Perguntas do paciente (143)
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Há algumas semanas, minha esposa descobriu que eu estava trocando mensagens com outras mulheres. Ape
Há algumas semanas, minha esposa descobriu que eu estava trocando mensagens com outras mulheres. Apesar de não ter havido contato físico, ela reagiu de forma muito intensa, chegando a ameaçar tirar a própria vida e tentar se ferir. Desde então, passamos por momentos muito difíceis, incluindo discussões e uma viagem bastante desgastante. Recentemente, porém, ela mudou sua postura, reconheceu falhas no relacionamento e demonstrou interesse em reconstruirmos o casamento.
Diante dessa situação, sinto-me dividido entre tentar recomeçar a relação ou seguir em frente com uma separação. Tenho medo de permanecer no casamento sem estar verdadeiramente decidido e acabar magoando minha esposa novamente, mas também me sinto culpado ao pensar em encerrar uma história de três anos de casamento. Como lidar com essa indecisão, compreender melhor meus sentimentos e tomar uma decisão emocionalmente saudável para mim e para minha esposa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo seu relato, percebo que você está vivendo dois conflitos ao mesmo tempo: a culpa pelo que aconteceu e a dúvida sobre o futuro do casamento. Essas duas emoções podem dificultar muito a tomada de decisão.
É compreensível que sua esposa tenha se sentido profundamente magoada ao descobrir as mensagens, assim como é compreensível que a reação intensa dela tenha causado impacto em você. Quando há ameaças de tirar a própria vida ou tentativas de se machucar, é fundamental que a pessoa receba acompanhamento psicológico e, se necessário, psiquiátrico. Esse tipo de sofrimento precisa ser acolhido por profissionais.
Também me chamou a atenção o fato de você dizer que ela passou a reconhecer suas próprias falhas e demonstrou vontade de reconstruir a relação. Esse é um elemento importante, mas, do ponto de vista psicológico, a decisão de permanecer no casamento não deve ser tomada apenas por culpa, medo de machucar o outro ou pelo tempo de relacionamento. Ela precisa considerar seus sentimentos, seus valores e a real disposição de ambos para reconstruir a confiança.
Em vez de tentar responder imediatamente se deve ficar ou se separar, talvez seja mais útil refletir sobre algumas perguntas: se a culpa não estivesse presente, o que você gostaria para o seu futuro? Você consegue imaginar um caminho de reconstrução baseado em confiança, diálogo e mudanças concretas de ambos? Ou percebe que seu desejo de permanecer está relacionado apenas ao receio de causar mais sofrimento?
A terapia individual pode ajudá-lo a compreender seus sentimentos e tomar uma decisão mais consciente. Se ambos desejarem reconstruir o casamento, a Terapia de Casal também pode ser um espaço importante para elaborar a quebra de confiança, melhorar a comunicação e avaliar se ainda existem condições para fortalecer a relação.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia de Casal, auxiliando casais que enfrentam infidelidade, crises conjugais, dificuldades de comunicação e conflitos nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade
Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade para comer fora de casa, estar em lugares fora da minha rotina ou até mesmo fazer refeições na presença de outras pessoas. Também tenho um medo muito grande de passar mal ou vomitar, e isso acaba aumentando ainda mais minha ansiedade nessas situações.
Já fiz acompanhamento psicológico em outros momentos da minha vida, mas sinto que não tive a melhora que esperava. Com o passar dos anos, percebo que esse problema continua me limitando e fazendo com que eu evite situações que gostaria de viver normalmente.
Eu tento lidar com isso da melhor forma possível. Já procurei técnicas para me acalmar, tentei me expor aos poucos às situações que me causam desconforto e busquei mudar alguns comportamentos, mas ainda sinto que a ansiedade continua muito presente.
Gostaria de saber se existem abordagens terapêuticas mais indicadas para casos como o meu e como posso saber se vale a pena tentar a terapia novamente, mesmo não tendo tido bons resultados nas experiências anteriores.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, a ansiedade tem causado um impacto importante na sua vida há muitos anos. A dificuldade para comer fora de casa, o medo intenso de passar mal ou vomitar e a evitação de situações sociais podem fazer com que a rotina fique cada vez mais limitada. Isso merece atenção e tratamento.
Algo que me chamou a atenção é que, apesar de já ter feito terapia e não ter obtido o resultado esperado, você continuou buscando estratégias para lidar com a ansiedade. Isso demonstra que você não desistiu de melhorar, e esse é um fator muito positivo.
