Perguntas do paciente (143)
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Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa
Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Mesmo após um ano, ainda é possível sentir falta, tristeza ou apego após o término, especialmente quando não fomos nós que decidimos pela separação. O luto do relacionamento não tem um prazo fixo ele depende da intensidade do vínculo, da forma como terminou e do que aquela relação representava para você.
A terapia pode ajudar a compreender o que mantém esse apego, ressignificar a história, fortalecer sua autoestima e construir novos projetos de vida sem que seu ex seja o centro deles. Superar não é “apagar”, e sim deixar de sofrer.
Se quiser apoio nesse processo, posso te orientar presencialmente no Recreio dos Bandeirantes ou online.
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Gostaria de saber pq eu nunca consigo chegar lá mesmo que esteja sentindo prazer, sempre aconteceu i
Gostaria de saber pq eu nunca consigo chegar lá mesmo que esteja sentindo prazer, sempre aconteceu isso, com todos os meus parceiros sexuais, e quando tento me tocar me sinto suja de alguma forma...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é mais comum do que muitas pessoas imaginam e pode ter diferentes explicações. O fato de você sentir prazer, mas ter dificuldade para chegar ao orgasmo, não significa necessariamente que exista algum problema físico.
A resposta sexual humana é influenciada não apenas pelo corpo, mas também pelos pensamentos, emoções, crenças, educação recebida sobre sexualidade, autoestima, ansiedade e pela forma como cada pessoa se relaciona com o próprio corpo.
Um aspecto importante do seu relato é a frase: "quando tento me tocar me sinto suja de alguma forma". Esse sentimento pode indicar a presença de crenças negativas sobre sexualidade, culpa, vergonha ou mensagens aprendidas ao longo da vida que fizeram você associar o prazer a algo errado. Quando isso acontece, mesmo que a pessoa deseje sentir prazer, uma parte dela pode permanecer em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para atingir o orgasmo.
Além disso, a preocupação excessiva em "chegar lá", o medo de não conseguir ou a ansiedade durante os momentos íntimos também podem interferir na resposta sexual.
Por esse motivo, é importante olhar para essa questão de forma ampla, considerando tanto os fatores físicos quanto os emocionais. Uma avaliação médica pode ajudar a descartar causas orgânicas, enquanto a psicoterapia pode auxiliar na compreensão das crenças, emoções e pensamentos que podem estar influenciando sua vivência da sexualidade.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Cognitivo-Sexual, auxiliando pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas à sexualidade, autoestima, ansiedade e relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me faz
Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me fazendo cobrança, me deixando fora dos seus programas, tudo isso me bloqueou, a gente brigou muito, só que ele não quer a separação, me sinto mal com tudo isso, ele quer ter relação sexual comigo, mas eu não consigo, não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é uma situação que gera muito sofrimento e merece ser olhada com cuidado.
Pelo seu relato, a dificuldade em ter relações não parece estar relacionada apenas ao sexo em si, mas ao que foi construído ao longo de muitos anos de casamento. Sentir-se desvalorizada, pouco acolhida, constantemente cobrada ou excluída das escolhas e momentos importantes da vida do parceiro pode gerar mágoas profundas. Com o tempo, essas feridas emocionais podem afetar a proximidade, a confiança e até o desejo dentro da relação.
Muitas pessoas acreditam que o desejo sexual depende apenas da atração física, mas para muitas mulheres ele também está relacionado à forma como se sentem tratadas, respeitadas e valorizadas no relacionamento. Quando existe um acúmulo de ressentimentos e dores não resolvidas, pode surgir um bloqueio emocional que dificulta a entrega e a intimidade.
O fato de seu marido não querer a separação não significa que o problema desapareça. Da mesma forma, obrigar-se a ter relações sem compreender o que está sentindo pode aumentar ainda mais o sofrimento. Talvez seja importante se perguntar: além da questão sexual, o que ainda está machucando você nessa relação? O que precisaria mudar para que você se sentisse novamente próxima dele?
Uma avaliação psicológica individual ou uma terapia de casal pode ajudar vocês a compreenderem melhor essas feridas acumuladas ao longo dos anos e a decidirem, de forma mais consciente, quais caminhos desejam seguir. Em muitos casos, quando o casal consegue conversar sobre as mágoas e reconstruir a conexão emocional, a intimidade também pode ser beneficiada.
Sou Psicóloga (CRP 05/50281), especialista em relacionamentos, terapia de casal e sexualidade, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Espero ter ajudado. Você não precisa enfrentar esse sofrimento sozinha.
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Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum,
Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum, gostamos das mesmas coisas, somos atenciosos e carinhosos um com o outro.
Porém esses 2 meses foram marcados por muitas brigas. Acredito que eu tenha me esforçado tanto pra conquistar ela, que agora que estamos juntos, não consegui manter o nível de intensidade em atitudes e gestos para surpreender. Gosto muito dela, só não consigo entender pq não consigo demonstrar tanto todos os dias.
No dia a dia nossa convivência é muito boa, mas sinto que falho nos pequenos gestos. Por não deixar um bilhete, uma flor inesperada, coisas assim que ela gosta, e então vem as cobranças! Pq eu não preparei algo enquanto ela saiu de casa, pq eu saí e não trouxe qualquer coisa que mostrasse que lembrei dela. Etc…
Parece que tudo que faço durante o dia, os carinhos, beijos, cuidado com ela, isso nada tem relevância. É isso parece que me afasta por ser cobrado e não conseguir fazer espontaneamente. Quando faço fica parecendo que só fiz pq fui cobrado.
Isso me deixa em dúvida sobre a relação, começar um relacionamento com um clima tão pesado, é bem difícil.
Como entender pq não consigo dar o que ela me pede?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é uma situação muito comum nos relacionamentos e não significa necessariamente que você ame menos sua parceira ou que não esteja comprometido com a relação.
Uma das coisas que chamou atenção no seu relato é que vocês decidiram morar juntos muito rapidamente. Em apenas dois meses, vocês passaram da fase de conquista para uma convivência intensa do dia a dia. Essa mudança costuma exigir uma adaptação importante, porque o relacionamento deixa de acontecer apenas nos momentos especiais e passa a incluir rotina, responsabilidades, diferenças e expectativas.
Parece que sua parceira se sente amada através de demonstrações frequentes e inesperadas de atenção, como bilhetes, flores, lembranças e surpresas. Já você demonstra carinho de outras formas: através da presença, dos beijos, dos cuidados cotidianos, da convivência e da atenção no dia a dia.
Nenhuma dessas formas é errada. O problema surge quando um oferece amor de uma maneira e o outro espera recebê-lo de outra.
Também é importante refletir sobre uma questão: durante a fase da conquista, você estava tentando conquistar alguém. Agora você está tentando construir uma vida com essa pessoa. São momentos diferentes. É natural que a intensidade das demonstrações mude ao longo do tempo. O que costuma gerar sofrimento é a expectativa de que a fase da conquista permaneça exatamente igual para sempre.
Outro ponto importante é que cobranças constantes costumam produzir o efeito contrário ao desejado. Quando uma demonstração de carinho deixa de ser espontânea e passa a ser uma obrigação, muitas pessoas começam a sentir pressão, culpa e até afastamento emocional. Não porque não amam o parceiro, mas porque passam a associar afeto à cobrança.
Isso não significa que sua parceira esteja errada por expressar suas necessidades. Pelo contrário. É importante que ela fale sobre aquilo que a faz sentir amada. Mas também é importante que ela consiga reconhecer as formas pelas quais você já demonstra carinho, mesmo que sejam diferentes das que ela gostaria.
Talvez a pergunta não seja "Por que eu não consigo dar o que ela me pede?", mas sim: "Será que estamos conseguindo enxergar e valorizar as formas diferentes que cada um tem de amar?"
Uma conversa aberta sobre expectativas, necessidades emocionais e formas de demonstrar afeto pode ajudar muito. Em alguns casos, a terapia de casal também auxilia o casal a compreender essas diferenças antes que as cobranças e frustrações se transformem em ressentimentos.
Sou Psicóloga Nivia Serra (CRP 05/50281), especialista em relacionamentos e terapia de casal, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Pelo seu relato, não parece que falta amor entre vocês. Parece que existe uma dificuldade em traduzir esse amor para uma linguagem que ambos consigam reconhecer e valorizar.
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Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conex
Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conexão um com o outro. Conversas, olhares e outras coisas nem se fala.
Somos dois estranhos morando na mesma casa, eu vivendo para o trabalho e ela para nosso filho.
Já falamos algumas vezes sobre separação mas nunca conseguimos chegar a um senso comum.
Não há mais demonstrações de carinho, afeto, atenção e gratidão entre nós.
Pensar em separação se torna complexo pois temos um filho juntos. Em nossa relação estamos tristes como casal, eu realmente não estou feliz com essa situação e acredito que ela também não.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que vocês estão vivendo é mais comum do que muitos casais imaginam após a chegada de um filho. Os primeiros meses da parentalidade costumam trazer mudanças profundas na rotina, nas responsabilidades, no cansaço físico e na forma como o casal se relaciona.
Pelo que você descreve, parece que vocês não perderam apenas a comunicação, mas também o espaço que existia para o relacionamento. Muitas vezes, um dos parceiros passa a se dedicar quase exclusivamente ao trabalho, enquanto o outro concentra sua energia nos cuidados com o bebê. Aos poucos, o casal deixa de se encontrar emocionalmente e começa a sentir que está vivendo como colegas de casa.
Antes de tomar uma decisão definitiva sobre separação, pode ser importante tentar compreender o que aconteceu com a relação de vocês ao longo desses meses. O fato de ambos estarem tristes com a situação e ainda conversarem sobre ela sugere que existe sofrimento, mas também uma preocupação com o relacionamento.
Uma avaliação com um psicólogo especializado em terapia de casal pode ajudar vocês a entenderem se estão diante de uma crise de adaptação à nova fase da vida ou se existem questões mais profundas afetando a relação. Em muitos casos, quando o casal consegue reconstruir o diálogo e voltar a enxergar as necessidades um do outro, é possível recuperar a conexão que parece perdida.
Sou Psicóloga especialista em terapia de casal e relacionamentos e atendo casais online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ. Procurar ajuda neste momento pode ser um passo importante para que vocês avaliem, com mais clareza, os caminhos possíveis para a relação.
Desejo que vocês encontrem um caminho que seja saudável tanto para vocês quanto para o filho de vocês.
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Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de
Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de passar mal, e ouvir sobre doenças é um gatilho para crise, achando que pode desenvolver essa doença a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é bastante comum em pessoas que sofrem com ansiedade e pode ser muito angustiante.
