Perguntas do paciente (338)

  • Traumas de infância que afetam a vida adulta, como superá-los?

    Traumas de infância que afetam a vida adulta, como superá-los?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    É muito importante reconhecer que os traumas de infância podem ter um impacto significativo em nossa vida adulta. Superá-los é um processo que pode levar tempo, mas é totalmente possível.
    O primeiro passo é reconhecer que esses traumas existem e que eles influenciam suas emoções e comportamentos. Aceitar que você passou por experiências difíceis é fundamental para o processo de cura.
    Conversar com um psicólogo ou terapeuta pode ser extremamente benéfico. Eles podem oferecer um espaço seguro para você explorar suas experiências e sentimentos, além de fornecer ferramentas para lidar com eles.
    Seja gentil consigo mesmo. Entenda que é normal sentir dor e que você merece cuidar de si mesmo. Praticar a autocompaixão pode ajudar a suavizar a autocrítica que muitas vezes acompanha traumas.
    Conectar-se com amigos, familiares ou grupos de apoio pode proporcionar um senso de pertencimento e compreensão. Compartilhar suas experiências com pessoas que passaram por situações semelhantes pode ser muito reconfortante.
    Trabalhar em direção a pequenas metas pode ajudar a restaurar a sensação de controle e realização em sua vida. Celebre cada conquista, por menor que seja.
    Lembre-se de que a jornada de cura é única para cada pessoa. Seja paciente consigo mesmo e permita-se sentir e processar suas emoções. Você não está sozinho nessa, e buscar ajuda é um passo corajoso e importante.


  • Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me faz

    Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me fazendo cobrança, me deixando fora dos seus programas, tudo isso me bloqueou, a gente brigou muito, só que ele não quer a separação, me sinto mal com tudo isso, ele quer ter relação sexual comigo, mas eu não consigo, não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Após tantos anos de relação marcados por sentimentos de desvalorização, exclusão e cobranças, é compreensível que isso tenha impactado seu vínculo afetivo e sexual. A dificuldade em manter intimidade muitas vezes está relacionada a questões emocionais acumuladas ao longo do tempo, e não apenas ao desejo em si. Na psicanálise, buscamos compreender como essa dinâmica conjugal afetou você, seus sentimentos e limites, favorecendo maior clareza para reconhecer seus desejos e decidir, de forma mais consciente, o que faz sentido para sua vida e para essa relação.


  • Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conex

    Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conexão um com o outro. Conversas, olhares e outras coisas nem se fala.
    Somos dois estranhos morando na mesma casa, eu vivendo para o trabalho e ela para nosso filho.
    Já falamos algumas vezes sobre separação mas nunca conseguimos chegar a um senso comum.
    Não há mais demonstrações de carinho, afeto, atenção e gratidão entre nós.
    Pensar em separação se torna complexo pois temos um filho juntos. Em nossa relação estamos tristes como casal, eu realmente não estou feliz com essa situação e acredito que ela também não.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A chegada de um filho provoca mudanças profundas na identidade e na dinâmica do casal. É comum que, nos primeiros meses, a relação conjugal fique em segundo plano enquanto ambos se reorganizam nas funções de pai e mãe. Esse movimento pode gerar afastamento emocional, sensação de solidão e perda de conexão.

    O que você descreve indica um momento de crise conjugal importante, que merece ser olhado com cuidado. Mais do que decidir rapidamente, é fundamental compreender o que aconteceu com o vínculo, quais sentimentos estão presentes e se ainda existe investimento emocional de ambas as partes.

    Um espaço terapêutico pode ajudar a elaborar esse momento, seja para reconstruir a relação ou para tomar decisões de forma mais consciente e responsável.


  • Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de v

    Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com comportamento hostil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Pessoas com comportamentos hostis geralmente estão lidando com emoções intensas, muitas vezes mal elaboradas, como raiva, frustração, medo ou sentimento de ameaça constante. Por isso, mudanças no estilo de vida que favoreçam o autoconhecimento, a regulação emocional e o cuidado com a saúde mental e física são essenciais para melhorar a qualidade de vida.