Nem toda experiência terapêutica produz os mesmos resultados. A evolução depende de diversos fatores, como a abordagem utilizada, os objetivos do tratamento, a qualidade da relação terapêutica e o quanto a intervenção está direcionada para o problema específico. Por isso, uma experiência anterior que não trouxe a melhora esperada não significa que a terapia não possa ajudá-lo agora.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens com maior evidência científica para os transtornos de ansiedade. Em casos como o seu, ela busca compreender os pensamentos que alimentam o medo, reduzir os comportamentos de evitação e promover, de forma gradual e planejada, uma retomada das atividades que a ansiedade passou a limitar. Em alguns casos, também pode ser indicada uma avaliação psiquiátrica para verificar a necessidade de tratamento medicamentoso.
Você não precisa esperar que a ansiedade desapareça completamente para voltar a viver. O tratamento tem como objetivo ajudá-lo a recuperar qualidade de vida e fazer com que o medo deixe de comandar suas escolhas.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, medos intensos, comportamentos de evitação e dificuldades que comprometem a qualidade de vida.
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Como o estresse pode contribuir para o surgimento de transtornos mentais?
Como o estresse pode contribuir para o surgimento de transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O estresse faz parte da vida e, em pequenas doses, pode até ser útil para nos ajudar a enfrentar desafios. No entanto, quando é intenso ou prolongado, pode aumentar o risco de desenvolver ou agravar transtornos mentais, especialmente em pessoas que já possuem alguma predisposição.
Isso acontece porque o estresse contínuo afeta o funcionamento do organismo e do cérebro, podendo prejudicar o sono, a concentração, a memória, a regulação das emoções e a capacidade de lidar com as dificuldades do dia a dia.
Além disso, pessoas expostas ao estresse crônico podem apresentar maior risco de desenvolver transtornos de ansiedade, depressão, síndrome de burnout ou perceber um agravamento de condições já existentes, como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).
A boa notícia é que o estresse pode ser manejado. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a identificar fatores estressores, modificar padrões de pensamento que aumentam o sofrimento e desenvolver estratégias mais saudáveis para enfrentar os desafios da vida. Em alguns casos, também pode ser indicada uma avaliação médica ou psiquiátrica.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam estresse, ansiedade, depressão, TOC e outras dificuldades emocionais.
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Como a teoria cognitiva explica o desenvolvimento dos transtornos psicológicos?
Como a teoria cognitiva explica o desenvolvimento dos transtornos psicológicos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Segundo a Teoria Cognitiva, desenvolvida por Aaron Beck, os transtornos psicológicos não são causados apenas pelos acontecimentos da vida, mas principalmente pela forma como cada pessoa interpreta essas experiências.
Ao longo da vida, construímos crenças sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o mundo. Quando essas crenças são muito rígidas ou disfuncionais, podem favorecer interpretações negativas da realidade e contribuir para o surgimento ou a manutenção de transtornos como ansiedade, depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e outros problemas emocionais.
Essas interpretações costumam aparecer por meio dos chamados pensamentos automáticos, que influenciam diretamente as emoções e os comportamentos. Por exemplo, uma mesma situação pode ser vivenciada de formas completamente diferentes por pessoas distintas, dependendo da maneira como cada uma a interpreta.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o objetivo não é fazer a pessoa "pensar positivo", mas ajudá-la a identificar esses padrões de pensamento, questionar interpretações distorcidas e desenvolver formas mais realistas e funcionais de lidar com os desafios da vida.
A TCC possui ampla evidência científica e é considerada uma das abordagens mais eficazes para o tratamento de diversos transtornos psicológicos.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, TOC, dificuldades nos relacionamentos e outros transtornos emocionais.
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Como os fatores sociais podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais?
Como os fatores sociais podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos mentais costumam resultar da interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. Isso significa que o ambiente em que a pessoa vive pode influenciar significativamente sua saúde mental, embora, na maioria dos casos, não seja o único responsável pelo desenvolvimento de um transtorno.
Entre os fatores sociais que podem contribuir para o sofrimento emocional estão a exposição prolongada ao estresse, conflitos familiares, violência, isolamento social, bullying, dificuldades financeiras, discriminação, perdas importantes e relacionamentos abusivos. Essas experiências podem aumentar a vulnerabilidade para transtornos como ansiedade, depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e outros problemas de saúde mental, especialmente quando se somam a uma predisposição individual.
