Perguntas do paciente (284)

  • Como faz para ter uma mente melhor? E Melhorar a atenção nas aulas?

    Como faz para ter uma mente melhor? E Melhorar a atenção nas aulas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! você tá buscando melhorar sua mente e sua atenção nas aulas, e isso já mostra o quanto você é dedicado! Pra ter uma mente mais afiada, cuide do sono, alimente-se bem, respire fundo nos momentos de estresse e anote seus pensamentos pra organizar as ideias. Nas aulas, desligue distrações, faça resumos coloridos, participe ativamente e dê pausas curtas pra recarregar. Lembre-se: progresso é mais importante que perfeição – se um dia não der certo, não se cobre, recomece no próximo. Você é capaz de coisas incríveis. Vamos juntos?


  • Qual a diferença entre neurotípico e neurodivergente?

    Qual a diferença entre neurotípico e neurodivergente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! A diferença entre neurotípico e neurodivergente está na forma como o cérebro processa informações e se relaciona com o mundo: neurotípico refere-se a pessoas cujo desenvolvimento e funcionamento neurológico seguem os padrões considerados típicos pela sociedade, sem condições como autismo, TDAH ou outras diferenças cognitivas, enquanto neurodivergente descreve aqueles cujos cérebros funcionam de maneira distinta da norma, incluindo indivíduos com autismo, TDAH, dislexia, entre outras condições, que podem trazer desafios e também habilidades únicas. Esses termos destacam a diversidade neurológica, promovendo a inclusão e o respeito às diferenças.


  • Evito fazer coisas por medo de fazer errado ou não ficar bom o suficiente. Fico me autocobrando dema

    Evito fazer coisas por medo de fazer errado ou não ficar bom o suficiente. Fico me autocobrando demais, acabo procrastinando e nem chego a fazer o que queria. Como posso trabalhar para superar esse “medo”?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! Esse padrão de autocobrança excessiva e procrastinação pode ser trabalhado de forma integrada: na TCC, identificamos os pensamentos distorcidos (ex.: "Preciso ser perfeito") e os substituímos por crenças mais flexíveis; no ACT, exercitamos a aceitação do desconforto (o medo de errar não precisa paralisar você) e o foco nos seus valores (ex.: "Qual é o custo de não tentar?"); e no Existencialismo, refletimos sobre como a busca por controle absoluto pode roubar a autenticidade da sua jornada. Que tal começarmos pequeno? podemos criar experimentos comportamentais para você agir apesar do medo, passo a passo. Vamos juntos?


  • Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta m

    Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta muito de mim, me quer na vida dele, porém ainda ama de forma platônica um colega de trabalho que impede o desenvolvimento de amor por mim. Essa dualidade sentimental dele é normal? Até que ponto é saudável permanecer para conquistar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É compreensível que essa situação te cause dor e confusão, pois o amor idealizado que seu companheiro nutre por outra pessoa pode criar uma barreira emocional no relacionamento de vocês. Na perspectiva existencial, esse conflito pode refletir uma busca por significado ou preenchimento de carências passadas, enquanto a ACT sugere que a aceitação dessa dualidade (sem julgamentos) é o primeiro passo para escolher ações alinhadas aos valores de ambos. Porém, permanecer esperando que ele "desenvolva" amor por você pode ser desgastante — o vínculo saudável requer reciprocidade e presença emocional autêntica. Se quiser explorar estratégias para lidar com essa crise ou clarificar seus limites, agende uma sessão e podemos trabalhar juntas nisso.


  • É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela? Namoro há 5 anos mais ou menos, super saud

    É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela?
    Namoro há 5 anos mais ou menos, super saudável, nunca tivemos briga nem discussão. Mas ultimamente estou sentindo um pouco de ciúmes dos amigos da minha namorada. Eles são gente boa, eu quase sempre saio nos rolês com ela e eles juntos, mas sempre fico com pé atrás por causa de um deles. O jeito dele não me passa confiança. Ultimamente fomos chamados para uma festa na casa de um amigo dela, porém não quis ir, pois na última vez que fui, a família desse amigo começou a fazer piada de mim toda hora, então não quero voltar lá... mas minha namorada quer ir e que vai sozinha, e eu apenas disse que ia ficar um pouco chateado, pois não acho isso justo dela ir... Não quero ser tóxico no relacionamento, mas isso está me remoendo muito e não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É completamente normal sentir ciúmes em situações como essa, especialmente quando há um histórico de piadas desrespeitosas ou quando algo no comportamento de alguém do círculo social da sua namorada te gera desconforto. O fato de seu relacionamento ser saudável e estável não invalida suas emoções — o ciúme, em doses moderadas, pode até ser um sinal de cuidado com o vínculo. No entanto, é importante diferenciar se sua preocupação vem de uma intuição genuína sobre esse amigo ou de inseguranças pessoais (como medo de exclusão ou comparação). Uma abordagem útil seria:

