)

  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Quando falamos sobre ansiedade e estresse, é importante considerar como cada um deles se manifesta em sua vida diária. Pergunte a si mesmo: quais situações tendem a provocar essa sensação de ansiedade? Você percebe algum padrão em seus pensamentos ou comportamentos nesses momentos?

    Além disso, observe como seu corpo reage. Muitas vezes, a ansiedade se expressa através de sintomas físicos, como tensão muscular, batimentos acelerados ou dificuldade para respirar. Isso pode ajudá-lo a entender se o que você está sentindo é mais relacionado ao estresse do dia a dia ou à ansiedade em si.

    Um bom passo pode ser explorar técnicas de gerenciamento de estresse, como a meditação, exercícios de respiração ou atividades físicas. Essas práticas podem oferecer alívio e clareza. Você já tentou alguma dessas abordagens? Como tem se sentido ao lidar com isso?

    O processo terapêutico é uma ferramenta importante para aprender a lidar com essas situações ansiosas e estressantes. Se tiver interesse, estou a disposição para ajudar em seu caso.


  • Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul

    Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Como você está buscando uma avaliação sobre ansiedade, depressão e outros possíveis transtornos, o ideal seria consultar um psicólogo clínico especializado em psicologia geral ou psicoterapia. Este profissional está preparado para realizar uma avaliação completa dos seus sintomas, independentemente da abordagem teórica (como TCC, psicanálise, etc.), e pode identificar se você apresenta características de ansiedade, depressão ou outros transtornos.


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Eu entendo como você se sente, é muito difícil passar por isso. O medo, a sensação de estar "fora do normal", o aperto no peito… tudo isso é aterrorizante. O fato de você já estar buscando ajuda médica é um grande passo. Às vezes, a medicação pode ajudar a controlar o pânico e o aperto no peito, mas um psicólogo pode te ajudar a entender melhor esses sentimentos e a lidar com eles de maneira mais eficaz, principalmente a ansiedade.

    Uma coisa que pode ajudar a aliviar esses sintomas no dia a dia são técnicas de respiração. Quando o medo começar a vir, tenta respirar bem devagar, focando na respiração mesmo. Isso pode ajudar a aliviar o pânico e o aperto no peito.

    Eu sei que parece difícil e, muitas vezes, solitário, mas não desista. Com o apoio certo, você pode começar a se sentir melhor. Pode ser um caminho longo, mas vale muito a pena. Não precisa fazer tudo de uma vez. Vá devagar e se permita cuidar de você.

    E, por favor, se você sentir que o medo está muito grande ou que está difícil de suportar, não hesite em falar com o médico ou buscar apoio de alguém de confiança. Você não está sozinha nisso.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,o que pra mim é algo novo na minha vida e tenho focado nisso,porém não estava nos meus planos apaixonar pela minha terapeuta,por conselho e pesquisa sobre o assunto criei coragem e falei para ela,só que se é uma "transferencia" não deveria estar cessando? pq está aumentando ? eu devo trocar de profissional? Não estou sabendo lidar com isso e está dificil! O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Você está passando por algo muito sensível e está lidando com coragem. Sentir-se assim pela terapeuta pode ser parte de um processo chamado transferência, que é comum em terapia, especialmente em momentos de dor emocional intensa.

    É natural que esses sentimentos aumentem antes de diminuírem — eles geralmente refletem necessidades emocionais mais profundas. O mais importante é que você falou sobre isso com ela. Se ela está acolhendo esse tema com ética e cuidado, não é preciso trocar de profissional agora.

    Se perceber que esses sentimentos estão interferindo no seu progresso ou dificultando o foco no que realmente precisa ser tratado, mudar de profissional pode ser uma decisão saudável.

    O mais importante é que a terapia continue sendo um espaço seguro, centrado em você e no seu bem-estar. Às vezes, mudar é também um gesto de cuidado consigo mesmo.


  • Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

    Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
    Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
    O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Esse medo constante de perder algo, mesmo conferindo várias vezes, te deixa sempre em alerta. E quando alguma coisa se perde, vem aquela angústia forte, como se todo o esforço não tivesse adiantado.

    Com o tempo, isso desgasta. A cabeça vive cheia, e a rotina vira um campo minado de conferências, listas, checagens — mas nada parece suficiente.

