Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de semp
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Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de sempre desabafar; acham que deveria conversar com o meu analista para aumentar a frequência das sessões, por exemplo, mais de uma sessão por semana? E isso seria proveitoso para o meu tratamento?
Olá, sim, fale disso com o seu analista para que possam pensar juntos. Muitas vezes mais de uma sessão por semana pode ser necessário.
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com certeza seria uma ótima ferramenta, pois você teria mais chances de detectar os principais gatilhos que podem estar te estimulando a se sentir mais desconfortável ultimamente
É absolutamente natural que, em momentos de maior sensibilidade ou mudanças intensas, surja essa necessidade de falar mais e elaborar o que está acontecendo internamente.
Sim, conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito proveitoso. Quando as emoções estão mais afloradas, a mente precisa de um espaço seguro e constante para processar o que sente — e o acompanhamento mais próximo pode favorecer uma compreensão mais profunda e um alívio emocional mais rápido.
Cada pessoa tem o seu tempo e o seu processo. O importante é que você se permita esse cuidado, sem julgamentos. O autoconhecimento é construído também nesses momentos de maior vulnerabilidade.
Sim, conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito proveitoso. Quando as emoções estão mais afloradas, a mente precisa de um espaço seguro e constante para processar o que sente — e o acompanhamento mais próximo pode favorecer uma compreensão mais profunda e um alívio emocional mais rápido.
Cada pessoa tem o seu tempo e o seu processo. O importante é que você se permita esse cuidado, sem julgamentos. O autoconhecimento é construído também nesses momentos de maior vulnerabilidade.
O ideal é que converse sobre isso com seu psicanalista, assim saberá da disponibilidade de horários dele, valores e poderá avaliar melhor a necessidade de mais horários.
É natural que, em momentos de maior intensidade emocional, surja o desejo de falar mais e elaborar o que está acontecendo. A psicanálise oferece justamente esse espaço de escuta e simbolização do que nos atravessa. Conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito útil, pois o próprio ritmo do processo também faz parte do tratamento. Esse tema pode ser abordado na sessão, para que juntos encontrem a frequência mais adequada ao seu momento atual.
Olá. Responder essa pergunta só é possível conhecendo o trabalho que você está fazendo. Penso que, se você tem confiança e tem abertura para conversar sobre isso com seu analista, é o melhor caminho a seguir. Abraço.
A frequência das sessões pode sim ajudar, manter este estável esse vinculo com seu psicanalista ajuda muito, falar, se ouvir, sentir-se mais seguro(a).
Sim, a análise também se trata de desejo. Se seu desejo aponta para um aumento de sessão e sua situação financeira acompanha essa possibilidade, proponha o aumento. Mas, é importante compreender que, nem sempre o analista corresponderá ao desejo do analisando.
A quantidade de sessões é definida basicamente pela gravidade da queixa e/ou da necessidade do paciente em falar. Se você sente necessidade de falar mais e uma sessão por semana é pouco, não há problema nenhum em buscar uma frequência maior.
Vale a pena você conversar com seu terapeuta sobre essa "urgência" e sobre os acontecimentos que causaram essa intensidade emocional. O analista deve avaliar junto com você essa sua necessidade maior de desabafar, considerar seu momento e avaliar (junto com você sempre) se faz sentido para o tratamento aumentar ou não o número de sessões semanais. Em resumo, converse com ele(a) abertamente sobre o que está de afligindo.
Quando chega a esse ponto — emotivo, transbordando, sentindo necessidade de falar — isso costuma indicar que algo importante está emergindo. Nessas fases, aumentar a frequência não é excesso; é precisão. Duas sessões por semana podem manter o fio vivo, evitar que o material se perca e permitir que aquilo que hoje oprime encontre forma e palavra, entretanto tudo deve ser bem analisado de acordo com a necessidade.
Na psicanálise, quando o inconsciente se abre, é sábio dar espaço para que ele continue falando. É um momento fértil, e intensificar o processo costuma produzir movimentos profundos na estruturação psíquica.
