Perguntas do paciente (151)

  • Bom dia Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicaçã

    Bom dia
    Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicação se faz necessário um acompnhamento pelo psicólogo???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Bom dia!

    O acompanhamento psicológico não é obrigatório em todos os casos, mas ele é altamente recomendado. A medicação prescrita pelo psiquiatra atua principalmente nos sintomas, ajudando a estabilizar o humor, a ansiedade ou outros quadros emocionais. Já a psicoterapia trabalha as causas, os padrões de pensamento, as emoções e os comportamentos que podem estar por trás do sofrimento.

    Quando o tratamento psiquiátrico é aliado ao acompanhamento psicológico, os resultados costumam ser mais completos e duradouros, pois a pessoa passa a se compreender melhor e desenvolve recursos para lidar com suas dificuldades no dia a dia.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Na terceira idade é muito comum surgirem dúvidas, inseguranças e medos. Essa fase da vida traz muitas mudanças: físicas, emocionais e também sociais. O mais importante é não enfrentar esses sentimentos sozinho.

    Buscar apoio é um passo fundamental. Conversar com familiares, amigos de confiança e, principalmente, com um profissional da saúde mental, como um psicólogo, pode ajudar muito. A psicoterapia oferece um espaço seguro para falar sobre angústias, medos, perdas, solidão e outras questões que podem aparecer nessa fase da vida.

    Cuidar da saúde emocional na terceira idade é tão importante quanto cuidar da saúde física. Procurar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de cuidado consigo mesmo e com a própria qualidade de vida.”

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu

    Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
    Isso é um problema neurológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Durante o período da menopausa, é bastante comum que ocorram mudanças emocionais e comportamentais. Alterações hormonais podem influenciar o humor, causando irritabilidade, impaciência, desânimo e até uma maior necessidade de ficar mais recolhida em alguns momentos. Isso não significa, necessariamente, que se trate de um problema neurológico.

    A leitura pode estar funcionando como uma forma saudável de distração e regulação emocional, algo que muitas pessoas utilizam para lidar com fases de maior sensibilidade emocional. No entanto, quando percebemos perda de motivação para atividades do dia a dia ou isolamento frequente, é importante olhar para isso com atenção e cuidado.

    Conversar com um profissional pode ajudar a compreender melhor esses sentimentos e desenvolver estratégias para atravessar esse período com mais equilíbrio emocional e qualidade de vida.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Muitas vezes, quando uma pessoa sente dificuldade em conversar com o parceiro ou parceira, isso não significa falta de interesse ou de amor, mas sim dificuldades de atenção, ansiedade, cansaço emocional ou até mesmo o hábito de não praticar uma escuta ativa.
    Quando estamos muito preocupados, distraídos ou sobrecarregados, é comum parecer que “desligamos” da conversa ou mudamos de assunto sem perceber.
    Uma boa forma de começar a melhorar isso é praticar a escuta com mais presença: olhar nos olhos, tentar realmente compreender o que a outra pessoa está dizendo e, antes de responder, refletir sobre aquilo que foi falado. Também pode ajudar reservar momentos tranquilos do dia para conversar, sem celular ou outras distrações.
    Se essa dificuldade acontece com frequência e começa a afetar o relacionamento, a psicoterapia pode ser muito útil para desenvolver habilidades de comunicação, atenção e conexão emocional no relacionamento.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    A timidez e a insegurança geralmente estão ligadas à ansiedade social, autoestima e medo de julgamento. Um psicólogo que trabalhe com psicoterapia cognitivo comportamental pode ajudar muito nesse processo. Na terapia a pessoa aprende a compreender suas emoções, desenvolver habilidades sociais, segurança na comunicação e confiança pessoal. Com o acompanhamento adequado muitos pacientes conseguem superar bloqueios emocionais e se sentir muito mais à vontade em suas relações sociais.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Olá Boa tarde descobrir que Meu filho está usando maconha ele tem 23anos como devo conversar com ele

    Olá Boa tarde descobrir que Meu filho está usando maconha ele tem 23anos como devo conversar com ele,?pois sinto que preciso ajudá-lo?,mas ele está muito ignorante

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Descobrir que um filho está usando drogas costuma ser muito doloroso para os pais é natural sentir medo, preocupação e até impotência. O primeiro passo é tentar conversar com ele em um momento de calma sem acusações ou confrontos. Procure expressar sua preocupação a partir do cuidado e do amor dizendo como você se sente e que deseja ajudá-lo.