    Existem formas de organizar melhor esses momentos, diminuir a ansiedade e tornar o dia mais leve. Pequenas mudanças, quando bem orientadas, fazem diferença. E aos poucos, esse peso que parece impossível de carregar, vai ficando mais leve.


  • Se meu namorado tem crises de ciúme travestidas de desconfianças, problemas no trabalho, acusações d

    Se meu namorado tem crises de ciúme travestidas de desconfianças, problemas no trabalho, acusações de falta de comprometimento ou traição... situações que posteriormente ele mesmo percebe que não são reais e nem fazem sentido, devo indicar a ele para procurar ajuda profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Sim, é uma boa ideia sugerir que ele procure ajuda profissional. O que você descreveu — crises de ciúmes excessivos, desconfianças, problemas com a percepção da realidade e acusações sem fundamento — pode ser um sinal de questões emocionais ou psicológicas que precisam de atenção. Isso pode estar relacionado a inseguranças, questões de autoestima, ansiedade ou até mesmo padrões de comportamento que ele ainda não reconheceu.

    Quando esses comportamentos se repetem e causam sofrimento, tanto para ele quanto para o relacionamento, buscar o apoio de um psicólogo pode ser muito útil. Um psicólogo pode ajudá-lo a entender a origem desses sentimentos, como lidar com eles de forma saudável e melhorar a comunicação no relacionamento.

    Oferecer esse apoio de maneira cuidadosa e empática é importante. A sugestão de procurar ajuda deve ser feita com compreensão, sem julgamentos, mostrando que buscar ajuda é um passo positivo para o bem-estar dele e para o relacionamento.


  • Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mão

    Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mãos fecharam. Qual a melhor maneira de se tratar e como lhe dar com isso nessas horas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Esse tipo de crise intensa merece atenção com muito cuidado e empatia. Quando alguém expressa raiva com tamanha força, como sua filha, geralmente está lidando com uma dor emocional profunda ou sobrecarga interna.

    Durante a crise, o mais importante é garantir segurança física — dela e dos outros — e evitar julgamentos. Fale com calma, com frases curtas como:
    "Eu tô aqui."
    "Você tá segura agora."
    "Vamos respirar juntos."
    Evite tentar “corrigir” a emoção no momento da crise.

    Depois da crise, o ideal é buscar ajuda psicológica. Um psicólogo com experiência em regulação emocional, preferencialmente na abordagem cognitivo-comportamental, pode ajudar a identificar as causas da raiva e ensinar estratégias mais saudáveis para lidar com ela.

    Se as crises forem frequentes ou muito intensas, uma avaliação psiquiátrica também pode ser útil para entender se há algo mais acontecendo, como transtornos de humor ou ansiedade.

    O principal: ela precisa ser ouvida e compreendida, não apenas contida. A raiva é uma forma de dor pedindo expressão.


  • Uma mulher que prefere vestir roupas masculinas é trans ?

    Uma mulher que prefere vestir roupas masculinas é trans ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Uma mulher que prefere roupas masculinas continua sendo mulher — se assim se identifica. Estilo não define identidade de gênero, apenas expressão. Ela pode estar apenas buscando conforto, liberdade ou autenticidade. Ser trans envolve se identificar com um gênero diferente daquele atribuído no nascimento — não apenas vestir-se de determinada forma. Roupa é linguagem, não rótulo.


  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Entender se você está lidando com a síndrome de ansiedade ou a síndrome do pânico pode ser confuso, pois ambas compartilham sintomas semelhantes, mas têm características distintas. A ansiedade geralmente está ligada a uma sensação constante de apreensão ou medo, algo mais duradouro, que se manifesta no seu cotidiano — como medo de algo que pode acontecer no futuro ou preocupações excessivas sobre situações específicas. A pessoa sente tensão, cansaço, dificuldade de concentração e até alterações físicas como dor no peito, falta de ar ou inquietação.

    Já a síndrome do pânico é mais intensa e se caracteriza por episódios súbitos de medo extremo, sem uma causa óbvia. Esses episódios, conhecidos como crises de pânico, acontecem de forma inesperada, duram minutos e geram sintomas físicos intensos, como falta de ar, batimento cardíaco acelerado, tontura, sensação de morte iminente. A grande diferença é a intensidade e a imprevisibilidade das crises de pânico.

