Perguntas do paciente (143)

  • Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do

    Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
    eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Pelo que você relata, a depressão já está causando prejuízo importante na sua rotina, por isso é fundamental intensificar o acompanhamento.

    Como você já passa pelo CAPS e utiliza antidepressivo, conte à equipe que o tratamento atual não está sendo suficiente e peça uma reavaliação. Eles poderão avaliar se é necessário aumentar a frequência dos atendimentos, rever a medicação ou considerar um cuidado mais intensivo, inclusive internação, se houver indicação.

    A psicoterapia também pode ajudar na retomada gradual das atividades, sem esperar que toda a motivação volte primeiro.

    Sou psicóloga e atuo com TCC e depressão, com atendimento on-line e presencial no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Olá, sou homem e tenho 31 anos. Não sou sexualmente ativo e me relacionei apenas uma vez com uma moç

    Olá, sou homem e tenho 31 anos. Não sou sexualmente ativo e me relacionei apenas uma vez com uma moça, durante um ano, mas nunca cheguei ao orgasmo com ela. Tive dois atendimentos com garotas de programa, mas também sem sucesso na hora do orgasmo. Então resolvi a fazer famosa massagem tantrica lingam com uma moça e depois, com um rapaz (mas sem sucesso também) - confesso que com o homem gostei mais. Contudo, me masturbo de vez em quando e consigo ejacular aí depois a vontade passa. Mas quero gozar com um parceiro(a) real. Como faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Quando a pessoa consegue chegar ao orgasmo sozinha, mas apresenta dificuldade de alcançá-lo nas relações, é importante investigar o contexto em que isso acontece, sem concluir automaticamente que existe algum problema com sua orientação sexual ou com seu corpo.

    Ansiedade, preocupação com o desempenho, dificuldade de se entregar à experiência, pouca familiaridade com a intimidade e padrões aprendidos de excitação podem influenciar. O fato de você ter se sentido melhor em uma experiência com um homem também pode ser algo a compreender com tranquilidade, sem necessidade de se apressar para colocar um rótulo sobre si mesmo.

    Uma avaliação com profissional de saúde pode ajudar a descartar fatores físicos ou relacionados a medicamentos. Na psicoterapia voltada à sexualidade, é possível trabalhar ansiedade, pensamentos sobre desempenho, autoconhecimento e as dificuldades que aparecem nas relações.

    Sou psicóloga e trabalho com Terapia Cognitivo-Sexual. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b

    Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Quando você começa a esconder características suas para evitar rejeição ou zombaria, pode acabar reforçando a crença de que “se eu mostrar quem sou, não serei aceito”.

    O trabalho psicológico envolve aprender a diferenciar uma rejeição real do medo antecipado de ser rejeitado e diminuir a necessidade de aprovação. Também é importante compreender que ser inteligente, dedicado, direto ou cuidar da aparência não determina como todas as pessoas irão reagir — e você não precisa se diminuir para garantir aceitação.

    Na TCC, é possível trabalhar essas crenças e, gradualmente, experimentar maneiras mais autênticas de se posicionar, aprendendo também a tolerar o fato de que nem sempre seremos aprovados por todos.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade e autoestima. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Ser interessante e atraente para si mesmo não significa atingir um padrão de beleza ou conseguir a aprovação de todos. Está muito mais relacionado a desenvolver uma percepção de valor próprio que não dependa exclusivamente do olhar dos outros.

    No atendimento psicológico, é possível trabalhar crenças como “preciso ser atraente para ser valorizado” ou “só serei interessante se as pessoas gostarem de mim”, além da comparação e da necessidade excessiva de aprovação.

    Também envolve construir uma vida que seja interessante para você: desenvolver interesses, cuidar dos relacionamentos, experimentar coisas novas, investir em projetos pessoais e aprender a reconhecer suas próprias qualidades.

    Quando você deixa de viver apenas para ser aprovado e passa a construir uma vida coerente com quem deseja ser, tende a se sentir mais seguro nas relações. E essa segurança também pode influenciar positivamente a maneira como você se relaciona com os outros.

    Sou psicóloga e atuo com autoestima, ansiedade e relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Perfeccionismo, necessidade de controle e desconforto com incertezas podem existir sem que haja TOC. O que costuma levantar a suspeita é quando aparecem obsessões e/ou compulsões que consomem tempo, provocam sofrimento significativo ou interferem na rotina.

    No TOC, a pessoa pode ter pensamentos, imagens ou dúvidas recorrentes e indesejadas e sentir necessidade de fazer algo para diminuir a ansiedade: conferir, repetir, organizar, buscar garantias, pesquisar, revisar mentalmente uma situação ou tentar alcançar uma certeza absoluta.

    Um ponto importante é que a compulsão nem sempre é visível. Ficar horas analisando “será que fiz certo?”, “e se acontecer alguma coisa?” ou tentando resolver mentalmente uma dúvida também pode fazer parte do ciclo obsessivo-compulsivo.

    Como perfeccionismo, ansiedade e TOC podem se sobrepor, não é recomendável tentar fechar o diagnóstico sozinho. Se a necessidade de certeza e esses comportamentos estão trazendo prejuízos para sua vida, procure atendimento psicológico para compreender melhor o padrão e verificar se existe um quadro de TOC ou outra manifestação de ansiedade.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade e pensamentos obsessivos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após

    É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Sim. Na TCC, crenças centrais e intermediárias disfuncionais podem ser modificadas. Isso não significa necessariamente “apagá-las”, mas enfraquecê-las enquanto novas crenças, mais realistas e funcionais, são construídas e fortalecidas.

    Em períodos de estresse ou dificuldades, uma crença antiga pode ser reativada, mas isso não significa que o tratamento foi perdido. A TCC também trabalha a prevenção de recaídas, ensinando o paciente a reconhecer esses padrões e utilizar as ferramentas aprendidas.

    O objetivo é que a crença antiga deixe de ser percebida como uma verdade absoluta e tenha cada vez menos influência sobre a vida da pessoa.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Esse pensamento é compreensível quando você já investiu em amizades e viveu afastamentos. Mas existe uma diferença entre ser autônomo e se tornar emocionalmente isolado para não correr o risco de perder alguém.

    Relacionamentos não precisam durar para sempre para terem valor. Algumas amizades acompanham determinadas fases da vida, outras permanecem por muitos anos. Mudanças profissionais, namoro, casamento ou distância também podem modificar vínculos sem significar que aquela relação não foi importante.

    Quando a estratégia passa a ser “não vou me apegar para não sofrer”, você reduz a possibilidade de perda, mas também pode reduzir pertencimento, troca, intimidade e apoio. Na terapia, é possível trabalhar justamente o medo do abandono e aprender a construir vínculos sem transformar permanência em condição para que eles tenham valor.

    Sou psicóloga e atuo com relacionamentos, autoestima e ansiedade. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Vocês podem, sim, fazer terapia de casal estando em um relacionamento aberto. O objetivo da terapia não deve ser julgar o modelo de relacionamento escolhido pelo casal nem tentar transformá-lo em uma relação monogâmica.

    Entretanto, é importante que o profissional tenha conhecimento e uma postura acolhedora em relação às diferentes configurações de relacionamento. Em relações abertas podem surgir questões específicas envolvendo acordos, limites, ciúmes, segurança emocional, comunicação e mudanças nos combinados ao longo do tempo. O trabalho terapêutico deve partir da dinâmica construída por vocês.

    Por isso, antes de iniciar, vale perguntar ao profissional se ele possui experiência e se sente confortável trabalhando com não monogamia. Vocês precisam encontrar um espaço em que possam falar com liberdade, sem receio de julgamento.

    Na terapia de casal, trabalho justamente com os acordos construídos por cada casal, respeitando sua configuração e ajudando a compreender os conflitos, melhorar a comunicação e renegociar limites quando necessário.

    Sou psicóloga e terapeuta de casal. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! A TCC consegue trabalhar essas três questões de forma integrada porque baixa autoestima, ansiedade social e depressão muitas vezes compartilham crenças negativas sobre si mesmo.