    Algumas mudanças que podem ajudar incluem: prática regular de atividade física, que contribui para a liberação de tensões e melhora do humor; estabelecimento de uma rotina de sono e alimentação equilibrada, que influencia diretamente na estabilidade emocional; técnicas de respiração, meditação ou mindfulness, que ajudam a reconhecer e conter impulsos reativos; redução do consumo de substâncias estimulantes, como cafeína e álcool, que podem intensificar respostas agressivas; construção de relações mais saudáveis, com espaço para diálogo e escuta;
    participação em psicoterapia, que é fundamental para compreender a origem desse comportamento, trabalhar possíveis traumas e desenvolver formas mais adaptativas de lidar com as emoções e os conflitos.

    É importante lembrar que o comportamento hostil não define quem a pessoa é, mas pode ser um sinal de que algo precisa ser cuidado com mais atenção e carinho.


  • Qual é a importância das relações interpessoais na saúde mental?

    Qual é a importância das relações interpessoais na saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    As relações interpessoais têm papel fundamental na saúde mental, pois é através do outro que nos constituímos subjetivamente. Na perspectiva psicanalítica, os vínculos que estabelecemos ao longo da vida influenciam diretamente a forma como nos percebemos, sentimos e lidamos com nossas emoções.

    Relações saudáveis podem oferecer apoio, pertencimento e reconhecimento, funcionando como fatores de proteção frente ao sofrimento psíquico. Por outro lado, relações marcadas por conflitos, rejeição ou isolamento podem intensificar sentimentos de angústia, insegurança e solidão.

    Cuidar dos vínculos é, portanto, uma parte essencial do cuidado com a saúde mental.


  • É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Tra

    É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Sim, existem ferramentas e testes que podem ajudar na avaliação de características associadas ao Transtorno da Personalidade Borderline, como a avaliação Clínica, testes neuropsicológicos, instrumentos de avaliação como questionários e escalas de avaliação.
    É fundamental que a avaliação e o diagnóstico sejam realizados por um profissional qualificado, que possa interpretar os resultados de forma adequada e considerar o contexto do paciente.
    Se você ou alguém que você conhece está passando por dificuldades emocionais ou comportamentais, é recomendável buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. O tratamento adequado pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida.


  • Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    Como o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) afeta amigos e família de uma pessoa border?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode realmente impactar profundamente as relações com amigos e familiares. Para quem está próximo de alguém com TPB, a experiência pode ser desafiadora e, muitas vezes, emocionalmente desgastante.

    Primeiramente, é importante entender que a pessoa com TPB pode viver uma montanha-russa emocional. Isso significa que, em um momento, você pode sentir uma conexão incrível e, no próximo, pode haver uma explosão de emoções ou um afastamento. Essa intensidade pode deixar amigos e familiares confusos e até mesmo inseguros sobre como agir. Eles podem se perguntar: "O que eu fiz de errado?" ou "Como posso ajudar?".

    O medo de abandono é uma característica central do TPB. Isso pode fazer com que a pessoa reaja de forma intensa a situações que, para outros, podem parecer pequenas. Para amigos e familiares, isso pode ser angustiante, pois eles podem sentir que precisam constantemente reafirmar seu amor e apoio, o que pode ser exaustivo.

    Além disso, a comunicação pode ser um desafio. Às vezes, a pessoa com TPB pode ter dificuldade em expressar o que realmente sente, levando a mal-entendidos. Isso pode criar um ciclo de frustração e dor, tanto para a pessoa com TPB quanto para aqueles que se preocupam com ela.

    É natural que amigos e familiares sintam uma mistura de amor, preocupação e, em alguns momentos, até mesmo frustração. Eles podem se sentir culpados, como se fossem responsáveis pelo bem-estar da pessoa, o que pode ser um fardo pesado de carregar.

