Perguntas do paciente (1175)

  • Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?

    Como criar uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Uma rotina emocionalmente saudável morando fora do país não segue um modelo pronto, porque cada pessoa vive o processo de adaptação de um jeito. O mais importante é observar o que funciona para você, o que ajuda a criar referências no novo lugar e o que traz um pouco de estabilidade no dia a dia. Atividades que sustentem seu bem-estar, pequenos rituais que façam sentido, construir vínculos aos poucos e reconhecer seus limites podem ajudar nesse processo. A terapia também pode ser um espaço importante para compreender como você está se sentindo e estruturar uma rotina que seja realmente possível e significativa na sua realidade atual.


  • Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?

    Como diferenciar saudade, tristeza profunda e luto não elaborado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Diferenciar saudade, tristeza profunda e um luto não elaborado envolve observar a intensidade, a duração e o impacto dessas experiências na sua vida. A saudade costuma ser um sentimento que convive com o afeto; ela dói, mas também lembra da importância do vínculo e permite seguir com as atividades do dia a dia. A tristeza profunda tende a ser mais constante e pesada, podendo afetar energia, motivação e a forma como você enxerga a si mesma e o mundo. Já o luto não elaborado acontece quando a perda não encontra espaço para ser sentida e significada; é como se algo ficasse suspenso, trazendo um sofrimento que não se organiza, retornando em ondas, dificultando o funcionamento cotidiano e às vezes se manifestando em irritação, ansiedade, confusão emocional ou sensação de “estar travada”. A terapia pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo internamente, dando nome às experiências e encontrando caminhos mais cuidadosos para atravessar o que está sentindo.


  • Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?

    Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    A autoestima pode ser entendida como esse lar interno, um espaço amoroso onde você se reconhece, se acolhe e se pertence. Quando estamos longe da nossa rede de apoio, é comum sentir que esse lar perde um pouco da estrutura, já que muitas das referências afetivas que nos sustentavam ficaram distantes. Ainda assim, é possível reconstruí-lo onde você está. Fortalecer a autoestima vivendo longe envolve aprender a criar novas referências de cuidado e segurança, desenvolver vínculos significativos, se aproximar do que faz sentido para você, reconhecer pequenas conquistas diárias e sustentar um diálogo interno mais gentil. É um processo de se perceber de novo, de se acompanhar e de construir esse lar emocional aos poucos, com aquilo que tem ao seu alcance. A terapia pode ajudar muito nesse caminho, oferecendo um espaço seguro para explorar essas experiências e fortalecer essa base interna com mais consciência e cuidado.


  • Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?

    Como saber se estou enfrentando um “choque cultural” ou se estou desenvolvendo ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    O choque cultural pode desencadear ansiedade. A ansiedade é uma reação de medo diante de algo percebido como ameaçador, e estar em um ambiente novo, com costumes diferentes e ritmo desconhecido, pode despertar essa sensação. Muitas vezes, o corpo e a mente entendem essas mudanças como algo difícil de prever ou controlar. Observar como você tem reagido, o que tem sentido e como isso afeta seu dia a dia pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo, e falar sobre isso em terapia também pode ser importante para diferenciar uma adaptação natural de algo que precisa de mais cuidado.


  • Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?

    Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Morar em outro país costuma trazer impactos emocionais porque envolve sair do conhecido e se adaptar a uma realidade totalmente nova. É comum surgir insegurança diante das mudanças, já que tudo exige um novo aprendizado: idioma, costumes, relações e até a forma de se organizar no dia a dia. O medo também aparece com frequência, tanto pelo receio de não conseguir lidar com as exigências da nova rotina quanto pela sensação de estar distante das referências afetivas. Além disso, podem surgir solidão, estranhamento, saudade, cansaço emocional e uma sensação temporária de não pertencimento. Com o tempo e com apoio adequado, esse processo tende a se organizar e ganhar mais leveza, mas é natural que, no início, o emocional seja bastante afetado.