Por outro lado, fatores de proteção, como uma rede de apoio, relacionamentos saudáveis, acesso ao tratamento e estratégias adequadas para lidar com as dificuldades, podem reduzir esse risco e favorecer uma melhor qualidade de vida.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a compreender como essas experiências influenciam a forma de pensar, sentir e agir, desenvolvendo estratégias para enfrentar os desafios de maneira mais saudável e fortalecendo os recursos emocionais da pessoa.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, depressão, TOC e outras dificuldades emocionais.
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A masturbação sozinho durante muito tempo é perjudicial? O que fazer nesse caso?
A masturbação sozinho durante muito tempo é perjudicial? O que fazer nesse caso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
De forma geral, a masturbação é um comportamento sexual comum e, por si só, não é considerada prejudicial para a saúde física ou mental. Muitas pessoas a utilizam como forma de conhecer melhor o próprio corpo, experimentar prazer e aliviar tensões.
O mais importante não é a prática em si, mas a maneira como ela está acontecendo e o impacto que tem na sua vida. Por exemplo, vale a pena observar se a masturbação está ocupando grande parte do seu tempo, causando sofrimento, interferindo nos relacionamentos, nos estudos, no trabalho ou substituindo completamente o interesse por experiências afetivas e sexuais com outras pessoas, quando esse é um desejo seu.
Outro aspecto importante é a qualidade da experiência sexual. Algumas pessoas passam muitos anos utilizando sempre os mesmos estímulos, fantasias ou padrões de excitação e acabam percebendo dificuldades para vivenciar a sexualidade de outras formas. Isso não significa que a masturbação seja o problema, mas que pode ser útil ampliar a compreensão sobre a própria sexualidade.
Se a sua preocupação é apenas o fato de estar há muito tempo sem um relacionamento e se masturbando sozinho, isso não significa automaticamente que exista algo errado. Muitas pessoas passam períodos da vida solteiras e continuam tendo uma vida sexual saudável.
Por outro lado, se você sente que a masturbação se tornou uma forma de evitar contato social, lidar com emoções difíceis ou se transformou em uma atividade difícil de controlar, pode ser interessante buscar ajuda profissional para compreender melhor o que está acontecendo.
A sexualidade saudável não é definida apenas pela frequência da masturbação ou pela presença de um parceiro, mas pelo equilíbrio entre prazer, bem-estar, liberdade de escolha e ausência de sofrimento significativo.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Cognitivo-Sexual, auxiliando pessoas que enfrentam dúvidas sobre sexualidade, dificuldades sexuais, ansiedade e relacionamentos.
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Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado
Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo seu relato, o que mais chama atenção não é apenas a frequência das perguntas, mas o impacto que essa dinâmica já está causando em você. Em apenas um mês de relacionamento, você diz que as discussões são constantes, que sente medo de falar algo "errado" e que já não consegue aproveitar os momentos juntos por receio de novos questionamentos. Esse é um sinal importante de que a relação merece ser observada com cuidado.
É natural que, no início de um relacionamento, exista curiosidade sobre a história do outro. No entanto, quando as perguntas se tornam excessivas, recorrentes e deixam a outra pessoa com a sensação de precisar se justificar o tempo todo, isso pode gerar ansiedade, desgaste emocional e insegurança.
Também me chamou atenção o fato de ele dizer que está apenas tentando entendê-la, enquanto você relata que nenhuma resposta parece ser suficiente. Independentemente de o comportamento dele estar relacionado a ciúmes, insegurança ou outro motivo, o mais importante é perceber como essa dinâmica está afetando o relacionamento e o seu bem-estar.
Pergunte a si mesma: você sente que pode ser espontânea ao lado dele ou está sempre preocupada com a próxima pergunta? Você se sente acolhida ou constantemente avaliada? Relacionamentos saudáveis costumam proporcionar segurança emocional, e não a sensação de que é preciso "pisar em ovos".
Buscar um psicólogo pode ajudá-la a compreender melhor seus sentimentos, fortalecer sua confiança e tomar decisões mais conscientes sobre esse relacionamento. Caso ambos desejem continuar juntos, aprender a estabelecer limites e desenvolver uma comunicação saudável será fundamental.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia de Casal, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, insegurança, dificuldades nos relacionamentos e problemas de comunicação.
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Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parcei
Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parceiro não ficou incomodado quando lhe contei, mas desde então tenho pensamentos repetitivos sobre se fiz algo errado. Passo muito tempo a rever mentalmente o que aconteceu, a analisar cada detalhe e a sentir culpa, apesar de procurar confirmação junto de outras pessoas. Como posso lidar com esta necessidade constante de ter a certeza de que não fiz algo errado? Sinto a necessidade de perguntar a toda a gente se considera traição, se eu agi errado, e minha cabeça fica o tempo todo “isso é traição” “coitado do seu namorado, vc não merece ele” “será que eu dei abertura?” “Será que eu fiz com intenção?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo seu relato, o ponto central parece ser menos o que aconteceu na interação e mais a forma como sua mente passou a buscar certeza absoluta sobre ter feito ou não algo errado.
Pensamentos repetitivos, revisão mental dos detalhes, culpa intensa e necessidade constante de pedir confirmação para outras pessoas podem acontecer em quadros de ansiedade, especialmente quando há medo de ferir alguém, agir contra os próprios valores ou cometer uma falha moral.
O problema é que, quanto mais você busca garantias, mais a dúvida tende a voltar. A confirmação alivia por alguns minutos, mas depois a mente encontra uma nova pergunta: "E se eu tiver dado abertura?", "E se minha intenção não foi boa?", "E se isso for traição?". Assim, forma-se um ciclo de ansiedade, culpa e checagem.
Uma estratégia importante é começar a perceber que talvez você não precise de certeza absoluta, mas aprender a tolerar a dúvida sem entrar em longas análises mentais. Também pode ser útil observar: seu parceiro foi informado e não se incomodou; ainda assim, sua mente continua buscando punição e certeza. Isso mostra que a ansiedade pode estar falando mais alto do que os fatos.
A Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudar bastante nesse processo, trabalhando pensamentos intrusivos, culpa excessiva, necessidade de confirmação e comportamentos de checagem. Quando há pensamentos obsessivos, também é importante avaliar se existe relação com sintomas de TOC.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, pensamentos repetitivos, culpa, insegurança afetiva e dificuldades nos relacionamentos.
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Olá. Gostaria de saber qual é a eficácia da combinação entre a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC
Olá. Gostaria de saber qual é a eficácia da combinação entre a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e o EMDR para tratar o vício/compulsão em pornografia que se iniciou ainda na infância. Percebo que esse comportamento está profundamente enraizado e diretamente ligado a traumas e vivências dessa época. Gostaria de entender como essas abordagens atuam juntas para reprocessar o passado e regular a impulsividade no presente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando o consumo compulsivo de pornografia tem início na infância e está associado a experiências traumáticas ou vivências emocionalmente marcantes, é importante que o tratamento não se limite apenas ao controle do comportamento. Nesses casos, compreender a função que a pornografia exerce na vida da pessoa é fundamental.
A Terapia Cognitivo-Sexual, baseada nos princípios da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), possui excelentes resultados no tratamento da compulsão por pornografia. O trabalho envolve identificar os gatilhos, modificar crenças disfuncionais sobre sexualidade, regular emoções, desenvolver estratégias para lidar com os impulsos e construir uma vivência sexual mais saudável e coerente com os valores da pessoa.
Quando há traumas relacionados à infância, algumas pessoas também podem se beneficiar do EMDR. Essa abordagem tem como objetivo reprocessar memórias traumáticas que permanecem emocionalmente ativadas. Em determinados casos, ela pode complementar o tratamento, desde que exista uma avaliação criteriosa para verificar sua indicação.
Mais importante do que a combinação de técnicas é realizar uma avaliação individualizada. Nem toda compulsão por pornografia está relacionada a traumas, e nem todo trauma é a principal causa da compulsão. Por isso, o tratamento precisa ser direcionado às necessidades específicas de cada pessoa.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Sexual e Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando homens e mulheres que enfrentam compulsão por pornografia, masturbação compulsiva, dificuldades na sexualidade, ansiedade e problemas nos relacionamentos.
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Olá. Ultimamente tenho notado uma oscilação constante de humor, caracterizada por irritabilidade ext
Olá. Ultimamente tenho notado uma oscilação constante de humor, caracterizada por irritabilidade extrema, estresse frequente e episódios de raiva sem um motivo aparente. Gostaria de saber quais condições de saúde mental ou fatores biológicos costumam estar associados a esse quadro de irritabilidade persistente
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A irritabilidade persistente pode estar relacionada a diferentes fatores e, por isso, é importante evitar conclusões precipitadas. Ela não é um diagnóstico, mas um sintoma que pode estar presente em diversas condições de saúde física e mental.