    Por exemplo, por trás de pensamentos como “sou feio”, “ninguém vai me amar”, “estão me julgando” e “não sou bom o suficiente”, pode existir uma crença mais profunda de “sou inadequado”, “não sou digno de amor” ou “sou inferior”. A própria Judith Beck mostra como uma experiência de rejeição pode ativar pensamentos que chegam a uma crença como “não sou merecedor de ser amado”.

    Na TCC, primeiro aprendemos a identificar e questionar esses pensamentos automáticos, em vez de aceitá-los como verdades. Depois, trabalhamos as crenças mais profundas e os comportamentos que as reforçam, como isolamento, comparação, necessidade de agradar e evitar situações sociais. A proposta é desenvolver crenças mais realistas e funcionais sobre si mesmo.

    Portanto, não se trata simplesmente de repetir “eu sou bonito” ou “eu sou bom o suficiente”, mas de construir, através de novas experiências e mudanças cognitivas e comportamentais, uma percepção de si mesmo menos rígida e negativa.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade, autoestima e relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! A TCC pode trabalhar baixa autoestima, ansiedade social e depressão de forma integrada, porque esses problemas frequentemente são sustentados por crenças negativas semelhantes sobre si mesmo.

    Por exemplo, uma crença central como “sou inadequado” ou “não sou bom o suficiente” pode aparecer na ansiedade social como “as pessoas vão me julgar”, na baixa autoestima como “ninguém vai gostar de mim” e, na depressão, como “sou um fracasso”. A TCC relaciona crenças mais profundas, crenças intermediárias e pensamentos automáticos para compreender como esse padrão se mantém.

    No tratamento, trabalhamos esses pensamentos e crenças, mas também os comportamentos que os reforçam, como isolamento, evitação social, comparação e autocrítica. A pessoa aprende gradualmente a desenvolver interpretações mais realistas sobre si mesma e novas formas de agir. A TCC parte justamente do princípio de que crenças disfuncionais podem ser modificadas e crenças mais funcionais podem ser desenvolvidas e fortalecidas.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade, autoestima e depressão. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e c

    Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! A TCC trata a depressão em diferentes níveis. Quando há anedonia, falta de energia e motivação, uma das estratégias utilizadas é a ativação comportamental: em vez de esperar a motivação aparecer para começar a agir, são planejadas gradualmente atividades que proporcionem sensação de prazer, realização e domínio. O agendamento de atividades é, inclusive, uma intervenção importante no tratamento da depressão.

    Ao mesmo tempo, trabalhamos pensamentos automáticos como “não vou conseguir”, “nada vai melhorar” ou “não adianta tentar”. A TCC ensina o paciente a identificar esses pensamentos, avaliar se correspondem aos fatos e desenvolver interpretações mais realistas.

    Em um nível mais profundo, são trabalhadas crenças centrais, como “sou incapaz”, “sou um fracasso” ou “não tenho valor”, e crenças intermediárias, que aparecem como regras e pressupostos, por exemplo: “Se eu tentar e falhar, significa que sou incapaz”. Essas crenças podem ser modificadas e substituídas gradualmente por formas mais funcionais e realistas de perceber a si mesmo.

    Assim, a TCC não trabalha apenas os sintomas da depressão, mas também os padrões de pensamento e comportamento que podem contribuir para mantê-la.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade e depressão. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou

    Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou 100mg de sertralina, mas não resolveu. Faz 3 anos que eu não vou a escola por conta dessa ansiedade. Tenho medo do julgamento, medo do que os outros estão pensando, medo de ser rejeitado, criticado, medo de desagradar alguém, autoestima baixa. Quando alguém me chama para sair, ir em algum evento, festas ou um jogo de futebol, eu nunca vou por conta dessa ansiedade. Já passei por 2 psicólogas da TCC, mas eu parei de fazer terapia porque eu achei que não estava resolvendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! A TCC trabalha justamente os principais sintomas da ansiedade social: medo do julgamento, rejeição, críticas e necessidade de agradar.