    Por outro lado, é fundamental que quem está ao redor busque entender o que é o TPB. Educar-se sobre o transtorno pode ajudar a cultivar empatia e paciência. Participar de grupos de apoio ou buscar terapia familiar pode ser uma ótima maneira de encontrar um espaço seguro para compartilhar sentimentos e aprender a lidar com a situação.

    No final das contas, é um caminho desafiador, mas com compreensão, apoio e, se necessário, ajuda profissional, é possível construir relações mais saudáveis e significativas. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada e que buscar ajuda é um sinal de força.


  • Uma pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma vida normal?

    Uma pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ter uma vida normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode, sim, ter uma vida normal e satisfatória. É fundamental lembrar que o TPB é um transtorno complexo, mas com o tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação e apoio, muitas pessoas conseguem gerenciar seus sintomas e construir relacionamentos saudáveis, ter uma carreira gratificante e viver de forma plena.

    A jornada pode ser desafiadora, mas com o tempo e o suporte certo, é possível desenvolver habilidades de enfrentamento e uma maior compreensão de si mesmo. Cada pessoa é única, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra, mas a esperança e a possibilidade de uma vida significativa estão sempre presentes. É importante buscar ajuda e não hesitar em compartilhar suas experiências e sentimentos com profissionais que possam oferecer apoio. Você não está sozinho nessa!


  • Como apoiar uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    Como apoiar uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode realmente impactar profundamente as relações com amigos e familiares. Para quem está próximo de alguém com TPB, a experiência pode ser desafiadora e, muitas vezes, emocionalmente desgastante.

    Primeiramente, é importante entender que a pessoa com TPB pode viver uma montanha-russa emocional. Isso significa que, em um momento, você pode sentir uma conexão incrível e, no próximo, pode haver uma explosão de emoções ou um afastamento. Essa intensidade pode deixar amigos e familiares confusos e até mesmo inseguros sobre como agir. Eles podem se perguntar: "O que eu fiz de errado?" ou "Como posso ajudar?".

    O medo de abandono é uma característica central do TPB. Isso pode fazer com que a pessoa reaja de forma intensa a situações que, para outros, podem parecer pequenas. Para amigos e familiares, isso pode ser angustiante, pois eles podem sentir que precisam constantemente reafirmar seu amor e apoio, o que pode ser exaustivo.

    Além disso, a comunicação pode ser um desafio. Às vezes, a pessoa com TPB pode ter dificuldade em expressar o que realmente sente, levando a mal-entendidos. Isso pode criar um ciclo de frustração e dor, tanto para a pessoa com TPB quanto para aqueles que se preocupam com ela.

    É natural que amigos e familiares sintam uma mistura de amor, preocupação e, em alguns momentos, até mesmo frustração. Eles podem se sentir culpados, como se fossem responsáveis pelo bem-estar da pessoa, o que pode ser um fardo pesado de carregar.

    Por outro lado, é fundamental que quem está ao redor busque entender o que é o TPB. Educar-se sobre o transtorno pode ajudar a cultivar empatia e paciência. Participar de grupos de apoio ou buscar terapia familiar pode ser uma ótima maneira de encontrar um espaço seguro para compartilhar sentimentos e aprender a lidar com a situação.

    No final das contas, é um caminho desafiador, mas com compreensão, apoio e, se necessário, ajuda profissional, é possível construir relações mais saudáveis e significativas. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada e que buscar ajuda é um sinal de força.


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Que bacana sua pergunta! O mais importante aqui seria o acolhimento, apoio e entender um pouco mais acerca do Transtorno. É importante estudar sobre o tema para entendimento dos sintomas e como ele afeta a pessoa. A pessoa está sendo acompanhado por um psiquiatra e psicólogo? É importante ter esse acompanhamento e tomar as medicações prescritas. Não deixe de olhar pra si mesmo, ajudar alguém com transtorno bipolar pode ser desafiador; você pode buscar orientação psicológica e grupos de apoio para auxiliar nesse processo.


