Perguntas do paciente (151)

  • Geralmente me sinto muito insegura com o meu namorado e suas amizades entre mulheres, pois toda vez

    Geralmente me sinto muito insegura com o meu namorado e suas amizades entre mulheres, pois toda vez que digo que me sinto insegura com alguma delas, ele sempre aparece se aproximando mais dela logo após (não sei se pode ser coincidência, mas acontece todas as vezes). Sempre fui uma pessoa que internaliza sentimentos e reprimo até não aguentar e explodir (o que é errado), mas estou tentando ser mais transparente com ele sobre essas coisas, pois o mesmo já relatou incômodo quando não digo o que sinto. Hoje mesmo estava conversando com ele, logo após irmos no cinema com os seus amigos... Uma amiga em específico dele, nem me comprimentou, olhou no meu olho apenas uma vez, e mesmo eu estando ao lado dele, ela direcionava a atenção para o mesmo como se eu não estivesse presente no momento. Quando chegamos, eu perguntei se ele tinha muita proximidade com a amiga dele, ou se eram apenas colegas de trabalho, se conversavam coisas a mais no WhatsApp. Ele disse que mal falava com ela no WhatsApp, mas toda vez que tem oportunidade fala como ela é adorada por ele. Ele questionou o porquê da pergunta e eu disse sobre minha insegurança, fui totalmente aberta com ele, e ele respondeu "ah sim, entendi. Sinto muita pena de vc :(" e não falou mais nada. Não sei o que pode ter significado, se ele vai se aproximar dela como fez com as outras, se vai me taxar de louca... O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O que você descreve mostra que existe um sofrimento emocional importante nessa relação e é muito válido você procurar compreender o que está acontecendo. A insegurança em um relacionamento geralmente não surge do nada. Muitas vezes ela aparece quando sentimos falta de segurança emocional clareza ou quando algumas atitudes do parceiro despertam dúvidas e medo de perda.

    Também percebo que você mencionou algo muito importante: você costuma guardar sentimentos até chegar ao ponto de explodir. Isso acontece com muitas pessoas que tentam evitar conflitos, mas acabam acumulando emoções e ficando ainda mais vulneráveis dentro da relação.

    Um relacionamento saudável precisa de diálogo, transparência e, principalmente, segurança emocional. Quando há dúvidas constantes, comparações ou sensação de que não está sendo considerada na relação, isso pode gerar muita ansiedade e desgaste interno.

    Mais importante do que descobrir se há ou não algo acontecendo com essa amiga é compreender como você está se sentindo dentro dessa relação, quais são seus limites emocionais e o que você precisa para se sentir respeitada e segura.

    Na psicoterapia é possível olhar com mais profundidade para esses sentimentos de insegurança, entender de onde eles vêm e fortalecer sua autoestima e clareza emocional para lidar com o relacionamento de forma mais saudável.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • oii, eu queria saber o porquê de eu ficar muito nervosa com coisas simples do cotidiano, especialmen

    oii, eu queria saber o porquê de eu ficar muito nervosa com coisas simples do cotidiano, especialmente quando se trata de homens, qualquer tarefa simples que envolva homem no meio p mim ja é um sacrifício, eu sempre foco em nao ficar nervosa (ja estando) quando fico proxima de um. o tipo de nervosismo que eu sinto é de dar tremedeira, coração acelerado, voz falha e suadeira

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O que você descreve tremor, coração acelerado, sudorese e dificuldade para falar são sinais muito comuns de ansiedade em situações sociais especialmente quando existe algum tipo de insegurança emocional envolvida.
    Muitas vezes esse tipo de reação não tem relação apenas com o momento presente, mas com experiências emocionais anteriores, crenças sobre si mesma ou medos internos que foram sendo construídos ao longo da vida. O corpo reage como se estivesse diante de uma ameaça, mesmo quando racionalmente sabemos que não há perigo.
    É importante compreender que isso não significa fraqueza ou incapacidade. Na verdade, é um sinal de que sua mente está tentando se proteger de algo que precisa ser compreendido com mais cuidado.
    Na psicoterapia trabalhamos exatamente esse processo: identificar a origem desses medos, fortalecer a segurança emocional e desenvolver recursos internos para que você consiga se sentir mais tranquila e confiante nas interações.
    Muitas pessoas conseguem transformar completamente essa relação com a ansiedade quando começam a entender melhor suas emoções e aprender novas formas de lidar com elas.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Olá Sou uma pessoa tímida, e sinto como se houvesse um bloqueio em mim. Em uma roda de conversa

