Ciúmes retroativos por minha esposa. Sou casado a 15 anos, com uma mulher que conheço desde os s
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Ciúmes retroativos por minha esposa.
Sou casado a 15 anos, com uma mulher que conheço desde os seus 17 anos, sendo mais uns 4 ou 5 anos de namoro. Nunca almejei casar com uma virgem, até porque em tempos modernos isso seria quase impossível. O que vou relatar a seguir NÃO É JULGAMENTO, mas um pedido de socorro para não acabar com meu casamento.
Tivemos ao longo dos anos de convivio (namoro+casamento) diversas conversas sobre o passado sexual de ambos, mas infelizmente muitas verdades não foram didas nas primeiras, e recentemente ela me falou que quando havia terminado seu primeiro namoro com 14 anos (idade na qual já fazia sexo), conheceu um homem bem mais velho, cerca de 15 anos mais que ela, e CASADO, com o qual manteve um relacionamento por cerca de 1 ano. O pior é o relato dela do que faziam nos encontros, sendo tudo liberado, sexo desprotegido, sexo anal, oral, enfim, coisas que quando começo a pensar me enojam muito e me dão um embrulho no estômago difícil de suportar.
Eu não casei virgem, mas minhas experiências sexuais até conhece-lá eram bem limitadas, à umas 3 ou 4 transas no máximo, ao contrário dela, em que supera mais de 100 com facilidade, e volto a dizer NÃO ESTOU CONDENANDO NEM JULGANDO ELA, só estou pedindo ajuda para enteder como proceder daqui para frente, uma vez que minhas concepções filosóficas e de vida não me permitem aceitar alguém que participou de traição, no caso dela sendo AMANTE, de um homem casado, e pior, pessoa essa que eu conheço e de vez enquando ainda o encontro por ai, o que torna a situação mais insuportável ainda.
Recentemente na família de minha esposa teve um caso de traição, do esposo de sua irmã, com uma desconhecida, que culminou em separação, e agora minha esposa fala grosseiramente desta pessoa, sobre do mal que ela fez à sua irmã, dai fico pensando na tremenda contradição que ela está fazendo, uma vez que no passado também fez isso, e isso também só faz aumentar ainda mais o nojo de toda situação.
Mas, não quero acabar com meu casamento, apesar de tudo ainda somos felizes juntos e temos duas filhas adolescentes. Por favor me orientem o que fazer? que profissional consultar? Muito obrigado.
Sou casado a 15 anos, com uma mulher que conheço desde os seus 17 anos, sendo mais uns 4 ou 5 anos de namoro. Nunca almejei casar com uma virgem, até porque em tempos modernos isso seria quase impossível. O que vou relatar a seguir NÃO É JULGAMENTO, mas um pedido de socorro para não acabar com meu casamento.
Tivemos ao longo dos anos de convivio (namoro+casamento) diversas conversas sobre o passado sexual de ambos, mas infelizmente muitas verdades não foram didas nas primeiras, e recentemente ela me falou que quando havia terminado seu primeiro namoro com 14 anos (idade na qual já fazia sexo), conheceu um homem bem mais velho, cerca de 15 anos mais que ela, e CASADO, com o qual manteve um relacionamento por cerca de 1 ano. O pior é o relato dela do que faziam nos encontros, sendo tudo liberado, sexo desprotegido, sexo anal, oral, enfim, coisas que quando começo a pensar me enojam muito e me dão um embrulho no estômago difícil de suportar.
Eu não casei virgem, mas minhas experiências sexuais até conhece-lá eram bem limitadas, à umas 3 ou 4 transas no máximo, ao contrário dela, em que supera mais de 100 com facilidade, e volto a dizer NÃO ESTOU CONDENANDO NEM JULGANDO ELA, só estou pedindo ajuda para enteder como proceder daqui para frente, uma vez que minhas concepções filosóficas e de vida não me permitem aceitar alguém que participou de traição, no caso dela sendo AMANTE, de um homem casado, e pior, pessoa essa que eu conheço e de vez enquando ainda o encontro por ai, o que torna a situação mais insuportável ainda.
