Perguntas do paciente (15)

  • Quais as características do perfil de quem tem transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    Quais as características do perfil de quem tem transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O transtorno de personalidade borderline (TPB) é marcado por:

    Emoções intensas e instáveis (mudanças rápidas de humor);
    Relações próximas com altos e baixos frequentes;
    Medo intenso de rejeição ou abandono;
    Impulsividade (em gastos, sexo, comida, substâncias, etc.);
    Autoimagem instável, dúvida sobre “quem sou eu”;
    Sensação de vazio constante;
    Em alguns casos, comportamentos autodestrutivos.

    O TPB não define quem a pessoa é — mas compreender o padrão é o primeiro passo para aprender a lidar com as emoções e construir relações mais seguras.

    No meu Instagram @minhalmaoficial partilho conteúdos e a rubrica “Pergunta que eu respondo”, onde explico temas como este de forma prática e acessível.


  • Alguém pode me ajudar? Já tinha feito terapia antes e me sentia a vontade para me abrir, ultimamente

    Alguém pode me ajudar? Já tinha feito terapia antes e me sentia a vontade para me abrir, ultimamente comecei a psicanálise com uma terapeuta, só que não tenho me sentido a vontade com ela , psicanálise pode gerar esse desconforto? quero ter certeza antes de desistir do meu tratamento com ela

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O desconforto pode fazer parte do processo terapêutico, mas também pode estar ligado à falta de identificação com o terapeuta. Falo mais sobre este tema na minha página do Instagram @minhalmaoficial, na rubrica Pergunta que eu respondo.


  • Quais os benefícios das consultas online para saúde mental?

    Quais os benefícios das consultas online para saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    - Conforto e praticidade – fazes a sessão em casa ou no trabalho, sem deslocações.
    - Acesso facilitado – ideal para quem mora longe de consultórios ou tem agenda apertada.
    - Continuidade do tratamento – não precisas interromper sessões por imprevistos ou deslocações.
    - Privacidade – podes escolher o ambiente onde te sentes seguro.
    - Eficiência – o foco continua sendo o mesmo: trabalhar emoções, pensamentos e comportamentos com apoio profissional.

    - Para mais dicas sobre psicologia e saúde emocional, segue a minha página @minhalmaoficial e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”.


  • Tenho transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada posso usar o colar de girassol

    Tenho transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada posso usar o colar de girassol (tendo laudo) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Se tiveres um laudo médico ou psicológico comprovando transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, podes usar o colar de girassol.
    Ele é um símbolo de identificação para pessoas com deficiências invisíveis, ajudando a sinalizar a necessidade de compreensão e paciência em ambientes públicos, como aeroportos, hospitais ou órgãos de atendimento.
    O uso não é obrigatório, mas deve ser feito de forma responsável, acompanhado do laudo quando necessário.
    - Para mais dicas sobre saúde mental e orientações práticas, segue @minhalmaoficial e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”.


  • Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao? Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempr

    Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao?

    Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempre acho que tou curado e minha vida torna se andar em um circulo quase que igual.. Acredito que posso conquistar o mundo em um dia, e no dia seguinte me sinto como se nao fosse ninguem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O que descreves pode, sim, estar ligado a traços de bipolaridade — mas só uma avaliação profissional pode confirmar.
    Em muitos casos, o acompanhamento com psicólogo e psiquiatra é essencial, e a terapia cognitivo-comportamental pode ajudar-te a ganhar mais clareza, equilíbrio e ferramentas para lidar com essas oscilações de humor.

    Se quiseres entender melhor esse processo, convido-te a visitar a minha página no Instagram @minhalmaoficial
    , onde partilho conteúdos sobre saúde emocional e episódios da rubrica “Pergunta que eu respondo”.
    Podes encontrar temas parecidos com o teu — e quem sabe, respostas que te ajudem a dar o primeiro passo.

    Um abraço com empatia.


  • Estou tomando paroxetina XR posso tomar uma cerveja

    Estou tomando paroxetina XR posso tomar uma cerveja

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Podes, se for SEM ÁLCOOL. - Não é recomendado beber álcool (mesmo só uma cerveja) enquanto estiveres a tomar paroxetina XR.
    Embora a paroxetina não aumente diretamente os efeitos do álcool no cérebro, a combinação pode interferir no teu estado emocional e até reduzir a eficácia do tratamento.

