Como a invalidação emocional dos pais contribui para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
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Como a invalidação emocional dos pais contribui para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
A invalidação emocional dos pais pode contribuir para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) quando a criança cresce sem ter suas emoções reconhecidas, compreendidas ou acolhidas de forma consistente. Quando sentimentos são ignorados, minimizados, ridicularizados ou punidos, a criança aprende que o que sente é errado, exagerado ou perigoso, o que dificulta o desenvolvimento de uma relação segura com o próprio mundo emocional.
Nesse tipo de ambiente, a criança não aprende a identificar, nomear e regular emoções, porque não recebe orientação ou validação suficiente para isso. Como consequência, pode crescer com emoções muito intensas, confusas e difíceis de controlar, além de uma forte dependência de validação externa para se sentir segura. O medo de rejeição e abandono tende a se tornar mais presente, já que o vínculo afetivo foi vivido como imprevisível ou condicionado.
Na vida adulta, isso pode se manifestar como instabilidade emocional, dificuldade nos relacionamentos, sensibilidade extrema a críticas e interpretações negativas sobre o comportamento dos outros. É importante destacar que a invalidação emocional não é a única causa do TPB, mas um fator de risco que, combinado com vulnerabilidades biológicas e outras experiências de vida, pode contribuir para o desenvolvimento do transtorno.
(Esta explicação tem caráter informativo e psicoeducativo e NÃO substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional de saúde mental, que é fundamental para compreender cada caso de forma individualizada e adequada.)
Nesse tipo de ambiente, a criança não aprende a identificar, nomear e regular emoções, porque não recebe orientação ou validação suficiente para isso. Como consequência, pode crescer com emoções muito intensas, confusas e difíceis de controlar, além de uma forte dependência de validação externa para se sentir segura. O medo de rejeição e abandono tende a se tornar mais presente, já que o vínculo afetivo foi vivido como imprevisível ou condicionado.
Na vida adulta, isso pode se manifestar como instabilidade emocional, dificuldade nos relacionamentos, sensibilidade extrema a críticas e interpretações negativas sobre o comportamento dos outros. É importante destacar que a invalidação emocional não é a única causa do TPB, mas um fator de risco que, combinado com vulnerabilidades biológicas e outras experiências de vida, pode contribuir para o desenvolvimento do transtorno.
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A invalidação emocional dos pais contribui para o Transtorno de Personalidade Borderline ao ensinar à criança que suas emoções não são confiáveis ou dignas de atenção. Quando sentimentos de tristeza, raiva ou medo são ignorados, ridicularizados ou punidos, a criança passa a duvidar de suas próprias experiências internas e a depender do outro para compreender e regular o que sente. Esse padrão dificulta o desenvolvimento de autorregulação emocional e reforça medos de abandono, instabilidade nos vínculos e reações afetivas intensas, que são características centrais do TPB. Na análise, o trabalho consiste em reconhecer essas experiências e elaborar os afetos de forma que o sujeito possa diferenciar o que é próprio de suas emoções do que é efeito de invalidação externa.
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