Recentemente na família de minha esposa teve um caso de traição, do esposo de sua irmã, com uma desconhecida, que culminou em separação, e agora minha esposa fala grosseiramente desta pessoa, sobre do mal que ela fez à sua irmã, dai fico pensando na tremenda contradição que ela está fazendo, uma vez que no passado também fez isso, e isso também só faz aumentar ainda mais o nojo de toda situação.
Mas, não quero acabar com meu casamento, apesar de tudo ainda somos felizes juntos e temos duas filhas adolescentes. Por favor me orientem o que fazer? que profissional consultar? Muito obrigado.
Não posso te falar o que você deve fazer , mas a terapia seria um lugar bastante seguro para trabalhar essas questões. Você trás a história dela com 14 anos anos se envolvendo com um cara bem mais velho. Aos 14 anos ela ainda estava na adolescencia,aprendo sobre a vida,descobrindo sua sexualidade,tentando descobrir seu lugar no mundo,nos grupos e seus sentimentos também.Já um adulto com 29 anos que se envolveu com ela,tinha toda a vida formada,adulto,uma maturidade e pensamento muito diferente do dela. O que na lei pode ser considerado crime se envolve com uma adolescente de 14 anos. Então vários foram os contexto que poderiam levar ela a ser amante de um cara mais velho 15 anos.Mas em todos ela era a que mais precisava de proteção da familia.
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O que você está sentindo é legítimo e mais comum do que parece. Não se trata de julgamento moral, como você mesmo diz, mas da forma como certas partes da história da sua esposa passaram a te afetar no presente. Quando descobrimos aspectos do passado de quem amamos — principalmente quando esses aspectos entram em conflito com nossos valores mais profundos — é natural que surjam emoções difíceis: angústia, raiva, repulsa, confusão. Às vezes, mesmo que o amor permaneça, a imagem que tínhamos da pessoa ou da história construída juntos fica abalada.
Esse tipo de sofrimento é conhecido como ciúmes retroativo. Não é sobre ciúmes do que está acontecendo agora, mas do que aconteceu antes de vocês estarem juntos. E, em muitos casos, isso desperta uma dor mais antiga, uma sensação de inadequação, de comparação, de ter sido de alguma forma enganado, mesmo que racionalmente saibamos que não há culpa envolvida. Pode vir também a frustração de imaginar que a outra pessoa viveu experiências que talvez você nunca tenha vivido — e isso pode mexer com autoestima, com confiança e até com o desejo.
É importante perceber que essa dor não é causada diretamente pelas escolhas do outro, mas pela forma como essas escolhas são elaboradas internamente, pelo que elas representam hoje pra você. E é justamente por isso que esse tipo de conflito precisa ser cuidado com atenção. O risco, se não for acolhido, é que ele vá se transformando em ressentimento silencioso, em cobranças disfarçadas ou em distanciamento emocional.
A saída não está em apagar o passado dela, nem em tentar aceitá-lo à força, mas em abrir espaço para entender o que exatamente te fere nisso, o que está em jogo internamente, o que essa dor toca em você. Um trabalho terapêutico pode ajudar a compreender esse impacto e a encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com essa memória, sem que ela contamine tudo o que vocês viveram e continuam vivendo juntos. Você não está sozinho. Já é um passo importante poder nomear essa angústia e pedir ajuda para não deixá-la crescer em silêncio.
Esse tipo de sofrimento é conhecido como ciúmes retroativo. Não é sobre ciúmes do que está acontecendo agora, mas do que aconteceu antes de vocês estarem juntos. E, em muitos casos, isso desperta uma dor mais antiga, uma sensação de inadequação, de comparação, de ter sido de alguma forma enganado, mesmo que racionalmente saibamos que não há culpa envolvida. Pode vir também a frustração de imaginar que a outra pessoa viveu experiências que talvez você nunca tenha vivido — e isso pode mexer com autoestima, com confiança e até com o desejo.
É importante perceber que essa dor não é causada diretamente pelas escolhas do outro, mas pela forma como essas escolhas são elaboradas internamente, pelo que elas representam hoje pra você. E é justamente por isso que esse tipo de conflito precisa ser cuidado com atenção. O risco, se não for acolhido, é que ele vá se transformando em ressentimento silencioso, em cobranças disfarçadas ou em distanciamento emocional.
