Bom dias,meu esposo gosta de sexo anal e eu não gosto,o que eu faço?

Bom dias,meu esposo gosta de sexo anal e eu não gosto,o que eu faço?

23 respostas


Converse com ele, só é prazeroso algo aprovado pelas duas pessoas.

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Em qualquer relacionamento, o respeito mutuo é muito importante, por outro lado podem ter várias coisas que podem influenciar as preferências sexuais. Se isso estiver atrapalhando o relacionamento, vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, para entender o que está acontecendo e ajudar a elaborar as necessidades.


Obrigada por confiar em trazer essa questão. Quando se trata da vida sexual do casal, o mais importante é que haja diálogo, respeito e consentimento mútuo. Cada pessoa tem suas preferências, limites e desejos, e tudo isso deve ser acolhido com empatia dentro da relação. Se seu esposo expressa esse desejo e você não se sente confortável, o ideal é que conversem de forma aberta e sincera, buscando entender o que esse tipo de prática representa para ele — e, ao mesmo tempo, que ele possa compreender e respeitar seus limites. Ninguém deve se sentir pressionado(a) a fazer algo que vá contra sua vontade ou bem-estar. Caso sintam dificuldade em lidar com isso sozinhos, a terapia de casal ou o acompanhamento individual pode ser um espaço importante para aprofundar esse diálogo e encontrar caminhos saudáveis de convivência com as diferenças. Fico à disposição caso queira conversar mais sobre o assunto! @psi.marinaursini


Olá. É uma situação muito íntima, mas, precisa dialogar com ele, para saber da importância deste desejo/prazer, e, o quanto a não ocorrência na prática do ato anal, pode comprometer a vossa intimidade sexual. E ouvi-lo sobre o grau de importância desta prática, e, se não acontecer, o que ele Escolhe fazer? Aceitar a não prática deste ato em nome da preservação da vossa relação, ou, se é tão importante assim, que o faça procurar com outra pessoa, esta prática sexual. Após este diálogo, veja o que é possível ficar como acordo entre Vocês. Espero ter ajudado. Verificar se efetivamente não gosta, porque já teve experiência nesse sentido ou tem bloqueios ancorados em concepções culturais/familiares/religiosas, que são eventualmente preconceitos.


Em uma relação o diálogo é essencial, ainda mais quando envolve intimidade. É importante que você possa expressar com clareza o que gosta, o que não gosta e quais são os seus limites. Da mesma forma, ouvir o que o outro sente também faz parte de uma relação baseada em respeito e cuidado mútuo. Quando o casal consegue conversar abertamente sobre suas preferências e desconfortos, torna-se mais possível encontrar caminhos que sejam satisfatórios para ambos, sem que ninguém precise ultrapassar seus próprios limites para agradar o outro. A sexualidade deve ser vivida de forma consensual, segura e acolhedora para os dois. Se sentirem dificuldade em conduzir essa conversa sozinhos, a terapia de casal pode ser um espaço de escuta e construção juntos.


Bom dia, espero que esteja bem. Eu atuo com terapia individual e de casal. Percebo na minha prática que muitos conflitos entre os casais acabam surgindo muitas vezes pela falta de diálogo, diante disso, acho que seria importante que vocês conversassem sobre, sobre esse não prazer nessa forma de relação sexual, pois a relação do casal a nível emocional e sexual é importante que seja satisfatório para ambos, onde seja conversado e respeitado o limites de cada um.


A relação sexual é algo pra ser prazeroso para as duas partes , se não está sendo pra você cocê precisa comunicar a ele . As vezes não comunicamos o que gostamos ou não, ai dificulta a troca. O diálogo é sempre um bom caminho para as duas partes buscar caminhos prazerosos para os dois. Lembrando que não é so de uma parte, os dois precisam se dedicar a buscar soluções e tentar novas possibilodades.


Boa Tarde! Essa é uma questão íntima e muito importante — porque fala sobre os limites, os desejos e o diálogo dentro da relação. O primeiro passo é lembrar que nenhuma prática sexual deve acontecer sem o consentimento verdadeiro de ambos. Gosto, desconforto e desejo são subjetivos — e precisam ser respeitados. Conversar abertamente com seu parceiro sobre o que você sente pode ajudar muito. E, se esse tema estiver gerando sofrimento, conflitos ou dúvidas mais profundas, a terapia pode ser um espaço seguro para pensar isso com mais clareza, sem julgamentos. Estou à disposição para te escutar com acolhimento e cuidado.