Quando estamos ansiosos, nosso cérebro tende a funcionar como se estivesse constantemente procurando sinais de perigo. O problema é que, em vez de identificar apenas ameaças reais, ele passa a interpretar sensações corporais normais, notícias sobre doenças ou pequenos sintomas físicos como possíveis sinais de algo grave.
Por isso, algumas pessoas começam a prestar atenção excessiva ao próprio corpo, monitorando batimentos cardíacos, respiração, dores, tonturas ou qualquer mudança física. Quanto mais atenção dão a esses sinais, mais ansiosas ficam. E quanto mais ansiosas ficam, mais sintomas físicos percebem, criando um ciclo difícil de interromper.
Ouvir falar sobre doenças também pode se tornar um gatilho porque a mente ansiosa costuma superestimar riscos e subestimar a própria capacidade de lidar com problemas. Assim, ao ouvir uma notícia ou relato sobre determinada doença, a pessoa pode começar a imaginar que aquilo acontecerá com ela, mesmo sem evidências concretas.
Isso não significa que a pessoa esteja exagerando ou inventando sintomas. O sofrimento é real. O que acontece é que a ansiedade faz com que o cérebro permaneça em estado de alerta constante, interpretando incertezas como ameaças iminentes.
A boa notícia é que esse padrão tem tratamento. A psicoterapia pode ajudar a identificar os pensamentos que alimentam esse medo, reduzir a vigilância excessiva sobre o corpo e desenvolver formas mais equilibradas de lidar com as preocupações relacionadas à saúde.
Sou Psicóloga (CRP 05/50281) e trabalho com ansiedade, autoestima e relacionamentos, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Espero ter ajudado. Com o tratamento adequado, é possível aprender a lidar melhor com esses medos e recuperar mais tranquilidade no dia a dia.
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Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido
Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido especial, com aliança e tal, o pedido que eu mencionei nunca aconteceu, porém eu e ele consideramos que estamos em um namoro, trocamos presente de dia dos namorados, ele é uma pessoa que posta bastante coisa em redes sociais mas nunca postou nada de nós dois, já cobrei ele mas não adiantou, já tentei terminar por causa disso, mas sinto que tenho uma dependencia emocional pois ele me trata muito bem e sinto muita atração fisica com ele, mas tenho receio desse não postar dele, de ele ter algum rolo e não querer que a pessoa saiba, quando eu tentei terminar, ele me implorou pra não terminar e me deu um perfume de presente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece estar gerando uma mistura de sentimentos: carinho, atração, dúvida, insegurança e medo de perder a relação.
Pelo seu relato, a questão principal talvez não seja apenas a postagem nas redes sociais. O que parece estar machucando você é o significado que essa ausência de exposição pública assumiu dentro do relacionamento. Para você, ser apresentada como namorada pode representar reconhecimento, compromisso e segurança. Quando isso não acontece, é natural que surjam questionamentos e inseguranças.
Ao mesmo tempo, é importante ter cautela antes de concluir que ele necessariamente está escondendo algo. Existem pessoas que expõem muito da vida nas redes sociais e outras que, por diferentes motivos, preferem manter aspectos do relacionamento mais reservados. O fato de ele não postar fotos do casal, por si só, não é suficiente para afirmar que existe outra pessoa envolvida.
Por outro lado, também merece atenção o fato de você já ter expressado o quanto essa situação a incomoda e continuar se sentindo insegura. Quando um tema se torna recorrente no relacionamento, muitas vezes o problema deixa de ser a postagem em si e passa a ser a dificuldade do casal em compreender as necessidades emocionais um do outro.
Outro aspecto importante do seu relato é quando você menciona a possibilidade de dependência emocional. Vale refletir se o medo de terminar está relacionado apenas aos sentimentos que você tem por ele ou se também existe receio de perder a atenção, o carinho, a validação e a segurança que ele oferece. São coisas diferentes e que merecem ser analisadas com sinceridade.
Também chama atenção que, após a tentativa de término, ele tenha reagido pedindo para que você permanecesse na relação. Isso sugere que o relacionamento é importante para ele. No entanto, presentes e demonstrações de afeto não substituem conversas claras sobre expectativas, necessidades e limites dentro da relação.
Talvez a pergunta mais importante neste momento não seja "Por que ele não me posta?", mas sim: "O que eu preciso para me sentir segura e valorizada dentro deste relacionamento?" E, depois disso, avaliar se essas necessidades podem ser compreendidas e atendidas através do diálogo.
A psicoterapia pode ajudá-la a diferenciar inseguranças relacionadas a experiências passadas de situações que realmente precisam ser discutidas no relacionamento, além de fortalecer sua autoestima e sua confiança nas próprias decisões.
Sou Psicóloga Nivia Serra (CRP 05/50281) e trabalho com autoestima, ansiedade, dependência emocional e relacionamentos, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Espero ter ajudado. Relacionamentos saudáveis não dependem apenas de demonstrações públicas, mas também da capacidade de ambos conversarem sobre aquilo que faz cada um se sentir amado, respeitado e seguro.
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Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,m
Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,mas de lá pra cá eu vivo inseguro,sinto que ele continua me escondedo as coisas,não sei o que fazer,meu psicológico está a ser afectado,vivo tendo pesadelo com a pessoa que na qual fui traida,me dizendo que ele continua procurando-a.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é compreensível. Embora a traição tenha acontecido há dois anos, o impacto emocional de uma quebra de confiança pode permanecer por muito tempo, especialmente quando a pessoa sente que ainda existem dúvidas, inseguranças ou falta de transparência no relacionamento.