    Se você sente que esses sintomas estão interferindo na sua vida, é fundamental buscar a ajuda de um profissional da psicologia especializado, que pode realizar uma avaliação mais detalhada e ajudar a encontrar o melhor tratamento.


  • Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....

    Tenho uma filha de 12 anos... Sou separada... Tenho difícil relacionamento com ela... E arredia....
    O que devo fazer?
    Quem e o melhor para cuidar deste tipo de caso...
    Estou precisando muito de ajuda.
    Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Oi! Entendo que sua relação com sua filha de 12 anos esteja desafiadora, especialmente em um momento tão delicado como a adolescência. É comum que pais e filhos passem por períodos difíceis, principalmente após uma separação. O importante é saber que isso não define o futuro de vocês.

    Uma comunicação aberta e acolhedora é fundamental. Tente criar momentos em que ela se sinta à vontade para falar sobre o que a incomoda. Muitas vezes, os adolescentes precisam de um espaço seguro para expressar seus sentimentos, e isso pode fazer toda a diferença.

    Lembre-se também de que é natural que as mães se preocupem em ser compreendidas e aceitas. Participar de atividades juntas, mesmo que simples, pode ajudar a fortalecer o vínculo entre vocês. Um filme, um passeio ou até cozinhar juntas pode abrir portas para conversas significativas.

    Se sentir que as coisas estão muito complicadas, buscar a ajuda de um psicólogo pode ser uma excelente ideia. Um profissional pode oferecer um olhar externo e técnicas específicas que podem facilitar a comunicação e a compreensão entre vocês. Estou aqui para apoiar você nessa jornada, ajudando a encontrar formas de fortalecer essa relação tão importante.

    Você não está sozinha e há caminhos para tornar essa fase mais leve. Como você se sente ao pensar em tudo isso?


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    O que você viveu é muita coisa pra uma pessoa só segurar. E você segurou. Mesmo agora, se sentindo sem ânimo, você está procurando entender, está buscando ajuda e isso já mostra força, mesmo que não pareça.

    É compreensível que a terapia não te atraia agora, principalmente depois de experiências ruins. Muita gente passa por isso. Mas é importante saber: terapia não é tudo igual. Quando o vínculo não funciona, o processo trava mesmo. Mas quando encaixa, pode ser o que te ajuda a sair desse lugar escuro em que você está agora.

    A medicação ajuda a dar base, mas ela sozinha, principalmente em quadros mais intensos como o que você descreve, pode não ser suficiente. Na TCC, por exemplo, a gente não fica só falando do passado, pois a ideia é identificar os padrões que te puxam pra baixo, entender os pensamentos que travam sua energia, e te ajudar a recuperar o que te move.

    Você não precisa querer agora, só precisa dar uma chance diferente. Não é sobre sentar e contar tudo. É sobre começar, com calma, no seu ritmo, com alguém que te escute de verdade. E eu acho que você já começou, só de estar aqui falando isso.


  • Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    Pensamentos obsessivos do tipo "música na cabeça" tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Pensamentos obsessivos como músicas repetitivas (conhecidos como earworms) podem ser normais às vezes, mas quando se tornam constantes e incômodos, podem estar ligados à ansiedade, TOC ou sobrecarga mental. A cura passa por compreender a causa, reduzir o estresse e, se necessário, terapia cognitivo-comportamental (TCC) e apoio médico. O cérebro precisa de silêncio, mas antes, de espaço seguro pra descansar.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Eu entendo como você pode estar se sentindo nesse momento. Esse conflito interno entre querer estar perto e, ao mesmo tempo, desejar distância, é um sinal de que há muitos sentimentos em jogo e talvez algumas questões não resolvidas que ainda precisam de atenção. Quando estamos em um relacionamento, especialmente em um que tem idas e vindas, é natural se sentir confusa ou até mesmo temerosa de repetir os erros do passado. O medo de que as coisas não deem certo novamente é compreensível, porque envolve o risco emocional de se entregar a algo que já trouxe sofrimento anteriormente.

    Primeiro, gostaria de reconhecer que o que você está vivendo é complexo, e isso não significa que você seja incapaz de lidar com a situação. Muito pelo contrário, a sua preocupação e o seu desejo de refletir sobre isso já mostram que você tem um grande nível de consciência sobre a sua própria história emocional, o que é um passo importante.