Do ponto de vista psicológico, a irritabilidade pode estar associada a transtornos de ansiedade, depressão, transtorno bipolar, transtornos relacionados ao estresse, burnout e até ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), especialmente quando a pessoa convive com ansiedade intensa ou pensamentos repetitivos.
Além dos aspectos emocionais, fatores biológicos também podem contribuir, como alterações hormonais, problemas da tireoide, privação de sono, uso de algumas medicações, consumo de álcool ou outras substâncias e determinadas condições clínicas. Por isso, uma avaliação médica também pode ser importante.
Como você relata que essa oscilação de humor vem acontecendo com frequência, vale a pena procurar um psicólogo para uma avaliação mais detalhada. Dependendo do caso, também pode ser recomendada uma consulta com um psiquiatra ou outro médico para investigar possíveis causas biológicas.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a identificar os fatores que desencadeiam a irritabilidade, compreender os pensamentos que intensificam as emoções e desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com o estresse e regular as emoções.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam ansiedade, alterações de humor, estresse, depressão, TOC e outras dificuldades emocionais.
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Como o psicólogo trabalha a impulsividade sexual no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como o psicólogo trabalha a impulsividade sexual no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade sexual é um dos comportamentos que pode estar presente no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas ela não ocorre em todas as pessoas com esse diagnóstico. Geralmente, está relacionada à dificuldade de regular emoções intensas, ao medo de abandono, à busca por alívio imediato do sofrimento ou à necessidade de validação afetiva.
Na Terapia Cognitivo-Sexual, o psicólogo procura compreender qual função aquele comportamento sexual exerce na vida da pessoa. O objetivo não é julgar a sexualidade, mas identificar os gatilhos emocionais, os pensamentos e as situações que antecedem a impulsividade sexual.
Durante o tratamento, são trabalhadas crenças relacionadas à autoestima, ao valor pessoal, aos relacionamentos e à sexualidade. A pessoa aprende a reconhecer os momentos de maior vulnerabilidade, desenvolver estratégias para regular as emoções, controlar os impulsos e tomar decisões mais coerentes com seus valores e objetivos, em vez de agir apenas para aliviar um sofrimento momentâneo.
Também é comum trabalhar habilidades de comunicação, estabelecimento de limites, autoestima e construção de relacionamentos mais saudáveis, favorecendo uma vivência da sexualidade baseada na escolha consciente, e não na impulsividade.
Quando necessário, o psicólogo pode atuar em conjunto com o psiquiatra, especialmente quando os sintomas do TPB são intensos e há indicação de tratamento medicamentoso.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Sexual e Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas à sexualidade, impulsividade, ansiedade, transtornos de personalidade e relacionamentos.
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Estou a passar por uma situação que me está a causar muita angústia. Há cerca de dois anos tive uma
Estou a passar por uma situação que me está a causar muita angústia. Há cerca de dois anos tive uma conversa por mensagens com uma pessoa que conhecia do passado, com quem tinha tido uma experiência típica da pré-adolescência, sem qualquer relação amorosa ou sentimento romântico envolvido mas que ja rolou uns beijos
Na altura não vi nada de problemático nessa conversa. Falámos sobre assuntos normais, como estudos, amizades em comum e outros temas do dia a dia. No entanto, recentemente comecei a questionar-me sobre essa interação e a sentir muita culpa.
O problema é que não me lembro da conversa em detalhe, apenas dos temas gerais. Por isso surgem pensamentos constantes como: 'E se eu tiver dado abertura?', 'E se houve algum flerte e eu não me lembro?', 'E se tive alguma intenção inadequada sem perceber?', 'E se fiz algo que vai contra os meus valores?'
Já falei sobre isto com o meu parceiro e ele não ficou incomodado nem desconfiou de mim. Mesmo assim, continuo a duvidar de mim própria e a sentir necessidade de procurar a opinião de outras pessoas para ter a certeza de que não fiz nada de errado.
Gostaria de perceber porque é que fico tão presa a estas dúvidas sobre acontecimentos passados, especialmente quando não me lembro de todos os detalhes, e porque a tranquilização dos outros parece não ser suficiente para me deixar em pazRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que mais chama a atenção no seu relato não é a conversa que aconteceu há dois anos, mas a forma como sua mente passou a lidar com essa lembrança.
