Tenho transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada posso usar o colar de girassol
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Tenho transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada posso usar o colar de girassol (tendo laudo) ?
Sim, você pode usar o colar de girassol se tiver um laudo médico ou psicológico que comprove suas condições, como o transtorno de personalidade borderline e a ansiedade generalizada. O colar de girassol é um símbolo de identificação para pessoas com deficiências ocultas (não visíveis), como transtornos mentais, neurológicos, entre outros.
Ele não é obrigatório nem exige um cadastro oficial, mas é importante que você o utilize de forma responsável, acompanhado do laudo ou relatório quando necessário, para evitar mal-entendidos.
O objetivo do colar é sensibilizar as pessoas ao seu redor, especialmente em ambientes públicos e de atendimento, como aeroportos, hospitais, escolas e órgãos públicos, para que ofereçam mais paciência, compreensão e, se preciso, algum tipo de assistência especial.
Espero ter ajudado.
Ele não é obrigatório nem exige um cadastro oficial, mas é importante que você o utilize de forma responsável, acompanhado do laudo ou relatório quando necessário, para evitar mal-entendidos.
O objetivo do colar é sensibilizar as pessoas ao seu redor, especialmente em ambientes públicos e de atendimento, como aeroportos, hospitais, escolas e órgãos públicos, para que ofereçam mais paciência, compreensão e, se preciso, algum tipo de assistência especial.
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Sim, você pode usar o colar de girassol, desde que tenha um laudo médico ou psicológico. Ele é usado para indicar deficiências invisíveis, como transtornos mentais, e ajuda a sinalizar que você pode precisar de compreensão e apoio em ambientes públicos.
Fabíola da Rocha Marques
Fabíola da Rocha Marques
Sim já que possui um laudo médico ou psicológico que comprove o diagnóstico. O uso do colar neste caso não é proibido caso você se sinta confortável com ele já que indica também uma forma de expressão e identificação.
Na psicanálise, parte-se do princípio de que o sintoma, o sofrimento psíquico e também os modos como o sujeito se apresenta no mundo são atravessados pela história singular de cada um e pela maneira como se relaciona com o olhar do outro.
O colar de girassol é um símbolo socialmente reconhecido que comunica ao outro que a pessoa tem alguma condição de saúde oculta ou invisível. Nesse sentido, ele funciona como um significante, um objeto que adquire valor e sentido dentro de um discurso coletivo.
No seu caso, com transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, o uso do colar pode ter alguns efeitos psíquicos relevantes:
1. **Função de mediação com o outro**
* O colar atua como um “mediador” entre você e os outros, permitindo que certas reações (por exemplo, crises de ansiedade, momentos de desorganização emocional) sejam compreendidas mais rapidamente, reduzindo julgamentos e críticas precipitados.
* Na lógica psicanalítica, isso pode funcionar como um "anteparo simbólico", que ajuda a reduzir a angústia frente a interações inesperadas ou potencialmente invasivas.
2. **Lugar na sua narrativa pessoal**
* O ato de usar ou não o colar envolve sua própria posição diante do diagnóstico.
* Se ele é assumido como um **instrumento a serviço do seu desejo** (algo que você escolhe para se proteger e cuidar de si), pode fortalecer seu senso de autonomia.
* Mas se for vivido como um **rótulo que aprisiona**, pode ativar sentimentos de estigma e reforçar identificações limitantes.
3. **Reconhecimento social x reconhecimento interno**
* O colar pode garantir reconhecimento social imediato, mas na psicanálise se questiona: o que você busca que seja reconhecido? É o sofrimento, a condição, a vulnerabilidade, ou a sua totalidade como sujeito?
* A forma como isso é sentido depende de como você lida internamente com seu diagnóstico e com a necessidade (ou não) de explicitar isso para o outro.
4. **O laudo**
* Do ponto de vista jurídico e social, o laudo legitima o uso do colar.
* Do ponto de vista psicanalítico, o laudo não define quem você é; ele é apenas um documento que nomeia algo, mas não encerra sua subjetividade.
Portanto, você pode usar o colar de girassol e, se ele for incorporado de forma consciente e escolhida, pode ser uma ferramenta de cuidado e proteção simbólica. O importante, pela ótica psicanalítica, é refletir "como" você se posiciona diante do sentido que esse colar terá na sua história: se ele será um aliado do seu desejo de viver melhor ou se corre o risco de se tornar um emblema que te reduz a um diagnóstico (de vitimização, de baixa autoestima, de pedido de atenção, entre outros.
O colar de girassol é um símbolo socialmente reconhecido que comunica ao outro que a pessoa tem alguma condição de saúde oculta ou invisível. Nesse sentido, ele funciona como um significante, um objeto que adquire valor e sentido dentro de um discurso coletivo.
No seu caso, com transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, o uso do colar pode ter alguns efeitos psíquicos relevantes:
1. **Função de mediação com o outro**
* O colar atua como um “mediador” entre você e os outros, permitindo que certas reações (por exemplo, crises de ansiedade, momentos de desorganização emocional) sejam compreendidas mais rapidamente, reduzindo julgamentos e críticas precipitados.
* Na lógica psicanalítica, isso pode funcionar como um "anteparo simbólico", que ajuda a reduzir a angústia frente a interações inesperadas ou potencialmente invasivas.
2. **Lugar na sua narrativa pessoal**
* O ato de usar ou não o colar envolve sua própria posição diante do diagnóstico.
* Se ele é assumido como um **instrumento a serviço do seu desejo** (algo que você escolhe para se proteger e cuidar de si), pode fortalecer seu senso de autonomia.
* Mas se for vivido como um **rótulo que aprisiona**, pode ativar sentimentos de estigma e reforçar identificações limitantes.
3. **Reconhecimento social x reconhecimento interno**
* O colar pode garantir reconhecimento social imediato, mas na psicanálise se questiona: o que você busca que seja reconhecido? É o sofrimento, a condição, a vulnerabilidade, ou a sua totalidade como sujeito?
* A forma como isso é sentido depende de como você lida internamente com seu diagnóstico e com a necessidade (ou não) de explicitar isso para o outro.
4. **O laudo**
* Do ponto de vista jurídico e social, o laudo legitima o uso do colar.
* Do ponto de vista psicanalítico, o laudo não define quem você é; ele é apenas um documento que nomeia algo, mas não encerra sua subjetividade.
Portanto, você pode usar o colar de girassol e, se ele for incorporado de forma consciente e escolhida, pode ser uma ferramenta de cuidado e proteção simbólica. O importante, pela ótica psicanalítica, é refletir "como" você se posiciona diante do sentido que esse colar terá na sua história: se ele será um aliado do seu desejo de viver melhor ou se corre o risco de se tornar um emblema que te reduz a um diagnóstico (de vitimização, de baixa autoestima, de pedido de atenção, entre outros.
O Colar de Girasol é usado para indicar pessoa com deficiências ocultas ou não aparentes como surdez, autismo e deficiência intelectual. Importante pontuar que um transtorno não é uma deficiência. Então você não deve usar o colar se o seu laudo não apontar deficiência.
Sim — se você tem laudo médico que comprove uma condição que se enquadra nos critérios de deficiência oculta ou necessidade especial não visível, você pode usar o colar de girassol.
O símbolo do girassol é uma forma de comunicação silenciosa criada para indicar que a pessoa pode precisar de mais tempo, compreensão ou apoio em determinadas situações. Ele é amplamente reconhecido em aeroportos, hospitais, repartições públicas, transporte e alguns estabelecimentos.
No Brasil, não há uma lei federal que restrinja o uso a condições específicas, mas as orientações oficiais e internacionais (como no Reino Unido, onde surgiu) indicam que ele pode ser usado por pessoas com:
Transtornos mentais (como o transtorno de personalidade borderline e a ansiedade generalizada, desde que causem impacto significativo no funcionamento).
Condições neurológicas (TEA, TDAH, epilepsia etc.).