A saída não está em apagar o passado dela, nem em tentar aceitá-lo à força, mas em abrir espaço para entender o que exatamente te fere nisso, o que está em jogo internamente, o que essa dor toca em você. Um trabalho terapêutico pode ajudar a compreender esse impacto e a encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com essa memória, sem que ela contamine tudo o que vocês viveram e continuam vivendo juntos. Você não está sozinho. Já é um passo importante poder nomear essa angústia e pedir ajuda para não deixá-la crescer em silêncio.
Olá Bom dia. Todos nós, sem excessão, temos um passado de experiencias e aprendizados e que muitas vezes pode ser algo de que não nos orgulhamos. Mais importante do que aquilo que fizemos no passado, fruto do que pensavamos e acreditavamos naquele momento, é o que fazemos, pensamos e acreditamos nos dias de hoje. Fique com os aprendizados, tenha mais atençao aos sinais que são emitidos hoje e verá que aquela pessoa do passado nao existe mais e sim a que está diante de você, com novas ideias e pensamentos mais amadurecidos, apresentado quando ela julga o comportamento do ex cunhado. Tente focar no que ela é hoje. Se precisar, peça ajuda. Uma terapia pode auxiliar neste movimento. Tente e Seja Feliz.
Muitas de nossas atitudes estão muito relacionadas a nossas emoções, é comum que, pessoas com determinadas condições emocionais se submetam a subjugação, a maus tratos, etc. Nós somos movidos muito mais pelas nossas emoções do que pela razão, por isso, muitas vezes, não entendemos a razão de alguma coisa que parece "tão pequena" (isso não é referência ao seu caso) nos machucar tanto, nos dar tanta raiva, nos causar tanta tristeza, etc. É comum que não entendemos a razão de determinadas atitudes de outras pessoas, pois não sabemos o que se passa com elas e, em tempos diferentes, a mesma situação pode levar a mesma pessoa a ter um comportamento diferente, pois mudou seu estado emocional, a sua percepção do ambiente, seus valores, etc. Essas considerações são apenas para exemplificar o quanto somos complexos, por outro lado, uma dificuldade do nosso cônjuge não significa obrigatoriamente que tenhamos alguma responsabilidade sobre isso, pode ser uma questão apenas do cônjuge.
Sentimentos como ciúmes retroativos e repulsa frente ao passado do(a) parceiro(a) não são incomuns e, quando se tornam tão intensos a ponto de ameaçar a relação, indicam um sofrimento emocional que merece cuidado psicológico. Não se trata de julgamento, mas de sofrimento. A psicoterapia individual pode oferecer um espaço seguro e técnico para explorar esses sentimentos, identificar crenças centrais disfuncionais, trabalhar aspectos como idealizações, autoimagem, comparações, valores morais internalizados e lidar com experiências que geram repulsa ou dissonância. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) têm ferramentas baseadas em evidências para ajudar a ressignificar pensamentos automáticos e promover flexibilidade cognitiva, enquanto abordagens como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) ajudam a focar no que realmente importa para você, como marido, pai e ser humano em busca de coerência e paz. Também pode ser indicado, em alguns casos, o acompanhamento em casal, mas a prioridade neste momento parece ser o cuidado com sua dor e seus pensamentos. Pedir ajuda é um sinal de força, não de fraqueza — e procurar um psicólogo é o primeiro passo para compreender esse sofrimento com profundidade, sem precisar suportá-lo sozinho.
Olá. Você coloca "Ciúmes retroativos por minha esposa." Para você entender melhor o seu relacionamento com sua esposa você precisa antes de qualquer coisa se conhecer. Saber o motivo do "incômodo". A Psicologia com embasamento Psicanalítico pode lhe ajudar nesse processo.
Boa tarde. O relato que fez aqui levanta diversas questões que podem ser muito melhor trabalhadas em uma psicoterapia. Primeiramente, o essencial é compreender exatamente o que nisso te traz esse sentimento que relatou como "nojo". São as experiências sexuais prévias dela? Por que? Empatizo com a angústia que sente, mas durante a sua pergunta você falou muito a respeito dela, do que ela fez e faz que te incomoda/ enoja. E você? Por que se sente dessa maneira? O que pensa a respeito disso tudo?