Muitas pessoas acreditam que perdoar significa esquecer o que aconteceu e seguir em frente como se nada tivesse ocorrido. Na prática, porém, a reconstrução da confiança costuma ser um processo gradual. Quando a ferida emocional não cicatriza completamente, podem surgir pensamentos recorrentes, medo de uma nova traição, necessidade constante de confirmação, hipervigilância e até sonhos ou pesadelos relacionados ao ocorrido.
Os pesadelos que você descreve podem estar refletindo justamente essa insegurança que continua presente dentro de você. Eles não são uma prova de que seu namorado esteja procurando essa pessoa novamente, mas podem indicar que sua mente ainda está tentando lidar com a dor, o medo e as dúvidas deixadas pela experiência.
Também é importante observar um aspecto do seu relato: você diz que sente que ele continua escondendo coisas. Independentemente de isso estar acontecendo ou não, essa percepção merece atenção. Após uma traição, a confiança não é reconstruída apenas com o passar do tempo; ela costuma exigir comportamentos consistentes de transparência, diálogo e segurança emocional por parte de ambos.
Talvez seja útil refletir sobre algumas perguntas: O que faz você acreditar que ele ainda esconde coisas? Existem comportamentos concretos que alimentam essa desconfiança? Vocês conseguiram conversar abertamente sobre as consequências da traição e sobre o que seria necessário para que você voltasse a se sentir segura na relação?
Quando a dor da traição continua afetando a saúde emocional, o sono, a autoestima e a qualidade de vida, a terapia pode ajudar a elaborar essa experiência, compreender os gatilhos atuais e avaliar se a confiança está sendo reconstruída de forma saudável ou se existem questões que ainda precisam ser trabalhadas no relacionamento.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia de Casal e atendimento a pessoas que enfrentam infidelidade, insegurança, ansiedade e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz
Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz que se sente me privando de um relacionamento bom, e que estou acorrentado a ela, que é "doente"
Já tentei dizer pra ela começar acompanhamento psicológico mas ela diz que isso não vai resolver e que esse pensamento não vai mudar.
O que eu posso fazer pra resolver essa situação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, sua namorada parece estar sofrendo com uma visão muito negativa sobre si mesma. Quando uma pessoa acredita profundamente que não é boa o suficiente, que não merece ser amada ou que está prejudicando a vida de quem está ao seu lado, nem sempre os argumentos lógicos conseguem mudar essa percepção.
É compreensível que você tente tranquilizá-la dizendo que a ama e que escolheu estar com ela. Porém, quando essas crenças estão muito enraizadas, a pessoa pode interpretar suas palavras como gentileza ou obrigação, sem conseguir acreditar verdadeiramente nelas.
Você pode continuar demonstrando carinho, respeito e interesse genuíno pela relação, mas é importante entender que não está ao seu alcance resolver sozinho um sofrimento emocional que pertence a ela. O papel de parceiro não é substituir o tratamento psicológico.
O fato de ela acreditar que a terapia não ajudaria também pode fazer parte da própria dificuldade que está enfrentando. Muitas pessoas que sofrem com baixa autoestima, sentimentos de inadequação ou crenças de desvalor acabam perdendo a esperança de que podem se sentir diferentes no futuro.
Uma avaliação psicológica pode ajudá-la a compreender a origem desses pensamentos e desenvolver uma visão mais equilibrada sobre si mesma e sobre o relacionamento. Em alguns casos, a terapia de casal também pode ser útil para que ambos aprendam a lidar com os impactos que essas inseguranças geram na relação.
Sou Psicóloga e atuo com relacionamentos, autoestima e terapia de casal, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Desejo que vocês consigam enfrentar essa fase com acolhimento, diálogo e o apoio adequado.
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Sou viciado em jogos de azar. Cheguei em um ponto que o dinheiro não tem mais “valor” para mim. O di
Sou viciado em jogos de azar. Cheguei em um ponto que o dinheiro não tem mais “valor” para mim. O dinheiro é apenas um mero número necessário para jogar mais. Se eu ganho no jogo, eu apenas uso o dinheiro para jogar mais (e eventualmente perco o que ganhei, é claro).
Me sinto um lixo, arrasado, tenho vergonha de admitir meu vicio para minha esposa. Me sinto pessimo por esconder isso dela e mentir.
Existe algum tratamento para superar esse vício?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é compatível com um quadro de dependência comportamental, em que o jogo passa a ocupar um lugar central na vida, perdendo a noção real de valor e gerando culpa, vergonha e mentiras — especialmente dentro do relacionamento. Isso não significa falta de caráter, e sim que o vício já ultrapassou o controle da força de vontade.
Existe tratamento, sim. A psicoterapia, especialmente com foco em compulsões e impulsividade, pode te ajudar a entender os gatilhos que te levam ao jogo, criar estratégias para interromper o ciclo de repetição e reconstruir a relação com o dinheiro e com a sua família. O apoio profissional também pode facilitar o processo de contar à sua esposa com segurança e responsabilidade, quando você estiver pronto.
Reconhecer o problema já é um passo importante. Superar o vício é possível — e você não precisa fazer isso sozinho. Atendo presencialmente no Recreio dos Bandeirantes e online, se quiser iniciar esse processo.