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode realmente impactar profundamente as relações com amigos e familiares. Para quem está próximo de alguém com TPB, a experiência pode ser desafiadora e, muitas vezes, emocionalmente desgastante.

    Primeiramente, é importante entender que a pessoa com TPB pode viver uma montanha-russa emocional. Isso significa que, em um momento, você pode sentir uma conexão incrível e, no próximo, pode haver uma explosão de emoções ou um afastamento. Essa intensidade pode deixar amigos e familiares confusos e até mesmo inseguros sobre como agir. Eles podem se perguntar: "O que eu fiz de errado?" ou "Como posso ajudar?".

    O medo de abandono é uma característica central do TPB. Isso pode fazer com que a pessoa reaja de forma intensa a situações que, para outros, podem parecer pequenas. Para amigos e familiares, isso pode ser angustiante, pois eles podem sentir que precisam constantemente reafirmar seu amor e apoio, o que pode ser exaustivo.

    Além disso, a comunicação pode ser um desafio. Às vezes, a pessoa com TPB pode ter dificuldade em expressar o que realmente sente, levando a mal-entendidos. Isso pode criar um ciclo de frustração e dor, tanto para a pessoa com TPB quanto para aqueles que se preocupam com ela.

    É natural que amigos e familiares sintam uma mistura de amor, preocupação e, em alguns momentos, até mesmo frustração. Eles podem se sentir culpados, como se fossem responsáveis pelo bem-estar da pessoa, o que pode ser um fardo pesado de carregar.

    Por outro lado, é fundamental que quem está ao redor busque entender o que é o TPB. Educar-se sobre o transtorno pode ajudar a cultivar empatia e paciência. Participar de grupos de apoio ou buscar terapia familiar pode ser uma ótima maneira de encontrar um espaço seguro para compartilhar sentimentos e aprender a lidar com a situação.

    No final das contas, é um caminho desafiador, mas com compreensão, apoio e, se necessário, ajuda profissional, é possível construir relações mais saudáveis e significativas. Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada e que buscar ajuda é um sinal de força.


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Antes de mais nada, um diagnóstico correto é fundamental para o tratamento adequado para o paciente. O Transtorno Afetivo Bipolar pode afetar a vida do paciente de diversas maneiras. Na área emocional o paciente pode viver extremos: desde euforia e impulsividade até tristeza profunda, apatia e culpa. Nas relações, os altos e baixos podem gerar incompreensão, afastamento e dificuldade de manter vínculos estáveis. Na vida profissional, o rendimento pode cair ou oscilar, e decisões impulsivas durante as fases de mania podem trazer prejuízos. Na saúde física, mudanças no sono, no apetite e o uso de substâncias podem surgir, especialmente quando o tratamento não é seguido. Apesar disso, é possível ter uma vida com qualidade, autonomia e equilíbrio com o tratamento adequado. O acompanhamento psicológico, psiquiátrico e suporte social fazem toda a diferença no caminho da estabilização.


  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológ

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A avaliação neuropsicológica é importante para a diferenciação de transtornos e pode ser uma ferramenta complementar relevante para um diagnóstico mais preciso e o tratamento adequado para o caso.


  • Todos os pacientes bipolares precisam de psicoterapia? Ou pode acontecer de o portador ser tratado a

    Todos os pacientes bipolares precisam de psicoterapia? Ou pode acontecer de o portador ser tratado apenas com medicamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Pacientes com transtorno bipolar tendem a se beneficiar muito com a psicoterapia. Embora o tratamento medicamentoso seja essencial para o controle dos sintomas, a psicoterapia entra como um complemento fundamental no tratamento.
    A terapia pode ajudar no entendimento maior do transtorno; desenvolvimento de estratégias de enfrentamento; melhora na adesão ao tratamento medicamentoso; autoestima e construção de uma rotina saudável.


  • Desejaria de saber qual é a relação entre saúde mental e física?