Se sente essa necessidade, vale conversar com você. A própria vontade de aumentar a frequência já é, em si, um conteúdo da análise.
Fico à disposição
Na psicanálise, quando o inconsciente se abre, é sábio dar espaço para que ele continue falando. É um momento fértil, e intensificar o processo costuma produzir movimentos profundos na estruturação psíquica.
Se sente essa necessidade, vale conversar com você. A própria vontade de aumentar a frequência já é, em si, um conteúdo da análise.
Fico à disposição
Sim
É absolutamente natural que, em momentos mais sensíveis ou cheios de mudanças, você sinta necessidade de falar mais e ter um espaço de acolhimento com maior frequência. A terapia é justamente um lugar seguro para isso.
Se você está percebendo mais emoção, vontade de desabafar e necessidade de apoio, conversar sobre aumentar a frequência das sessões faz todo sentido. Isso geralmente torna o processo ainda mais profundo e proveitoso.
A frequência não é fixa ela pode ser ampliada em períodos mais desafiadores e reduzida quando você se sentir mais estável. O mais importante é que você se sinta cuidado e acompanhado no ritmo que o momento pede.
Se você está percebendo mais emoção, vontade de desabafar e necessidade de apoio, conversar sobre aumentar a frequência das sessões faz todo sentido. Isso geralmente torna o processo ainda mais profundo e proveitoso.
A frequência não é fixa ela pode ser ampliada em períodos mais desafiadores e reduzida quando você se sentir mais estável. O mais importante é que você se sinta cuidado e acompanhado no ritmo que o momento pede.
Sua pergunta soa como se você nunca tivesse deitado num divã...
Sempre que sentir necessidade, busque ajuda com seu analista. Dependendo da demanda, às vezes é necessário mais de uma sessão semanal. Independente da quantidade de sessões, cada sessão tem sua contribuição para sua evolução e consequentemente, será positivo para seu tratamento.
Olá, quando você percebe que as emoções estão mais intensas e sente necessidade maior de falar, aumentar a frequência pode ajudar sim, mas essa decisão é feita junto com seu analista, considerando seu momento, sua demanda e o que faz sentido no percurso terapêutico.
O melhor a fazer é conversar com o seu analista sobre essa possibilidade
Faz todo sentido você estar se sentindo assim — quando várias coisas acontecem ao mesmo tempo, o emocional pede mais espaço de elaboração, não menos.
Quando aumentar a frequência costuma ajudar
Mais de uma sessão por semana costuma ser indicado quando há:
Sobrecarga emocional (muita coisa para processar de uma vez)
Necessidade intensa de falar / desabafar
Momentos de transição ou crise (mudanças, lutos, conflitos relacionais)
Emoções “transbordando” para o dia a dia
Sensação de que uma sessão não dá conta de tudo
Isso “atrapalha” ou cria dependência?
Essa é uma dúvida comum — e importante.
Não, quando isso é:
conversado,
temporário,
com objetivo claro.
Na clínica, aumentar a frequência não é regredir, é sustentar.
É como dizer: “Agora eu preciso de mais chão para pisar enquanto atravesso isso.”
Quando aumentar a frequência costuma ajudar
Mais de uma sessão por semana costuma ser indicado quando há:
Sobrecarga emocional (muita coisa para processar de uma vez)
Necessidade intensa de falar / desabafar
Momentos de transição ou crise (mudanças, lutos, conflitos relacionais)
Emoções “transbordando” para o dia a dia
Sensação de que uma sessão não dá conta de tudo
Isso “atrapalha” ou cria dependência?
Essa é uma dúvida comum — e importante.
Não, quando isso é:
conversado,
temporário,
com objetivo claro.
Na clínica, aumentar a frequência não é regredir, é sustentar.
É como dizer: “Agora eu preciso de mais chão para pisar enquanto atravesso isso.”