Olá, sinto muito pelo que está passando. Sei o quanto essa situação é delicada e desafiadora.
Entendo seu lugar – esse é um verdadeiro pedido de socorro dentro do casamento. Quero te dizer que, diante de tanto tempo juntos, de uma história construída e de uma família formada, sempre vale a pena tentar compreender com mais profundidade antes de tomar qualquer decisão.
Claro que foi muito impactante receber essas informações, especialmente da forma como vieram. Mas lembre-se: as pessoas mudam. E é bem possível que você tenha sido peça fundamental para as mudanças que sua esposa viveu. O fato de hoje ela se posicionar contra atitudes que já cometeu pode ser um indicativo de amadurecimento e consciência.
Além disso, uma adolescente de 14 anos envolvida em relações sexuais desprotegidas, com alguém bem mais velho e casado, provavelmente não tinha orientação nem clareza emocional sobre o que estava vivendo. Olhar para esse passado com os olhos de hoje pode gerar distorções e dores que precisam ser compreendidas com cuidado.
Vocês têm uma história bonita, com muitos significados. Mas, agora, é essencial que você cuide do que está sentindo. Se esses sentimentos de rejeição e repulsa continuarem, talvez seja o momento de buscar ajuda mais aprofundada para entender esses afetos e reorganizar sua visão sobre tudo isso.
Recomendo fortemente o acompanhamento com um psicólogo – tanto individual quanto, se possível, em uma terapia de casal. Esse espaço pode te ajudar a ressignificar, fortalecer o vínculo ou, se for o caso, a tomar decisões com mais consciência e serenidade.
Estou por aqui, torcendo por você e à disposição no que precisar.
Com carinho,
Leila
Entendo seu lugar – esse é um verdadeiro pedido de socorro dentro do casamento. Quero te dizer que, diante de tanto tempo juntos, de uma história construída e de uma família formada, sempre vale a pena tentar compreender com mais profundidade antes de tomar qualquer decisão.
Claro que foi muito impactante receber essas informações, especialmente da forma como vieram. Mas lembre-se: as pessoas mudam. E é bem possível que você tenha sido peça fundamental para as mudanças que sua esposa viveu. O fato de hoje ela se posicionar contra atitudes que já cometeu pode ser um indicativo de amadurecimento e consciência.
Além disso, uma adolescente de 14 anos envolvida em relações sexuais desprotegidas, com alguém bem mais velho e casado, provavelmente não tinha orientação nem clareza emocional sobre o que estava vivendo. Olhar para esse passado com os olhos de hoje pode gerar distorções e dores que precisam ser compreendidas com cuidado.
Vocês têm uma história bonita, com muitos significados. Mas, agora, é essencial que você cuide do que está sentindo. Se esses sentimentos de rejeição e repulsa continuarem, talvez seja o momento de buscar ajuda mais aprofundada para entender esses afetos e reorganizar sua visão sobre tudo isso.
Recomendo fortemente o acompanhamento com um psicólogo – tanto individual quanto, se possível, em uma terapia de casal. Esse espaço pode te ajudar a ressignificar, fortalecer o vínculo ou, se for o caso, a tomar decisões com mais consciência e serenidade.
Estou por aqui, torcendo por você e à disposição no que precisar.
Com carinho,
Leila
Olá, como vai?
Vou ser objetivo, pois acho que pode te ajudar:
1º As pessoas são contraditórias, por isso amamos e condenamos a mesma pessoa, vocÊ está fazendo isso pela sua esposa;
2º Aceite o passado dela, ela tinha 14 anos, era uma adolescente, a qual não tinha o juízio crítico formado, é muito cruel julgar uma pessoa nessa época, na qual tudo está mais difícil, ela fez o que consegiu fazer para sobreviver emocionalmente;
Sugiro procurar por um psicólogo.
Fico à disposição.
Vou ser objetivo, pois acho que pode te ajudar:
1º As pessoas são contraditórias, por isso amamos e condenamos a mesma pessoa, vocÊ está fazendo isso pela sua esposa;
2º Aceite o passado dela, ela tinha 14 anos, era uma adolescente, a qual não tinha o juízio crítico formado, é muito cruel julgar uma pessoa nessa época, na qual tudo está mais difícil, ela fez o que consegiu fazer para sobreviver emocionalmente;
Sugiro procurar por um psicólogo.
