Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de semp

Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de sempre desabafar; acham que deveria conversar com o meu analista para aumentar a frequência das sessões, por exemplo, mais de uma sessão por semana? E isso seria proveitoso para o meu tratamento?

34 respostas


Olá, sim, fale disso com o seu analista para que possam pensar juntos. Muitas vezes mais de uma sessão por semana pode ser necessário.

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com certeza seria uma ótima ferramenta, pois você teria mais chances de detectar os principais gatilhos que podem estar te estimulando a se sentir mais desconfortável ultimamente

Dra. Dione Mota

Dra. Dione Mota

Psicanalista

Fortaleza

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É absolutamente natural que, em momentos de maior sensibilidade ou mudanças intensas, surja essa necessidade de falar mais e elaborar o que está acontecendo internamente. Sim, conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito proveitoso. Quando as emoções estão mais afloradas, a mente precisa de um espaço seguro e constante para processar o que sente — e o acompanhamento mais próximo pode favorecer uma compreensão mais profunda e um alívio emocional mais rápido. Cada pessoa tem o seu tempo e o seu processo. O importante é que você se permita esse cuidado, sem julgamentos. O autoconhecimento é construído também nesses momentos de maior vulnerabilidade.


O ideal é que converse sobre isso com seu psicanalista, assim saberá da disponibilidade de horários dele, valores e poderá avaliar melhor a necessidade de mais horários.

Christiane  Paes

Christiane Paes

Psicanalista

Rio de Janeiro

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É natural que, em momentos de maior intensidade emocional, surja o desejo de falar mais e elaborar o que está acontecendo. A psicanálise oferece justamente esse espaço de escuta e simbolização do que nos atravessa. Conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito útil, pois o próprio ritmo do processo também faz parte do tratamento. Esse tema pode ser abordado na sessão, para que juntos encontrem a frequência mais adequada ao seu momento atual.

Michelle Novello

Michelle Novello

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá. Responder essa pergunta só é possível conhecendo o trabalho que você está fazendo. Penso que, se você tem confiança e tem abertura para conversar sobre isso com seu analista, é o melhor caminho a seguir. Abraço.


A frequência das sessões pode sim ajudar, manter este estável esse vinculo com seu psicanalista ajuda muito, falar, se ouvir, sentir-se mais seguro(a).


Sim, a análise também se trata de desejo. Se seu desejo aponta para um aumento de sessão e sua situação financeira acompanha essa possibilidade, proponha o aumento. Mas, é importante compreender que, nem sempre o analista corresponderá ao desejo do analisando.


A quantidade de sessões é definida basicamente pela gravidade da queixa e/ou da necessidade do paciente em falar. Se você sente necessidade de falar mais e uma sessão por semana é pouco, não há problema nenhum em buscar uma frequência maior.


Vale a pena você conversar com seu terapeuta sobre essa "urgência" e sobre os acontecimentos que causaram essa intensidade emocional. O analista deve avaliar junto com você essa sua necessidade maior de desabafar, considerar seu momento e avaliar (junto com você sempre) se faz sentido para o tratamento aumentar ou não o número de sessões semanais. Em resumo, converse com ele(a) abertamente sobre o que está de afligindo.

Alexandra Baez

Alexandra Baez

Psicanalista

Campinas

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Quando chega a esse ponto — emotivo, transbordando, sentindo necessidade de falar — isso costuma indicar que algo importante está emergindo. Nessas fases, aumentar a frequência não é excesso; é precisão. Duas sessões por semana podem manter o fio vivo, evitar que o material se perca e permitir que aquilo que hoje oprime encontre forma e palavra, entretanto tudo deve ser bem analisado de acordo com a necessidade. Na psicanálise, quando o inconsciente se abre, é sábio dar espaço para que ele continue falando. É um momento fértil, e intensificar o processo costuma produzir movimentos profundos na estruturação psíquica. Se sente essa necessidade, vale conversar com você. A própria vontade de aumentar a frequência já é, em si, um conteúdo da análise. Fico à disposição