Você descreve pensamentos repetitivos como "E se eu tiver dado abertura?", "E se eu não me lembrar de algo importante?" e "E se eu tiver agido contra os meus valores?". Em seguida, tenta rever mentalmente a conversa e procura a confirmação de outras pessoas para ter certeza de que não fez nada errado. Esse ciclo pode acontecer em quadros de ansiedade e, em alguns casos, estar relacionado a sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), especialmente quando envolve culpa excessiva e necessidade de certeza absoluta.
É importante perceber que a tranquilização costuma trazer alívio apenas por pouco tempo. Logo depois, a dúvida retorna com uma nova pergunta ou hipótese, fazendo com que a pessoa procure novamente por respostas. Assim, o ciclo acaba se mantendo.
Outro ponto relevante é que seu parceiro soube da situação e não interpretou a conversa como um problema. Mesmo assim, sua mente continua buscando uma certeza que, provavelmente, nunca será completa, justamente porque você não se recorda de todos os detalhes. E a memória humana, naturalmente, não é perfeita.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a compreender esse padrão, reduzir a necessidade de checagem e desenvolver uma maior tolerância à incerteza, permitindo que esses pensamentos deixem de controlar sua vida.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam TOC, ansiedade, culpa excessiva, pensamentos obsessivos e dificuldades nos relacionamentos.
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. Existe diferença entre carência emocional e necessidade legítima de afeto?
. Existe diferença entre carência emocional e necessidade legítima de afeto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe uma diferença importante entre carência emocional e uma necessidade legítima de afeto.
A necessidade de afeto faz parte da experiência humana. Todos nós precisamos de vínculos seguros, acolhimento, carinho, respeito e conexão emocional. Desejar ser amado, ouvido e valorizado não é sinal de fraqueza, mas uma necessidade psicológica saudável.
Já a carência emocional costuma ocorrer quando a pessoa passa a depender excessivamente da aprovação, da presença ou da atenção do outro para se sentir bem consigo mesma. Nesses casos, podem surgir medo intenso de rejeição ou abandono, dificuldade em ficar sozinho, necessidade constante de confirmação do amor do parceiro e grande sofrimento quando essas expectativas não são atendidas.
A diferença está menos na quantidade de afeto desejada e mais na função que esse afeto exerce. Enquanto a necessidade legítima de carinho fortalece um relacionamento saudável, a carência emocional pode fazer com que o bem-estar da pessoa dependa quase exclusivamente da resposta do outro.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscamos compreender quais pensamentos e crenças estão por trás desse sofrimento, fortalecendo a autoestima, a autonomia emocional e formas mais saudáveis de construir relacionamentos, sem deixar de reconhecer que todos nós precisamos de afeto e conexão.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281 e trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental, auxiliando pessoas que enfrentam dependência emocional, ansiedade, baixa autoestima e dificuldades nos relacionamentos.
Realizo atendimentos online para brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro – RJ.
Espero ter ajudado.
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Estou sem consumir pornografia há mais de 3 meses após alguns anos consumindo algumas vezes na seman
Estou sem consumir pornografia há mais de 3 meses após alguns anos consumindo algumas vezes na semana, não foram três meses do nada, consegui ir evoluindo, tenho medo de ejacular muito rapidamente com minha nova companheira e não conseguir satifazer ela sexualmente, como posso fazer esse processo de saída desse vício, sem esse tipo de resquício, como a ejaculação precoce
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parar o consumo de pornografia por mais de 3 meses, ainda mais de forma gradual, já mostra um avanço importante. O que você está sentindo agora é comum nesse processo.
O medo de ejacular rápido geralmente não está ligado a um problema físico, mas sim à ansiedade de desempenho. Quanto mais você tenta controlar ou “evitar que aconteça”, mais o corpo tende a responder com tensão e isso pode acelerar a ejaculação.
Além disso, depois de anos com estímulos intensos da pornografia, o corpo precisa de um tempo para se readaptar ao ritmo real da relação. Isso não é um retrocesso, é parte da recuperação.
Alguns pontos que podem te ajudar:
* Tire o foco da performance e volte para a conexão
* Não coloque sobre você a responsabilidade de “satisfazer perfeitamente”
* Evite se testar mentalmente durante o ato
Se acontecer de ejacular mais rápido, não significa incapacidade ,é apenas um corpo em adaptação.
Se essa insegurança continuar, a terapia cognitivo-sexual pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o controle. Atendo casos como esse com frequência, de forma online ou presencial no Rio de Janeiro.
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Eu raramente saio de casa,e quando saio é acompanhada,eu tenho vergonha das pessoas da minha rua, ac
Eu raramente saio de casa,e quando saio é acompanhada,eu tenho vergonha das pessoas da minha rua, acho que elas estão me julgando ou avaliando, quando saio de casa sozinha é quando a minha rua está vazia, sempre fui muito tímida,evito ir a eventos,locais com muita gente e muito barulhentos,será que é normal ser assim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado à ansiedade social, que é o medo intenso de ser julgada, observada ou avaliada pelos outros. Isso leva muitas pessoas a evitarem sair, principalmente sozinhas ou para lugares com mais gente.
Embora seja comum, não significa que você precise viver assim. Esse padrão pode ser compreendido e tratado.
A Terapia Cognitivo-Comportamental ajuda a trabalhar pensamentos como “estão me julgando” e a desenvolver segurança para se expor aos poucos, no seu tempo.
Se isso tem limitado sua vida, vale a pena buscar ajuda. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281. Atendo online e presencial no Rio de Janeiro.
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Estou a muito tempo sem falar com a minha namorada. Ainda gosto muito dela, mas eu não consigo falar
Estou a muito tempo sem falar com a minha namorada. Ainda gosto muito dela, mas eu não consigo falar sobre os meus próprios sentimentos e sinto que tenho magoado muito ela. É melhor insistir no relacionamento ou deixar ir de vez?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando existe sentimento, mas dificuldade de expressar o que se sente, muitos relacionamentos acabam entrando em um ciclo de silêncio, mágoa e afastamento. Isso não significa necessariamente que o amor acabou, mas pode indicar uma dificuldade emocional de comunicação.
Antes de decidir insistir ou terminar, pode ser importante compreender por que falar sobre sentimentos é tão difícil para você e como isso tem impactado a relação. Muitas vezes, quando essa dificuldade é trabalhada, a pessoa consegue se posicionar com mais clareza — seja para reconstruir o relacionamento ou para seguir em frente de forma mais consciente.
A terapia pode ajudar muito nesse processo de autoconhecimento e desenvolvimento da comunicação emocional.
Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281
Atendimento online ou presencial no Rio de Janeiro.
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Tenho desejo, mas não faço questão de fazer sexo. Isso é normal?
Tenho desejo, mas não faço questão de fazer sexo. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter desejo sexual não significa necessariamente sentir vontade ou iniciativa para fazer sexo com frequência. Algumas pessoas percebem excitação ou fantasias, mas não sentem urgência em transformar isso em uma relação sexual. Isso pode acontecer por vários motivos, como:
rotina e cansaço
dinâmica do relacionamento
estresse ou preocupações mentais
padrões aprendidos sobre sexualidade
ansiedade de desempenho ou experiências anteriores
Na terapia sexual, também observamos que o desejo pode funcionar de formas diferentes. Algumas pessoas têm desejo mais espontâneo, enquanto outras apresentam desejo responsivo, que aparece somente depois de estímulos como carinho, proximidade ou intimidade emocional.
Quando essa situação não gera sofrimento para você ou para o casal, pode simplesmente ser uma característica do seu funcionamento sexual.
Por outro lado, se existe dúvida, incômodo ou impacto no relacionamento, vale a pena investigar mais profundamente. Muitas vezes, existem fatores cognitivos, emocionais ou relacionais influenciando essa dinâmica.
A terapia cognitivo-sexual ajuda a compreender como pensamentos, emoções e experiências moldam o desejo e a vida íntima.
Se quiser entender melhor o que está acontecendo com você, procurar ajuda profissional pode trazer muita clareza.
Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281
Atendimento em terapia sexual online para brasileiros no mundo todo ou presencial no Rio de Janeiro.
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Não consigo ficar três sem me masturbar, a vontade vem com muita força, não sei como parar, se casar
Não consigo ficar três sem me masturbar, a vontade vem com muita força, não sei como parar, se casar vai ficar mais fácil de lidar com isso. Estou certo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A masturbação é um comportamento sexual comum e não é necessariamente um problema. Ela passa a merecer atenção quando a pessoa sente que perdeu o controle ou que o hábito começa a causar sofrimento, culpa ou interferir na vida diária.
Muitas pessoas acreditam que casar ou iniciar um relacionamento fará esse comportamento desaparecer, mas na prática isso nem sempre acontece. A masturbação pode estar ligada a hábitos, ansiedade, busca de alívio emocional ou estímulos como pornografia, e esses padrões tendem a continuar mesmo dentro de um relacionamento.