    É importante lembrar que aos 23 anos ele já é adulto e pode reagir com resistência principalmente se se sentir julgado ou pressionado. Por isso, o diálogo precisa ser firme, mas respeitoso. Muitas vezes, a ajuda de um profissional pode facilitar essa conversa e orientar a família sobre como agir.

    A dependência química não afeta apenas quem usa a substância mas também toda a família. Buscar orientação psicológica pode ajudar vocês a entenderem melhor a situação e encontrar caminhos mais saudáveis para lidar com esse momento.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do

    Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
    Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O fato de a pessoa não beber todos os dias não significa necessariamente que não exista um problema com o álcool. Muitas pessoas apresentam o que chamamos de padrão de uso abusivo, em que não bebem com frequência, mas quando começam a beber acabam perdendo o controle sobre a quantidade ou o tempo que permanecem bebendo.
    Esse já é um sinal de alerta e merece atenção.
    Em relação ao profissional, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar. O psicólogo irá trabalhar a compreensão do comportamento, os gatilhos emocionais e as mudanças necessárias para desenvolver um controle maior ou interromper o uso. Já o psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação, principalmente quando existem sintomas associados como ansiedade, depressão ou dificuldade de controle do impulso.
    Na maioria dos casos, o tratamento em conjunto entre psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico costuma trazer os melhores resultados. Também é muito importante lembrar que a família pode procurar orientação profissional, mesmo que a pessoa que bebe ainda não esteja pronta para buscar ajuda. Isso já pode fazer muita diferença na forma de lidar com a situação.
    Buscar informação e orientação, como você está fazendo agora, já é um passo muito importante.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Boa tarde!

    A ansiedade e o estresse podem apresentar sintomas muito parecidos, como preocupação excessiva, tensão, dificuldade para relaxar, alterações no sono, irritabilidade e sensação de sobrecarga emocional. Por isso, muitas vezes é difícil diferenciar sozinho o que está acontecendo.
    A melhor forma de entender o que você está sentindo é por meio de uma avaliação psicológica. Durante essa avaliação, o psicólogo irá conversar com você de forma acolhedora e confidencial, buscando compreender sua história, os sintomas que você vem apresentando, há quanto tempo eles ocorrem e de que forma estão impactando sua vida. Quando necessário, também podem ser utilizados instrumentos psicológicos para ajudar na avaliação.
    A partir dessa compreensão, é possível identificar se os sintomas estão mais relacionados à ansiedade, ao estresse ou a outros fatores emocionais, e então indicar o tratamento mais adequado.
    Buscar ajuda profissional é um passo muito importante para cuidar da sua saúde emocional e recuperar sua qualidade de vida.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica.


  • Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontad

    Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontade de se isolar das pessoas e só dormir, sentir muito medo, isso pode ser diagnosticado como depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Os sentimentos que você descreve são mais comuns do que muitas pessoas imaginam. Desânimo constante, cansaço ao acordar, irritabilidade, medo e isolamento social podem estar associados a um quadro de depressão ou ansiedade. Esses sinais indicam que algo no seu equilíbrio emocional precisa de atenção e cuidado. A psicoterapia ajuda a entender as causas desse sofrimento e desenvolver recursos internos para recuperar energia, motivação e qualidade de vida. Buscar apoio psicológico pode ser um passo importante para não enfrentar esse momento sozinho.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul

    Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    É muito comum ter essa dúvida, pois realmente existem diversas áreas dentro da psicologia. Quando a pessoa nunca fez terapia e deseja entender melhor o que está sentindo como ansiedade, tristeza, angústia ou suspeita de depressão o mais indicado é procurar um psicólogo clínico.

    O psicólogo clínico está preparado para ouvir, acolher e avaliar suas queixas emocionais e comportamentais. A partir das primeiras sessões, o profissional poderá compreender melhor o que você está vivendo, identificar possíveis quadros de ansiedade, depressão ou outras dificuldades emocionais e, então, iniciar o acompanhamento terapêutico adequado.