Condições físicas ou médicas invisíveis.
Importante:
O colar não é um documento oficial e não substitui direitos garantidos por laudos ou carteirinhas.
É recomendado portar também um documento médico ou laudo, especialmente se você pretende usá-lo para justificar prioridade, evitar filas longas ou receber adaptações.
O uso é voluntário e sem obrigatoriedade de comprovação imediata, mas ter um laudo evita questionamentos.
O símbolo do girassol é uma forma de comunicação silenciosa criada para indicar que a pessoa pode precisar de mais tempo, compreensão ou apoio em determinadas situações. Ele é amplamente reconhecido em aeroportos, hospitais, repartições públicas, transporte e alguns estabelecimentos.
No Brasil, não há uma lei federal que restrinja o uso a condições específicas, mas as orientações oficiais e internacionais (como no Reino Unido, onde surgiu) indicam que ele pode ser usado por pessoas com:
Transtornos mentais (como o transtorno de personalidade borderline e a ansiedade generalizada, desde que causem impacto significativo no funcionamento).
Condições neurológicas (TEA, TDAH, epilepsia etc.).
Condições físicas ou médicas invisíveis.
Importante:
O colar não é um documento oficial e não substitui direitos garantidos por laudos ou carteirinhas.
É recomendado portar também um documento médico ou laudo, especialmente se você pretende usá-lo para justificar prioridade, evitar filas longas ou receber adaptações.
O uso é voluntário e sem obrigatoriedade de comprovação imediata, mas ter um laudo evita questionamentos.
Sim, você pode usar o colar de girassol.
Se tiveres um laudo médico ou psicológico comprovando transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, podes usar o colar de girassol.
Ele é um símbolo de identificação para pessoas com deficiências invisíveis, ajudando a sinalizar a necessidade de compreensão e paciência em ambientes públicos, como aeroportos, hospitais ou órgãos de atendimento.
O uso não é obrigatório, mas deve ser feito de forma responsável, acompanhado do laudo quando necessário.
- Para mais dicas sobre saúde mental e orientações práticas, segue @minhalmaoficial e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”.
Ele é um símbolo de identificação para pessoas com deficiências invisíveis, ajudando a sinalizar a necessidade de compreensão e paciência em ambientes públicos, como aeroportos, hospitais ou órgãos de atendimento.
O uso não é obrigatório, mas deve ser feito de forma responsável, acompanhado do laudo quando necessário.
- Para mais dicas sobre saúde mental e orientações práticas, segue @minhalmaoficial e acompanha a rubrica “Pergunta que eu respondo”.
Oi, primeiro, precisa especificar o que significa colar de girassol.
Se for apenas um adereço não tem problema algum, ter o transtorno borderline não a impede de nada desde que tenha acompanhamento de um Psiquiatra e um terapeuta que a acompanhe. O que não deve é fazer uso de medicamentos ou drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e nada que a tire da realidade.
Se for apenas um adereço não tem problema algum, ter o transtorno borderline não a impede de nada desde que tenha acompanhamento de um Psiquiatra e um terapeuta que a acompanhe. O que não deve é fazer uso de medicamentos ou drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e nada que a tire da realidade.
O colar de girassol é um símbolo de necessidade de atenção especial que surgiu no Reino Unido e já vem sendo adotado no Brasil em alguns locais (aeroportos, shoppings, serviços públicos). Ele indica que a pessoa pode ter uma condição não visível e pode precisar de mais tempo, compreensão ou suporte.
Sim, você pode usá-lo, tendo laudo médico ou psicológico que comprove seu diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Ansiedade Generalizada.
O colar não é restrito a deficiências físicas, mas também a condições invisíveis como transtornos de saúde mental, autismo, epilepsia, entre outros.
Importante: cada lugar ainda pode ter regras próprias de reconhecimento. No Brasil, o uso ainda está em expansão, então pode haver locais onde o colar não seja plenamente compreendido, mas ter o laudo junto ajuda bastante se houver necessidade de explicação.