Fico à disposição.
O que você está vivendo é intenso e muito real. O ciúme retroativo muitas vezes é um reflexo de inseguranças internas e da dificuldade em lidar com a imagem que construímos da pessoa amada versus a realidade da história dela. Isso não é frescura nem exagero, mas sim um conflito psíquico que merece ser tratado com seriedade e escuta.
Seu sofrimento não está só na história da sua esposa, mas na forma como você internalizou isso, como isso fere suas referências de valor, respeito e identidade masculina. O fato de você não querer acabar com o casamento já mostra que há amor, vínculo e disposição para enfrentar o que está doendo. E isso é um ponto de partida muito importante.
Um processo de psicoterapia pode ajudar a compreender por que essa dor se reativa com tanta força agora, o que essa ferida toca dentro da sua história e como elaborar isso sem destruir sua relação nem sua própria saúde emocional.
Estou disponível para te acompanhar nesse caminho com escuta, cuidado e ética. Se quiser iniciar um processo terapêutico, é só me chamar!
Seu sofrimento não está só na história da sua esposa, mas na forma como você internalizou isso, como isso fere suas referências de valor, respeito e identidade masculina. O fato de você não querer acabar com o casamento já mostra que há amor, vínculo e disposição para enfrentar o que está doendo. E isso é um ponto de partida muito importante.
Um processo de psicoterapia pode ajudar a compreender por que essa dor se reativa com tanta força agora, o que essa ferida toca dentro da sua história e como elaborar isso sem destruir sua relação nem sua própria saúde emocional.
Estou disponível para te acompanhar nesse caminho com escuta, cuidado e ética. Se quiser iniciar um processo terapêutico, é só me chamar!
É uma situação do passado, de quando vocês não estavam juntos, mas se isso está lhe incomodando hoje, tem que ser olhada. Entendo que você não queira abrir mão do relacionamento, mas então é importante buscar um psicólogo para você entender se consegue superar isso ou não, pois como a situação faz você ver ela é preocupante, pensando a longo prazo isso pode prejudicar muito o relacionamento, se não for trabalhado.
Olá. Obrigado por compartilhar algo tão íntimo e profundo. O que você relata revela uma dor real, que não deve ser diminuída ou ignorada. Mesmo deixando claro que não deseja julgar, é possível perceber o quanto essa revelação recente tocou em lugares delicados: na sua história, nos seus valores, no que você imaginava da mulher com quem escolheu compartilhar a vida.
A psicanálise nos ensina que nem sempre o que dói está no fato em si, mas nas fantasias que ele desperta: sobre você, sobre sua esposa, sobre o amor, a sexualidade, e até sobre o que é aceitável ou não dentro de um laço amoroso. Por isso, não se trata apenas de "esquecer" ou "superar", mas de escutar o que essa dor está dizendo.
Você menciona que não deseja acabar com o casamento, e isso é importante. Existe ainda vínculo, desejo de permanecer, de entender. O que está em jogo aqui é um conflito interno profundo entre os sentimentos que ainda o ligam à sua esposa e os ideais e valores que, agora, parecem ameaçados.
Buscar um profissional pode ser um passo fundamental. Na terapia, você encontrará um espaço seguro para falar sem censura, se escutar com mais profundidade e elaborar esse sofrimento que, neste momento, parece insuportável. A transformação começa quando a dor encontra um lugar de escuta.
A psicanálise nos ensina que nem sempre o que dói está no fato em si, mas nas fantasias que ele desperta: sobre você, sobre sua esposa, sobre o amor, a sexualidade, e até sobre o que é aceitável ou não dentro de um laço amoroso. Por isso, não se trata apenas de "esquecer" ou "superar", mas de escutar o que essa dor está dizendo.
Você menciona que não deseja acabar com o casamento, e isso é importante. Existe ainda vínculo, desejo de permanecer, de entender. O que está em jogo aqui é um conflito interno profundo entre os sentimentos que ainda o ligam à sua esposa e os ideais e valores que, agora, parecem ameaçados.