    Caso seja necessário, o próprio psicólogo também poderá orientar sobre a necessidade de avaliação com outros profissionais, como um psiquiatra, por exemplo.

    O mais importante é dar o primeiro passo e buscar ajuda. A psicoterapia é um espaço seguro, sigiloso e acolhedor para você entender melhor suas emoções e aprender a lidar com elas de forma mais saudável.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Você não está sozinha no que está sentindo. Muitas pessoas que passam por crises de ansiedade e depressão relatam exatamente esses sintomas que você descreveu: sensação de desmaio, aperto no peito, medo intenso e dificuldade de sair de casa. Esses sintomas podem ser muito assustadores, mas eles não significam que você está morrendo. Na maioria das vezes, são manifestações da ansiedade, que faz o corpo entrar em estado de alerta.

    Quando a ansiedade se torna muito intensa o corpo reage com taquicardia, sensação de falta de ar, tontura e medo de perder o controle. Isso pode fazer a pessoa acreditar que algo grave está acontecendo, quando na verdade é o organismo reagindo ao excesso de tensão emocional.

    A boa notícia é que isso tem tratamento. Com acompanhamento psicológico adequado e em alguns casos também psiquiátrico é possível aprender a compreender esses sintomas, reduzir as crises e recuperar a qualidade de vida. A psicoterapia ajuda a identificar as causas emocionais da ansiedade, desenvolver estratégias para lidar com o medo e fortalecer sua segurança interna.

    Tente não enfrentar isso sozinha. Buscar ajuda profissional é um passo muito importante e corajoso no seu processo de recuperação. Com tratamento, apoio e cuidado, é possível sim voltar a se sentir bem, retomar sua rotina e viver com mais tranquilidade.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Para diferenciar a síndrome de ansiedade da síndrome do pânico, é importante observar a forma como os sintomas aparecem. Na ansiedade, geralmente a pessoa vive em um estado constante de preocupação, tensão e pensamentos excessivos sobre situações do dia a dia ou sobre o futuro. Podem surgir sintomas como inquietação, dificuldade de dormir, irritabilidade, sensação de cansaço e dificuldade de concentração.

    Já na síndrome do pânico, os sintomas costumam aparecer de forma súbita e intensa, em crises chamadas de ataques de pânico. Durante essas crises, a pessoa pode sentir falta de ar, coração acelerado, tontura, tremores, sudorese, sensação de perda de controle ou até medo de morrer. Essas crises podem acontecer mesmo sem um motivo aparente. O pensamento de morte "ataque cardíaco" e ideias de doenças que podem levar a morte, na síndrome do pânico é predominante.

    De qualquer forma, apenas uma avaliação profissional pode identificar corretamente o que está acontecendo e indicar o tratamento mais adequado. A psicoterapia é fundamental nesse processo, pois ajuda a compreender as causas emocionais e a desenvolver estratégias para lidar melhor com os sintomas.

    Dra Miriam Ramos
    Psicóloga clínica


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Você passou por situações muito difíceis em um curto espaço de tempo é compreensível que esteja se sentindo desanimada, confusa e emocionalmente esgotada. Quando vivenciamos eventos tão impactantes, como a tentativa de suicídio de alguém próximo, nosso emocional pode precisar de mais tempo e apoio para se reorganizar.
    A medicação pode ajudar bastante, mas em muitos casos ela funciona melhor quando associada à psicoterapia, que é um espaço seguro para você falar sobre tudo o que está sentindo, compreender suas emoções e encontrar novas formas de lidar com esse momento. Mesmo que suas experiências anteriores com terapia não tenham sido positivas, cada profissional tem uma abordagem diferente, e às vezes é preciso encontrar aquele com quem você se sinta realmente acolhida.
    Não desista de buscar ajuda. Cuidar da sua saúde emocional é um passo importante para recuperar seu equilíbrio e sua qualidade de vida.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Relacionamentos marcados por muitas idas e vindas costumam trazer exatamente esse tipo de sentimento de confusão. Muitas vezes a pessoa vive um conflito interno: quando está perto sente necessidade de distância, e quando está distante sente falta. Isso pode acontecer quando existem sentimentos verdadeiros, mas também feridas emocionais, inseguranças ou padrões de relacionamento que ainda não foram compreendidos.
    O mais importante neste momento não é apenas decidir voltar ou não, mas olhar para si mesma e entender o que esse relacionamento desperta em você. Pergunte-se: o que realmente me faz querer estar com essa pessoa? O que me faz querer me afastar? Quais situações se repetiram nas outras tentativas?
    Recomeçar pode ser uma oportunidade de fazer diferente, mas para isso é fundamental que exista diálogo, consciência dos erros do passado e disposição de ambos para construir uma relação mais saudável. Também é importante respeitar seus sentimentos e seu tempo, sem se pressionar a ter todas as respostas agora.