Renatta Giongo

Renatta Giongo

Psicólogo

São Paulo

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Boa tarde! Sugiro conversar com ele para os dois tentarem uma solução satisfatória para os dois. Caso não consiga, sugiro terapia ajudá-la a resolver esse impasse. Atenciosamente, Psicóloga Izolina Kreutzfeld

Izolina Kreutzfeld

Izolina Kreutzfeld

Psicólogo

Jaraguá Do Sul

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Bom dia! Agradeço muito por sua pergunta — ela é importante, legítima e mostra o quanto você está buscando se ouvir, entender seus próprios limites e também cuidar da relação. Falar sobre sexualidade nunca é apenas falar de um ato físico. Para a psicanálise, o desejo, o prazer e o incômodo que sentimos no campo sexual revelam muito mais do que preferências — eles nos colocam em contato com nossos afetos, medos, limites, memórias e também com aquilo que construímos dentro dos vínculos afetivos. Então, quando você diz: “meu esposo gosta de sexo anal e eu não gosto”, estamos diante de uma diferença de desejo entre duas pessoas que compartilham uma intimidade. E isso, por si só, não é um problema — mas pode se tornar um peso se não for falado com escuta, respeito e afeto. Muitas vezes, a mulher se sente pressionada a aceitar práticas com as quais não se sente confortável por medo de decepcionar o parceiro, de ser julgada ou até mesmo por não se sentir no direito de dizer “não”. E esse é um ponto que precisamos escutar com muito cuidado: em uma relação afetiva e sexual saudável, o desejo de ambos deve ser considerado, e o consentimento precisa ser claro, livre e respeitado. O que você pode fazer? Em primeiro lugar, se escutar. O que exatamente você sente em relação a essa prática? É algo que te causa dor, vergonha, medo, ou simplesmente não te desperta desejo? É importante reconhecer isso sem julgamento, com acolhimento — porque nenhuma pessoa é obrigada a fazer o que não deseja, especialmente quando se trata do próprio corpo. Depois, se sentir que há abertura, conversar com o seu esposo. Uma conversa íntima, onde você possa expressar seus sentimentos com sinceridade, pode fortalecer muito a relação. A sexualidade de um casal não se resume a uma única prática. Ela se constrói no encontro — no toque, na escuta, no cuidado, na fantasia compartilhada e, principalmente, no respeito. A psicanálise pode te ajudar profundamente nesse processo. No espaço analítico, você terá a oportunidade de falar sobre o que sente, entender o que esse incômodo representa para você, perceber de onde vem essa recusa (se é física, emocional, simbólica…) e também se fortalecer para colocar seus limites de forma segura e amorosa. Muitas vezes, o que parece ser uma simples “diferença de gosto” toca em camadas mais profundas da nossa história, da forma como fomos ensinadas a lidar com o desejo, com a culpa e com o prazer. Você não está sozinha. E não existe certo ou errado quando falamos do corpo e do desejo — existe o que faz sentido para você. O caminho do autoconhecimento pode te trazer mais clareza, mais segurança e, sobretudo, mais liberdade para viver suas escolhas com leveza e autenticidade. Se quiser seguir falando sobre isso, estou aqui para te ouvir. Com respeito, empatia e sem julgamentos.


Olá! Nos relacionamentos seja com esposo, familiares, amigos, deve haver sempre o respeito e, principalmente, o respeito por você mesma. Fazer coisas que não gosta ou fazer para agradar alguém é um comportamento desrespeitoso com você, se não quer executar. É nesse momento que aparece o amor-próprio - você se colocando em primeiro lugar. Não é ser egoísta, é ter cuidado com você, para não se machucar... Ter comunicação aberta, sincera é essencial para obter uma relação saudável. É por meio da comunicação que conseguirá dizer o que sente, o que gosta, o que quer e espera no relacionamento. Portanto, converse com seu esposo, dizendo o que gosta e o que não gosta na relação sexual. Seja sincera com ele e com você mesma. Se não conseguir, procure ajuda profissional.


Olá, como vai? Essas situações sempre retornam aos casais, em como compreender o desejo sexual do parceiro. Mas a lógica mais aplicável nessa situação é: se não gosta, não precisa fazer. Mas e o desejo dele, como isso impacta na relação de vocês, será que o sexo anal é mais importante do que o afeto de vocês ou pode ser suprimido. Ou se vocês são um casal que fuja das regras de monogamia, muitas possibilidades se abrem, e além disso há os brinquedos sexuais que representam a área das nádegas em silicone ou outros objetos. Vocês dois escolherem juntos a melhor alternativa, pode representar a união da relação de vocês, embasada em aceitar a estranheza do outro e ajudá-lo a concretizá-la sem preconceitos - e isso serve para você também, explorar a sua própria relação com o sexo e como poder ampliá-la, se quiser.