Buscar um profissional pode ser um passo fundamental. Na terapia, você encontrará um espaço seguro para falar sem censura, se escutar com mais profundidade e elaborar esse sofrimento que, neste momento, parece insuportável. A transformação começa quando a dor encontra um lugar de escuta.
Olá! Sua narrativa é de que não quer se separar, então, terá que assimilar e aceitar toda essa história. Entenda que, isso aconteceu no passado, com certeza ela era imatura e não raciocinou sobre seu comportamento na ocasião. Por isso hoje, avalia de outra forma o que ocorreu com sua irmã. Se para você está muito difícil lidar com tudo isso, procure um psicólogo para ajudar a superar esse momento.
Você pode buscar o acompanhamento de um psicólogo para elaborar como tem se sentido em relação ao seu casamento, ao passado da sua esposa e aos sentimentos que essa história tem despertado em você. Ainda que a razão diga que não há julgamento, as emoções, como o nojo, a raiva e a angústia, merecem ser acolhidas e compreendidas. Falar sobre isso em um espaço terapêutico pode te ajudar a entender melhor o impacto dessas revelações e o lugar que essa história ocupa hoje na sua vida e na sua relação. Mesmo que vocês tenham construído uma família sólida, é legítimo reconhecer que algo do passado está te afetando agora e que isso merece cuidado.
O psicólogo pode te auxiliar a lidar com suas emoções e sentimentos advindos desta descoberta. Como disse que tem medo em que esta descoberta possa refletir negativamente em seu casamento, sugiro que busque ajuda profissional para você. Talvez um segundo momento possa ser interessante realizar a terapia de casal. Estou à disposição.
Você está vivenciando um conflito interno profundo entre os valores que construiu ao longo da vida e as revelações sobre o passado da sua esposa. Pela ótica da terapia sistêmica, é possível compreender esse sofrimento como parte de uma dinâmica relacional complexa, onde os significados atribuídos ao passado estão afetando o presente conjugal. O ciúme retroativo e a sensação de repulsa podem estar relacionados não apenas aos fatos em si, mas à forma como eles ressoam na sua identidade, nas expectativas que criou sobre ela e no que representam para a imagem do casal que vocês construíram.
O que ajuda nesse processo é compreender que o casamento é feito de múltiplas camadas de histórias, e que muitas vezes a dor surge não pelo que o outro fez, mas por como isso nos atravessa emocionalmente e simbolicamente. Re-significar esse passado exige acolher sua dor sem negá-la, mas também sem permitir que ela destrua o vínculo que vocês ainda compartilham e valorizam.
Recomendo buscar um terapeuta de casal com abordagem sistêmica, que possa ajudá-los a olhar para essa história de forma mais ampla, incluindo as contradições, as lealdades familiares e as feridas de ambos, sem cair em julgamentos morais, mas sim promovendo novas narrativas que fortaleçam o vínculo no presente. O foco será menos em "corrigir o passado" e mais em construir sentido, respeito e intimidade no agora.
Seu pedido de ajuda já é um passo significativo. Você não está sozinho.
O que ajuda nesse processo é compreender que o casamento é feito de múltiplas camadas de histórias, e que muitas vezes a dor surge não pelo que o outro fez, mas por como isso nos atravessa emocionalmente e simbolicamente. Re-significar esse passado exige acolher sua dor sem negá-la, mas também sem permitir que ela destrua o vínculo que vocês ainda compartilham e valorizam.
Recomendo buscar um terapeuta de casal com abordagem sistêmica, que possa ajudá-los a olhar para essa história de forma mais ampla, incluindo as contradições, as lealdades familiares e as feridas de ambos, sem cair em julgamentos morais, mas sim promovendo novas narrativas que fortaleçam o vínculo no presente. O foco será menos em "corrigir o passado" e mais em construir sentido, respeito e intimidade no agora.
Seu pedido de ajuda já é um passo significativo. Você não está sozinho.