Sim

Dra. Patrícia Cozendei

Dra. Patrícia Cozendei

Psicanalista

Duque de Caxias

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É absolutamente natural que, em momentos mais sensíveis ou cheios de mudanças, você sinta necessidade de falar mais e ter um espaço de acolhimento com maior frequência. A terapia é justamente um lugar seguro para isso. Se você está percebendo mais emoção, vontade de desabafar e necessidade de apoio, conversar sobre aumentar a frequência das sessões faz todo sentido. Isso geralmente torna o processo ainda mais profundo e proveitoso. A frequência não é fixa ela pode ser ampliada em períodos mais desafiadores e reduzida quando você se sentir mais estável. O mais importante é que você se sinta cuidado e acompanhado no ritmo que o momento pede.

Eliana Almeida

Eliana Almeida

Psicanalista

Sorocaba

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Sua pergunta soa como se você nunca tivesse deitado num divã...


Sempre que sentir necessidade, busque ajuda com seu analista. Dependendo da demanda, às vezes é necessário mais de uma sessão semanal. Independente da quantidade de sessões, cada sessão tem sua contribuição para sua evolução e consequentemente, será positivo para seu tratamento.


Olá, quando você percebe que as emoções estão mais intensas e sente necessidade maior de falar, aumentar a frequência pode ajudar sim, mas essa decisão é feita junto com seu analista, considerando seu momento, sua demanda e o que faz sentido no percurso terapêutico.

Andriele Barbosa

Andriele Barbosa

Psicanalista

Florianópolis

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O melhor a fazer é conversar com o seu analista sobre essa possibilidade

Andrea  Nathan

Andrea Nathan

Psicanalista

São Paulo

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Faz todo sentido você estar se sentindo assim — quando várias coisas acontecem ao mesmo tempo, o emocional pede mais espaço de elaboração, não menos. Quando aumentar a frequência costuma ajudar Mais de uma sessão por semana costuma ser indicado quando há: Sobrecarga emocional (muita coisa para processar de uma vez) Necessidade intensa de falar / desabafar Momentos de transição ou crise (mudanças, lutos, conflitos relacionais) Emoções “transbordando” para o dia a dia Sensação de que uma sessão não dá conta de tudo Isso “atrapalha” ou cria dependência? Essa é uma dúvida comum — e importante. Não, quando isso é: conversado, temporário, com objetivo claro. Na clínica, aumentar a frequência não é regredir, é sustentar. É como dizer: “Agora eu preciso de mais chão para pisar enquanto atravesso isso.”


Sim, isso pode ser muito proveitoso. Quando a vida fica mais intensa emocionalmente e surge essa necessidade maior de falar, elaborar e ser escutado, o aumento da frequência das sessões pode ajudar bastante. Na psicanálise, mais sessões não significam fragilidade, mas reconhecimento de que algo está mais vivo e precisa de espaço para ser trabalhado. Esse movimento permite aprofundar a elaboração do que está acontecendo, reduzir a sobrecarga emocional e evitar que tudo fique acumulado entre uma sessão e outra. Vale conversar abertamente com seu analista sobre como você está se sentindo; juntos, vocês podem avaliar se esse ajuste faz sentido neste momento do seu processo.

Caroline Gonçalves

Caroline Gonçalves

Psicanalista

Belo Horizonte

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É natural sentir-se mais emotivo e com vontade de desabafar em momentos desafiadores. A sugestão de conversar com seu analista sobre aumentar a frequência das sessões é válida, pois ele é a pessoa mais indicada para avaliar a sua situação e decidir o que seria mais proveitoso para sua analise e bem estar. Intensificar as sessões vai oferecer um suporte extra e um espaço contínuo para processar esses sentimentos.

Monique Kunz

Monique Kunz

Psicanalista

Joinville

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Na psicanálise, não se trata apenas de “falar mais”, mas de criar condições para que o sujeito possa escutar a si mesmo a partir da relação analítica. Por isso, essa decisão não é protocolar: ela se constrói no diálogo, respeitando o tempo, o desejo e as possibilidades de cada analisando. Se você percebe esse movimento interno, mais emoção, mais urgência de dizer, isso já é, em si, um material clínico valioso. Levar essa questão para a análise pode abrir caminhos importantes para o seu processo. Como profissional, coloco-me à disposição para conversar sobre isso, acolher essa demanda e, se for o caso, pensar conjuntamente a melhor forma de conduzir o tratamento neste momento, sempre respeitando sua singularidade e o sentido que esse pedido tem para você.


