Perguntas do paciente (17)
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Há escalas psicométricas validadas para rastreio e confirmação diagnóstica do Transtorno de Personal
Há escalas psicométricas validadas para rastreio e confirmação diagnóstica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem escalas psicométricas validadas tanto para rastreio quanto para avaliação da severidade do Transtorno de Personalidade Borderline. A avaliação formal, no entanto, deve ser conduzida por um profissional de saúde mental qualificado, que saberá indicar o instrumento mais adequado para cada contexto clínico.
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“Existem instrumentos psicodiagnósticos validados para auxiliar na avaliação e no diagnóstico do Tra
“Existem instrumentos psicodiagnósticos validados para auxiliar na avaliação e no diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem escalas psicométricas validadas tanto para rastreio quanto para avaliação da severidade do Transtorno de Personalidade Borderline. A avaliação formal, no entanto, deve ser conduzida por um profissional de saúde mental qualificado, que saberá indicar o instrumento mais adequado para cada contexto clínico.
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Como a aliança terapêutica influencia o manejo dos comportamentos autoagressivos em pacientes com Tr
Como a aliança terapêutica influencia o manejo dos comportamentos autoagressivos em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no contexto da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A aliança terapêutica tem papel central no manejo dos comportamentos autoagressivos no TPB. Uma relação de confiança e validação entre terapeuta e paciente é considerada, em abordagens como a DBT, não apenas um facilitador do tratamento, mas um elemento terapêutico em si mesmo.
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Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) impacta o sequenciamento?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) impacta o sequenciamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TOC impacta o sequenciamento ao comprometer as funções executivas do cérebro, responsáveis por planejar e organizar passos lógicos para concluir uma tarefa. Esse prejuízo ocorre porque os pensamentos intrusivos e a necessidade de realizar rituais compulsivos interrompem o fluxo natural das ações, gerando uma rigidez cognitiva que impede a pessoa de avançar para a próxima etapa até que a anterior pareça "perfeita" ou "correta". O TOC dificulta o aprendizado incidental de sequências automáticas do dia a dia e afeta a tomada de decisão, tornando o planejamento de tarefas complexas lento e exaustivo.
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O que caracteriza o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) cognitivamente?
O que caracteriza o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) cognitivamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TOC é caracterizado cognitivamente por pensamentos obsessivos: ideias, imagens ou impulsos invasivos, recorrentes e indesejados, que geram muita ansiedade.
A pessoa tende a superestimar ameaças, sentir responsabilidade excessiva, ter dificuldade em lidar com a incerteza e acreditar que precisa controlar os pensamentos para evitar algo ruim.
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Quais funções executivas costumam estar prejudicadas no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
Quais funções executivas costumam estar prejudicadas no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TOC, algumas funções executivas costumam estar prejudicadas, principalmente:
Flexibilidade cognitiva: dificuldade para mudar estratégias, “soltar” pensamentos ou interromper rituais.
Inibição de respostas: dificuldade em conter impulsos compulsivos, mesmo sabendo que são excessivos.
Tomada de decisão: insegurança, dúvida excessiva e necessidade de certeza absoluta.
Monitoramento de erros: hipervigilância e medo intenso de errar.
Planejamento e organização: lentificação e excesso de checagens que interferem na execução das tarefas.
Essas alterações contribuem para a manutenção das obsessões e compulsões.
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A hipersensibilidade social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é diferente da dificulda
A hipersensibilidade social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é diferente da dificuldade social no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, são diferentes. A principal diferença está na causa e na forma como a pessoa percebe o mundo social:
No TPB: A hipersensibilidade é emocional. A pessoa entende perfeitamente os sinais sociais, mas reage a eles com uma intensidade enorme por medo de abandono ou rejeição. Um olhar neutro pode ser sentido como um "ataque" ou desprezo.
No Autismo: A dificuldade é de tradução. O cérebro tem dificuldade em identificar ou decodificar sinais como ironia, expressões faciais ou segundas intenções. A pessoa muitas vezes não percebe o que o outro está sentindo porque não "leu" os sinais corretamente.
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Como a invalidação afeta a regulação emocional de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderl
Como a invalidação afeta a regulação emocional de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A invalidação faz a pessoa crescer sem aprender a reconhecer, nomear e regular as próprias emoções.
No TPB, isso pode levar a:
Emoções muito intensas e rápidas
Dificuldade em se acalmar sozinha
Dúvida constante sobre o que sente (“estou exagerando?”)