  • Qual especialista devo consultar? Ultimamente, tenho me sentido estagnada. Me distraio com tudo e qu

    Qual especialista devo consultar? Ultimamente, tenho me sentido estagnada. Me distraio com tudo e qualquer coisa, e me convenço de que estou fazendo tudo, menos minhas responsabilidades, não consigo focar e me concentrar no que importa e nem ter uma rotina minimamente funcional, procrastinando e negligenciando o que importa. Não consigo me exercitar mais, estudar e trabalhar, minha vontade é so ficar deitada. Sentimentos de falta de realização baixo desempenho, cansaço mental e físico, tristeza, frustração, exaustão, fracasso e impotência. Tenho 31 anos. Nem sempre foi assim. Meus exames de sangue estão todos dentro do padrão de referência. Gostaria muito da sua opinião sobre como lidar com a minha situação. Faço uso de duloxetina e bupropiona.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Você pode consultar um psicólogo. O acompanhamento terapêutico pode ser muito útil para entender o que está acontecendo, organizar o que você está vivendo e trabalhar, com cuidado e profundidade, esses sentimentos de exaustão, tristeza e estagnação. Mesmo com exames normais e com o uso das medicações, a terapia pode ajudar a explorar por que esse padrão tem se repetido, o que tem drenado sua energia e como recuperar um sentido de direção e de presença na sua rotina.


  • A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu

    A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Imagino o quanto tudo isso tem sido difícil para você, ainda mais depois de perder amizades e viver um relacionamento em que houve renúncias e aparentemente muito investimento emocional. A solidão somada à ansiedade social realmente pode intensificar o sofrimento. Mesmo assim, é possível retomar a sua vida, reconstruir laços e criar novos espaços de convivência, e isso passa por um processo gradual de se expor novamente e permitir que novas relações aconteçam. Além da medicação, pode ser muito importante considerar o acompanhamento psicoterapêutico, que oferece um espaço seguro para trabalhar esses sentimentos, fortalecer sua confiança e explorar caminhos para voltar a se conectar com outras pessoas de um jeito que faça sentido para você.


  • Estou me sentindo muito deprimida, muitos pensamentos ruins de incapacidade desesperança inutilidade

    Estou me sentindo muito deprimida, muitos pensamentos ruins de incapacidade desesperança inutilidade sobre mim e tudo na vida, me sinto cansada o dia todo tenho muita ansiedade sobre tudo, medo intenso, preocupações, inseguranças, inquietações uma tensão no corpo, vontade de chorar todos os dias, angustia muito grande, confusão mental mal estar, agonia muito grande também nas crises de ansiedade, e as vezes não tenho vontade de levantar da cama de tanta ansiedade e angústia, faço tratamento com antidepressivo, mais as vezes eu abandono o tratamento não sinto vontade de melhorar, não tenho energia e nem motivação pra melhorar, sofro muito todos os dias, o que isso pode ser ? Quadro de depressao com ansiedade? Pois eu já tenho ansiedade generalizada, posso estar com depressao tambem ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Os sintomas que você descreve são muito difíceis de lidar e podem indicar um episódio depressivo associado à ansiedade que você já conhece. Nem sempre isso significa a presença de uma depressão, mas pode haver momentos em que o sofrimento se intensifica e se manifesta dessa forma. Por isso, é importante manter o tratamento, porque interromper a medicação pode intensificar os sintomas e dificultar sua melhora. Os medicamentos precisam ser usados de forma contínua para terem a eficácia esperada. Também pode ajudar muito fazer um tratamento combinado, com acompanhamento psiquiátrico e psicoterapia, para que você tenha um espaço seguro para falar sobre o que está vivendo e pensar em alternativas para lidar com isso. Tente compartilhar com o profissional que acompanha você tudo o que tem sentido e como os sintomas aparecem no seu dia a dia, pois isso facilita uma avaliação mais precisa e ajustes importantes no seu cuidado e no tratamento de forma mais adequada às suas necessidades.


  • Homem 20 anos, solteiro sem filhos - recentemente venho sentindo que a minha ansiedade e autocrítica

    Homem 20 anos, solteiro sem filhos - recentemente venho sentindo que a minha ansiedade e autocrítica e outras questões emocionais estão piorando, me levando a um ponto onde está afetando a minha capacidade mental ao fazer tarefas e outras coisas. sinto um peso emocional crescente sobre onde eu deveria estar, carreira e comparações constantes com outras pessoas e comigo mesmo, gerando frustração e mais autocrítica. não sou sociável, tenho dificuldades nisso. momentos de desânimo, pensamentos repetitivos e auto degradantes são constantes. me sinto um estranho e desconectado das pessoas e dos meios as vezes. recentemente tudo isso chegou a um ponto de começar a me travar e percebi práticas ruins como escape…. Que tipo de psicólogo pode me ajudar nestas questões e como ? Nunca tive nenhum tipo de acompanhamento e tenho bastante resistencia em falar sobre essas coisas...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Pelas questões que você descreve, como ansiedade, autocrítica intensa, dificuldade de se conectar com as pessoas, pensamentos repetitivos e esse sentimento de desconexão, um acompanhamento psicológico pode ser muito útil. Você pode buscar um psicólogo de qualquer abordagem, porque todas são capazes de trabalhar essas questões. O mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta confortável, já que a qualidade do vínculo influencia muito na fluidez e na profundidade do processo terapêutico. A terapia pode te ajudar a compreender melhor o que está acontecendo, a forma como você se percebe e se relaciona consigo e com o mundo, além de construir caminhos mais saudáveis para lidar com essas experiências.


  • Oi, tudo bem? Estou passando por algo que está mexendo muito comigo. Meu marido diz que me ama, m

    Oi, tudo bem? Estou passando por algo que está mexendo muito comigo.

    Meu marido diz que me ama, mas perdeu o desejo sexual por mim. E isso me afeta profundamente, porque o desejo é a forma como eu existo dentro da relação — é o que me faz sentir vista, amada e viva. Quando isso desaparece, eu também desapareço um pouco.

    Estou confusa, machucada e não sei como lidar com essa falta de desejo. Quero ajuda para entender o que está acontecendo e como posso seguir de um jeito mais saudável, comigo e com a relação.

    Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Essa situação pode ser dolorosa e abalar a forma como você se percebe dentro da relação. A terapia pode te ajudar a olhar para como você tem se sentido diante disso, compreender o impacto emocional que essa falta de desejo causa em você e, a partir daí, pensar em caminhos possíveis para cuidar de si e da relação. É um espaço para elaborar o que está acontecendo, entender suas necessidades e construir um modo mais saudável de seguir com essa dinâmica.


  • Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo

    Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo de sempre, antes achava que era preguiça, mas tenho vontade de fazer coisas mais ativas, mas meu corpo e minha mente parecem sempre quererem ficar em um estado constante de repouso. Tomo vitaminas e pratico atividade física regularmente, então não acredito que seja questão de saúde física, no entanto constantemente me sinto triste sem motivo, não consigo criar laços com ninguém e sempre evito ambientes com muitas pessoas porque é sufocante pra mim. Estou quase no fim da faculdade, porém não possuo perspectiva de futuro alguma, sinto que vou morrer sendo um fracasso, porque constantemente não me vejo como capaz de fazer o que tenho vontade, sinto que sou burra e que todos estão alcançando algo na vida, menos eu. Costumava desejar muito a morte, no entanto, sei que no fundo só gostaria de poder a vida sem saber que minha cabeça funciona de uma maneira completamente diferente das outras pessoas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Quem poderá avaliar isso de forma mais precisa é o profissional que já te acompanha, porque conhece a sua história e o seu processo ao longo do tempo. Mas, pelo que você descreve, talvez seja importante considerar um tratamento combinado, com terapia e acompanhamento psiquiátrico, para investigar melhor o que está acontecendo e receber o apoio adequado. A terapia continua sendo um espaço importante para compreender esses sentimentos, mas em alguns casos o psiquiatra pode ajudar a avaliar se existe algo no funcionamento emocional que também precisa de cuidado medicamentoso. Vale conversar sobre isso com quem te atende para pensarem juntos no melhor caminho para você.


  • Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas cois

    Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas coisas, também sinto um vazio enorme. Recentemente perdi alguém muito próximo da minha família, mas não consegui sentir o luto de uma forma “normal”. Chorei no dia, mas era algo que ia e voltava rapidamente, e no dia seguinte já parecia distante. Depois disso, simplesmente parei de sentir qualquer coisa sobre o assunto. Não sinto preocupação, mas ao mesmo tempo sou muito ansiosa. Isso pode indicar algum problema emocional que eu precise procurar ajuda profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, a terapia pode ajudar nesse momento. Cada pessoa vive o luto e os próprios sentimentos de maneiras muito diferentes, e nem sempre o que sentimos (ou deixamos de sentir) corresponde ao que imaginamos ser o ‘normal’. O vazio, a oscilação emocional e a dificuldade de acessar o que está acontecendo internamente podem ser sinais de que algo precisa de atenção e cuidado. Em um acompanhamento terapêutico, você pode compreender melhor o que está sentindo, como esses movimentos acontecem em você e o que pode estar por trás dessa forma de viver o luto e a ansiedade. Ter um espaço seguro para elaborar tudo isso faz muita diferença.


