Como lidar com a ansiedade existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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Como lidar com a ansiedade existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá boa tarde!
Sabe-se que as crises de borderline ocorrem após situações emocionais intensas. Por conta de conflitos marcantes na vida da pessoa, como experiências traumáticas, separações, quase morte, falecimento de entes queridos ou mesmo abuso sexual.
O vazio existencial é um sentimento de falta de propósito, sentido ou significado na vida. É uma experiência comum a muitos seres humanos, em diferentes momentos da vida. Além da ansiedade muitos podem ser os sentimentos que causam o vazio interior, como por ex; a rejeição, abandono, tédio, falta de sentido ou propósito, inutilidade, medo, e ansiedade.
O grande desafio é aprender e entender que este sentimento de vazio não deve ser preenchido a qualquer custo, ele precisa ser acolhido e aceito, isto faz parte da regulação emocional de qualquer ser humano e é muito importante para evolução do borderline.
No caso do Borderline a ansiedade anda de mãos dadas com a depressão, o desespero e a agitação. Ele se sente tão sozinho que busca incessantemente por alguém que venha preencher esse buraco emocional. Daí pode se dizer que vem a ansiedade existencial no TPB. Na prática isso contribuiu no desenvolvimento de relações de dependência afetiva, que gera muito sofrimento para ambos os parceiros. Os bordelines quase sempre sofrem de muita insegurança e autoestima baixíssima. A razão disso se dá porque muitos viveram humilhações profundas na sua infância e adolescência , desta forma vivenciando posições de inferioridade passando a não acreditar mas em si mesmas.
Como se faz para atenuar as emoções?
1 Passo - Buscar o autoconhecimento que vai nortear o seu caminho, reconhecer os sintomas e buscar um diagnóstico adequado.
2 Passo - trabalhar na terapia a auto estima ; as crenças básicas sobre si, verificar o conteúdo da realidade afim de iniciar passo a passo m trabalho que aumente a responsabilidade sobre a própria vida.
3 Passo - aprender que os erros, bem como os fracassos fazem parte da via de qualquer individuo normal , portanto elas não ameaçam a exclusão social que muitos bordelines temem.
4 Passo - Ter uma direção, um hobby, um esporte, lazer divertido, estudar algo interessante, um dia feliz com os amigos, fazer bem ao outro, conviver com pessoas agregadoras.
Se alimente de coisa boas que te tragam um bem estar, cuidar de você é fundamental.
Quando existir qualquer suspeita, e você ou alguém próximo estiver vivenciando situações e sentimentos como citado acima é indispensável buscar por um diagnóstico e cuidado especializado.
O tratamento da síndrome é baseado nas orientações psicológicas no processo de terapia. Os medicamentos para TPB podem ser recomendados por um psiquiatra para ajudar amenizar os sintomas, visto que borderline não tem cura.
Levando em consideração que os relacionamentos de quem tem borderline são muito afetados, a Terapia Familiar bastante indicada nesse caso. Isso porque ela se volta aos RELACIONAMENTOS do indivíduo, integrando os familiares no entendimento da condição e DESENVOLVENDO TÉCNICAS para que o paciente melhore sua capacidade de comunicação e evite conflitos. