Perguntas do paciente (151)
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Por favor algum médico me ajuda.Estou grávida e estou com depressão e com muito medo por favor.
Estou grávida e estou com depressão. Devo procurar algum especialista para obter alguma ajuda?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é muito importante que você procure ajuda profissional. A gestação é um período de grandes mudanças físicas, hormonais e emocionais, e quando surgem sintomas de depressão, isso merece atenção e cuidado. Buscar apoio de um psicólogo e também conversar com o médico que acompanha sua gestação pode ajudar muito a compreender o que você está sentindo e encontrar formas seguras de tratamento para você e para o seu bebê.
A depressão durante a gravidez é mais comum do que muitas pessoas imaginam e, com acompanhamento adequado, é possível cuidar da sua saúde emocional e atravessar esse momento com mais acolhimento e suporte. Você não precisa passar por isso sozinha.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Eu tenho muita ansiedade e também sou paranóico de que estou sempre doente, com doenças perigosas, e
Eu tenho muita ansiedade e também sou paranóico de que estou sempre doente, com doenças perigosas, e eu estou com muita dormência e formigamento em meus membros, o principal a cabeça, que acabo nem sentindo ela... a ansiedade pode ser o motivo disto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode provocar diversos sintomas físicos no organismo. Quando uma pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta, liberando hormônios do estresse que podem gerar manifestações físicas como dormência, formigamento, tensão muscular, sensação de pressão na cabeça e cansaço excessivo.
Além disso, a preocupação constante com doenças pode estar associada à chamada ansiedade de saúde, em que a pessoa interpreta sensações corporais comuns como sinais de doenças graves. Isso pode aumentar ainda mais o ciclo de preocupação e ansiedade.
É importante lembrar que, embora a ansiedade possa causar esses sintomas, sempre é recomendável buscar avaliação médica para descartar possíveis causas orgânicas. Caso os exames não indiquem alterações físicas, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender a origem da ansiedade e desenvolver estratégias para reduzir esses sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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o que fazer quando o alcolatra nao admite fazer tratamento e esta sendo um risco pra ele e para os o
o que fazer quando o alcolatra nao admite fazer tratamento e esta sendo um risco pra ele e para os outros?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando uma pessoa com dependência de álcool não reconhece o problema ou se recusa a buscar tratamento, a situação realmente pode se tornar difícil para os familiares e pessoas próximas. Infelizmente a mudança geralmente acontece quando a própria pessoa reconhece a necessidade de ajuda.
No entanto, quando o comportamento passa a representar risco para ele ou para outras pessoas, algumas medidas podem ser necessárias. O primeiro passo costuma ser tentar conversar em um momento em que a pessoa esteja sóbria, demonstrando preocupação com a saúde e com as consequências do consumo.
Também é importante buscar orientação com profissionais especializados em dependência química podem orientar a família sobre como proceder. Em alguns casos específicos quando há risco grave para a própria pessoa ou para terceiros, pode ser avaliada a possibilidade de internação involuntária sempre seguindo critérios médicos e legais. Além disso os familiares também podem buscar apoio psicológico, pois conviver com a dependência de alguém próximo costuma gerar muito desgaste emocional.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Bom dia! A 2 dias estou tendo dificuldades de respirar fundo.As veses penso que estou com COVID.Mai
Bom dia!
A 2 dias estou tendo dificuldades de respirar fundo.As veses penso que estou com COVID.Mais fiz uma auto análise de sintomas no aplicativo do ministério da saúde e segundo eles não tenho diagnóstico para COVID. O que serar essa dificuldade em respirar fundo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade de respirar fundo pode estar relacionada a vários fatores, inclusive físicos ou emocionais. Quando uma pessoa está passando por momentos de ansiedade intensa, estresse ou preocupação excessiva, é comum sentir sintomas como respiração curta, sensação de falta de ar, aperto no peito ou dificuldade de inspirar profundamente.
Essas sensações costumam aparecer em quadros de ansiedade ou em crises de pânico, pois o organismo entra em estado de alerta e a respiração tende a ficar mais rápida e superficial. Muitas vezes isso gera ainda mais preocupação, fazendo a pessoa acreditar que está com algum problema grave de saúde.
No entanto, é importante lembrar que sintomas respiratórios também podem ter causas físicas, por isso, caso essa dificuldade continue ou aumente, o ideal é procurar avaliação médica para descartar qualquer condição clínica.
Se após avaliação médica não houver causa física identificada, pode ser interessante buscar acompanhamento psicológico. A psicoterapia pode ajudar a compreender fatores de ansiedade, aprender técnicas de respiração, relaxamento e manejo das crises.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me
Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas pessoas acreditam que a ansiedade só aparece quando existe um motivo claro, mas isso nem sempre é verdade. A ansiedade é uma resposta natural do nosso organismo e pode surgir mesmo quando não identificamos um motivo imediato. Isso não significa que seja um defeito da pessoa.
Ela pode estar relacionada a diversos fatores, como acúmulo de estresse, preocupações internas, experiências passadas, padrões de pensamento, questões emocionais não resolvidas ou até fatores biológicos e hormonais. Às vezes, o corpo reage antes mesmo de a mente compreender o que está acontecendo.
Por isso, é importante olhar para a ansiedade com cuidado e sem julgamento. A psicoterapia ajuda muito nesse processo, pois permite compreender as causas, aprender a lidar melhor com as emoções e desenvolver estratégias para reduzir esses sintomas.
Dra. Miriam Ramos.
Psicóloga clínica.
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Quem usa cocaína só quando bebe é viciado? Porque meu marido usa quanto bebé e diz que nao e viciado
Quem usa cocaína só quando bebe é viciado? Porque meu marido usa quanto bebé e diz que nao e viciado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de uma pessoa usar cocaína apenas quando bebe não significa necessariamente que ela já seja dependente, mas é um sinal de alerta importante. Muitas vezes o álcool funciona como um gatilho para o uso de outras substâncias, porque ele diminui o controle dos impulsos e facilita decisões que a pessoa talvez não tomaria estando sóbria.
Além disso, a combinação de álcool e cocaína é especialmente preocupante para a saúde, pois no organismo essas substâncias podem formar compostos que aumentam o risco de problemas cardíacos, comportamentais e emocionais. Com o tempo, esse padrão de “usar só quando bebe” pode evoluir para uma frequência maior de uso.
Outro ponto importante é que muitas pessoas que utilizam substâncias acabam minimizando ou negando o problema, principalmente quando acreditam que ainda têm controle da situação. Por isso, é fundamental observar se esse comportamento está se tornando repetitivo, trazendo prejuízos para a saúde, para o relacionamento ou para a vida cotidiana.
Se houver preocupação com esse padrão de comportamento, pode ser importante conversar com ele em um momento em que esteja sóbrio, expressando sua preocupação de forma calma e incentivando a busca por orientação profissional. A avaliação de um profissional de saúde mental pode ajudar a compreender melhor esse padrão de uso e prevenir que a situação evolua para um quadro de dependência.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Eu tenho medo de tudo, fico imaginando varias coisas negativas e por isso fico com boca seca e palpi
Eu tenho medo de tudo, fico imaginando varias coisas negativas e por isso fico com boca seca e palpitações e dores nas costas, chego a pensar que sempre estou doente, será que é ansiedade?
Tenho problemas no meu casamento também, tipo ele me xinga e me maltrataRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando exames médicos já foram realizados e não apontam alterações orgânicas significativas, é importante considerar a possibilidade de que os sintomas estejam relacionados a fatores emocionais, especialmente à ansiedade.
Existe uma conexão muito forte entre o cérebro e o sistema digestivo. Situações de estresse, preocupação constante ou ansiedade podem afetar diretamente o funcionamento do estômago e do intestino, provocando sintomas como náuseas, sensação de estômago cheio, desconforto abdominal e alterações no apetite.