Quando a vontade parece muito intensa ou difícil de controlar, pode ser útil compreender melhor o que está por trás desse impulso e desenvolver formas mais equilibradas de lidar com ele. A terapia sexual pode ajudar nesse processo de autoconhecimento e regulação do comportamento.
Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281
Psicóloga e Sexóloga
Atendimento online ou presencial no Rio de Janeiro.
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Meu marido não ejacula mais na hora da relação, ele "me ama segundo ele". Gosta de ficar perto me ab
Meu marido não ejacula mais na hora da relação, ele "me ama segundo ele". Gosta de ficar perto me abraçando e beijando, até acho um saco, mas ele vem e me procura, mas na hora h ele não ejacula. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Aqui vai uma resposta **profissional, clara e acolhedora**, mantendo a hipótese de **ejaculação retardada**, mas deixando espaço para outras possibilidades e incluindo um **CTA elegante** para seu atendimento.
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Essa situação pode ter diferentes explicações e é mais comum do que muitos casais imaginam. Pelo que você descreve, uma das possibilidades é a ejaculação retardada, que acontece quando o homem tem dificuldade ou demora muito para ejacular durante a relação sexual, mesmo havendo excitação e proximidade com a parceira.
É importante observar que o fato de ele procurar carinho, abraçar, beijar e querer estar perto de você sugere que o vínculo afetivo ainda está presente. No entanto, quando a dificuldade de ejaculação começa a se repetir, ela pode gerar frustração para ambos e acabar afetando a dinâmica do casal.
Essa dificuldade pode estar relacionada a vários fatores, como ansiedade, estresse, cansaço, uso de alguns medicamentos (principalmente antidepressivos), hábitos de masturbação, consumo frequente de pornografia ou até questões emocionais e do próprio relacionamento. Por isso, é importante avaliar o contexto de forma mais ampla antes de chegar a uma conclusão.
Quando esse tipo de situação se torna frequente, a terapia sexual ou de casal pode ajudar bastante, pois permite compreender melhor o que está acontecendo e trabalhar estratégias para melhorar a vida íntima do casal.
Eu sou Nivia Serra, psicóloga e sexóloga (CRP 05/50281) e trabalho com terapia sexual e de relacionamento. Realizo atendimentos online para brasileiros no mundo todo ou presencialmente no Rio de Janeiro, ajudando casais e indivíduos a compreender e tratar dificuldades na vida sexual e afetiva.
Buscar orientação profissional pode ser um passo importante para que vocês entendam melhor o que está acontecendo e recuperem a satisfação na relação.
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Sou homem hétero, mas tem um rapaz que quer me conhecer, (ele viu uma foto minha nesses grupos de wh
Sou homem hétero, mas tem um rapaz que quer me conhecer, (ele viu uma foto minha nesses grupos de whatsap para pegação ) mora perto da minha casa, é casado. Não sei se tenho receio se tenho tendencia homossexual ou bissexualidade, (talvez pela pornografia que assisti muito), me relacionei com uma moça um ano atrás, mas nunca cheguei a um orgasmo com ela nem com outras que tive sexos casuais.
Sempre que fico um tempo sem me masturbar, a sensação volta com força, aí entro nesses grupos.
A gente marcou apenas de se encontrar , senão rolar tudo bem, mas estou angustiado, pois nunca fiz isso antes. Queria experimentar, para ver se gosto mesmo. É tipo um desejo proibido que estou sentindo. Tem terapia para isso ou é só questão de experimentar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua angústia é compreensível, mas isso não se resolve apenas “experimentando”.
Chamam atenção no seu relato: dificuldade persistente de orgasmo com mulheres, uso de pornografia, busca por estímulos mais intensos (grupos, situação proibida) e ansiedade antes do encontro. Isso costuma indicar padrões de excitação condicionados e possível comportamento compulsivo, e não necessariamente orientação sexual.
Além disso, o fato da outra pessoa ser casada já coloca você numa situação emocionalmente confusa.
Agir no impulso raramente traz clareza, geralmente aumenta o sofrimento.
Sim, existe terapia para isso. A terapia ajuda a reorganizar o desejo, reduzir compulsões, trabalhar ansiedade e compreender sua sexualidade com mais consciência, além de melhorar sua resposta sexual em relações reais.
Sou Psicóloga Nivia Serra – CRP 05/50281, atuo na área da sexualidade. Atendo online ou presencial no Rio de Janeiro.
Buscar ajuda agora pode evitar mais confusão depois.
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…