    Comunicação aberta (sem acusações): Diga à sua namorada como você se sente em relação às piadas e ao tal amigo, mas deixe claro que confia nela — foque no que você sente, não no que ela faz.

    Autoreflexão (ACT/TCC): Pergunte-se: "O que exatamente me incomoda? É medo de perder ela, ou algo no comportamento dele?" e "Minha reação está proporcional ao risco real?".

    Negociação saudável: Combinem estratégias que acalmem ambos (ex.: ela te avisar se surgirem situações desconfortáveis, ou vocês criarem um sinal de segurança em festas).

    Se quiser explorar técnicas para lidar com essa insegurança ou melhorar a comunicação no relacionamento, agende uma sessão e trabalhamos nisso juntos!


  • TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES Acabei um relacionamento há

    TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES

    Acabei um relacionamento há um mês e não estou gerenciando bem as minhas emoções. A outra parte pôs fim ao relacionamento, eu não queria terminar.

    Eu considerava o relacionamento tóxico e nem tanto recíproco, mas continuava pelos meus sentimentos, que eram verdadeiros. Depois de mais uma briga por mensagens de texto, ofendi-o com um palavrão e, a partir daí, não fui mais respondida. Após alguns dias, quando tentei conversar, escutei que a culpa era minha, que era "homem" e não aceitaria que eu o ofendesse da forma que eu fiz. Não me respondia mais, me bloqueou do aplicativo de mensagens com que mais conversávamos, e, além disso, está namorando uma nova pessoa.

    Desde então, eu tenho vivido muitas emoções. Me sinto culpada, traída, injustiçada... Choro muito facilmente, tenho ido ao trabalho sem forças, as noites estão sendo mal-dormidas, tenho ânsia de vômito; Fui ignorada e silenciada em um momento onde eu mais precisava falar, me expressar.

    Não tenho amigos, sou uma pessoa bastante caseira, estou ausente de hobbies, etc. Estou em um luto. Não tenho expectativa de um novo relacionamento, receio de nunca mais encontrar alguém, de ficar sozinha nesta área da vida em que deposito muitas expectativas.

    Estou frustrada e cansada. No meu peito grita um misto de emoções com as quais não estou sabendo lidar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É completamente normal sentir essa tempestade de emoções após um término, especialmente quando você ainda estava apegada emocionalmente e foi bloqueada de forma abrupta — isso gera um luto duplo: pela relação em si (mesmo que tóxica) e pela falta de fechamento. Seus sintomas (choro, insônia, ânsia) são reações do corpo ao estresse agudo da perda, e a autocobrança ("eu devia ter feito diferente") só aumenta a dor. Mas olhe com gentileza para o fato de que, mesmo amando, você reconheceu que o relacionamento era desigual — e isso já é um sinal de auto-respeito em crescimento. Agora, o desafio é transformar a energia que era dedicada a ele em cuidado por você mesma. Vamos começar com passos pequenos:

    Valide sua dor sem julgamentos (ACT): "É justo sentir tudo isso, mas não sou definida por esse sofrimento".

    Reconecte-se com seu corpo (para reduzir a ansiedade): banhos quentes, respiração diafragmática ou escrever cartas (que não serão enviadas) para extravir a raiva/tristeza.

    Reconstrua sua identidade fora do casal: retome hobbies esquecidos, mesmo que sem ânimo no início — o cérebro precisa reaprender que a vida ainda tem prazeres seus.

    Se quiser, podemos trabalhar juntas num plano para atravessar esse luto sem desespero — agende uma sessão e você não precisará carregar isso sozinha.