    O tratamento ajuda a identificar pensamentos e crenças negativas e utiliza, principalmente, a exposição gradual às situações sociais que você vem evitando. A evitação traz alívio no momento, mas tende a manter a ansiedade no longo prazo.

    Como você está há três anos sem frequentar a escola e evitando muitas situações sociais, é importante retomar o tratamento com um profissional que tenha experiência específica em ansiedade social. E, como a sertralina não trouxe o resultado esperado, converse novamente com seu psiquiatra para reavaliar o tratamento, sem modificar a medicação sozinho.

    Sou psicóloga e atuo com TCC e ansiedade. Atendo on-line e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediá

    A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais sozinho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Sim. Um dos objetivos da TCC é justamente ensinar o paciente a se tornar, progressivamente, capaz de identificar e modificar seus próprios padrões de pensamento.

    No início, o psicólogo ajuda a reconhecer pensamentos automáticos e a perceber como eles estão ligados a crenças mais profundas. Com o tempo, o paciente aprende a questionar essas interpretações e compreender que acreditar fortemente em algo como “sou incapaz”, “não sou bom o suficiente” ou “não sou digno de ser amado” não significa que isso seja verdade.

    As crenças centrais e intermediárias não costumam mudar apenas pela repetição de pensamentos positivos. O paciente aprende a avaliar evidências, construir novas interpretações e, principalmente, ter experiências e comportamentos que fortaleçam crenças mais realistas e funcionais. A TCC considera que crenças disfuncionais podem ser desaprendidas e novas crenças podem ser desenvolvidas e fortalecidas.

    Portanto, o psicólogo não faz essa mudança pelo paciente: ele ensina ferramentas para que, gradualmente, o próprio paciente se torne seu terapeuta e consiga utilizá-las também depois do término da terapia.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade, autoestima e depressão. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessid

    Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessidade de agradar a todos, crenças como: "eu tenho que agradar todo mundo", "se eu não agradar todo mundo, ninguém vai gostar de mim". Esses medos e essas crenças estão me atrapalhando muito na minha vida pessoal e nos esportes também

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! A TCC trabalha esses medos identificando os pensamentos automáticos e, principalmente, as crenças mais profundas que estão por trás deles. Pensamentos como “tenho que agradar todo mundo” ou “se me criticarem, significa que não gostam de mim” podem funcionar como regras rígidas que aumentam a ansiedade e fazem a pessoa evitar situações, buscar aprovação ou se cobrar excessivamente.

    No tratamento, você aprende a questionar essas interpretações e a construir crenças mais realistas. A TCC considera que crenças disfuncionais podem ser modificadas e novas crenças mais funcionais podem ser desenvolvidas e fortalecidas.

    Também trabalhamos o comportamento. Gradualmente, a pessoa aprende a enfrentar situações em que pode ser avaliada, criticada ou até rejeitada sem precisar agradar a todos. Isso pode ser especialmente importante nos esportes, onde desempenho, erros, comparação e avaliação fazem parte da experiência.

    O objetivo não é fazer você nunca mais se importar com a opinião dos outros, mas conseguir pensar: “Posso ser criticado ou não agradar alguém e, ainda assim, isso não determina meu valor.”

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ansiedade e autoestima. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

    Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

    Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá. Pelo que você descreve, isso não pode ser considerado automaticamente uma traição. Rever uma antiga paquera também significa entrar novamente em contato com alguém que, no passado, esteve associado a atração, expectativa e sensações prazerosas. Essa associação pode ser reativada pela memória, mas isso não significa necessariamente que exista desejo atual por essa pessoa.

    Também é bastante humano querer ser bem-vista por alguém que já nos desejou ou por quem já tivemos interesse. O ponto que merece atenção é quando surge uma culpa intensa e a necessidade de analisar repetidamente: “Por que eu quis parecer bonita?”, “Será que ainda sinto alguma coisa?” ou “Será que traí meu namorado de alguma forma?”.

    Essa necessidade de encontrar certeza sobre os próprios sentimentos pode estar relacionada à ansiedade e, em alguns casos, fazer parte de um funcionamento obsessivo. Pensamento, lembrança, sensação e intenção são coisas diferentes.