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Olá bom dia Já tive vários relacionamento fracassados no passado E às vezes quando me lembro que j
Olá bom dia
Já tive vários relacionamento fracassados no passado
E às vezes quando me lembro que já me envolve com vários homens no passado não consigo me perdoar me sinto suja por ter vários parceiros sexuais
E não consigo entrar em outro relacionamentos por medo de não dar certo e ser mas um que passou em minha vida
O que eu faço para me perdoar e esquecer o meu passado? E começar de novo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Percebo que você está carregando muito sofrimento relacionado ao seu passado afetivo e sexual. Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que ter tido vários relacionamentos ou parceiros não torna uma pessoa "suja", "errada" ou menos digna de amor e respeito.
Muitas vezes, quando olhamos para o passado, fazemos isso com os olhos e a experiência que temos hoje. Então acabamos julgando versões anteriores de nós mesmos de forma muito dura, esquecendo que, em cada momento da vida, tomamos decisões com os recursos emocionais, a maturidade e os conhecimentos que possuíamos naquela época.
Também me chama atenção que você associa os relacionamentos que não deram certo a uma sensação de culpa pessoal. No entanto, o término de um relacionamento nem sempre significa fracasso. Algumas relações cumprem seu papel em determinada fase da vida, trazem aprendizados importantes e terminam porque as pessoas mudam, têm objetivos diferentes ou simplesmente não conseguem construir uma vida em comum.
Parece que existem duas dores acontecendo ao mesmo tempo: a culpa pelo passado e o medo do futuro. A culpa faz você olhar para trás com sofrimento, enquanto o medo impede que você se permita viver novas experiências afetivas. Infelizmente, quanto mais tentamos apagar ou esquecer completamente o passado, mais presos a ele podemos ficar.
O caminho costuma ser diferente: compreender sua história, acolher suas escolhas, aprender com elas e reconhecer que seu valor como mulher não é definido pela quantidade de relacionamentos que teve. Sua história afetiva faz parte da sua trajetória, mas não determina quem você é nem o que merece viver daqui para frente.
Se você percebe que esses sentimentos de culpa, vergonha ou medo estão impedindo sua felicidade e dificultando a construção de novos relacionamentos, a psicoterapia pode ajudá-la a desenvolver autocompaixão, fortalecer sua autoestima e construir uma relação mais saudável com sua própria história.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam baixa autoestima, culpa, insegurança, ansiedade e dificuldades nos relacionamentos amorosos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Tenho ansiedade que está me dando sintomas físicos, devo procurar um psicólogo ou psiquiatra, uma p
Tenho ansiedade que está me dando sintomas físicos, devo procurar um psicólogo ou psiquiatra, uma pergunta : sentimento de vazio constante é começo de depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se a ansiedade está causando sintomas físicos e interferindo no seu bem-estar, procurar ajuda profissional é uma excelente decisão.
Tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar, mas cada um tem uma função diferente. O psicólogo trabalha por meio da psicoterapia, ajudando a compreender os pensamentos, emoções e comportamentos que contribuem para a ansiedade. Já o psiquiatra é o médico que pode avaliar a necessidade de medicação quando os sintomas são intensos ou estão causando grande prejuízo na vida da pessoa.
Em muitos casos, o melhor resultado acontece quando há acompanhamento psicológico e, quando necessário, acompanhamento psiquiátrico em conjunto.
Sobre o sentimento de vazio constante, ele pode estar presente em diferentes situações emocionais e não significa necessariamente o início de uma depressão. Algumas pessoas descrevem esse vazio como uma sensação de falta de propósito, desconexão emocional, solidão, insatisfação persistente ou dificuldade de sentir prazer nas coisas que antes eram importantes.
No entanto, quando o vazio vem acompanhado de tristeza frequente, desânimo, perda de interesse pelas atividades do dia a dia, alterações no sono, no apetite ou na energia, pode ser importante investigar a possibilidade de um quadro depressivo. Por isso, uma avaliação profissional é fundamental para compreender o que está acontecendo no seu caso específico.
Os sintomas físicos da ansiedade também podem ser bastante variados, incluindo palpitações, falta de ar, tontura, tensão muscular, problemas gastrointestinais, sensação de aperto no peito e preocupação excessiva com a própria saúde.
Sou Psicóloga (CRP 05/50281) e trabalho com ansiedade, depressão, autoestima e relacionamentos, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Você não precisa esperar os sintomas piorarem para procurar ajuda. Quanto mais cedo compreender o que está acontecendo, maiores são as chances de recuperar sua qualidade de vida e seu equilíbrio emocional.
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Para tratamento de ansiedade e depressão, qual é mais recomendado: Neuropsicólogo ou Psicólogo?
Para tratamento de ansiedade e depressão, qual é mais recomendado: Neuropsicólogo ou Psicólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para o tratamento da ansiedade e da depressão, geralmente o profissional mais indicado é o psicólogo.
O psicólogo é o profissional capacitado para avaliar os aspectos emocionais, comportamentais e cognitivos relacionados ao sofrimento psicológico, além de realizar psicoterapia, que é um dos tratamentos mais recomendados para ansiedade e depressão.
Já o neuropsicólogo é um psicólogo que possui uma especialização em neuropsicologia. Ele costuma ser procurado quando existe a necessidade de uma avaliação mais aprofundada das funções cognitivas, como memória, atenção, linguagem, raciocínio e funções executivas. Essa avaliação é frequentemente solicitada em casos de suspeita de transtornos neurológicos, dificuldades cognitivas, TDAH, demências, sequelas de lesões cerebrais ou outras condições específicas.