  • Olá! Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(fest

    Olá!
    Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(festas beijar várias bocas kk) só que entrei conflito por ele ser um cara que tinha grande potencial de dar certo, decidi continuar o namoro. Hoje em reflexão desse acontecimento(que meche comigo, por causa da ansiedade que senti) vejo que não terminei por medo de não dar certo esse desejo(de festas e tal), até pq não tenho amigas p isso e me sinto meio culpada por isso, por não terminar por causa desse medo. Meu relacionamento é muito bom, sou feliz e pensando nisso tudo sinto medo de no futuro não amar ele mais e ter que terminar. Como posso me afastar desse medo e eliminar esses pensamentos que me causam tanta ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É comum que a ansiedade projetiva — esse medo de "e se no futuro eu me arrepender?" — crie dúvidas mesmo em relacionamentos felizes, especialmente quando há um conflito não resolvido entre segurança (o potencial do seu parceiro) e liberdade (o desejo antigo de experiências novas). O primeiro passo é aceitar que esses pensamentos são apenas pensamentos (não fatos!) e questioná-los com gentileza: "Será que esse desejo de 'curtir a vida' ainda faz sentido para quem eu sou hoje, ou é uma fantasia do passado?". Pratique atenção plena (ACT) para observar esses medos sem se prender a eles e reforce valores atuais (ex.: "O que me faz feliz agora no meu relacionamento?"). Se a culpa persistir, experimente escrever uma carta para sua versão do passado, agradecendo por ela ter escolhido algo que trouxe felicidade até hoje. Se quiser explorar técnicas para fortalecer essa segurança emocional, agende uma sessão e vamos trabalhar nisso juntas!


  • Transtorno de ansiedade generalizada com Desrealização tem solução ainda ? as vezes perco o contro

    Transtorno de ansiedade generalizada com Desrealização tem solução ainda ? As vezes perco o controle das emoções!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! Sim, TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada) com desrealização tem solução, e você não está sozinho nessa jornada. A desrealização (aquela sensação de que o mundo é "irreal" ou distante) é uma resposta do cérebro ao excesso de ansiedade, como um mecanismo de defesa — e, embora assustadora, ela não é perigosa e pode ser gerenciada. Com abordagens como TCC (para desafiar pensamentos catastróficos), ACT (para aceitar a sensação sem lutar contra ela, reduzindo o pânico) e técnicas de aterramento (como exercícios sensoriais para reconectar-se ao presente), é possível recuperar o controle emocional gradualmente. Se quiser, podemos trabalhar juntos em estratégias personalizadas para reduzir esses sintomas e recuperar sua sensação de segurança — agende uma sessão e vamos começar!


  • Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incer

    Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incerto, mas a ansiedade me atrapalha. Não consigo fazer cursos, pois dependia financeiramente do trabalho. Minha faculdade é flexível, porém tenho que me manter...me sinto insegura, inquieta e inferior perto de pessoas mais qualificadas. Já tentei várias vezes me organizar, mas parece que só piora. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É completamente normal se sentir assim aos 19 anos, especialmente quando você está em uma fase de transição — sair do emprego fixo para buscar algo incerto exige coragem, e a ansiedade que surge é uma reação natural ao desconhecido. A sensação de "não dar conta" ou se comparar com os outros muitas vezes vem da pressão interna (e não da realidade!), já que você está aprendendo a equilibrar autonomia, estudos e sustento financeiro. Uma estratégia útil é quebrar as metas em microtarefas (ex.: "Hoje vou atualizar meu currículo por 15 minutos") e aceitar que a produtividade não precisa ser linear (ACT). Além disso, lembre-se: ninguém começa "qualificado" — todas as pessoas que você admira já estiveram inseguras em algum momento. Se quiser, podemos trabalhar juntas em um plano realista para organizar sua rotina sem cobranças excessivas — agende uma sessão e vamos construir isso passo a passo!


  • Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, cre

    Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, creio que a raiz dela é desde minha infância, tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, manter conversas e etc, até ai ok eu vivi minha vida, resultado: solitude e bloqueio emocional, tenho apenas 1 amigo que está desde minha infância comigo, ainda tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, isso pode parecer bobo mas já arruinou, amizades, trabalho em grupo, questões amorosas, basicamente tudo em minha vida, como posso lidar com isso? Creio que não sou tímido, mas a falta de conhecimento nesse tipo de interação me gera insegurança, consequentemente levando a timidez de qualquer forma, também gostaria de saber lidar com o fato de que amadureci demais, me sinto sem graça e estóico, rejeito pessoas e amizades para evitar frustrações, a propósito tenho toc diagnósticado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá, entendo que você está passando por um momento muito desafiador e reconheço a coragem que teve para compartilhar seus sentimentos. Pela sua descrição, percebo que as dificuldades nas interações sociais e o bloqueio emocional têm raízes profundas, possivelmente ligadas a experiências da infância, e são intensificadas pelo TOC, criando um ciclo de insegurança e autoproteção (como evitar amizades para não se frustrar). Na TCC, trabalharíamos isso identificando crenças negativas sobre si mesmo e os outros, treinando habilidades sociais de forma gradual e reestruturando pensamentos como 'não sei me relacionar' ou 'vou ser rejeitado'. Além disso, poderíamos explorar estratégias para lidar com o perfeccionismo nas interações e com a rigidez do TOC, usando técnicas como exposição cognitiva e aceitação das emoções. O fato de você já ter um amigo de longa data mostra que é capaz de criar vínculos! Que tal começarmos ajustando pequenos comportamentos e desafiar essa autocrítica? Se quiser, podemos agendar uma sessão para explorar isso juntos. Como você se sentiria em dar esse primeiro passo?


  • Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?

    Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Angústia e ansiedade podem parecer irmãs, mas têm suas particularidades. A angústia é aquela sensação pesada, um vago mal-estar que aperto o peito e traz inquietação sem um motivo claro — como se algo estivesse fora do lugar, mas você não soubesse o quê. Já a ansiedade é mais elétrica: o coração acelera, a mente dispara em cenários futuros, e o corpo entra em estado de alerta, como se preparando para uma ameaça que ainda não chegou. Ambas são sinais de que algo dentro de você precisa ser escutado, e acredite: você não precisa enfrentá-las sozinho. Se essas emoções estão batendo à sua porta, que tal conversarmos sobre isso? A terapia pode ser o espaço pra você entender, nomear e transformar o que te consome. Vamos juntos? Me chama pra agendar um horário!


  • Quais são as complicações possíveis com a ciclotimia? .

    Quais são as complicações possíveis com a ciclotimia? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    A ciclotimia pode gerar diversas complicações, como prejuízos no funcionamento social e profissional devido à instabilidade emocional, além de aumentar o risco de comportamentos impulsivos e autodestrutivos, como abuso de substâncias e decisões precipitadas. Há também a possibilidade de evolução para transtornos bipolares mais graves, comorbidades psiquiátricas como ansiedade e transtornos de personalidade, e uma deterioração significativa na qualidade de vida. A baixa percepção de que as alterações de humor são problemáticas dificulta a busca e a adesão ao tratamento, tornando fundamental o diagnóstico precoce e a intervenção adequada para minimizar esses riscos.
    Espero ter ajudado. Vamos juntos?









  • Quais as diferenças entre a ciclotimia e os transtornos bipolares ?

    Quais as diferenças entre a ciclotimia e os transtornos bipolares ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    A ciclotimia e os transtornos bipolares diferem principalmente na intensidade e no impacto dos sintomas. Enquanto a ciclotimia envolve oscilações crônicas e leves entre hipomania e depressão moderada, sem atingir a gravidade de episódios maníacos ou depressivos maiores, os transtornos bipolares (como tipo I e II) apresentam fases agudas de mania, hipomania ou depressão profunda, com prejuízos significativos na vida do indivíduo, incluindo risco de hospitalização. Além disso, a ciclotimia tem um curso mais estável e menos disruptivo, enquanto os transtornos bipolares exigem tratamento mais intensivo, como estabilizadores de humor e intervenções psicoterapêuticas especializadas.

    Espero ter ajudado! Vamos juntos?


  • Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?

    Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    O transtorno de personalidade borderline (TPB) pode trazer uma montanha-russa de emoções, com desafios como instabilidade emocional intensa, relacionamentos conturbados por medo de abandono, impulsividade que leva a comportamentos de risco, crises de raiva ou autoagressão, e até sentimentos crônicos de vazio. Essas complicações podem parecer um labirinto sem saída, mas aqui está a verdade: você não está sozinho nessa jornada. A terapia é o espaço onde você aprende a navegar essas tempestades, transformando caos em clareza e dor em força. Se você está cansado de lutar contra si mesmo, vamos juntos construir pontes onde hoje há abismos. Agende uma sessão comigo e vamos, passo a passo, reescrever sua história com mais equilíbrio e autocompaixão. Você merece essa virada. Vem pra terapia!