    Olá

    Sou uma pessoa tímida, e sinto como se houvesse um bloqueio em mim. Em uma roda de conversa não consigo desenvolver uma linha de raciocínio, minha mente fica em branco , não consigo dar uma opinião/conversar por que não vem nada em mente , apenas um vazio e acabando sempre respondendo das maneiras mais óbvias ( “hum,verdade,nossa ) qual profissional eu deveria procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O que você descreve é muito comum em pessoas com timidez ou ansiedade social. Nessas situações, a mente pode “travar” durante conversas por causa do medo de julgamento ou da autocrítica excessiva. A psicoterapia com psicólogo é o caminho mais indicado para trabalhar segurança emocional, autoestima e desenvolvimento de habilidades sociais, ajudando a pessoa a se expressar com mais naturalidade. Com o acompanhamento adequado, é possível aprender estratégias para organizar o pensamento, reduzir a ansiedade e se comunicar com mais confiança.
    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Tenho muitas questões pessoais como medo de sair de casa ou medo de trabalhar. Simplesmente não cons

    Tenho muitas questões pessoais como medo de sair de casa ou medo de trabalhar. Simplesmente não consigo e infelizmente a independência é o maior dos meus sonhos. Infelizmente me casei com um rapaz que não quer crescer ele tem 28 anos parece ter 15 ... não quer fazer cursos para melhorar a nossa finança... já que não consigo trabalhar ele trabalha com meu pai... que não paga muito ... as despesas estão cada vez mais apertadas e sei que se ele tem possivelmente síndrome de Peter Pan há uma boa parcela de culpa minha e da minha família, mas deixar o controle da situação na mão dele me parece a pior ideia de todas... se não sou a escolher um aluguel mais barato então terei de lidar com muitas crises minhas, nao consigo respirar... entao vo la e faço a unica coisa que elw faz é dizer se gosta ou não... não tem responsabilidade financeira então se não policio nosso dinheiro é um fato a falência... me sinto sozinha e mt triste, não tenho culpa de ter uma mãe narcisista "com diagnostico" mas temos culpa pelos relacionamentos que nos metemos... não tive essa sorte de ter uma boa relação... não tive ajuda... crises são constantes o que devo fazer Para ser livre?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Muitas vezes, quando vivemos em um ambiente de instabilidade emocional e financeira, nosso corpo e nossa mente entram em estado constante de alerta. O medo de sair de casa, o medo de trabalhar, a sensação de sufocamento e as crises podem estar relacionados à ansiedade intensa, possivelmente associada a vivências passadas que ainda não foram elaboradas emocionalmente.

    Percebo no seu relato um sentimento profundo de sobrecarga, responsabilidade excessiva e solidão. Quando você diz que precisa “policiar” tudo para que não aconteça uma falência ou que não pode deixar o controle nas mãos dele, isso mostra o quanto você está vivendo em tensão constante. Ninguém consegue respirar emocionalmente quando sente que tudo depende exclusivamente de si.

    É importante refletir sobre alguns pontos: Você está assumindo responsabilidades que deveriam ser compartilhadas? O medo de sair ou trabalhar pode estar ligado à insegurança, críticas internalizadas ou experiências passadas de desvalorização? Permanecer nesse relacionamento está fortalecendo ou enfraquecendo sua saúde emocional?

    Você não é culpada pela mãe que teve, mas é responsável pelas escolhas que faz hoje. Isso não significa culpa, e sim poder. Poder de buscar ajuda, de fortalecer sua autonomia emocional e, aos poucos, construir independência seja financeira, psicológica ou relacional.