    No atendimento psicológico, é possível trabalhar essa necessidade de aprovação, a culpa e a interpretação dada aos próprios pensamentos e sensações, sem transformar cada reação em uma prova sobre o que você sente.

    Sou psicóloga e atuo com ansiedade e questões relacionadas aos relacionamentos. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?

    como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Quando o consumo de pornografia se torna difícil de controlar e começa a prejudicar relacionamentos, trabalho, estudos ou vida sexual, é importante olhar para o comportamento de forma mais ampla, e não apenas tentar “parar”.

    No atendimento psicológico, investigamos quais situações funcionam como gatilhos, como ansiedade, solidão, tédio ou estresse, e o ciclo que mantém o comportamento. O tratamento ajuda a desenvolver outras formas de lidar com esses estados emocionais, recuperar o controle sobre o consumo e reconstruir uma sexualidade mais satisfatória.

    A Terapia Cognitivo-Sexual pode ser especialmente útil para trabalhar pornografia compulsiva, masturbação, expectativas sexuais e possíveis dificuldades na intimidade, sem julgamentos.

    Sou psicóloga e atuo com Terapia Cognitivo-Sexual e questões relacionadas à sexualidade. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam

    Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.

    Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    O amor em relacionamentos longos não costuma manter a mesma intensidade e euforia do início. A ausência daquela “sensação gostosa” não significa automaticamente que o amor acabou.

    O que chama atenção é a ansiedade para descobrir exatamente o que você sente. Quanto mais você se pergunta “será que ainda amo?”, mais pode começar a testar seus sentimentos e aumentar ainda mais a dúvida.

    No atendimento psicológico, é possível compreender se existem questões no relacionamento que precisam ser cuidadas ou se a própria ansiedade e necessidade de ter certeza estão alimentando esse sofrimento. Também é possível trabalhar a reconexão, o carinho e a proximidade sem se obrigar a sentir algo.

    Sou psicóloga e atuo com relacionamentos e terapia de casal. Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

    Olá!
    Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
    Eu também tenho a sensação de não pertencimento
    O que de fato é está se curando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Olá! Pelo que você descreve, você evoluiu bastante. O fato de ainda se incomodar com alguns comentários não significa que você não esteja melhorando.

    Superar a ansiedade social não é deixar de ser uma pessoa mais quieta, mas conseguir se relacionar sem que o medo da opinião dos outros controle sua vida. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos justamente para reduzir esse impacto e fortalecer a autoconfiança.

    Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico

    Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Sinto muito que você esteja passando por isso. As pesquisas excessivas sobre os sintomas podem aumentar a ansiedade e fazer com que o medo se fortaleça, criando um ciclo difícil de interromper.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda justamente a reduzir esse padrão de pensamentos e comportamentos, permitindo que a pessoa recupere gradualmente sua rotina. Como você já iniciou a medicação, mantenha o acompanhamento com seu psiquiatra e procure um atendimento psicológico. Se a terapia on-line está difícil neste momento, considere a possibilidade de um atendimento presencial.

    Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


  • Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom

    Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
    A terapia pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Nivia Serra

    Sim, as pesquisas excessivas podem acabar mantendo ou intensificando a ansiedade. Muitas pessoas pesquisam na tentativa de encontrar uma resposta que as tranquilize, mas o efeito costuma ser o contrário: surgem novas dúvidas, mais medo e mais necessidade de pesquisar.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudá-lo a interromper esse ciclo, trabalhando os pensamentos negativos, a necessidade de buscar informações repetidamente e o medo de sair de casa. Associada ao tratamento medicamentoso, ela apresenta excelentes resultados para ansiedade, depressão, pânico e fobia social.

    Continue o acompanhamento com seu psiquiatra, pois o escitalopram pode levar algumas semanas para apresentar o efeito esperado. Também procure um atendimento psicológico para que você tenha estratégias práticas para recuperar sua rotina e sua qualidade de vida.

    Sou psicóloga, atuo com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo on-line brasileiros em qualquer lugar do mundo e presencialmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. Espero ter ajudado!


Perguntas frequentes

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