Sim, você pode usá-lo, tendo laudo médico ou psicológico que comprove seu diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Ansiedade Generalizada.
O colar não é restrito a deficiências físicas, mas também a condições invisíveis como transtornos de saúde mental, autismo, epilepsia, entre outros.
Importante: cada lugar ainda pode ter regras próprias de reconhecimento. No Brasil, o uso ainda está em expansão, então pode haver locais onde o colar não seja plenamente compreendido, mas ter o laudo junto ajuda bastante se houver necessidade de explicação.
Sim. Pessoas com condições invisíveis, como TPB e ansiedade generalizada, podem usar o colar de girassol para sinalizar que necessitam de compreensão e apoio — desde que tenham laudo que comprove o diagnóstico.
sim, você pode usar e ele pode ser um apoio importante para que outras pessoas entendam que você enfrenta desafios mesmo que não sejam visíveis.
O colar de girassol é um símbolo internacionalmente reconhecido que indica que a pessoa pode necessitar de compreensão e apoio em situações do dia a dia. Ele não tem contraindicações médicas ou psicológicas pode ser usado livremente por quem se identifica, inclusive por pessoas com diagnóstico de transtorno de personalidade borderline ou ansiedade generalizada.
No entanto, é importante lembrar que o colar por si só não substitui acompanhamento clínico. Ele funciona como um recurso de comunicação social, ajudando a sinalizar que você pode precisar de mais paciência ou acolhimento em determinados contextos. O cuidado mais profundo vem do processo terapêutico, que oferece espaço para compreender emoções intensas, desenvolver estratégias de regulação e fortalecer vínculos mais seguros.
No entanto, é importante lembrar que o colar por si só não substitui acompanhamento clínico. Ele funciona como um recurso de comunicação social, ajudando a sinalizar que você pode precisar de mais paciência ou acolhimento em determinados contextos. O cuidado mais profundo vem do processo terapêutico, que oferece espaço para compreender emoções intensas, desenvolver estratégias de regulação e fortalecer vínculos mais seguros.
O colar de girassol é um símbolo internacional de acessibilidade invisível, criado para identificar pessoas que convivem com condições não aparentes — como transtornos mentais, autismo, epilepsia, doenças crônicas, entre outros. O objetivo é facilitar empatia, acolhimento e compreensão em espaços públicos, especialmente em situações em que você possa precisar de tempo, paciência ou suporte adicional.
No caso de transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, o uso é legítimo, pois ambos podem gerar sintomas que afetam o comportamento social, o raciocínio sob estresse e a regulação emocional — aspectos que não são visíveis a olho nu, mas impactam o cotidiano.
O laudo ajuda a formalizar o uso, mas o colar não exige autorização médica específica. Ele é uma ferramenta de comunicação e inclusão, não um diagnóstico público. Se para você ele traz conforto, segurança e facilita o entendimento das pessoas ao redor, pode usá-lo com total tranquilidade.
No caso de transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, o uso é legítimo, pois ambos podem gerar sintomas que afetam o comportamento social, o raciocínio sob estresse e a regulação emocional — aspectos que não são visíveis a olho nu, mas impactam o cotidiano.
O laudo ajuda a formalizar o uso, mas o colar não exige autorização médica específica. Ele é uma ferramenta de comunicação e inclusão, não um diagnóstico público. Se para você ele traz conforto, segurança e facilita o entendimento das pessoas ao redor, pode usá-lo com total tranquilidade.
sim
Olá, o colar de girassol é um símbolo de acessibilidade e não existe contraindicação psicológica para usá-lo; se ele ajuda você a sinalizar suas necessidades e traz sensação de segurança, pode ser um recurso válido no seu dia a dia.
Sim, pode. O colar de girassol é destinado a pessoas com deficiências ou condições não visíveis que geram limitações reais no cotidiano, especialmente em contextos de estresse, sobrecarga sensorial, ansiedade intensa ou dificuldade de regulação emocional. Tanto o transtorno de personalidade borderline quanto a ansiedade generalizada podem justificar o uso, desde que exista laudo ou documentação, como você mencionou. O colar não é um privilégio, mas um recurso de acessibilidade e compreensão, que ajuda a sinalizar a necessidade de mais tempo, acolhimento ou apoio em determinados ambientes. O mais importante é que ele faça sentido para você e contribua para reduzir sofrimento, não para rotular ou expor.
