A Disforia Sensível à Rejeição (RSD) afeta a autoestima de pessoas com Transtorno do déficit de aten
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A Disforia Sensível à Rejeição (RSD) afeta a autoestima de pessoas com Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ?
Oi, é um prazer te ter por aqui
Questão interessante a sua.
Na verdade é um caminho de mão dupla, ambos os diagnósticos podem estar sobrepondo situações e comportamentos.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
Questão interessante a sua.
Na verdade é um caminho de mão dupla, ambos os diagnósticos podem estar sobrepondo situações e comportamentos.
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Sim. A Disforia Sensível à Rejeição (RSD) é comum em pessoas com TDAH e pode afetar fortemente a autoestima, gerando dor emocional intensa diante de críticas, rejeições ou fracassos percebidos.
Olá, tudo bem? Sim, a Disforia Sensível à Rejeição costuma impactar de forma profunda a autoestima de pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, e isso muitas vezes passa despercebido por trás das dificuldades mais conhecidas do TDAH.
Em pessoas com TDAH, a RSD tende a se conectar a uma história repetida de críticas, correções, frustrações e sensação de “estar sempre falhando”, mesmo quando existe esforço genuíno. O cérebro aprende, ao longo do tempo, a antecipar desaprovação, e qualquer sinal de possível rejeição pode ser vivido como algo muito mais intenso do que a situação realmente pede. A autoestima acaba sendo construída sobre um terreno instável, dependente de aceitação externa e muito sensível a pequenos feedbacks negativos.
Quando a RSD está presente, comentários neutros, ajustes de tom, atrasos em respostas ou até silêncios podem ser interpretados como prova de incompetência, inadequação ou desvalor pessoal. Isso não acontece por fragilidade emocional simples, mas porque o sistema emocional reage de forma rápida e intensa, antes que a parte racional consiga contextualizar a situação. O resultado costuma ser uma autocrítica dura, vergonha, retraimento ou, em alguns casos, reações defensivas.
Com o tempo, essa dinâmica pode levar a uma autoestima oscilante, que melhora momentaneamente com reconhecimento ou sucesso, mas cai abruptamente diante de qualquer sinal de desaprovação percebida. A pessoa passa a medir seu valor pelo olhar do outro, o que gera exaustão emocional e reforça a sensação de nunca ser “bom o suficiente”, apesar de capacidades reais e potenciais muitas vezes elevados.
Ao ler isso, você percebe se sua autoestima muda rapidamente conforme a reação das pessoas ao seu redor? Pequenos comentários ou sinais de desinteresse costumam pesar mais do que reconhecimentos claros? O quanto essa sensibilidade acaba influenciando suas escolhas, relações ou forma de se expor?
Essas relações entre TDAH, sensibilidade à rejeição e autoestima costumam ser melhor compreendidas e trabalhadas quando exploradas com cuidado dentro de um processo terapêutico bem conduzido. Caso precise, estou à disposição.
Em pessoas com TDAH, a RSD tende a se conectar a uma história repetida de críticas, correções, frustrações e sensação de “estar sempre falhando”, mesmo quando existe esforço genuíno. O cérebro aprende, ao longo do tempo, a antecipar desaprovação, e qualquer sinal de possível rejeição pode ser vivido como algo muito mais intenso do que a situação realmente pede. A autoestima acaba sendo construída sobre um terreno instável, dependente de aceitação externa e muito sensível a pequenos feedbacks negativos.
Quando a RSD está presente, comentários neutros, ajustes de tom, atrasos em respostas ou até silêncios podem ser interpretados como prova de incompetência, inadequação ou desvalor pessoal. Isso não acontece por fragilidade emocional simples, mas porque o sistema emocional reage de forma rápida e intensa, antes que a parte racional consiga contextualizar a situação. O resultado costuma ser uma autocrítica dura, vergonha, retraimento ou, em alguns casos, reações defensivas.
Com o tempo, essa dinâmica pode levar a uma autoestima oscilante, que melhora momentaneamente com reconhecimento ou sucesso, mas cai abruptamente diante de qualquer sinal de desaprovação percebida. A pessoa passa a medir seu valor pelo olhar do outro, o que gera exaustão emocional e reforça a sensação de nunca ser “bom o suficiente”, apesar de capacidades reais e potenciais muitas vezes elevados.
Ao ler isso, você percebe se sua autoestima muda rapidamente conforme a reação das pessoas ao seu redor? Pequenos comentários ou sinais de desinteresse costumam pesar mais do que reconhecimentos claros? O quanto essa sensibilidade acaba influenciando suas escolhas, relações ou forma de se expor?
Essas relações entre TDAH, sensibilidade à rejeição e autoestima costumam ser melhor compreendidas e trabalhadas quando exploradas com cuidado dentro de um processo terapêutico bem conduzido. Caso precise, estou à disposição.
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