Tentativas desesperadas de aliviar a dor emocional
Como as emoções foram invalidadas ao longo da vida, o sistema emocional fica mais reativo e desorganizado, tornando a regulação emocional um grande desafio.
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Como a invalidação parental pode levar ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como a invalidação parental pode levar ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A invalidação parental acontece quando a criança cresce tendo seus sentimentos ignorados, minimizados ou punidos (ex.: “isso é drama”, “para de chorar”, “não é nada”).
Quando isso é constante, a criança pode aprender que:
Suas emoções são erradas ou exageradas
Ela não sabe identificar, confiar ou regular o que sente
Precisa intensificar emoções para ser vista ou ouvida
Com o tempo, isso pode contribuir para:
Dificuldade intensa de regulação emocional
Medo de abandono
Relações instáveis
Oscilações emocionais marcantes
Esses fatores, somados a predisposição biológica e outras experiências de vida, podem aumentar o risco de desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline.
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Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina
Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina?!
Ex: criação religiosa, controladora, ansiedade, depressão enfimRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde!!
Vários fatores psicológicos podem contribuir para disfunções sexuais femininas, como o vaginismo:
Criação religiosa ou cultural: Mensagens negativas sobre sexo podem levar a sentimentos de culpa, vergonha ou ansiedade em relação à atividade sexual.
Controle excessivo: Pessoas que tendem a ter controle rígido sobre suas vidas podem ter dificuldade em relaxar durante o sexo, o que pode levar a dores ou desconforto.
Ansiedade e depressão: Altos níveis de ansiedade ou depressão podem interferir na capacidade de relaxar e desfrutar da atividade sexual.
Experiências passadas: Traumas sexuais, abuso ou experiências negativas podem criar associações negativas com o sexo, desencadeando respostas de proteção, como o vaginismo.
Expectativas irreais: Ideias preconcebidas sobre sexo, falta de conhecimento do próprio corpo ou práticas sexuais inadequadas podem contribuir para disfunções sexuais.
Em resumo, questões psicológicas como ansiedade, depressão, experiências passadas e expectativas podem desempenhar um papel significativo no desenvolvimento de disfunções sexuais femininas.
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Olá, eu sofro com transtorno obsessivo. Mas eu sonho com o mesmo tema quase toda semana, me sinto a
Olá, eu sofro com transtorno obsessivo.
Mas eu sonho com o mesmo tema quase toda semana, me sinto aflita. É um conteúdo sexual. Porém obssesao.
É normal?? Isso me aflige demais.
Pq é toda semanaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, entendo que essa situação possa estar causando muito desconforto para você. É comum que pessoas com diagnóstico de TOC tenham pensamentos recorrentes sobre temas específicos, e isso pode incluir conteúdos de natureza sexual. No entanto, é importante destacar que o fato de ter esses sonhos não significa que você deseje ou concorde com esses pensamentos intrusivos. São apenas manifestações do seu transtorno.
A frequência com que esses sonhos ocorrem pode aumentar sua ansiedade e desconforto, mas é importante lembrar que você não está sozinha nessa situação e que há ajuda disponível. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para lidar com transtornos obsessivos. Um terapeuta especializado poderá ajudá-la a identificar e desafiar os padrões de pensamento obsessivos, desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e aprender técnicas de controle dos sintomas.
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Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato
Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato de passar pela portaria, passar pelo porteiro toda vez que saio e entro me incomoda, isso seria algum tipo de fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A angústia ou ansiedade que você sente em relação à interação com o porteiro ou a sensação de ser vigiado ao passar pela portaria, não indica necessariamente uma fobia social, precisamos de mais informações para fazer um diagnóstico.
Estou a disposição!!
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Meu filho tem 18 anos só agora ele me contou que ouve vozes ruim mas não quer procurar um psicólogo
Meu filho tem 18 anos só agora ele me contou que ouve vozes ruim mas não quer procurar um psicólogo como posso ajudar me falou que já pensou até em se matar me ajudem tô desesperada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde!
Sinto muito que você esteja passando por essa situação difícil com seu filho. É fundamental que ele receba ajuda profissional o mais rápido possível, pois vozes auditivas e pensamentos suicidas são problemáticas que requerem atenção profissional.
Converse com ele com empatia: Mostre ao seu filho que você está lá para apoiá-lo e que você se preocupa genuinamente com o que ele está passando. Escute sem julgar e sem pressioná-lo, mas deixe-o saber que você está ali para ajudar.
Explique a importância de falar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra.