    Crises constantes não são normais; são sinais de que algo precisa ser cuidado. Procurar psicoterapia pode ajudá-la a compreender esses padrões, trabalhar traumas e desenvolver segurança interna para tomar decisões mais conscientes. Liberdade começa internamente, quando você percebe que merece paz, equilíbrio e respeito inclusive de si mesma.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Olá, tudo bem? Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adre

    Olá, tudo bem?

    Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adrenalina de "fazer coisas erradas" kkkk meio confuso, eu sei. Mas sempre fui criado para ser o "menino perfeito da família", minha família me limitava em muitas coisas. Hoje, com 28 anos, estou experimentando algumas coisas como bebidas, vapes, minha namorada entende, aprova e também participa comigo, ela é extremamente parceira em tudo. Mas, tem uma outra coisa que eu também curto e nunca tive coragem de falar pra ela, que é "curtir" homens, mas é aí que tá, eu não sei se eu curto os homens ou se curto a adrenalina de fazer "coisa errada" com eles (pois na religião que eu fui criado homem com homem não pode, enfim)... eu nunca desejei namorar um homem ou ter uma relação além de prazer momentâneo, e não desejo. Antes de namorar com ela, já me relacionei apenas sexualmente com homens, e ao terminar me sentia muito ruim (fazia tudo escondido), acredito ser uma forma de me "revoltar" com a vida, e da forma que fui criado, talvez. Enfim, hoje ainda tenho essa vontade de fazer coisas com homens, e faço virtualmente apenas (escondido sem ela saber) me excito muito com isso, porém, ao terminar me sinto um lixo, e fico mal por esconder isso dela. Tenho muito medo de contar pra ela e isso estragar nossa relação, que é muuuito top. Fazer com homens pessoalmente não tenho mais vontade, enquanto estiver namorando com ela pelo menos não.

    Enfim, porque esse fetiche em fazer "coisas erradas"? Isso seria um fetiche?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Você demonstrou coragem pela pergunta e sinceridade em compartilhar algo tão íntimo. Muitas pessoas passam por conflitos parecidos mas acabam guardando isso em silêncio por medo de julgamento.

    Pelo que você descreve, existem alguns fatores importantes que merecem atenção. Você menciona ter crescido em um ambiente com muitas regras e expectativas sendo o “menino perfeito da família”. Quando alguém cresce em um contexto muito rígido, onde desejos e curiosidades são reprimidos ou pouco conversados, é relativamente comum que na vida adulta surja uma busca por experiências que simbolizem liberdade ou transgressão. A excitação associada a “fazer algo proibido” pode estar muito mais relacionada à quebra de regras internalizadas do que necessariamente a uma definição clara de orientação afetiva ou sexual.

    Outro ponto importante é o ciclo emocional que aparece no seu relato: primeiro vem a excitação, depois o comportamento escondido, e em seguida surgem culpa, vergonha e sensação de estar fazendo algo errado. Quando prazer e culpa caminham juntos, geralmente existe um conflito interno entre desejos, valores aprendidos, identidade e medo de julgamento. Esse tipo de conflito pode fazer com que o comportamento se repita justamente porque ele está ligado a uma descarga emocional muito intensa.

    Também é importante destacar que fantasias sexuais não definem automaticamente quem a pessoa é ou o tipo de relacionamento que ela deseja construir. Muitas vezes as fantasias estão ligadas a curiosidade, contexto emocional, história de vida ou até à própria ideia de transgressão.

    O acompanhamento psicológico pode ajudar muito a compreender melhor o significado dessas fantasias, trabalhar a culpa associada à sexualidade e desenvolver uma relação mais saudável com seus desejos e escolhas. Quando essas questões são elaboradas em um espaço terapêutico seguro, muitas pessoas conseguem reduzir a confusão interna e tomar decisões mais conscientes sobre sua vida afetiva e sexual.