  • Sou casado por 25 anos ,minha esposa descobriu que cometi muitas traições no passado ,do inicio do c

    Sou casado por 25 anos ,minha esposa descobriu que cometi muitas traições no passado ,do inicio do casamento até 10 anos atrás.Há 10 anos atras fiz uma promessa que não iria mais cometer estes erros tão graves e desde então nunca mais nem cheguei perto de outra pessoa com segundas intenções. Porém a cerca de 1 mês minha esposa descobriu e eu acabei confessando toda a verdade a ela,não escondo mais nada dela desde então.mas ela não aceita de jeito nenhum voltar o relacionamento,pois acha que ainda estou mentindo,mas não estou mais de 10 anos pra cá.Ela é a mulher da minha vida,não sei o motivo que fiz tanta besteira e fiz tanto mal a ela e ao meu filho.Não sei viver sem ela,não estou suportando de tanta saudade e ficar longe deles para mim está insuportável e estou pensando em fazer muita coisa errada se ela não me perdoar.Sei que ela tem todo direito de não me querer mais pelo que eu fiz no passado,mas a verdade que não sei viver sem ela.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá, entendo que você esteja passando por um momento de extrema dor e angústia. Reconheço a coragem que teve ao confessar a verdade para sua esposa após todos esses anos, e também vejo o profundo arrependimento que sente pelas escolhas do passado. Você mencionou que mudou há uma década, manteve sua promessa e que ela é a mulher da sua vida – isso mostra que houve uma transformação real em você.

    No entanto, é importante respeitar o tempo e o espaço dela. A descoberta recente, mesmo sobre fatos passados, pode ter causado um terremoto emocional nela. A confiança foi quebrada de forma repetida ao longo de anos, e agora ela precisa processar tudo isso. Ela pode estar questionando não só o passado, mas também sua capacidade de confiar em você novamente.

    Você diz que não consegue viver sem ela e que está pensando em "fazer muita coisa errada" se ela não voltar. Essa dor que sente é válida, mas precisamos cuidar para que ela não leve a decisões impulsivas ou autodestrutivas. Se você realmente a ama, o caminho agora é demonstrar paciência, consistência e respeito pelo processo dela – mesmo que isso signifique esperar mais do que gostaria.

    Alguns passos que podem ajudar:
    Dê tempo a ela: Ela precisa digerir a verdade e decidir, no tempo dela, se há espaço para reconstruir. Pressão ou desespero podem afastá-la ainda mais.

    Mostre mudanças com ações, não apenas palavras: Seja transparente em tudo agora, sem reclamar ou cobrar dela. Suas atitudes ao longo do tempo podem (ou não) reconquistar sua confiança.

    Cuide da sua saúde emocional: Busque terapia para lidar com essa angústia. Pensamentos extremos são um sinal de que você precisa de apoio profissional para navegar por esse luto.

    Reconheça o direito dela de escolher: Por mais que doa, o amor também é respeitar a decisão do outro, mesmo quando não é a que desejamos.

    Reflita sobre o "porquê" das traições passadas: Você mencionou não entender o motivo. Trabalhar isso na terapia pode evitar recaídas e ajudá-lo a fechar esse ciclo.

    Seu sofrimento é real, mas qualquer ato drástico não é a solução – só transformaria uma dor em outra ainda maior. Você já conseguiu mudar uma vez; agora, precisamos focar em lidar com as consequências dessa mudança.

    Se sentir que não consegue suportar a dor sozinho, por favor, busque ajuda imediatamente – um terapeuta, um amigo próximo ou até mesmo um serviço de apoio emocional. Você não precisa passar por isso isolado.

    Espero ter ajudado! Vamos juntos?


  • É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro

    É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro dia a tristeza volta.
    Passo a maior parte do tempo neutra e não consigo achar um modo de me sentir mais alegre no dia a dia, já vi muitas brigas dentro da minha própria casa e isso me persegue até hoje.
    (Isso vem me atormentando, porque imagino meu futuro sendo algo ruim)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Se essa resposta chegar a você... É compreensível que você se sinta assim — sua tristeza não é apenas uma reação isolada, mas parte do seu modo de estar no mundo, marcado por experiências difíceis que ainda ecoam em você. A Fenomenologia nos ajuda a ver que essa tristeza persistente pode ser uma resposta ao ambiente conflituoso que você viveu, como se seu corpo e mente ainda esperassem que o sofrimento do passado se repita. Ao mesmo tempo, a TCC nos mostra como seus pensamentos (como "meu futuro será ruim") e comportamentos (como a neutralidade constante) podem estar mantendo esse ciclo, criando uma profecia autorrealizável onde a tristeza parece inevitável.