Olá! Legitimo e compreendo seu sentimento, mas podemos pensar algumas situações aqui. Primeiro, que a sua esposa na época tinha apenas 14 anos (a formação cerebral para julgar situações e entender questões de relacionamento se desenvolvem até os 25 anos). Por isso dizemos que depois dessa idade as pessoas tendem a "ter mais juízo". Outro ponto é que ela era de menor com uma pessoa bem mais velha, não sabemos ao certo o quanto esse homem pode ter manipulado certas situações. E o último ponto é que a mulher que ela é hoje não é a menina de 14 anos. Nós mudamos nossos valores, crenças e visão de mundo.
De todo modo, cada história é única e há um sentimento em você que precisa ser trabalhado para aliviar essa angústia e ter mais qualidade de vida. Se quiser marcar um horário, fico à disposição.
De todo modo, cada história é única e há um sentimento em você que precisa ser trabalhado para aliviar essa angústia e ter mais qualidade de vida. Se quiser marcar um horário, fico à disposição.
Obrigado por compartilhar algo tão delicado e importante da sua vida. Sentir ciúmes e desconforto em relação ao passado do parceiro é mais comum do que parece, mesmo quando sabemos que isso não define o presente da relação. Esses sentimentos surgem porque nosso inconsciente guarda emoções difíceis de lidar, como medo, insegurança e até a ideia de traição, mesmo que tenha sido no passado.
Na psicanálise, o que acontece é que esses sentimentos se manifestam para serem sentidos e compreendidos, não para julgados ou negados. É importante que você encontre um espaço seguro para falar sobre tudo isso, entender de onde vêm essas emoções e como elas impactam seu dia a dia e seu casamento.
Procurar um psicólogo, preferencialmente alguém com experiência em terapia de casal e individual, pode ajudar bastante. Essa pessoa vai te ajudar a explorar esses sentimentos sem culpa, a conversar com sua esposa de forma aberta e a fortalecer a confiança entre vocês. O que vocês têm hoje, esse casamento e essa família, merecem cuidado e acolhimento.
Lembre-se: o passado é uma parte da história, mas o que importa é o que vocês constroem juntos agora. Você merece paz para viver essa relação com tranquilidade.
Na psicanálise, o que acontece é que esses sentimentos se manifestam para serem sentidos e compreendidos, não para julgados ou negados. É importante que você encontre um espaço seguro para falar sobre tudo isso, entender de onde vêm essas emoções e como elas impactam seu dia a dia e seu casamento.
Procurar um psicólogo, preferencialmente alguém com experiência em terapia de casal e individual, pode ajudar bastante. Essa pessoa vai te ajudar a explorar esses sentimentos sem culpa, a conversar com sua esposa de forma aberta e a fortalecer a confiança entre vocês. O que vocês têm hoje, esse casamento e essa família, merecem cuidado e acolhimento.
Lembre-se: o passado é uma parte da história, mas o que importa é o que vocês constroem juntos agora. Você merece paz para viver essa relação com tranquilidade.
Oláa, li todo o seu relato e gostaria de pontuar que:
- Reconhecer que o nojo, o sentimento ruim com toda a situação, é um sentimento seu, mas que não tem a intenção de fazer disso um julgamento sobre ela, é um passo e tanto.
Esse reconhecimento é fundamental, pra que possa compreender como esse sentimento se organiza para você, considerando a sua experiência e visão de mundo também.
- Acho que nenhuma resposta ou afirmação por aqui, consegue acolher a complexidade do que relatou, sugiro que procure um psicólogo, que ouça suas questões e te ajude a elabora o que tem causado tanto desconforto nessa situação.
Denovo, o reconhecimento dos teus sentimentos e separação do julgamento, já é um movimento e tanto, espero que encontre espaço para que possa elaborar seus pontos!
- Reconhecer que o nojo, o sentimento ruim com toda a situação, é um sentimento seu, mas que não tem a intenção de fazer disso um julgamento sobre ela, é um passo e tanto.
Esse reconhecimento é fundamental, pra que possa compreender como esse sentimento se organiza para você, considerando a sua experiência e visão de mundo também.
- Acho que nenhuma resposta ou afirmação por aqui, consegue acolher a complexidade do que relatou, sugiro que procure um psicólogo, que ouça suas questões e te ajude a elabora o que tem causado tanto desconforto nessa situação.
Denovo, o reconhecimento dos teus sentimentos e separação do julgamento, já é um movimento e tanto, espero que encontre espaço para que possa elaborar seus pontos!