Em muitos casos, o corpo acaba expressando através de sintomas físicos aquilo que a mente está sobrecarregada emocionalmente. A psicoterapia cognitivo comportamental pode ajudar a identificar os pensamentos e situações que estão ativando essa ansiedade, além de desenvolver estratégias para reduzir o impacto emocional no corpo.
Quando a pessoa aprende a lidar melhor com a ansiedade e com os fatores que geram tensão, é comum que os sintomas físicos também diminuam gradualmente, trazendo mais qualidade de vida e bem-estar.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Bom dia! A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?
Bom dia!
A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode. Muitas pessoas com ansiedade relatam exatamente essa sensação de “bola na garganta”, aperto no peito ou dificuldade para engolir. Isso acontece porque a ansiedade ativa o sistema de alerta do corpo provocando tensão muscular e alterações na respiração. Embora seja uma sensação física, muitas vezes ela está relacionada a emoções que não estão sendo expressas ou elaboradas. Na psicoterapia, trabalhamos justamente a compreensão desses sentimentos e aprendemos estratégias para reduzir a ansiedade e recuperar o equilíbrio emocional. Quando esses sintomas se tornam frequentes, buscar apoio psicológico pode ajudar muito a entender o que o corpo está tentando comunicar.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Olá Bom dia! Descobri que meu filho está usando maconha, pela mudança de comportamento faz mais ou m
Olá Bom dia! Descobri que meu filho está usando maconha, pela mudança de comportamento faz mais ou menos 1 ano, ele tem 20 anos, como devo conversar com ele? Pois sinto que preciso ajudá-lo? Mas ele está muito irritado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando há suspeita de uso de substâncias e mudanças de comportamento é natural que os pais se sintam preocupados e inseguros sobre como abordar o assunto. No caso do seu filho, que já é adulto a forma de conversa precisa ser ainda mais cuidadosa baseada principalmente no respeito e no diálogo.
O primeiro passo é tentar conversar em um momento tranquilo, evitando acusações diretas ou confrontos. Em vez de afirmar que ele está usando drogas, pode ser mais eficaz expressar sua preocupação com as mudanças de comportamento que você percebeu e demonstrar que está disponível para ouvir e ajudar.
A irritação que ele apresenta pode ser uma forma de defesa, pois muitas pessoas reagem com resistência quando se sentem julgadas ou pressionadas. Durante a conversa, procure mostrar que sua intenção não é controlar ou punir, mas oferecer apoio caso ele esteja passando por alguma dificuldade. Muitas vezes o uso de substâncias está associado a questões emocionais, estresse ou conflitos internos.
Se houver abertura, sugerir ajuda profissional, como acompanhamento psicológico, pode ser um caminho importante. Mesmo que ele inicialmente recuse, manter o diálogo aberto e o vínculo afetivo costuma ser fundamental para que ele se sinta seguro para buscar ajuda no futuro.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga clínica
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De que forma a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode auxiliar na solução de conflitos familiar
De que forma a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode auxiliar na solução de conflitos familiares?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem bastante eficaz para trabalhar conflitos familiares porque ajuda as pessoas a compreenderem a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos dentro das dinâmicas familiares. Muitas vezes os conflitos surgem por interpretações distorcidas, dificuldades de comunicação ou padrões de comportamento que foram sendo repetidos ao longo do tempo. Na TCC esses padrões são identificados e trabalhados de forma prática e estruturada.
Durante o processo terapêutico, os membros da família aprendem a reconhecer pensamentos automáticos que podem intensificar conflitos, desenvolver formas mais saudáveis de comunicação, melhorar a capacidade de resolução de problemas e fortalecer o respeito nas relações.
Com isso, a família passa a construir interações mais equilibradas, reduzindo comportamentos impulsivos, críticas constantes ou mal-entendidos que costumam gerar desgaste emocional.