    Às vezes, conversar com um profissional pode ajudar muito a organizar esses sentimentos, compreender seus padrões afetivos e tomar decisões mais conscientes sobre sua vida emocional. Você não está errada por se sentir confusa. Muitas pessoas passam por esse tipo de conflito afetivo. O importante é transformar essa dúvida em um momento de autoconhecimento.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Há situações em que sintomas físicos, como a sensação de falta de ar ou respiração limitada, podem estar relacionados a fatores emocionais. Quando exames clínicos como os do coração, pulmão e sangue apresentam resultados normais, é importante também considerar a influência da ansiedade, do estresse ou de tensões emocionais no funcionamento do corpo.
    Nos quadros de ansiedade, por exemplo, é bastante comum a pessoa perceber alterações na respiração, sensação de aperto no peito ou dificuldade de respirar profundamente. Isso não significa que seja “imaginação”, mas sim que o corpo está reagindo a um estado de alerta emocional.
    Ainda assim, cada caso precisa ser avaliado com cuidado. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo, identificar possíveis gatilhos emocionais e aprender estratégias para lidar com esses sintomas.
    Buscar ajuda profissional é um passo importante para cuidar da sua saúde de forma integral, considerando tanto o aspecto físico quanto o emocional.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Como superar os pensamentos intrusivos? Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    Como superar os pensamentos intrusivos?
    Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Pensamentos intrusivos podem surgir em momentos de grande mudança emocional e hormonal, como durante a gravidez. Muitas mulheres relatam esse tipo de experiência nesse período, e isso não significa que você queira que esses pensamentos aconteçam ou que eles definam quem você é. Na verdade, quanto mais você tenta lutar contra eles ou se culpar por tê-los, mais eles tendem a aparecer.

    O primeiro passo é entender que pensamentos são apenas pensamentos eles não são ações, nem definem seu caráter. Em vez de tentar expulsá-los à força, procure reconhecê-los sem julgamento e permitir que passem, como nuvens que atravessam o céu. Técnicas de respiração, atenção plena e conversar sobre o que está sentindo com um profissional podem ajudar bastante nesse processo.

    Também é importante buscar apoio psicológico, especialmente porque a gravidez é um período sensível do ponto de vista emocional. A psicoterapia pode ajudar a compreender a origem desses pensamentos, reduzir a ansiedade e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com eles.
    Você não está sozinha, e existem caminhos seguros para recuperar sua tranquilidade emocional.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica.


  • Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O transtorno de ansiedade é uma condição em que a ansiedade deixa de ser apenas uma reação normal do corpo e passa a ser intensa, frequente e difícil de controlar. A pessoa pode sentir preocupações excessivas, medo constante, sensação de perigo iminente e dificuldade de relaxar, mesmo quando não há uma ameaça real.

    Esse transtorno pode afetar tanto o emocional quanto o físico. É comum surgirem sintomas como insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, coração acelerado, falta de ar e sensação de angústia. Com o tempo, a ansiedade pode prejudicar a vida pessoal, profissional e os relacionamentos.

    É importante lembrar que o transtorno de ansiedade tem tratamento. A psicoterapia ajuda a pessoa a compreender as causas da ansiedade, desenvolver estratégias para lidar com os pensamentos e emoções e recuperar o equilíbrio emocional.