    Se você perceber que esse tema ainda gera sofrimento ou dúvidas frequentes, procurar ajuda profissional pode ser um passo importante para compreender melhor esses sentimentos.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O objetivo do psicólogo não é simplesmente mudar a forma de pensar do paciente. A psicoterapia é um processo de autoconhecimento, reflexão e compreensão mais profunda sobre emoções, comportamentos e padrões de vida.

    Durante o processo terapêutico, o psicólogo ajuda o paciente a compreender melhor seus pensamentos, sentimentos e atitudes, possibilitando que ele desenvolva novas formas de lidar com suas dificuldades, conflitos e desafios do dia a dia. Muitas vezes, ao ganhar consciência sobre si mesmo, o próprio paciente começa a perceber novas perspectivas e possibilidades de mudança.

    Portanto, a psicoterapia não impõe pensamentos, mas auxilia a pessoa a ampliar sua visão sobre si mesma e sobre a vida, promovendo crescimento emocional, equilíbrio e mais qualidade de vida.

    Dra Miriam Ramos
    Psicóloga clínica.


  • Minha filha tem 27 anos, vive comigo, não está trabalhando há 2 anos, fuma maconha o tempo inteiro,

    Minha filha tem 27 anos, vive comigo, não está trabalhando há 2 anos, fuma maconha o tempo inteiro, desde de quando acorda até há hora de dormir, fede, não faz quase nada a não ser usar essa porcaria.ja não sei mais oq fazer, já fui compreensiva, agressiva e nada tem resultado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    A situação que você descreve realmente pode ser muito difícil e angustiante para um pai ou uma mãe. Quando uma pessoa passa grande parte do tempo utilizando uma substância e deixa de realizar atividades importantes da vida, como trabalhar, cuidar da própria rotina e manter responsabilidades isso indica que o uso da substância já está trazendo prejuízos significativos.

    No caso da sua filha, o consumo frequente de maconha associado à falta de motivação, isolamento e dificuldade de manter atividades produtivas pode estar relacionado a um padrão de uso problemático. Muitas vezes, o uso contínuo acaba interferindo na disposição, na motivação e na organização da vida diária.

    É importante compreender também que comportamentos como agressividade ou resistência podem surgir quando a pessoa se sente pressionada ou confrontada sobre o uso da substância. Por isso, embora seja muito difícil, conversas em momentos de maior calma e sem acusações podem ajudar a abrir algum espaço para diálogo.

    Uma possibilidade importante é incentivar a busca por ajuda profissional. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender as razões que estão levando ao uso frequente da substância, além de trabalhar questões emocionais, motivacionais e de reorganização da rotina.

    Além disso, é fundamental que você também cuide do seu próprio bem-estar emocional. Situações como essa costumam gerar muito desgaste para os familiares, e buscar orientação psicológica pode ajudar você a encontrar formas mais saudáveis de lidar com esse momento e estabelecer limites necessários.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém ,

    Tenho 21 anos ,sempre fui tímido , na época da escola tinha uma menina que gostava de mim . Porém , eu travava minha voz começava ficar fraca e "para dentro" e isso me criou um trauma sempre que estou numa situação desconfortável minha voz fica assim "para dentro". Como faço para melhorar isso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    A timidez pode fazer com que o corpo reaja automaticamente em situações de exposição ou desconforto. Quando você relata que sua voz “vai para dentro”, isso pode estar relacionado à ansiedade social, em que o organismo entra em estado de tensão e a voz fica mais fraca ou travada.

    Esse tipo de reação muitas vezes está ligado a experiências passadas que marcaram emocionalmente, como situações vividas na escola ou em relacionamentos. Esses bloqueios podem ser trabalhados, a psicoterapia ajuda a compreender essas memórias, fortalecer a autoconfiança e desenvolver novas formas de lidar com situações sociais.