A psicoterapia também oferece um espaço seguro para que cada pessoa possa expressar suas emoções, compreender melhor o ponto de vista do outro e construir novas formas de convivência mais saudáveis.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Meu marido é alcoólatra, gasta todo dinheiro e não estou feliz, nem meus filhos. Quando tento conver
Meu marido é alcoólatra, gasta todo dinheiro e não estou feliz, nem meus filhos. Quando tento conversar com ele sobre isso, ele diz que quando ele parar de trabalhar ele para de beber. Pois no meio da semana ele não bebe e se torna uma boa pessoa é so nos finais de semana, e quando chega na segunda-feira ele age como se nada tivesse acontecido. O que devo fazer nessa situação?
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve é bastante difícil e infelizmente muito comum em famílias que convivem com o alcoolismo. O fato de seu marido beber principalmente nos finais de semana não significa que o problema seja menor. Muitas pessoas apresentam um padrão chamado de “beber episódico ou compulsivo”, em que conseguem manter a rotina durante a semana, mas perdem o controle quando começam a beber.
O alcoolismo não afeta apenas a pessoa que bebe, mas também toda a família. O sofrimento emocional, a instabilidade financeira e o desgaste no relacionamento são consequências frequentes desse tipo de situação.
É importante compreender que a mudança só acontece de forma real quando a própria pessoa reconhece o problema e aceita buscar ajuda. Infelizmente, enquanto ele não reconhece a gravidade da situação as tentativas de conversa podem gerar negação ou justificativas, como você relatou.
Nesse contexto, algumas atitudes podem ser importantes: estabelecer limites claros sobre o que você aceita ou não dentro da relação, evitar encobrir ou justificar o comportamento dele e buscar apoio para você mesma. Muitas vezes, familiares também precisam de orientação psicológica para lidar com o impacto emocional dessa convivência.
Além disso, existem grupos de apoio e tratamentos especializados para dependência alcoólica que podem ajudar quando a pessoa decide iniciar o processo de mudança. Cuidar de você e dos seus filhos também é fundamental. Ninguém consegue carregar sozinho o peso de uma dependência que pertence ao outro.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Meu namorado é uma pessoa maravilhosa. Carinhoso. Calmo. Dócil. O namorado dos sonhos. Quando bebe,
Meu namorado é uma pessoa maravilhosa. Carinhoso. Calmo. Dócil. O namorado dos sonhos. Quando bebe, muda de personalidade. Fica ríspido comigo. Eu sei que ele enfrenta alguns conflitos familiares, porém não eh de falar. Ele não gosta de encrenca. mas eh só beber q muda de figura. Converso com ele sobre isso quando ele está são, e ele realmente diz q não eh normal etc. O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é algo que muitas pessoas relatam quando convivem com alguém que apresenta mudanças significativas de comportamento após consumir álcool. Algumas pessoas realmente podem apresentar alterações importantes de humor, irritabilidade ou agressividade quando bebem, mesmo sendo tranquilas e afetuosas quando estão sóbrias.
O álcool interfere diretamente no funcionamento do cérebro, especialmente nas áreas relacionadas ao controle dos impulsos e à regulação das emoções. Por isso, conflitos internos, estresse ou dificuldades emocionais que a pessoa não costuma expressar no dia a dia podem aparecer de forma mais intensa quando ela bebe.
O fato de ele reconhecer, quando está sóbrio, que o comportamento não é adequado já é um ponto positivo, pois demonstra algum nível de consciência sobre a situação. No entanto, é importante que essa percepção venha acompanhada de mudanças concretas, como reduzir ou evitar o consumo de álcool, especialmente se a bebida provoca esse tipo de alteração de comportamento.
Você pode continuar conversando com ele em momentos de tranquilidade, expressando como esse comportamento afeta você e o relacionamento. Em alguns casos, o apoio psicológico pode ajudar a compreender melhor as questões emocionais envolvidas e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com conflitos e sentimentos.
Também é importante que você observe seus próprios limites dentro da relação. Um relacionamento saudável precisa oferecer segurança emocional, respeito e equilíbrio para ambas as pessoas.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?
Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem psicológica que trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A ideia central é que a forma como interpretamos as situações influencia diretamente como nos sentimos e como agimos.