Sim — você pode usar o colar de girassol (símbolo de “Hidden Disabilities / deficiências ocultas”) mesmo tendo transtorno de personalidade borderline e ansiedade generalizada, especialmente se tiver um laudo médico ou psicológico que comprove essas condições.
Importante saber:
O colar não substitui direitos legais ou carteirinhas específicas de deficiência, nem garante acesso automático a serviços priorizados — mas ajuda a indicar que você pode precisar de mais tempo ou compreensão em interações com outras pessoas.
Em alguns lugares (especialmente no Brasil), o símbolo ainda não é tão amplamente conhecido quanto em países como o Reino Unido, então pode ser necessário explicar o que ele significa para quem não estiver familiarizado.
O uso é totalmente voluntário — você decide quando ele é útil para você.
Importante saber:
O colar não substitui direitos legais ou carteirinhas específicas de deficiência, nem garante acesso automático a serviços priorizados — mas ajuda a indicar que você pode precisar de mais tempo ou compreensão em interações com outras pessoas.
Em alguns lugares (especialmente no Brasil), o símbolo ainda não é tão amplamente conhecido quanto em países como o Reino Unido, então pode ser necessário explicar o que ele significa para quem não estiver familiarizado.
O uso é totalmente voluntário — você decide quando ele é útil para você.
O colar de girassol é um símbolo utilizado para sinalizar condições invisíveis, como transtornos mentais, neurodivergências ou doenças crônicas, com o objetivo de facilitar compreensão social e acessibilidade. Do ponto de vista legal e prático, o uso costuma depender de regulamentações locais e da aceitação da instituição ou espaço em questão, sendo o laudo um elemento que pode auxiliar.
Do ponto de vista psíquico, no entanto, vale uma reflexão importante. Para algumas pessoas, o uso do colar pode trazer alívio, sensação de reconhecimento e redução da culpa ou da exigência de desempenho. Para outras, pode reforçar identificações rígidas com o diagnóstico, o que nem sempre ajuda no processo terapêutico.
Na clínica, é fundamental avaliar caso a caso o significado que esse uso assume para o sujeito. Mais do que a autorização formal, importa compreender se o símbolo funciona como apoio momentâneo ou como fixação identitária. Essa leitura só pode ser feita a partir de uma escuta individualizada.
Do ponto de vista psíquico, no entanto, vale uma reflexão importante. Para algumas pessoas, o uso do colar pode trazer alívio, sensação de reconhecimento e redução da culpa ou da exigência de desempenho. Para outras, pode reforçar identificações rígidas com o diagnóstico, o que nem sempre ajuda no processo terapêutico.
Na clínica, é fundamental avaliar caso a caso o significado que esse uso assume para o sujeito. Mais do que a autorização formal, importa compreender se o símbolo funciona como apoio momentâneo ou como fixação identitária. Essa leitura só pode ser feita a partir de uma escuta individualizada.
Sim, é possível utilizar o colar de girassol em casos de transtorno de personalidade borderline e transtorno de ansiedade generalizada. O colar é um símbolo internacional destinado a identificar condições invisíveis que podem gerar sofrimento psíquico e necessidade de maior compreensão em determinados contextos sociais. Seu uso não é restrito a uma condição específica e não exige, de forma geral, comprovação formal para ser utilizado.
Caso deseje conversar melhor sobre essa possibilidade ou aprofundar o acompanhamento terapêutico para transtorno borderline e ansiedade, coloco-me à disposição como profissional para orientação e acolhimento.
Caso deseje conversar melhor sobre essa possibilidade ou aprofundar o acompanhamento terapêutico para transtorno borderline e ansiedade, coloco-me à disposição como profissional para orientação e acolhimento.
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