Não existe certo ou errado sobre o que fazer, mas acho que posso deixar algumas perguntas aqui para que pense no que é melhor para você e no que faz mais sentido: o que te faz pensar sobre isso? Existe alguma insegurança do que pode acontecer no seu relacionamento caso não faça o que seu esposo deseje? Mesmo que decida fazer sexo anal com ele e ele fique satisfeito, valeria a pena o desconforto e incômodo que você sentiria? Se você fizer algo que não gosta para que ele tenha satisfação e prazer, ele estaria disposto a fazer algo que faça você sentir satisfação e prazer, mas que ele não goste? Quais seriam os prós e contras de fazer ou não fazer sexo anal com ele, a curto e a longo prazo? Isso te aproximaria mais dos seus valores, daquilo que você vê como importante para você ou para sua vida, ou te afastaria disso, ou não faria diferença? Talvez essas perguntas te ajudem a expandir seu raciocínio sobre a situação, de forma que consiga tomar uma escolha mais consciente. Porém isso não exclui a ajuda que uma boa terapia poderia oferecer! Espero ter ajudado e fico à disposição.


Bom dia! É muito importante que você respeite o que sente.Se sexo anal não é algo confortável pra você, isso precisa ser dito com clareza e carinho. Seu limite é válido, e ninguém deve se sentir pressionado a fazer algo que não deseja. O prazer só faz sentido quando é bom para os dois. Conversem com respeito e sinceridade. Existem muitas formas de viver a intimidade — e nenhuma delas deve causar sofrimento ou desconforto. Se o diálogo for difícil ou tal questão representar um impasse no relacionamento, procurar um psicoterapeuta pode ajudar muito.


Olá, mesmo voce estando em um relacionamento o sexo precisa ser consentido. Será importante conversar e deixar claro para ele o seu limite


O caminho passa por respeitar o seu corpo. Sexo tem que ser bom e agradável para ambos, se a relação não é agradável para você, seria bom conversar sobre isso com ele, e dizer que não é prazeroso para você.

Saulo  Martins

Saulo Martins

Psicólogo

Belo Horizonte

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Olá. Numa relação afetivo/amorosa, é importante que os envolvidos estejam em comum acordo com os desejos. Se ele gosta e você não, há uma certa incongruência de desejos. O que não significa que você goste menos do seu marido. São pessoas diferentes com escolhas e desejos distintos.


Bom dia! Esse é um tema muito íntimo, e é importante reconhecer a sua coragem em falar sobre isso. Dentro de um relacionamento, os desejos e preferências sexuais podem ser diferentes — e isso é totalmente normal. O mais importante é que tudo o que acontece entre o casal seja baseado em respeito, consentimento e diálogo aberto. Nenhuma prática deve ser forçada ou vivida com sofrimento. O desejo do outro é importante, mas o seu limite também é. A melhor forma de lidar com essa diferença é conversando com sinceridade. Compartilhe com seu esposo como você se sente, quais são seus limites. Se essa conversa for difícil ou se sentirem que estão empacando nesse assunto, a terapia de casal ou até a terapia individual pode ser um espaço seguro para explorar essas questões com apoio profissional. Lembre-se: o bem-estar sexual precisa ser compartilhado, e nunca vivido com culpa ou pressão. Se precisar conversar mais sobre isso, estou aqui.


Olá! É importante vocês conversarem sobre isso e chegarem a um acordo. Você não deve se sentir forçada a fazer algo somente para agradar o outro. Boa sorte! Fico à disposição. Letícia Andrade.


Olá, Se você não gosta, sente dor, desconforto físico ou emocional com sexo anal, isso precisa ser respeitado. Nenhuma prática sexual deve acontecer com sacrifício ou obrigação, o prazer deve ser mútuo, consentido e confortável para os dois.


Bom dia. Em um relacionamento saudável, é fundamental que a intimidade respeite os limites e o consentimento de ambos. Se você não gosta de determinada prática, isso deve ser conversado de forma aberta e respeitosa com seu parceiro, para que ele compreenda seus sentimentos e vocês possam buscar juntos formas de manter a vida sexual prazerosa para os dois. O diálogo sincero sobre desejos e limites ajuda a fortalecer a confiança e encontrar alternativas que atendam às necessidades do casal sem que ninguém se sinta desconfortável ou pressionado. A terapia de casal pode ser um aliado neste momento para intermedir as necessidades de ambos .


Se você não gosta de sexo anal, não é obrigada a praticá-lo. O importante é conversar com seu esposo de forma honesta e respeitosa, explicando seus limites e sentimentos. Juntos, vocês podem buscar outras formas de intimidade e prazer que sejam confortáveis para os dois, sem pressão ou culpa. Fale isso para ele: “Eu entendo que você gosta de sexo anal, mas eu não me sinto à vontade para isso. Podemos conversar sobre nossos limites e explorar outras formas de intimidade que sejam prazerosas e confortáveis para nós dois.”

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.