    Também podem ser úteis exercícios de respiração, treinamento de comunicação e exposição gradual a situações que hoje causam desconforto. Com acompanhamento psicológico, é possível ressignificar essas experiências e recuperar segurança na sua forma de se expressar.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Minha filha tem 12 anos, e não consegue dormir no quarto sozinha, já conversei já perguntei o que a

    Minha filha tem 12 anos, e não consegue dormir no quarto sozinha, já conversei já perguntei o que a de errado ela diz que não sabe, diz todos os dias que vai dormir no quarto, mas qdo chega a noite não consegue, o que pode ser feito??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Quando uma criança ou pré-adolescente tem dificuldade para dormir sozinha, geralmente existe algum tipo de ansiedade ou medo associado ao momento de dormir. Muitas vezes a própria criança não consegue explicar exatamente o que sente, apenas percebe o desconforto quando chega a hora da noite.

    É importante acolher esse sentimento sem pressionar ou criticar pois a pressão pode aumentar ainda mais a ansiedade. Criar uma rotina de sono estruturada, com horários regulares, ambiente tranquilo e rituais de relaxamento antes de dormir costuma ajudar bastante.

    Caso a dificuldade persista, pode ser muito positivo buscar acompanhamento psicológico para avaliar o que pode estar por trás desse medo e ajudar a criança a desenvolver segurança emocional para dormir sozinha.


    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Gente, ela só queria saber se existe e qual o nome do exame que identifica a serotonina, dopamina e

    Gente, ela só queria saber se existe e qual o nome do exame que identifica a serotonina, dopamina e noradrenalina. Tem alguns que já estão entrando em um papo cabeça! Acredito que ela ou ele só quer fazer uma pesquisa antes de ir ao médico e questionar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Atualmente não existe um exame simples que identifique com precisão os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina no cérebro para diagnóstico de depressão ou ansiedade.
    O diagnóstico desses quadros é feito principalmente por avaliação clínica realizada por psiquiatra e psicólogo, considerando sintomas, histórico emocional e funcionamento da pessoa.
    Buscar informação é importante, mas o mais indicado é procurar um profissional para uma avaliação completa da saúde mental.
    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Eu tô tendo dificuldades em ter atitude. Ela espera que eu a abrasse mas por algum motivo eu não con

    Eu tô tendo dificuldades em ter atitude. Ela espera que eu a abrasse mas por algum motivo eu não consigo. E eu só queria ter um relacionamento saudável , sem brigas e etc

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Muitas pessoas desejam ter um relacionamento saudável, mas encontram dificuldades em demonstrar afeto ou tomar certas atitudes, como abraçar, demonstrar carinho ou expressar sentimentos. Isso pode estar ligado a fatores emocionais, experiências passadas, inseguranças ou até dificuldades na forma de se comunicar.
    O primeiro passo é reconhecer essa dificuldade, como você já está fazendo, e conversar abertamente com sua parceira sobre isso. Explicar o que você sente e o que tem dificuldade de expressar pode ajudar a reduzir conflitos e criar mais compreensão entre vocês.
    Em alguns casos, o acompanhamento psicológico individual ou de casal pode ajudar a trabalhar essas barreiras emocionais e desenvolver formas mais saudáveis de demonstrar afeto e fortalecer o relacionamento.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque

    Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque Deus condena práticas homossexuais e principalmente, à masturbação? A opção é viver sozinha. Como é difícil negar a Si Mesmo e tomar a sua cruz. Não sei se aguento à vida toda se reprimindo, pois está refletindo na minha saúde mental: cansaço, procrastinação, vontade de ficar só deitado, desânimo, sem rumo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O conflito entre sexualidade, crenças religiosas e valores pessoais pode gerar grande sofrimento emocional. Quando uma pessoa sente que precisa reprimir uma parte importante de si mesma para corresponder às suas crenças ou expectativas externas, isso pode provocar tristeza profunda, culpa, cansaço emocional e sensação de falta de sentido na vida.
    É importante compreender que esses conflitos internos precisam ser acolhidos e elaborados com cuidado. A psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para refletir sobre esses sentimentos, compreender melhor sua identidade, suas crenças e encontrar caminhos que respeitem tanto sua saúde emocional quanto seus valores pessoais.
    Você não precisa enfrentar esse processo sozinho. Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para cuidar da sua saúde mental e encontrar mais equilíbrio e paz interior.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Namorei com uma garota virgem, nós se seguramos pra não ter relação sexual até o casamento. Depois d