    Se estiveres em dúvida, fala sempre com o teu médico antes de consumir álcool durante a medicação.
    - No meu Instagram @minhalmaoficial partilho conteúdos sobre psicologia e saúde emocional que podem ajudar-te a entender melhor este tipo de questões.


  • Olá! Quem tem gastrite pode tomar Luvox? Luvox pode causar dor de cabeça?

    Olá! Quem tem gastrite pode tomar Luvox? Luvox pode causar dor de cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Se tens gastrite, é importante não começares a tomar Luvox (fluvoxamina) sem antes falares com o teu médico.
    Este tipo de medicação pode, sim, trazer alguns efeitos gastrointestinais — como dor abdominal ou má digestão — e até sintomas comuns como dor de cabeça.

    Cada organismo reage de forma diferente, por isso o acompanhamento médico é fundamental para avaliar riscos e ajustar o tratamento.

    - No meu Instagram @minhalmaoficial partilho conteúdos sobre saúde emocional e respostas a perguntas reais, que podem ajudar-te a esclarecer dúvidas como esta.


  • Olá, Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entan

    Olá,

    Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entanto, tenho algumas questões que gostaria de entender melhor, especialmente no que diz respeito ao comportamento da minha esposa.

    No aspecto sexual, ela não tem muita vontade de transar com frequência e, quando o faz, prefere que seja no escuro. Além disso, ela não é muito fã de beijos prolongados. Por outro lado, ela gosta de se arrumar, cuidar do corpo e se vestir bem. Quando saímos para lugares públicos, percebo que ela frequentemente troca olhares com outros homens, independentemente de sua aparência. Ela se vira e fica olhando, como se estivesse buscando essa interação visual. Já conversei com ela sobre isso e ela afirmou não perceber que faz isso, e diz que, se um homem achar que tem chance, a malícia está na cabeça dele, não na dela.

    No entanto, essa situação me deixa desconfortável, pois sinto que ela está procurando e desejando a atenção de outros homens. Quando isso acontece, ela tende a se afastar, não me dá a mão e evita demonstrar afeto em público, como se estivesse "encantada" ou absorta na troca de olhares.

    Gostaria de entender se isso pode estar relacionado a algum transtorno ou se é um comportamento comum. Será que ela tem alguma insegurança ou uma necessidade de se sentir desejada? Como lidar com isso de maneira saudável para ambos?

    Agradeço pela sua ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O comportamento que descreves não indica necessariamente um transtorno. Muitas vezes, gestos como trocar olhares ou gostar de se arrumar estão ligados a necessidade de se sentir desejada ou atenção social, e não a intenções de magoar o parceiro.

    O ponto mais importante é perceber como isso te faz sentir — desconforto, ciúmes ou insegurança. Em vez de tentar diagnosticar o outro, o foco deve ser o diálogo e o cuidado com o teu bem-estar emocional.

    - A terapia individual ajuda a compreender as tuas emoções e a lidar com situações que te incomodam.
    - A terapia de casal ajuda a abrir diálogo, alinhar expectativas e fortalecer a intimidade.

    Se ficas-te com vontade de saber mais, segue @minhalmaoficial e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”.


  • Quem tem o transtorno afetivo bipolar pode ter demência?

    Quem tem o transtorno afetivo bipolar pode ter demência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O TAB não causa demência diretamente, mas estudos mostram que pessoas com TAB podem ter maior risco de declínio cognitivo ao longo da vida, principalmente se houver episódios repetidos de mania ou depressão não tratados.

    - Para aprender mais sobre TAB e outros transtornos emocionais, segue a minha página @minhalmaoficial.

    Na rubrica “Pergunta que eu respondo”, partilho respostas a dúvidas reais de seguidores e dicas práticas de psicologia.


  • É possível identificar sinais precoces do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) em crianças e adolescente

    É possível identificar sinais precoces do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) em crianças e adolescentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Sim, é possível perceber sinais precoces — embora o diagnóstico em idade jovem seja sempre complexo e só deva ser feito por profissionais.