  • É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo

    É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, pode influenciar. A má postura tende a deixar o corpo mais tensionado, principalmente em regiões como ombros, pescoço e costas, o que pode aumentar a sensação de desconforto físico e favorecer estados de ansiedade ou preocupação. Cuidar da postura e buscar momentos de alongamento e relaxamento ao longo do dia pode ajudar a aliviar essa tensão.


  • Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm

    Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
    O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
    Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
    É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
    Ninguém nem imagina que vivemos isso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Mesmo com tudo o que acontece, ainda é um espaço, um lugar e alguém conhecido, e a sua dificuldade pode estar justamente em entrar em contato com algo novo. Encerrar uma relação marcada por altos e baixos pode trazer medo e ansiedade diante do desconhecido. É comum que, por não saber ainda o que vem depois, a gente acabe retornando para o que é familiar, mesmo que seja um espaço de sofrimento. A terapia pode te ajudar a compreender melhor esse ciclo e a construir, pouco a pouco, um novo modo de estar consigo e com o outro.


  • Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabe

    Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan
    O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabeça e medo ansiosa e fobia sosial

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Isso pode realmente acontecer. É importante manter o uso sempre da mesma marca e do mesmo laboratório, pois mesmo que a substância seja a mesma, pequenas variações na fórmula podem alterar o efeito como se fosse praticamente outro medicamento. O ideal é conversar com o seu psiquiatra para avaliar o que está acontecendo e definir como conduzir da melhor forma nesse caso.


  • Depois de comemorar 9 anos casados, na mesma semana descobri que meu marido estava se masturbando e

    Depois de comemorar 9 anos casados, na mesma semana descobri que meu marido estava se masturbando e vendo pornografia. Quando o confrontei ele disse que estava tentando parar, mas já vinha fazendo isso a mais o menos 8 meses. A pior sensação do mundo é ser traída, e dessa maneira pior ainda. Estou tentando seguir em frente, mas há dias em que penso que vamos conseguir superar, mas olho pra ele e vejo o mesmo cara que estava me traindo dessa forma e me dizendo que me amava, e aí já não quero superar, quero distancia dele! É um misto de sentimentos, culpa, incapacidade, me sinto humilhada, desprezada, me sinto um lixo. Ele não gosta de conversar sobre o assunto, não tenho uma pessoa de confiança pra conversar e não sei o que fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    A terapia pode ser muito importante nesse momento. Ter um espaço para falar sobre como você se sentiu, como se enxerga nessa relação e o que espera de um relacionamento pode te ajudar a compreender melhor tudo o que está acontecendo. Também é um caminho para olhar para si e entender em quais outros momentos você pode ter se sentido dessa maneira e em que lugar essa traição te feriu. Esse acolhimento é fundamental para que, aos poucos, você possa se reorganizar emocionalmente e decidir com mais clareza o que deseja para si.


  • O que é uma recaída em saúde mental? .

    O que é uma recaída em saúde mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Uma recaída em saúde mental acontece quando sintomas que já haviam diminuído ou desaparecido voltam a se manifestar, indicando que o quadro precisa novamente de atenção. Isso pode ocorrer por diversos fatores, como estresse, interrupção do tratamento, mudanças na rotina ou situações emocionais intensas. O que pode representar um sinal de que é necessário retomar o cuidado e revisar as estratégias terapêuticas.


  • . O prognóstico psiquiátrico varia de pessoa para pessoa?

    . O prognóstico psiquiátrico varia de pessoa para pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, o prognóstico psiquiátrico varia de pessoa para pessoa, pois cada caso é único e depende de diversos fatores, como o diagnóstico, o contexto de vida, o tratamento realizado e o envolvimento do paciente no processo.


  • Que perguntas devo fazer ao meu psiquiatra sobre meu próprio prognóstico?

    Que perguntas devo fazer ao meu psiquiatra sobre meu próprio prognóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Você pode levar exatamente essa dúvida ao seu psiquiatra. Ele saberá conduzir a conversa para esclarecer tudo o que for importante para você. É válido compartilhar suas preocupações, receios, perspectivas e também o que espera do tratamento, para que juntos possam alinhar as expectativas e o plano de cuidado.


  • O paciente tem um papel ativo na determinação do seu próprio prognóstico psiquiátrico ?

    O paciente tem um papel ativo na determinação do seu próprio prognóstico psiquiátrico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, o paciente tem um papel ativo no seu prognóstico. Para um melhor resultado, é fundamental que haja engajamento no tratamento, seguindo as orientações, comparecendo às consultas e participando ativamente do próprio processo de cuidado.


Perguntas frequentes

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