    Namorei com uma garota virgem, nós se seguramos pra não ter relação sexual até o casamento. Depois de um tempo juntos, ela terminou comigo e arrumou outro namorado, perdeu a virgindade e terminou o relacionamento. Agora ela está querendo voltar comigo. Me sinto mal com isso porquê parece que "ela foi ali perder a virgindade" com outro e agora quer voltar. Não sei oque fazer pois esse fato me incomoda bastante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Situações como essa podem gerar sentimentos de insegurança, comparação e frustração, o que é compreensível. No entanto, para que um relacionamento seja saudável, é importante avaliar se ainda existe confiança, respeito e maturidade emocional entre o casal.
    Antes de tomar qualquer decisão, pode ser útil refletir sobre seus sentimentos e expectativas. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essas emoções e tomar decisões mais conscientes em relação ao relacionamento. Relacionamentos equilibrados são construídos com diálogo, respeito e segurança emocional.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo g

    Meu ex marido tá de namorada e eles estão saindo com minha melhor amiga pra beber cerveja. Fazendo grupo de amizades. Eu ligo e daí de perto pra ele não perceber que sou eu. Ela sabe que rola um sentimento entre eu e ele. Essa pessoa é minha amiga ou é falsa amiga.
    É normal isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Situações como essa costumam gerar muita confusão emocional, pois envolvem sentimentos do passado, vínculos que ainda podem existir e a presença de pessoas próximas, como amigos.
    Quando um ex-companheiro inicia um novo relacionamento ou passa a frequentar os mesmos ambientes sociais, é comum que sentimentos antigos reapareçam ou que surjam dúvidas sobre o que ainda existe entre vocês. Isso não significa necessariamente que exista algo acontecendo, mas indica que ainda há questões emocionais que precisam ser elaboradas.
    Em relação à sua amiga, a questão principal não é apenas o comportamento dela, mas como essa situação faz você se sentir. Amizades saudáveis costumam envolver respeito, sensibilidade e consideração pelos sentimentos do outro.
    Se a situação está gerando desconforto, o mais importante é reconhecer esse sentimento e refletir sobre os limites que você deseja estabelecer nas suas relações. Conversas claras, quando possíveis, podem ajudar a esclarecer expectativas e sentimentos.
    Também pode ser um momento importante para direcionar a atenção para o seu próprio processo emocional, buscando compreender o que ainda está ligado a esse relacionamento passado e como seguir em frente de forma mais saudável.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica


  • Eu tenho medo de demostrar sentimentos e quando alguém começa a ter um sentimento por mim, eu me afa

    Eu tenho medo de demonstrar sentimentos e quando alguém começa a ter um sentimento por mim, eu me afasto com medo de magoar e me culpo quando acabo magoando.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O medo de demonstrar sentimentos ou de se aproximar emocionalmente de alguém pode estar relacionado ao medo de rejeição, abandono ou de causar sofrimento. Muitas vezes, a pessoa se afasta como uma forma de proteção, tentando evitar uma dor que imagina que possa acontecer.
    Esse movimento de aproximação e afastamento costuma gerar culpa e sofrimento interno, porque existe o desejo de se conectar, mas ao mesmo tempo um receio profundo de se machucar ou machucar o outro.
    A psicoterapia pode ajudar a compreender esses padrões de relacionamento, identificar suas origens e desenvolver formas mais seguras de se vincular emocionalmente. Com o tempo, é possível construir relações mais autênticas, com maior segurança afetiva e menos medo de se expressar.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Meu ex me deixou pro outra, começou a namorar no mesmo dia que terminou depois disso tô muito mal co