    IMPORTANTE: sinais isolados não significam necessariamente bipolaridade. Muitas vezes podem estar ligados a fases do desenvolvimento ou a outras condições emocionais. Por isso, a avaliação profissional é sempre fundamental.

    Se este tema te interessa, segue a minha página @minhalmaoficial.
    Na rubrica “Pergunta que eu respondo” partilho reflexões e respostas a dúvidas reais sobre saúde emocional.


  • Como é feito o diagnóstico do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    Como é feito o diagnóstico do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Através de um avaliação clínica detalhada de um profissional de saúde mental (psiquiatra, psicólogo ou psicanalista) e da aplicação provas ou instrumentos psicológicos devidamente validados.

    - Se este tema te interessa, segue a minha página @minhalmaoficial
    Na rubrica “Pergunta que eu respondo”, partilho conteúdos acessíveis sobre saúde emocional e transtornos como o TAB.


  • Como a psicanálise lida com o transtorno bipolar? Somente a análise seria necessária ou necessitaria

    Como a psicanálise lida com o transtorno bipolar? Somente a análise seria necessária ou necessitaria também do tratamento com medicamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    No transtorno bipolar, a psicanálise pode ajudar muito na compreensão das emoções, mas na maioria dos casos é importante também acompanhamento médico e, se necessário, medicação. O tratamento é mais eficaz quando feito em conjunto.

    - Queres saber mais sobre saúde emocional e terapia? Segue a minha página no Instagram @minhalmaoficial
    e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”, onde partilho respostas reais, como esta e dicas práticas.


  • Pessoas com depressão profunda podem vir a desenvolver um transtorno de bipolar e curar totalmente?

    Pessoas com depressão profunda podem vir a desenvolver um transtorno de bipolar e curar totalmente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O que acontece, muitas vezes, é que o transtorno bipolar pode começar com episódios de depressão profunda, e só mais tarde surgem os episódios de euforia/mania. Por isso, nem sempre é fácil identificar logo no início.
    Quanto à “cura”: o transtorno bipolar não tem cura definitiva, mas tem tratamento eficaz. Com acompanhamento adequado — normalmente psiquiatria (medicação) + psicoterapia — é possível conquistar estabilidade e qualidade de vida.

    Se este tema te interessa, convido-te a seguir a minha página @minhalmaoficial
    Na rubrica “Pergunta que eu respondo”, partilho respostas e reflexões que podem ajudar-te a compreender melhor estes processos.


  • Minha mulher, com quem sou casado há 25 anos e não temos filho, nunca demonstrou sentir amor por mim

    Minha mulher, com quem sou casado há 25 anos e não temos filho, nunca demonstrou sentir amor por mim e tem aversão pelos meus filhos, do meu casamento anterior, e demais parentes meus. Por outro lado, demonstra um carinho e preocupação excessivos pelos parentes dela. Ocorre que sempre que tentei me divorciar, ela se faz de vítima, me ameaça, coloca todos contra mim, inclusive meus próprios filhos, e eu acabo desistindo da ideia. Tem saída para este caso? O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    O que você descreve não é amor — é manipulação emocional disfarçada de cuidado.
    E sim, há saída. Ela começa dentro, com clareza e força emocional.



    Respondi essa pergunta com mais profundidade no meu Instagram, na rubrica “Pergunta que eu respondo” — veja o vídeo completo e entenda por que tantas pessoas vivem esse ciclo e como é possível quebrá-lo.


    Assista agora em @minhalmaoficial
    Pode ser o primeiro passo para a sua libertação emocional.


  • Ritminorm pode causar perda de sentimento ?

    Ritminorm pode causar perda de sentimento ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Rui Gabriel Baptista

    Nenhum medicamento te vai fazer perder sentimentos. O que pode acontecer é um certo “bloqueio” ou atenuação de emoções — como, por exemplo, a ansiedade ou a euforia — porque estas são respostas automáticas do corpo que podem ser influenciadas pelos químicos no cérebro.

    Mas o sentimento (como o amor, o afeto ou a amizade) não desaparece com um comprimido. Ele é construído pela tua mente e pela tua história de vida.

    - Se queres saber mais, segue a minha página @minhalmaoficial onde partilho conteúdos sobre saúde emocional e a rubrica “Pergunta que eu respondo”, com dúvidas reais.


Perguntas frequentes

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