Portanto, se o seu objetivo é tratar sintomas de ansiedade, depressão, preocupações excessivas, desânimo, tristeza persistente, insegurança ou dificuldades emocionais, a psicoterapia com um psicólogo costuma ser um excelente ponto de partida.
Em alguns casos, dependendo da intensidade dos sintomas, o psicólogo também pode sugerir uma avaliação psiquiátrica para verificar a necessidade de tratamento medicamentoso em conjunto com a terapia.
Sou Psicóloga (CRP 05/50281) e trabalho com ansiedade, depressão, autoestima e relacionamentos, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Espero ter ajudado. Buscar orientação profissional é um passo importante para compreender o que está acontecendo e encontrar o tratamento mais adequado para você.
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Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acont
Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acontece quando vou falar o que quero, o que desejo.
Ex: cortes de cabelo, fico nervosa e falo que o que a pessoa quiser eu vou usar, não consigo me decidir.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a uma dificuldade de se posicionar e expressar as próprias vontades, algo que muitas vezes está associado ao medo de desaprovação, de julgamento ou de desagradar outras pessoas.
Quando esse medo está presente, até decisões simples podem gerar ansiedade. Em vez de escolher o que realmente deseja, a pessoa acaba delegando a decisão para os outros ou tentando se adaptar ao que acredita que será mais aceito. O problema é que, com o tempo, isso pode gerar frustração, insegurança e a sensação de que suas necessidades e preferências ficam sempre em segundo plano.
No exemplo que você trouxe sobre o corte de cabelo, parece que a dificuldade não está apenas em escolher um estilo, mas em sustentar a sua escolha diante da possibilidade de avaliação dos outros. Muitas pessoas passam a pensar: "E se eu escolher errado?", "E se não gostarem?", "E se me julgarem?". Esses pensamentos podem aumentar a ansiedade e dificultar a tomada de decisão.
Também vale refletir se isso acontece apenas em situações simples ou se está presente em outras áreas da sua vida, como relacionamentos, trabalho, amizades e vida familiar. Quanto mais ampla for essa dificuldade, maior pode ser o impacto na autoestima e na sensação de autonomia.
A boa notícia é que a capacidade de expressar opiniões, desejos e necessidades pode ser desenvolvida. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos justamente os pensamentos relacionados ao medo da rejeição e ajudamos a pessoa a desenvolver mais assertividade, ou seja, a capacidade de se posicionar de forma respeitosa sem abrir mão de si mesma.
Lembre-se de que ter preferências, fazer escolhas e expressar o que deseja não é egoísmo. Faz parte de uma relação saudável consigo mesma e com os outros.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam baixa autoestima, insegurança, ansiedade, medo de julgamento e dificuldades para se posicionar nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do
Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do jeito dele.Sai com os amigos,mais quando saiu com os meus ele se isola,fecha a cara.Passamos dias sem se falar,e na maioria das vezes eu que procuro pra dialogar,mesmo não estando errada.O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece ser uma situação de bastante desgaste emocional. Após 18 anos de casamento, é natural que existam conflitos e diferenças, mas quando uma pessoa sente que precisa abrir mão constantemente das próprias necessidades para evitar problemas ou manter a paz na relação, é importante olhar para essa dinâmica com atenção.
Você relata que seu marido sai com os amigos, mas reage de forma negativa quando você faz o mesmo. Também menciona que, após os conflitos, ele se isola, fecha a cara e passa dias sem conversar, e que geralmente é você quem toma a iniciativa de retomar o diálogo, mesmo quando acredita não estar errada. Esse padrão pode gerar sentimentos de culpa, insegurança, solidão e a sensação de que você precisa estar sempre se adaptando para evitar desentendimentos.
A dependência emocional costuma fazer com que a pessoa coloque o bem-estar do relacionamento acima do próprio bem-estar. Muitas vezes, surge o medo de desagradar, de provocar conflitos, de ser rejeitada ou até de perder o parceiro. Com o tempo, a pessoa pode deixar de expressar suas necessidades, opiniões e limites para preservar a relação.
Uma pergunta importante é: quando você procura o diálogo, faz isso porque realmente deseja resolver o problema ou porque sente um grande desconforto em permanecer distante dele? Refletir sobre isso pode ajudá-la a compreender melhor a dinâmica que se estabeleceu entre vocês.
Também vale lembrar que um relacionamento saudável exige reciprocidade. O diálogo, o respeito às individualidades e a disposição para resolver conflitos não devem ser responsabilidades de apenas uma pessoa. Quando apenas um dos parceiros faz esforços constantes para restaurar a conexão, o desgaste emocional tende a aumentar.
Talvez o primeiro passo não seja tentar mudar o comportamento dele, mas fortalecer sua própria capacidade de reconhecer seus sentimentos, suas necessidades e seus limites. Quanto mais segura uma pessoa se torna de si mesma, menos ela precisa abrir mão de quem é para manter um relacionamento.