Durante o processo terapêutico o paciente aprende a identificar pensamentos automáticos e disfuncionais que muitas vezes surgem de forma rápida e parecem verdades absolutas. Na TCC, trabalhamos justamente para que a pessoa compreenda que nem tudo o que pensamos é necessariamente a REALIDADE, mas sim uma interpretação que pode estar distorcida.
Muitas vezes, esses pensamentos disfuncionais levam a uma percepção distorcida da realidade, fazendo com que a pessoa reaja emocionalmente e comportamentalmente baseada nessa interpretação equivocada. Por exemplo, pensamentos de incapacidade, rejeição ou catastrofização podem gerar ansiedade, tristeza ou comportamentos de evitação.
Na terapia o paciente aprende a questionar esses pensamentos, observar evidências, desenvolver interpretações mais equilibradas e não se deixar conduzir automaticamente por aquilo que a mente apresenta como verdade. Esse processo ajuda a pessoa a construir uma relação mais consciente com seus próprios pensamentos.
Com o tempo, o paciente passa a ter maior clareza sobre seus processos internos, percebendo como seus pensamentos influenciam suas emoções e suas reações comportamentais. Esse entendimento permite desenvolver respostas mais saudáveis, flexíveis e funcionais diante das situações da vida.
A TCC é uma terapia estruturada, prática e orientada para soluções, muito utilizada no tratamento de ansiedade, depressão, estresse, dependência química e dificuldades emocionais auxiliando o paciente a desenvolver ferramentas para lidar melhor com seus desafios e promover mais equilíbrio emocional.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você não está sozinho em relação a isso. Muitas pessoas têm dificuldade em se comunicar com mulheres ou em iniciar conversas, e isso não tem relação com orientação sexual, mas muitas vezes com timidez, insegurança, medo de rejeição ou pouca experiência social.
Uma das formas mais indicadas de ajuda é a psicoterapia. Na terapia é possível compreender melhor de onde vem essa dificuldade, trabalhar a autoconfiança, desenvolver habilidades sociais e aprender maneiras mais naturais e seguras de se comunicar com outras pessoas.
Esse processo ajuda a reduzir a ansiedade nas interações e permite que você se sinta mais confortável e autêntico ao conversar, conhecer pessoas e criar vínculos.
Buscar ajuda profissional é um passo importante de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Dra. Miriam Ramos
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Em minha cidade tem um morador de rua,alcoólatra,e sempre me diz q quer ser internado p largar o víc
Em minha cidade tem um morador de rua,alcoólatra,e sempre me diz q quer ser internado p largar o vício e ninguém o leva.
O q posso fazer para ajudá-lo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve demonstra sensibilidade e preocupação com o sofrimento de outra pessoa. Quando alguém em situação de rua manifesta o desejo de ser internado ou tratado para dependência do álcool isso pode ser um sinal importante de que existe abertura para receber ajuda.
Uma possibilidade é procurar serviços públicos de assistência social da sua cidade como o CRAS ou o CREAS que costumam encaminhar pessoas em situação de vulnerabilidade para programas de acolhimento e tratamento. Outra opção são os CAPS AD (Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), que oferecem atendimento especializado para pessoas com dependência química.
Você também pode procurar a secretaria de assistência social do município ou instituições que trabalham com acolhimento e tratamento de dependência química. Essas organizações costumam ter equipes preparadas para orientar e encaminhar a pessoa para tratamento adequado.
O mais importante é tentar conectar essa pessoa com serviços que possam oferecer acompanhamento profissional e suporte contínuo.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?