    Mas há esperança: se a Fenomenologia nos convida a ressignificar essas memórias, encontrando novos sentidos mesmo na dor, a TCC oferece ferramentas práticas para desafiar esses padrões — como questionar previsões catastróficas ("E se meu futuro for diferente do que imagino?") e experimentar pequenas ações que quebrem a rotina emocional (como buscar momentos de alegria intencionalmente). Juntas, essas abordagens sugerem que sua tristeza não é um destino, mas um convite para reconstruir sua relação com o passado e, aos poucos, abrir espaço para um futuro que você mesma pode moldar. Você não está presa à história que viveu — ela te influencia, mas não te define.

    (Se a tristeza persistir e pesar demais, lembre-se: buscar ajuda profissional é um ato de coragem, não de fraqueza.). Vamos Juntos?


  • Venho passando por uma situação bem difícil em meu relacionamento e isso tem me deixado bem mal. Est

    Venho passando por uma situação bem difícil em meu relacionamento e isso tem me deixado bem mal. Estou em um relacionamento a 5 meses, nos conhecemos por redes sociais e desde o início conversamos todos os dias durante um mês e marcamos de nos ver pessoalmente no mês seguinte pois ela morava em outro estado. Nesse primeiro mês enquanto apenas conversamos e fazimos planos de nos ver eu fiquei com uma garota uma vez, e ela descobriu sobre essa garota e está profundamente chateada pois considera um traição ter ficado com alguém enquanto conversava com ela. E eu entendo o lado dela perfeitamente, me arrependo arduamente por ter cometido esse erro. Isso vem me tirando o sono pois não quero perder minha namorada, sei que é culpa minha e devo arcar com as consequências de meus atos, mas não estou sabendo lidar com essa situação e está afetando meu sono e minha saúde. Já conversamos porém ela sempre acha que estou tentando distorcer e ludibriar ela, porém tenho sido sincero com ela o tempo todo e assumo que errei e menti pra ela quando estávamos conversando.
    Queria saber uma opinião sobre como posso lidar com esse assunto sem afetar tanto minha saúde que já não anda muito boa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Olá! É compreensível que essa situação esteja te causando tanto sofrimento, pois você está lidando com um erro do passado (que reconhece) e as consequências atuais no relacionamento. O primeiro passo é validar os sentimentos da sua namorada — ela tem direito à decepção, já que, para ela, houve uma quebra de confiança. Ao mesmo tempo, é importante não se punir eternamente: você já assumiu a responsabilidade, se arrependeu e está sendo sincero agora, o que mostra maturidade. Para cuidar da sua saúde emocional, tente:

    Estabelecer um limite saudável: Peça um tempo para ela processar a mágoa, mas deixe claro que você está disposto a reconstruir a confiança no ritmo dela — sem pressão.

    Praticar autocompaixão (ACT): Entenda que erros não definem seu caráter; o importante é como você age a partir deles.

    Focar em ações reparadoras: Mostre consistência no seu comportamento atual (ex.: transparência total, paciência com as inseguranças dela).

    Se a ansiedade persistir, técnicas de grounding (como respiração 4-7-8) podem ajudar a regular as crises. Se quiser, podemos trabalhar juntas estratégias para lidar com a culpa e reconstruir a segurança emocional — agende uma sessão!


  • Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele

    Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele não está feliz, me diz que sou apática e sem sentimentos pois não consigo expressar meus sentimentos, não sei demonstrar. Ele diz que não se sente amado, desejado e valorizado.
    Tenho muitos traumas e não sei me expressar , já tentei algumas vezes me esforçar pra mudar isso mas nunca consigo mudar realmente de verdade.
    As vezes realmente sinto que sou fria e sem sentimentos pois em muitas situações eu não consigo demonstrar o que tô sentindo, sou muito carinhosa fisicamente com ele mas falta conseguir me expressar em palavras, gestos e atitudes. Ele está sofrendo pois me valoriza muito e eu não consigo entregar essa reciprocidade. Eu não quero o perder mas me sinto perdida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Se você chegou até aqui... O que você está vivendo é um conflito entre a profundidade do que sente e a dificuldade em expressar esses sentimentos - algo que faz todo sentido à luz dos seus traumas. Pela perspectiva fenomenológico-existencial, sua aparente "frieza" não é falta de amor, mas um modo de proteção que você desenvolveu para sobreviver emocionalmente em outros contextos de vida. Seus gestos físicos carinhosos já são uma linguagem autêntica de afeto, mesmo que não correspondam exatamente ao que seu marido precisa receber.