A terapia individual pode ajudá-la a compreender melhor a dependência emocional, fortalecer sua autoestima e desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com os conflitos conjugais. Em alguns casos, a terapia de casal também pode ser uma alternativa para melhorar a comunicação e a dinâmica do relacionamento.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia de Casal e atendimento a pessoas que enfrentam dependência emocional, baixa autoestima, conflitos conjugais e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Olá, não sei ao certo qnd isso começou mas eu tenho mto medo de me socializar desde
Olá,não sei ao certo qnd isso começou mas eu tenho mto medo de me socializar desde novinha(até certo tempo achei que eu só era tímida dms, mas agr não sei), não gosto mto de sair de casa e ir em lugares q tenho q ir sozinha, me comunicar sozinha, eu me apavoro me deixa ansiosa, faltava mto na escola mesmo gostando mto de estudar, tinha crises de ansiedade todos os dias antes de ir, até o pequeno ato de ir no supermercado me deixa nervosa. Entrei na academia por causa do meu corpo pois tenho a auto estima mto baixa por ser magra dms, estava animadíssima e mesmo com vergonha eu estava indo, porém de umas semanas pra cá, o medo de estar em um lugar mto cheio, medo de ser julgada e a ansiedade antes de ir estão me afetando lá tbm, e desde entt estou faltando na academia, invento até desculpas para faltar, mesmo sendo um lugar que quero muito ir. Tudo isso afeta muito minha vida, oq pode ser isso e oq posso fazer? Não quero mais ser assim
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, parece que a sua dificuldade vai além da timidez. A timidez geralmente causa desconforto em algumas situações sociais, mas não costuma levar a faltas frequentes na escola, crises de ansiedade diárias, evitação de lugares que a pessoa gostaria de frequentar ou medo intenso de realizar atividades comuns, como ir ao supermercado ou à academia.
Você relata medo de ser julgada, ansiedade antecipatória, evitação de situações sociais e prejuízos importantes na sua vida acadêmica, social e pessoal. Esses são sinais que podem estar relacionados à ansiedade social, embora apenas uma avaliação profissional possa confirmar isso.
Outro ponto importante é que, quando evitamos situações que geram medo, sentimos um alívio momentâneo. Porém, sem perceber, acabamos ensinando nosso cérebro que aquela situação realmente é perigosa, fazendo com que a ansiedade cresça ainda mais com o tempo. Isso pode explicar por que a academia começou como algo positivo para você, mas depois passou a gerar tanto sofrimento.
Também chama atenção o impacto da baixa autoestima e da preocupação com a imagem corporal. Muitas pessoas que sofrem com ansiedade social acreditam que estão sendo observadas e julgadas o tempo todo, quando na realidade os outros costumam estar muito mais focados em si mesmos do que nelas.
A boa notícia é que existem tratamentos eficazes para esse tipo de dificuldade. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, ajuda a identificar pensamentos automáticos relacionados ao medo da avaliação dos outros, desenvolver mais confiança em si mesma e enfrentar gradualmente as situações que hoje geram ansiedade.
O fato de você dizer "não quero mais ser assim" mostra algo muito importante: você reconhece o sofrimento e deseja mudar. E isso já é um passo valioso. Muitas pessoas que hoje conseguem estudar, trabalhar, fazer amizades e frequentar lugares com tranquilidade já passaram por dificuldades semelhantes e conseguiram melhorar com o tratamento adequado.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental para ansiedade, autoestima, timidez excessiva e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma fes
É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma festa, ou quando tenho que sair só (as vezes em dias normais também). Já sofri bullying quando criança e não sei como me livrar disso. Em dias assim até consigo dormir, mas desperto várias vezes durante a noite
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer e merece atenção, principalmente porque parece estar causando sofrimento há bastante tempo.
Pelo que você descreve, sua insônia não ocorre de forma aleatória. Ela aparece principalmente em situações que envolvem contato social, como festas, sair sozinho ou estar em ambientes onde você pode se sentir observado ou avaliado. O fato de ter sofrido bullying na infância também é uma informação importante, pois experiências de rejeição, humilhação ou exclusão podem deixar marcas emocionais que influenciam a forma como nos sentimos em situações sociais, mesmo muitos anos depois.
Quando existe insegurança social, é comum que a mente permaneça em estado de alerta antes de eventos que geram ansiedade. A pessoa pode ficar antecipando situações, imaginando possíveis julgamentos ou preocupando-se excessivamente com o que os outros vão pensar. Como consequência, o sono pode ficar mais leve, com despertares frequentes durante a noite, mesmo quando a pessoa consegue adormecer.
Embora sentir algum nervosismo antes de um evento importante seja normal, quando isso acontece repetidamente e interfere no sono, no bem-estar ou na vida social, pode ser um sinal de que existe uma ansiedade social ou inseguranças emocionais que merecem ser trabalhadas.
A boa notícia é que isso tem tratamento. A psicoterapia pode ajudar a compreender como essas experiências passadas continuam influenciando sua vida atual, além de desenvolver formas mais saudáveis de lidar com a ansiedade, a autocrítica e o medo da avaliação dos outros.
Sou Psicóloga (CRP 05/50281) e trabalho com ansiedade, autoestima e dificuldades nos relacionamentos, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Você não precisa enfrentar isso sozinho. Com ajuda adequada, é possível aprender a se sentir mais seguro nas interações sociais e ter noites de sono mais tranquilas.