Converse com seu analista sobre essa possibilidade. Pode ser que seja algo bom nesse momento em que sua demanda tem aumentado.


Proponho que você pergunte ao seu analista. Lendo a sua pergunta, parece-me que você ganharia se você entendesse melhor como você pode se desenvolver com a ajuda da psicanálise. A idéia de "desabafar" na psicanállise é um tanto minimalista. Os encontros com o psicanalista tem potencial de ser uma relação terapêutica, ou seja, a presênça do psicanalista e a expressão dele são importantes para você trabalhar o seu proprio arcabouço psíquico e aprender ser mais autônomo. Para isto é preciso uma relação de confiança. O fato que você não discute livremente com o seu analista a questão que você levantou aqui parece-me um sinal que a sua relação com o seu analista (ainda?) não é de confiança. Sobre o detalhe da sua pergunta: dentro de certos limites, mais sessões podem ser úteis. Mas uma sessão por semana é normal. Não esqueça que a sua mente trabalha entre as sessões em cima das experiências feitas nas sessões passadas. Não adianta querer abreviar o tempo para este trabalho para avançar mais rapidamente. Mais sessões se recomendam nos casos excepcionais de sofrimento extremo ou de uma necessidade de tomar uma decisão existencial par a qual se precisa mais força, por exemplo. Que as coisas que você viveu recentemente lhe deixam mais emotivo que de costume pode ser um sinal que você está avançando na sua análise o que é normal.


Talvez sim, talvez não. A angústia faz parte do processo de análise, bem como é inerente à existência humana. De fato, você poderia conversar com seu analista sobre esta questão para decidirem juntos.

Débora Fonseca

Débora Fonseca

Psicanalista

Rio de Janeiro

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A decisão sobre a frequência das sessões de análise é algo que deve ser conversado com seu analista, levando em consideração suas necessidades atuais e os objetivos do tratamento. Ele poderá avaliar melhor a situação e orientar da forma mais adequada. Espero ter ajudado!


Claro... se vc tem condições financeiras, de tempo e está sentindo necessidade, aumente a frequência! Quanto mais sessões, mais o trabalho caminha!

Ana Fernandes

Ana Fernandes

Psicanalista

São Paulo

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Sim — faz todo sentido levar isso para o seu analista, e sim, pode ser bastante proveitoso aumentar a frequência das sessões em determinados momentos. Vou te explicar com calma, sem romantizar nem patologizar Quando aumentar a frequência ajuda? Aumentar para mais de uma sessão por semana costuma ser indicado quando: aconteceram eventos recentes que mobilizaram muito afeto você se sente mais emotivo, sensível ou desorganizado há uma urgência psíquica de falar, de simbolizar o que está vivo os conteúdos estão “transbordando” entre uma sessão e outra Nesses momentos, o psiquismo pede mais continência, não necessariamente mais respostas. Isso significa regressão ou dependência? Não. Na psicanálise, o aumento de frequência não é fraqueza — é manejo clínico. Pense assim: quando algo está muito vivo, uma sessão por semana às vezes não dá conta de metabolizar tudo. Duas (ou mais) permitem: aprofundar associações reduzir a sobrecarga emocional entre sessões trabalhar afetos antes que eles virem atuação sustentar o processo em momentos críticos É sempre definitivo? Não. Na maioria das vezes, o aumento é temporário, ajustado ao momento que você está vivendo. Depois, pode-se retornar à frequência anterior. Como levar isso para o analista? Do jeito mais simples possível. Por exemplo: “Tenho sentido uma necessidade maior de falar, parece que uma sessão por semana não está dando conta do que estou vivendo. Queria pensar com você se aumentar a frequência faria sentido agora.” Isso, por si só, já é material clínico valioso. Um ponto importante O desejo de “sempre desabafar” pode ser: necessidade legítima de elaboração sinal de excesso de afeto não simbolizado ou até algo que vale ser pensado na transferência Tudo isso não se resolve fora da análise — se trabalha dentro dela. Em resumo: Sim, vale conversar Pode ajudar muito o tratamento Não é sinal de piora, mas de escuta do próprio processo Você não está “exigindo demais”. Você está percebendo o que precisa agora — e isso já é trabalho analítico