    Meu ex me deixou pro outra, começou a namorar no mesmo dia que terminou depois disso tô muito mal comigo mesma não tenho nem vontade de viver mais. Como posso superar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Sinto muito que você esteja passando por uma situação tão dolorosa. O fim de um relacionamento especialmente quando acontece de forma abrupta ou acompanhado da sensação de substituição, pode gerar sentimentos profundos de rejeição, tristeza, abandono e perda. É natural que isso abale muito a autoestima e a estabilidade emocional.
    Quando a dor emocional se torna muito intensa a ponto de surgir a sensação de não querer mais viver, isso é um sinal importante de que você precisa e merece apoio. Esses sentimentos não definem quem você é nem significam que sua vida perdeu o valor eles mostram apenas o tamanho da dor que você está enfrentando neste momento.
    A psicoterapia pode ser um espaço seguro para você elaborar esse luto emocional, compreender os sentimentos envolvidos e reconstruir sua autoestima e seu sentido de vida.
    Com acompanhamento adequado, é possível transformar essa experiência dolorosa em um processo de fortalecimento emocional. Você não precisa passar por isso sozinho. Buscar ajuda profissional pode fazer uma grande diferença nesse momento.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Olá sou casado ha 15 anos e nao sei se seria um vício, pois gosto de sexo, não tds os dias e tmb pq

    Olá sou casado ha 15 anos e nao sei se seria um vício, pois gosto de sexo, não tds os dias e tmb pq ja fiquei por até 2 semanas sem, mas fico muito estressado qnd isso acontece,não procuro parceiras fora pois tento preservar meu casamento, contudo tento suprir com a masturbação onde acabo ficando indignado pois tenho uma parceira dentro da minha casa, tivemos um problema na 2 gravidez onde precisou ficar sem relaçoes durante 7 meses até o nascimento e a recuperação, e me comportei melhor do que eu esperava, a minha parceira fala que sou doente por procura-la ou por alguma piada que faço...fala que só penso em sexo, será?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    O desejo sexual faz parte da natureza humana e cada pessoa possui um ritmo e uma intensidade de desejo que podem variar ao longo da vida e das circunstâncias do relacionamento. Pelo seu relato, é importante primeiro diferenciar desejo sexual saudável de compulsão sexual.

    A compulsão sexual geralmente está associada à perda de controle sobre os impulsos, quando a pessoa sente necessidade constante e urgente de buscar estímulos sexuais, quando isso começa a prejudicar a vida pessoal, emocional ou conjugal e quando o comportamento passa a gerar sofrimento significativo.

    No seu caso, você relata que consegue passar períodos sem relação, que busca preservar o casamento e que não procura outras parceiras fora da relação, o que já demonstra um certo nível de controle e compromisso com o vínculo conjugal. Também é importante considerar o contexto que você mencionou, especialmente o período da gravidez e do pós-parto, que muitas vezes exige afastamento sexual por questões físicas e emocionais da parceira. Durante essas fases é bastante comum que existam desencontros na frequência do desejo entre o casal e isso pode gerar frustração, tensão ou sensação de rejeição.

    A masturbação, nesse contexto, pode funcionar como uma forma de aliviar a tensão sexual e não necessariamente significa um problema psicológico. O que merece atenção é o sofrimento emocional que parece estar surgindo entre vocês, principalmente quando a parceira interpreta o seu desejo como algo excessivo ou como se você pensasse apenas em sexo.

    Muitas vezes esse tipo de conflito está mais relacionado à dificuldade de comunicação sobre sexualidade dentro do relacionamento do que propriamente a uma compulsão. A sexualidade dentro do casamento passa por fases e precisa ser conversada de forma aberta e respeitosa para que ambos possam compreender as necessidades e limites um do outro.