    Ao considerar a possibilidade de recomeçar com seu parceiro, é essencial que você reflita sobre o que está te motivando a querer isso. A saudade ou o medo de ficar sozinha podem estar influenciando o seu desejo de voltar, ou talvez o amor e a conexão ainda estejam presentes, mas com o peso de tudo o que vocês viveram. Pergunte a si mesma: você está buscando esse recomeço porque acredita que o relacionamento tem potencial para evoluir de maneira saudável ou é o medo da incerteza do futuro que está te empurrando para essa decisão?

    Além disso, como o relacionamento passou por idas e vindas, pode ser importante que ambos, você e seu parceiro, se dediquem a entender o que fez com que as separações acontecessem e o que poderia ser diferente dessa vez. O que não foi resolvido em cada uma dessas pausas? Quais padrões você identificou que, se não forem modificados, podem levar a mais sofrimento?

    Uma possibilidade é que, ao recomeçar, ambos se comprometam a criar novas bases para a relação, estabelecendo uma comunicação mais honesta, e talvez até buscando apoio terapêutico, se necessário. O diálogo entre vocês, com mais clareza sobre os medos, os anseios e as expectativas, pode ser um caminho importante para evitar os erros do passado. Além disso, é essencial que você cuide de si mesma nesse processo, sem perder sua identidade e autonomia.

    Por fim, o medo de que o relacionamento dê errado é algo comum, principalmente quando se tem um histórico de experiências dolorosas. O importante aqui é que você se permita viver essa experiência de forma consciente e responsável, para que, seja qual for o resultado, você se sinta mais segura de que fez escolhas baseadas no seu autoconhecimento e não apenas nas emoções momentâneas.

    Não tenha pressa. Permita-se observar o processo, sentir, refletir e conversar com quem você confia sobre seus medos e sentimentos. Recomeçar pode ser uma bela oportunidade de crescimento pessoal, tanto individualmente quanto como casal, mas é fundamental que esse recomeço seja feito de forma saudável e equilibrada.

    Estou à disposição para continuar esse diálogo, caso você precise de mais algum apoio.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    É compreensível se sentir preocupado com esses sintomas. A falta de ar que você está sentindo, especialmente se os exames físicos não mostraram nenhuma anormalidade, pode sim ter uma ligação psicológica. Muitas vezes, a ansiedade e o estresse podem se manifestar fisicamente, e a sensação de falta de ar é uma resposta comum a esses estados emocionais.

    Quando estamos ansiosos, o corpo pode reagir de maneiras inesperadas, como tensões musculares ou uma respiração mais rápida e superficial, o que pode gerar essa sensação de que a respiração está limitada. Além disso, fatores como o estresse diário ou preocupações constantes podem contribuir para essa experiência.

    É importante observar a situação com carinho e buscar entender o que pode estar por trás dessa sensação. Conversar com um profissional pode ser muito útil. A terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, pode ajudar a identificar e lidar com os pensamentos e sentimentos que podem estar contribuindo para esses sintomas.

    Se você sentir que isso está afetando sua qualidade de vida, considere buscar apoio. Você não está sozinho, e há maneiras de encontrar alívio e um caminho para se sentir melhor. Estou aqui para ajudar nessa jornada.


  • Como posso melhorar a seletividade alimentar? Tenho tido problemas de saúde quanto a isso, já tenho

    Como posso melhorar a seletividade alimentar? Tenho tido problemas de saúde quanto a isso, já tenho nutricionista e ela me recomendou realizar um acompanamento com psicólogo .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Faz sentido, sim. A seletividade alimentar, quando persistente, quase sempre tem raízes que vão além do gosto — pode envolver ansiedade, associações negativas com alimentos, controle, ou até traumas mais sutis.

    Na TCC, a gente trabalha exatamente isso: entender o que acontece na sua mente antes, durante e depois de comer. O que você pensa quando vê certos alimentos? Que sensações vêm? Como seu corpo reage? Aos poucos, vamos quebrando esse padrão e inserindo novas respostas, com menos medo, menos resistência.

    É um processo gradual, respeitoso, sem forçar. Não é sobre “comer de tudo”, mas sobre ganhar mais liberdade. Porque quando a comida vira um campo de batalha, a saúde e o prazer se perdem. E você merece recuperar isso.


  • Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia .

    Tenho um.filho dd 17 anos, ele uma.hr fala q quer ser algo e logo apos muda, ele nao tem paciencia . Ele ta bem e daqui a pouco ta de mal humor. Tem duvidas sobre o q ser. Nao trm paciencia . Ele mesmk pediu ajuda pq acha q é problematico. Nao sei qual profissional levar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Seu filho está em um momento intenso do desenvolvimento: 17 anos, entre a pressão de escolher um futuro e a confusão interna comum da idade. Mudanças rápidas de humor, impaciência e dúvidas sobre si não significam, por si só, algo grave — mas o fato de ele pedir ajuda mostra maturidade e sensibilidade.

    O melhor caminho é começar com um psicólogo, preferencialmente com experiência em adolescentes. Ele vai ajudar a identificar se o que ele sente é parte do amadurecimento ou se há algo mais profundo, como ansiedade, depressão leve ou até traços de TDAH.

    Se o psicólogo achar necessário, pode encaminhá-lo para um psiquiatra — mas não comece por aí. Primeiro, escuta, acolhimento e autoconhecimento. O essencial agora é mostrar a ele que pedir ajuda não é fraqueza — é força.


  • Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na m

    Olá tenho tenho feito terapia por conta de duas tentativas de suicidio,porém tenho focado nisso na minha vida ultimamente,porém apaixonei pela minha terapeuta e não tenho coragem nenhuma de falar para ela. O que eu devo fazer? Mudar de terapeuta? preciso de uma ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Oi! Primeiro, quero que você saiba que é muito corajoso da sua parte compartilhar isso e estar em terapia já é um grande passo em direção ao cuidado com a sua saúde mental.

    Sentir uma conexão forte com a sua terapeuta pode ser uma parte comum do processo terapêutico, mas quando essa conexão se transforma em sentimentos românticos, pode complicar as coisas. É importante lembrar que a relação entre terapeuta e cliente é profissional e baseada em um espaço seguro para você explorar suas emoções.

    Uma opção é considerar abrir o diálogo sobre esses sentimentos. Pode ser desconfortável, mas a sua terapeuta está preparada para lidar com isso e pode ajudá-la a entender melhor o que você está sentindo. Isso pode ser uma oportunidade de crescimento para ambos.

    Se você sentir que isso pode interferir no seu progresso ou no que você deseja trabalhar na terapia, pode ser válido pensar em mudar de terapeuta. A decisão deve ser baseada no que você sente que é melhor para o seu bem-estar.

    Independentemente da decisão, o mais importante é continuar priorizando sua saúde mental. Estou aqui para apoiar você nessa jornada. Como você se sente em relação a tudo isso?


  • Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    O transtorno de ansiedade vai além de sentir “nervoso” de vez em quando. É quando a preocupação, o medo ou a tensão tomam conta de forma constante e desproporcional, mesmo sem um motivo claro ou imediato.

    Ele afeta o corpo — coração acelerado, tensão muscular, falta de ar, insônia — e também os pensamentos, que ficam cheios de “e se?”, antecipando o pior. A pessoa passa a evitar situações, se cobrar demais, duvidar de si e viver em alerta.

    Na TCC, a gente trabalha pra entender de onde isso vem e, passo a passo, reduzir essa reação exagerada. Não é sobre parar de sentir, é sobre aprender a lidar.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Quando ele se isola e te deixa com tudo, a dor não vem só da sobrecarga, mas da sensação de que você está sozinha num relacionamento que era pra ser parceria.

    Na TCC, a gente olha pra esses padrões — o que você sente, pensa, faz — e entende como quebrar esse ciclo. Porque continuar assim vai te desgastar cada vez mais, e você não precisa aguentar tudo calada.

    Dá pra mudar, aos poucos, com clareza e estratégia. E você não precisa fazer isso sozinha.


  • Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família

    Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Luís Pereira

    Sinto muito por você estar enfrentando essa situação. Lidar com o vício de um ente querido é muito desafiador. É natural que você se preocupe com ele e com a família, mas é importante também priorizar seu bem-estar e o dos seus filhos.

    Se ele não está aberto a conversas, pode ser útil buscar apoio para você, seja conversando com amigos, familiares ou profissionais que possam ajudar a lidar com esse momento. Cuidar de si mesma é essencial. Você não está sozinha, e é importante encontrar maneiras de se fortalecer. Estou aqui se precisar de mais apoio.


Perguntas frequentes

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