    Dra. Mia Ramos
    Psicóloga clínica


  • Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família

    Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Entendo o quanto essa situação deve estar sendo dolorosa e desgastante para você e para sua família. Quando uma pessoa com dependência do álcool perde o controle sobre o consumo, compromete a própria saúde, a vida familiar e não aceita ajuda voluntariamente é importante saber que existem recursos legais e terapêuticos para proteger essa pessoa e também a família.

    Nesses casos quando o indivíduo não reconhece a gravidade do problema e se recusa a buscar tratamento a internação involuntária pode ser considerada. No Brasil ela é prevista em lei e pode ser solicitada por familiares desde que haja avaliação médica que comprove a necessidade do tratamento.

    O objetivo não é punir mas preservar a vida a saúde e interromper o ciclo da dependência, especialmente quando já há sinais de prejuízo físico, emocional e social.

    Muitas vezes a dependência química faz com que a pessoa perca completamente a capacidade de tomar decisões saudáveis. Por isso, a família também precisa de orientação profissional para saber como agir, estabelecer limites e não carregar sozinha um peso tão grande.

    Buscar orientação com profissionais especializados em dependência química pode ajudar você a entender os caminhos possíveis, inclusive os procedimentos legais e terapêuticos para uma internação quando ela se torna necessária. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e cuidar da sua saúde emocional e da proteção dos seus filhos também é fundamental.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Sinto muito que esteja sofrendo. Você descreveu bipolaridade há 20 anos e sintomas depressivos isso pode ser muito cansativo e desmoralizante. É importante validar que sua experiência é real e que buscar ajuda é um passo corajoso. Avaliação breve: Como estão seus padrões de sono, apetite e energia? Tem pensamentos de culpa excessiva, desesperança ou ideação suicida?
    Está em acompanhamento psiquiátrico e/ou psicológico atualmente? Usa medicação?
    Houve episódios recentes de mania/hipomania?
    Intervenções psicológicas que costumo recomendar
    Psicoeducação: entender o transtorno bipolar reduz ansiedade e ajuda no autocuidado.
    Terapia focada em regulação do humor: ajudam a identificar gatilhos, pensamentos automáticos e estabilizar rotina.
    Técnicas práticas: registro de humor diário, higiene do sono (horários regulares), planejamento de atividades prazerosas e graduais, ativação comportamental para reduzir isolamento.
    Estratégias de enfrentamento: técnicas de respiração, dividir tarefas em passos pequenos uso de rede de apoio para momentos difíceis.
    Trabalho conjunto com psiquiatria o manejo medicamentoso é frequentemente necessário no transtorno bipolar. Psicoterapia e medicação juntas reduzem recaídas. Se houver efeitos colaterais ou piora, ajuste com o psiquiatra. Se estiver com pensamentos de se machucar ou suicídio: procure emergência, contate um serviço de crise local ou uma pessoa de confiança agora. Se não estiver em terapia agora procure um psicólogo com experiência em transtorno bipolar se já está leve estas questões para a sessão. Anote padrões (sono, atividades, humor) por 2 semanas para trazer ao terapeuta/psiquiatra. Espero que tenha te ajudado a dar uma direção, mas busque por uma Psicoterapia.

    Dra Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Você demonstra ter um coração muito sensível e empático, e isso é algo muito bonito. Querer ajudar alguém que está sofrendo mostra o quanto você se importa com as pessoas. Porém, é importante lembrar que você também precisa cuidar de si mesma.

    Quando ouvimos constantemente os problemas de outra pessoa, principalmente quando ela está passando por um quadro de depressão, podemos acabar absorvendo parte desse sofrimento. Isso pode gerar confusão emocional, tristeza e até um sentimento de sobrecarga, como você descreveu.

    Ajudar não significa carregar o sofrimento do outro sozinha. Você pode continuar sendo uma pessoa acolhedora, mas também é importante colocar limites saudáveis. Uma boa forma de ajudar sua colega é incentivá-la a conversar com um adulto de confiança, um familiar, um orientador da escola ou um profissional de saúde mental.

    E lembre-se: se você está se sentindo triste, confusa ou chorando com frequência, isso também merece atenção e cuidado. Conversar com um psicólogo pode te ajudar a entender melhor o que você está sentindo e aprender formas saudáveis de lidar com essas emoções.
    Cuidar do outro é importante, mas cuidar de si mesma também é fundamental.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


Perguntas frequentes

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