    Em alguns casos, a ajuda de um psicólogo pode ser muito útil para trabalhar essas questões, ajudando o casal a compreender melhor o funcionamento do desejo, diminuir sentimentos de culpa ou julgamento e fortalecer o diálogo sobre intimidade e expectativas dentro da relação.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Minha parceira quer beijar outras pessoas, diz estar incontrolável a vontade e que é apenas sexual,

    Minha parceira quer beijar outras pessoas, diz estar incontrolável a vontade e que é apenas sexual, me ama e não quer nada com mais ninguém, sóquer explorar essa vontade. Mas eu não gosto disso, e acho que vai afetar muito nosso relacionamento, sou muito exclusiva e ciumenta... Mas não quero ela sofrendo. Como resolver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Essa é uma situação que costuma gerar muita confusão emocional dentro dos relacionamentos, porque envolve desejo, limites, segurança afetiva e medo de perder a pessoa amada. Quando sua parceira diz que sente uma vontade “incontrolável” de beijar outras pessoas, é importante primeiro diferenciar algumas coisas: desejo, curiosidade, impulso e necessidade emocional.

    Em alguns momentos da vida, algumas pessoas podem sentir curiosidade ou vontade de experimentar algo novo. Isso não significa necessariamente que deixaram de amar o parceiro. Porém, também é fundamental considerar o impacto que esse desejo causa no outro.

    Você relata que se considera uma pessoa mais exclusiva e que sente ciúmes, e isso não significa que exista algo errado com você. Cada pessoa tem uma forma diferente de viver os vínculos afetivos. Algumas se sentem confortáveis em relações mais abertas ou exploratórias, enquanto outras precisam de exclusividade emocional e sexual para se sentirem seguras. O ponto central não é quem está certo ou errado mas se estão emocionalmente confortáveis com o tipo de relação que estão construindo.

    Quando um parceiro sente que precisa ceder algo que fere seus próprios limites para não perder a relação, isso pode gerar sofrimento, insegurança e ressentimento ao longo do tempo. Por isso, é muito importante que exista diálogo honesto sobre o que cada um sente, quais são os limites pessoais e quais expectativas cada um tem para o relacionamento.

    Em muitos casos, o acompanhamento psicológico ajuda bastante a organizar esses sentimentos, compreender melhor os desejos envolvidos e encontrar caminhos mais saudáveis para o casal lidar com essa situação sem que ninguém precise se violentar emocionalmente.

    Se essa questão está trazendo ansiedade, insegurança ou conflitos frequentes na relação, buscar orientação psicológica pode ajudar muito a clarear os sentimentos e tomar decisões mais conscientes e seguras.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • Como ajudar uma pessoa que está viciada em cocaína?

    Como ajudar uma pessoa que está viciada em cocaína?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    A dependência de cocaína é uma condição séria que afeta o cérebro, o comportamento e a saúde emocional da pessoa. Para ajudar alguém nessa situação, o primeiro passo é abordar o tema com empatia, sem julgamentos ou acusações, pois a crítica pode aumentar a resistência ao tratamento.
    É importante incentivar a busca por ajuda profissional, como psicoterapia e acompanhamento médico especializado em dependência química. O tratamento pode incluir terapia individual, grupos de apoio e, em alguns casos, internação terapêutica para desintoxicação e reorganização emocional.
    O apoio da família também é fundamental no processo de recuperação, oferecendo suporte emocional, estabelecendo limites saudáveis e incentivando a continuidade do tratamento. A dependência química tem tratamento e recuperação, mas exige acompanhamento profissional e comprometimento com o processo terapêutico.
    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga Clínica


  • tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Miriam Ramos

    Sim. A timidez e a ansiedade fazem parte da personalidade mas quando começam a causar sofrimento, insegurança excessiva ou dificuldade para se relacionar, trabalhar ou se expressar é importante buscar ajuda profissional.

    A psicoterapia ajuda a compreender a origem desses sentimentos, desenvolver autoconfiança, melhorar a comunicação e aprender estratégias para lidar com a ansiedade no dia a dia. Procurar um psicólogo não significa que há algo “errado” com você, mas sim que você está cuidando da sua saúde emocional e buscando uma melhor qualidade de vida.

    Dra. Miriam Ramos
    Psicóloga clínica


Perguntas frequentes

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