    Desejaria de saber qual é a relação entre saúde mental e física?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A relação entre saúde física e saúde mental é profunda e interdependente. Uma influencia diretamente a outra de diversas maneira. O corpo e a mente não funcionam de forma separada — eles estão em constante comunicação. Por exemplo, quando você está estressada, seu corpo pode reagir com tensão muscular, dor de cabeça, problemas digestivos, insônia, entre outros sintomas físicos.
    A psicoterapia pode ajudar a pessoa a entender como suas emoções afetam o corpo e vice-versa. Muitas vezes, dores físicas são manifestações de conflitos emocionais inconscientes. Ao trabalhar essas questões, os sintomas físicos podem diminuir ou até desaparecer.


  • Porque não consigo me livrar da apatia e do mau-humor?

    Porque não consigo me livrar da apatia e do mau-humor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Seus sentimentos são válidos, imagino que deve estar sendo uma fase difícil pra você.
    É importante ter um espaço seguro para poder falar sobre suas questões. Você tem alguém de confiança com quem possa conversar?
    Busque fazer atividades que antes você gostava de fazer. Regatar pequenas motivações pode ajudar a deixar o dia-a-dia mais leve.
    Se são sentimentos persistentes vale buscar ajuda profissional, uma terapia pode ajudar nesse processo.


  • As pessoas mentirosas compulsivas podem ou não ter um transtorno mental?

    As pessoas mentirosas compulsivas podem ou não ter um transtorno mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Mentirosos compulsivos, ou pessoas que têm dificuldade em dizer a verdade, podem, de fato, estar lidando com questões mais profundas. Muitas vezes, essa compulsão pode estar relacionada a transtornos de personalidade, mas não se limita a isso.

    É fundamental lembrar que cada pessoa é única e que o comportamento de mentir pode ter várias causas, incluindo baixa autoestima, medo de rejeição ou até mesmo traumas passados. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando esse tipo de comportamento, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. Eles podem oferecer um espaço seguro para explorar essas questões e trabalhar em direção a mudanças positivas. Lembre-se, buscar ajuda é um sinal de força!


  • Como os problemas familiares afetam a saúde mental?

    Como os problemas familiares afetam a saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Problemas familiares podem impactar profundamente a saúde mental, pois a família é o primeiro espaço de constituição psíquica do sujeito. Conflitos recorrentes, falta de diálogo, violência, negligência ou excesso de cobranças podem gerar sentimentos de insegurança, culpa, rejeição e baixa autoestima.
    Na perspectiva psicanalítica, essas experiências podem produzir marcas inconscientes que influenciam a forma como a pessoa se percebe, se relaciona e lida com suas emoções, favorecendo quadros de ansiedade, depressão e dificuldades nos vínculos. O acompanhamento terapêutico possibilita elaborar essas vivências e construir novas formas de posicionamento psíquico diante da própria história.


  • Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?

    Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Quando a família não valida o sofrimento emocional, a pessoa pode se sentir ainda mais só e incompreendida, o que intensifica a dor psíquica. Na psicanálise, entende-se que o sofrimento é legítimo, independentemente do reconhecimento familiar.
    Por isso, é importante buscar espaços de escuta, como a terapia, além de construir rede de apoio e fortalecer o cuidado consigo para elaborar essas vivências.


  • Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de

    Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de passar mal, e ouvir sobre doenças é um gatilho para crise, achando que pode desenvolver essa doença a qualquer momento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Na psicanálise, entendemos que a preocupação excessiva com a saúde durante crises de ansiedade pode ser uma forma de deslocamento da angústia. Muitas vezes, existe um medo inconsciente mais profundo relacionado à perda de controle, fragilidade ou desamparo, que acaba sendo direcionado para o corpo.

    O trabalho terapêutico ajuda a compreender o que essa angústia representa, permitindo que ela seja elaborada de forma mais consciente e menos sofrida.


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Perguntas frequentes

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