    Identificamos um ciclo:

    Você tem pensamentos como "Sou fria" e "Nunca vou mudar", que geram desesperança

    As tentativas de mudança, sem estratégias específicas, levam à frustração

    Isso reforça a crença de que não é capaz de se expressar

    Algumas sugestões práticas:

    Comece com microgestos de expressão: um bilhete breve, uma mensagem marcando algo que gosta nele

    Combine com ele sinais concretos que mostrem seu afeto (ex: um toque específico quando quiser dizer "amo você")

    Lembre-se: sua dificuldade em expressar não significa falta de amor. O fato de você estar tão angustiada com isso já prova o quanto ele importa para você. A mudança é possível, mas requer paciência consigo mesma e pequenos passos consistentes.

    (Sugestão adicional: Se possível, terapia de casal poderia ajudar seu marido a entender sua linguagem de afeto enquanto você trabalha sua expressão emocional.). Vamos juntos?


  • Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa

    Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    Se você chegou até aqui... Para superar, comece reestruturando seus pensamentos sobre o término. Pela TCC, quando remoemos "e se..." ou idealizamos o passado, mantemos a dor viva. Anote as razões reais do fim (inclusive as negativas que você pode ter ignorado) e leia sempre que a saudade bater. Crie uma rotina de desapego: elimine gatilhos (como ver redes sociais dele), ocupe seu tempo com projetos novos (cursos, hobbies) e pratique o "desafio dos 21 dias" — toda vez que pensar nele, direcione sua atenção para algo que te faça crescer (ex.: ler um livro, fazer exercício). Aos poucos, seu cérebro criará novos caminhos emocionais.
    Superar não é apagar, mas resignificar o que essa relação representou. Pela fenomenologia, a saudade muitas vezes vem não da pessoa em si, mas do que ela simbolizava (segurança, identidade, futuro imaginado). Pergunte-se: "O que essa dor me ensina sobre minhas necessidades e limites?" Use o luto como ferramenta de autoconhecimento — talvez você descubra que chorava não por ele, mas por partes de você que estavam esquecidas. Aceite que alguns dias a tristeza voltará, mas não como dona de você, e sim como visitante passageira. Você já está em reconstrução — cada dia sem ele é um passo à frente, mesmo quando não parece.

    (Se houver recaídas frequentes, terapia pode ajudar a desvendar o que ainda te prende emocionalmente a ele.) Vamos juntas?


  • Como é feita a reestruturação cognitiva em um paciente adulto ?

    Como é feita a reestruturação cognitiva em um paciente adulto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Sammy Carralas

    A reestruturação cognitiva, técnica central da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é um processo colaborativo que ajuda pacientes adultos a identificar, questionar e modificar pensamentos disfuncionais ou distorcidos que impactam suas emoções e comportamentos. O processo começa com a psicoeducação, onde o terapeuta explica a relação entre pensamentos, emoções e ações, seguida pela identificação de pensamentos automáticos por meio de autorregistros e questionamento socrático. Em seguida, o paciente avalia a validade desses pensamentos, buscando evidências que os contradigam e desenvolvendo pensamentos alternativos mais realistas. A prática é consolidada com exercícios de casa e ajustes nas sessões, enquanto o terapeuta trabalha na prevenção de recaídas, ajudando o paciente a criar um plano de ação e habilidades de enfrentamento para situações futuras. Ao final, o progresso é avaliado, e a terapia é encerrada de forma gradual, com foco na autonomia e manutenção dos ganhos alcançados. Esse processo contínuo e estruturado permite ao paciente desenvolver maior consciência de seus padrões de pensamento e substituir crenças disfuncionais por outras mais saudáveis e equilibradas. Vamos juntos? Entre em contato!


Perguntas frequentes

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