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Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele
Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele tipo ele já mim magoou muito ,eu ele também,mas eu não sei o que fazer pra resolver isso não tenho coragem de falar , enquanto isso estou entrando em depressão profunda não sei como sair desse fundo do poço
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um momento tão doloroso. Quando um relacionamento acumula mágoas, decepções, discussões e feridas emocionais ao longo do tempo, é comum que a pessoa comece a se perguntar se deixou de amar o parceiro ou se está emocionalmente esgotada pela situação.
Muitas vezes, a confusão que você descreve não significa necessariamente que o amor acabou. Em alguns casos, a tristeza, o ressentimento, a falta de confiança, as mágoas não resolvidas e o desgaste emocional podem acabar encobrindo os sentimentos que existiam anteriormente. Em outros casos, a relação realmente pode ter mudado. Por isso, é importante não tomar decisões precipitadas enquanto você está sofrendo intensamente.
Algo que chama atenção no seu relato é quando você diz que está entrando em uma "depressão profunda" e que se sente no "fundo do poço". Esses sentimentos merecem cuidado e atenção. Quando estamos emocionalmente sobrecarregados, nossa capacidade de enxergar soluções, avaliar a relação e tomar decisões fica bastante prejudicada.
Também é compreensível sentir medo de conversar sobre isso. Muitas pessoas evitam falar porque têm receio de conflitos, de magoar o parceiro ou de descobrir respostas que não gostariam de ouvir. No entanto, guardar todo esse sofrimento sozinha costuma aumentar ainda mais a sensação de solidão e desesperança.
A terapia pode ajudá-la a compreender melhor seus sentimentos, diferenciar o que é consequência das mágoas acumuladas e o que realmente sente em relação ao relacionamento, além de auxiliá-la a lidar com os sintomas depressivos que está vivenciando. Caso ambos tenham interesse em compreender o que aconteceu entre vocês e reconstruir a relação, a terapia de casal também pode ser uma ferramenta muito valiosa.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia de Casal e atendimento a pessoas que enfrentam depressão, conflitos conjugais, sofrimento emocional e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha
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Estou em um relacionamento a 3 meses e antes desse passei por muitos outros relacionamentos e fui tr
Estou em um relacionamento a 3 meses e antes desse passei por muitos outros relacionamentos e fui traída. As redes sociais dele me assustam pois tem várias mulheres e a maioria delas semi nuas e dançando. Por eu ser 5 anos mais velha que ele essas coisas me deixam insegura, mesmo ele não me dando motivos para isso. Por conta disso comecei a crises de ansiedade
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é compreensível, especialmente considerando sua história de relacionamentos anteriores marcados por traições.
Quando uma pessoa passa por experiências de quebra de confiança, é comum que entre em novos relacionamentos carregando medos e inseguranças. Muitas vezes, a mente permanece em estado de alerta, tentando identificar sinais de que poderá ser machucada novamente. O problema é que esse mecanismo de proteção pode acabar gerando sofrimento mesmo quando o parceiro atual não está dando motivos concretos para desconfiança.
Pelo que você relata, parece existir um conflito entre duas partes de você: uma parte que observa que ele não deu motivos para desconfiança e outra que se sente ameaçada ao ver determinados conteúdos nas redes sociais dele. Essa tensão pode aumentar a ansiedade e levar a crises emocionais.
Também é importante lembrar que redes sociais podem tocar em inseguranças relacionadas à comparação. Quando já existe medo de rejeição ou abandono, ver muitas mulheres que correspondem a determinados padrões de aparência pode fazer surgir pensamentos como: "E se eu não for suficiente?" ou "E se ele preferir alguém mais nova?". Esses pensamentos costumam aumentar a ansiedade, mesmo sem evidências de que o relacionamento esteja em risco.
A diferença de idade que você mencionou pode estar contribuindo para essas preocupações, mas vale refletir se a dor está relacionada ao comportamento atual dele ou às feridas emocionais deixadas por experiências passadas.
Uma conversa aberta e respeitosa sobre seus sentimentos pode ser importante. Não para acusá-lo ou controlá-lo, mas para que ele compreenda como determinadas situações afetam você emocionalmente. Ao mesmo tempo, pode ser útil trabalhar essas inseguranças para que relacionamentos passados não continuem determinando a forma como você vive os relacionamentos atuais.
A psicoterapia pode ajudar a fortalecer sua autoestima, elaborar as experiências de traição e desenvolver uma sensação maior de segurança emocional, independentemente do comportamento de outras pessoas.
Sou Psicóloga Nivia Serra (CRP 05/50281) e trabalho com ansiedade, autoestima, relacionamentos e terapia de casal, atendendo online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ.
Espero ter ajudado. Nem toda insegurança aponta para um problema no relacionamento atual; às vezes ela revela feridas que ainda estão buscando cicatrização.
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É normal estar em um relacionamento sério mas se masturbar pensando em outras pessoas?
É normal estar em um relacionamento sério mas se masturbar pensando em outras pessoas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A masturbação dentro de um relacionamento pode ser normal. Porém, quando ela passa a depender sempre de fantasias com outras pessoas, ou começa a gerar culpa, afastamento do parceiro(a) ou queda do desejo na relação, vale atenção.
Isso pode indicar compulsão sexual, fuga emocional ou dificuldades na intimidade real.
Nesses casos, a terapia cognitivo-sexual ajuda a entender o comportamento, reduzir o impulso quando necessário e reconstruir o desejo dentro da relação.
O profissional mais indicado é um(a) psicólogo(a) especializado(a) em sexualidade.
Atendo presencial no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, RJ ou Online
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…