A depressão pode afetar o raciocínio (a capacidade de pensar com clareza nas coisas)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode. Muitas pessoas com depressão relatam dificuldade de concentração, sensação de mente “lenta”, esquecimentos e dificuldade para organizar pensamentos. Isso acontece porque a depressão não afeta apenas o humor, mas também o funcionamento cognitivo e a saúde emocional. Com o acompanhamento em psicoterapia, é possível trabalhar as causas desse sofrimento e recuperar gradualmente clareza mental, foco e bem-estar. Quando esses sinais aparecem, procurar ajuda profissional pode ser um passo importante para compreender o que está acontecendo emocionalmente.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a autoestima baixa pode estar diretamente relacionada à depressão. Quando a pessoa passa a ter pensamentos negativos sobre si mesma, sensação de incapacidade ou autocrítica constante, isso pode intensificar sentimentos de tristeza e desânimo. Na psicoterapia, trabalhamos o fortalecimento da autoestima, ajudando a pessoa a compreender suas emoções, ressignificar experiências e reconstruir uma visão mais saudável sobre si mesma. Com acompanhamento psicológico, é possível recuperar a confiança e desenvolver uma relação mais equilibrada consigo mesmo.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autoestima baixa nem sempre significa depressão, mas pode estar relacionada a ela. A autoestima está ligada à forma como a pessoa se percebe, se valoriza e se sente capaz diante da vida. Quando ela está muito baixa, a pessoa pode sentir insegurança, autocrítica excessiva, sentimentos de incapacidade e dificuldade em reconhecer suas próprias qualidades.
Em alguns casos, esses sentimentos podem estar associados à depressão, principalmente quando vêm acompanhados de tristeza persistente, desânimo, falta de interesse pelas atividades e sensação de vazio. Por isso, é importante olhar para esses sinais com atenção.
Para fortalecer a autoestima, alguns caminhos podem ajudar, como desenvolver o autoconhecimento, aprender a reconhecer suas qualidades, estabelecer limites saudáveis, cuidar da saúde emocional e buscar atividades que tragam prazer e senso de realização. A psicoterapia também é um espaço muito importante nesse processo, pois ajuda a compreender a origem desses sentimentos e a construir uma relação mais saudável consigo mesmo.
Com acompanhamento psicológico, é possível ressignificar experiências, fortalecer a autoconfiança e desenvolver uma autoestima mais estável e saudável.
Doutora Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo p
Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo procurar. Eu fico pensando que isso seria só fraqueza e vaidade. Será que teria algum tipo de assistência, algum tipo de lugar onde eu pudesse me questionar? Eu não consigo mais resolver minha vida só eu.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quero começar dizendo que o fato de você reconhecer que precisa de ajuda já é um passo muito importante e demonstra coragem, não fraqueza. Muitas pessoas sentem vergonha ou medo de falar sobre o que estão vivendo, mas buscar apoio psicológico é um ato de cuidado consigo mesmo.
Você não precisa saber exatamente qual especialidade procurar ou ter todas as respostas antes de iniciar um atendimento. O psicólogo está justamente ali para acolher, ouvir sem julgamentos e ajudar a compreender o que está acontecendo na sua vida e nas suas emoções.
Quando sentimos que não conseguimos mais lidar sozinhos com nossos pensamentos e sentimentos, isso é um sinal de que chegou o momento de ter um espaço de escuta e apoio profissional. A psicoterapia pode ajudar você a organizar suas emoções, encontrar novos caminhos e recuperar a esperança.
Existe ajuda, e você merece ser ouvido e acolhido nesse processo.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz
Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando uma pessoa está sentindo desânimo constante, vontade de chorar e falta de motivação para realizar atividades do dia a dia, é importante procurar um psicólogo clínico. Esse profissional está preparado para acolher, compreender o que está acontecendo emocionalmente e ajudar a identificar as causas desses sentimentos.
Esses sintomas podem estar relacionados a quadros como ansiedade, estresse intenso, esgotamento emocional ou até depressão. A psicoterapia é um espaço seguro onde a pessoa pode falar sobre suas dores, organizar pensamentos e aprender estratégias para lidar melhor com suas emoções e retomar gradualmente o bem-estar.
Buscar ajuda psicológica é um passo muito importante de cuidado consigo mesmo. Quanto antes a pessoa procura apoio profissional, maiores são as chances de compreender o que está acontecendo e encontrar caminhos para melhorar sua qualidade de vida.
Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…