Dra. Ramone Santos

Dra. Ramone Santos

Terapeuta complementar

Americana

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Sim, vale conversar com seu analista sobre isso. Quando algo mexe muito com você e surge essa necessidade constante de desabafar, geralmente a psique está pedindo espaço para elaborar o que foi ativado. Na visão da psicanálise da sombra, esses momentos indicam conteúdos emocionais emergindo e, se não acolhidos, tendem a transbordar no dia a dia. Aumentar a frequência das sessões pode ser muito proveitoso em fases mais intensas. Mais encontros oferecem sustentação emocional, aprofundam o processo e ajudam a transformar esse excesso de emoção em compreensão e integração, em vez de sofrimento repetido. O mais importante é falar abertamente sobre isso na terapia. O setting se ajusta às necessidades do momento.


Temos que entender esse contexto e o que tem ocorrido nesse caso. Cada caso é muito particular, sendo que pode ter um lado positivo, em aumentar a frequência momentaneamente das sessões em um período do tratamento. Converse com o analista sobre esses pensamentos. Um bom profissional poderá te auxiliar nessa tomada de decisão.

Ricardo Tadeu Falcade

Ricardo Tadeu Falcade

Psicanalista

Santa Bárbara D'Oeste

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É compreensível que, diante de acontecimentos recentes que mobilizam muito afeto, surja uma necessidade maior de falar, de elaborar, de não ficar sozinho com o que está sendo sentido. Quando algo nos toca profundamente, o desejo de desabafar pode ser também um pedido de sustentação psíquica. Em alguns momentos da vida, aumentar a frequência das sessões pode, sim, ser proveitoso. A análise não é apenas um espaço de entendimento racional, mas de trabalho contínuo sobre o que emerge — e certas fases exigem mais sustentação, mais tempo de elaboração, mais presença do enquadre. Ao mesmo tempo, a vontade de aumentar a frequência também pode carregar algo a ser investigado: trata-se apenas da intensidade do momento ou há algo na relação analítica que está sendo convocado agora? Talvez valha se perguntar: o que eu espero que mude ao ter mais sessões? É a intensidade da angústia? A sensação de estar só com isso? A necessidade de ser escutado com mais regularidade? Levar essa própria dúvida para o seu analista já é, em si, material de trabalho. A decisão sobre frequência faz parte do processo e pode ser pensada conjuntamente, considerando o que está em jogo nesse momento da sua vida. Se você sente que precisa de mais espaço para elaborar o que está vivendo, conversar abertamente sobre isso em sessão pode ser um passo importante no seu tratamento.


Sim, pode ser muito proveitoso aumentar a frequência das sessões nesse momento mais sensível. Quando algo nos mobiliza mais intensamente, surge um aumento da necessidade de elaboração, como se o psiquismo pedisse mais espaço para dar sentido ao que está sendo vivido. Esse impulso de desabafar indica que há conteúdos emergindo e buscando simbolização, e a análise pode sustentar melhor isso com maior continuidade. Conversar com seu analista sobre essa necessidade é um passo importante para ajustar o cuidado ao que você está vivendo agora. Fique bem.


Talvez fosse proveitoso, mas acreedito que seu analista, claro se voce comentou com falaria dessa necessidade ou nao, a questao nao e a quantidade de sesões mais o quanto vc esta comprometido com o processo,


Seria interessante expor isso ao seu analista, para que cheguem num ponto de convergência em relação a frequência das sessões.


Sim, pode ser interessante conversar com seu analista sobre isso. Quando estamos passando por momentos mais difíceis, às vezes uma frequência maior pode ajudar a dar mais espaço para falar e compreender o que está acontecendo. Mas essa decisão pode ser pensada junto com ele, de acordo com o que você está vivendo e com o seu processo.

Lidiane Peixoto

Lidiane Peixoto

Psicanalista

São Paulo

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.