Sim, isso pode ser muito proveitoso. Quando a vida fica mais intensa emocionalmente e surge essa necessidade maior de falar, elaborar e ser escutado, o aumento da frequência das sessões pode ajudar bastante. Na psicanálise, mais sessões não significam fragilidade, mas reconhecimento de que algo está mais vivo e precisa de espaço para ser trabalhado. Esse movimento permite aprofundar a elaboração do que está acontecendo, reduzir a sobrecarga emocional e evitar que tudo fique acumulado entre uma sessão e outra. Vale conversar abertamente com seu analista sobre como você está se sentindo; juntos, vocês podem avaliar se esse ajuste faz sentido neste momento do seu processo.
É natural sentir-se mais emotivo e com vontade de desabafar em momentos desafiadores. A sugestão de conversar com seu analista sobre aumentar a frequência das sessões é válida, pois ele é a pessoa mais indicada para avaliar a sua situação e decidir o que seria mais proveitoso para sua analise e bem estar. Intensificar as sessões vai oferecer um suporte extra e um espaço contínuo para processar esses sentimentos.
Na psicanálise, não se trata apenas de “falar mais”, mas de criar condições para que o sujeito possa escutar a si mesmo a partir da relação analítica. Por isso, essa decisão não é protocolar: ela se constrói no diálogo, respeitando o tempo, o desejo e as possibilidades de cada analisando.
Se você percebe esse movimento interno, mais emoção, mais urgência de dizer, isso já é, em si, um material clínico valioso. Levar essa questão para a análise pode abrir caminhos importantes para o seu processo.
Como profissional, coloco-me à disposição para conversar sobre isso, acolher essa demanda e, se for o caso, pensar conjuntamente a melhor forma de conduzir o tratamento neste momento, sempre respeitando sua singularidade e o sentido que esse pedido tem para você.
Se você percebe esse movimento interno, mais emoção, mais urgência de dizer, isso já é, em si, um material clínico valioso. Levar essa questão para a análise pode abrir caminhos importantes para o seu processo.
Como profissional, coloco-me à disposição para conversar sobre isso, acolher essa demanda e, se for o caso, pensar conjuntamente a melhor forma de conduzir o tratamento neste momento, sempre respeitando sua singularidade e o sentido que esse pedido tem para você.
Converse com seu analista sobre essa possibilidade. Pode ser que seja algo bom nesse momento em que sua demanda tem aumentado.
Proponho que você pergunte ao seu analista. Lendo a sua pergunta, parece-me que você ganharia se você entendesse melhor como você pode se desenvolver com a ajuda da psicanálise. A idéia de "desabafar" na psicanállise é um tanto minimalista. Os encontros com o psicanalista tem potencial de ser uma relação terapêutica, ou seja, a presênça do psicanalista e a expressão dele são importantes para você trabalhar o seu proprio arcabouço psíquico e aprender ser mais autônomo. Para isto é preciso uma relação de confiança. O fato que você não discute livremente com o seu analista a questão que você levantou aqui parece-me um sinal que a sua relação com o seu analista (ainda?) não é de confiança. Sobre o detalhe da sua pergunta: dentro de certos limites, mais sessões podem ser úteis. Mas uma sessão por semana é normal. Não esqueça que a sua mente trabalha entre as sessões em cima das experiências feitas nas sessões passadas. Não adianta querer abreviar o tempo para este trabalho para avançar mais rapidamente. Mais sessões se recomendam nos casos excepcionais de sofrimento extremo ou de uma necessidade de tomar uma decisão existencial par a qual se precisa mais força, por exemplo. Que as coisas que você viveu recentemente lhe deixam mais emotivo que de costume pode ser um sinal que você está avançando na sua análise o que é normal.
Talvez sim, talvez não.
A angústia faz parte do processo de análise, bem como é inerente à existência humana.
De fato, você poderia conversar com seu analista sobre esta questão para decidirem juntos.
A angústia faz parte do processo de análise, bem como é inerente à existência humana.
De fato, você poderia conversar com seu analista sobre esta questão para decidirem juntos.
A decisão sobre a frequência das sessões de análise é algo que deve ser conversado com seu analista, levando em consideração suas necessidades atuais e os objetivos do tratamento. Ele poderá avaliar melhor a situação e orientar da forma mais adequada. Espero ter ajudado!
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