Informe-o de que esses profissionais são treinados para ajudar pessoas que estão passando por momentos difíceis. E que procurar ajuda é uma força, não uma fraqueza: Muitas vezes, há um estigma associado à busca de ajuda psicológica. Fale sobre como pedir ajuda é um ato corajoso e demonstre
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Gostaria de saber se e normal come espuma de sabonete,?todas os dias como espuma de sabonete e não c
Gostaria de saber se e normal come espuma de sabonete,?todas os dias como espuma de sabonete e não cuspo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Comer espuma de sabonete não é considerado normal nem seguro. Consumir produtos não alimentícios, como espuma de sabonete, pode representar um risco para sua saúde. A espuma de sabonete contém substâncias químicas que não são destinadas à ingestão e podem causar danos ao seu sistema digestivo e à sua saúde geral. Além disso, esse comportamento pode indicar a presença de um transtorno alimentar.
A terapia cognitivo-comportamental pode ajudá-la a entender as razões por trás desse comportamento e desenvolver estratégias para lidar com ele de maneira mais saudável.
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Olá! Sofro de ansiedade há 2 anos e agora que comecei a tratar com escitalopram e as sessões de psi
Olá!
Sofro de ansiedade há 2 anos e agora que comecei a tratar com escitalopram e as sessões de psicologia.
Tudo começou aos meus 16 anos(hoje tenho 19 anos) com pensamentos persistentes que me tiravam a paz.
Nunca tive problema com ansiedade e só sou um pouco nervoso e sempre me achei "bem" em lidar com problemas.
No entanto, nesses últimos dois anos piorei bastante, principalmente quando eu externei esse problema.
Eu me sinto cheio de incertezas isso tem prejudicado minha crenças e me acho fraco pra lidar com isso e quando tento imaginar um futuro melhor, não consigo.
Queria saber se isso é normal e ainda mais, se isso tem alguma coisa a ver com minha idade.
Obrigado desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O que você está vivenciando é algo bastante comum para quem enfrenta a ansiedade. É compreensível que você esteja se sentindo cheio de incertezas e que isso esteja afetando suas crenças e sua visão de futuro. A ansiedade pode distorcer nossa percepção da realidade, levando-nos a interpretar as situações de forma mais negativa e a sentir uma sensação constante de apreensão e preocupação.
É importante ressaltar que a ansiedade pode se manifestar de diferentes formas ao longo da vida e em diferentes idades. O fato de ter começado aos 16 anos não é incomum, pois essa fase da vida é marcada por diversas mudanças e desafios que podem desencadear ou agravar problemas de ansiedade.
No entanto, é fundamental reconhecer que você está buscando ajuda e se esforçando para lidar com essa questão. A terapia comportamental pode ajudá-lo a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para sua ansiedade, além de fornecer estratégias práticas para lidar com os sintomas.
Lembre-se de que o processo de tratamento pode levar tempo e exigir paciência consigo mesmo. Continue seguindo as orientações do seu psicólogo e do seu médico, e não hesite em compartilhar qualquer preocupação ou dificuldade que surgir durante o processo com os profissionais que lhe acompanham.
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O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual med
O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual medico especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Tricotilomania é um transtorno que envolve o impulso recorrente de arrancar os próprios fios de cabelo, cílios ou pelos, e costuma estar relacionada a ansiedade e dificuldades de regulação emocional.
O tratamento mais eficaz é a psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), com técnicas específicas de controle de impulsos e manejo da ansiedade.
O ideal é buscar acompanhamento com um psicólogo especializado em TCC e um médico psiquiatra, para que ambos possam trabalhar juntos no seu caso.
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Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família
Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por essa situação, realmente é muito difícil ver alguém que amamos se destruindo e, ao mesmo tempo, sentir que não conseguimos ajudar.
Quando a pessoa com dependência não aceita ajuda, o foco precisa ser proteger a si mesma e aos filhos, tanto emocionalmente quanto financeiramente. É importante colocar limites claros: você pode oferecer apoio, mas não pode assumir a responsabilidade pelas consequências das escolhas dele.
Procure também apoio para você. Existem grupos de familiares de dependentes e acompanhamento psicológico pode te ajudar a lidar com a culpa, a exaustão e o sofrimento que esse cenário causa.
A dependência é uma doença e, muitas vezes, só quando a pessoa sente o impacto real de suas ações é que busca tratamento. Nesse meio-tempo, cuide de você e das crianças, isso já é uma forma de proteger a família.
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Perguntas frequentes
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Tenho colite ulcerativa as vezes tenho pólipos todos pólipos podem virar câncer se não for retirado?
Quem tem retocolite ulcerativa tem maior propensão a câncer colorretal. Desta…