O que você está sentindo é um tipo de ciúmes retroativo, comum quando o passado da parceira entra em conflito com seus valores e expectativas. Isso não te faz um homem ruim, apenas mostra que algo dentro de você foi ferido e precisa ser cuidado. O ideal é buscar terapia individual para elaborar esse desconforto com escuta profissional, sem deixar que ele desgaste o vínculo atual, que você ainda valoriza. Também pode ser útil considerar terapia de casal, caso sintam abertura para isso.
Não se trata de "aceitar" ou "esquecer" o que ela viveu, mas de entender por que isso te afeta tanto agora, depois de tantos anos juntos — e o que isso diz sobre sua própria história, valores e desejos.
Esse tipo de sofrimento não se resolve com conselhos. O melhor caminho é buscar um espaço de escuta onde você possa falar livremente sobre tudo isso, inclusive o que parece contraditório ou "feio". O que não pode ser dito tende a se transformar em sintomas/conflitos.
Esse tipo de sofrimento não se resolve com conselhos. O melhor caminho é buscar um espaço de escuta onde você possa falar livremente sobre tudo isso, inclusive o que parece contraditório ou "feio". O que não pode ser dito tende a se transformar em sintomas/conflitos.
Agradeço a confiança em compartilhar uma dor tão profunda e complexa. É perfeitamente compreensível que você esteja vivenciando essa mistura de sentimentos intensos, como o nojo, a contradição e a dor, e que isso esteja abalando algo que você valoriza tanto, seu casamento. O que você descreve é o chamado ciúme retroativo, que não tem a ver com a segurança do presente, mas com a dificuldade de aceitar e processar o passado da pessoa amada. Essa dor é real e legítima, e a sua busca por ajuda não é um julgamento, mas um reflexo do seu amor e da sua vontade de manter a relação.
A situação se torna ainda mais difícil por envolver a quebra de uma concepção moral sua — a de que não aceita a participação em uma traição — e pelo fato de você ainda se deparar com essa pessoa do passado. A dor não está nas ações da sua esposa, que aconteceram há muitos anos, mas na forma como sua mente, agora, processa e interpreta essas informações, criando um conflito interno gigantesco. O que você sente não é falta de amor, mas sim um desequilíbrio entre o que você idealizava para o passado dela e o que realmente aconteceu.
O caminho para lidar com isso não é esquecer ou fingir que a informação não existe, mas sim trabalhar a forma como você a processa. A melhor forma de fazer isso é através da terapia. Um psicólogo pode te ajudar a desconstruir esses pensamentos, a separar o passado do presente e a encontrar um equilíbrio entre suas crenças e a realidade do seu relacionamento. Com a ajuda de um profissional, você pode entender a origem desses sentimentos, validá-los e, a partir daí, construir uma forma de se relacionar com essa nova informação sem que ela se torne um fardo diário que ameace seu casamento. Se sentir que precisa de um espaço seguro para explorar esses sentimentos, estou à disposição para te auxiliar nessa jornada.
A situação se torna ainda mais difícil por envolver a quebra de uma concepção moral sua — a de que não aceita a participação em uma traição — e pelo fato de você ainda se deparar com essa pessoa do passado. A dor não está nas ações da sua esposa, que aconteceram há muitos anos, mas na forma como sua mente, agora, processa e interpreta essas informações, criando um conflito interno gigantesco. O que você sente não é falta de amor, mas sim um desequilíbrio entre o que você idealizava para o passado dela e o que realmente aconteceu.
O caminho para lidar com isso não é esquecer ou fingir que a informação não existe, mas sim trabalhar a forma como você a processa. A melhor forma de fazer isso é através da terapia. Um psicólogo pode te ajudar a desconstruir esses pensamentos, a separar o passado do presente e a encontrar um equilíbrio entre suas crenças e a realidade do seu relacionamento. Com a ajuda de um profissional, você pode entender a origem desses sentimentos, validá-los e, a partir daí, construir uma forma de se relacionar com essa nova informação sem que ela se torne um fardo diário que ameace seu casamento. Se sentir que precisa de um espaço seguro para explorar esses sentimentos, estou à disposição para te auxiliar nessa jornada.
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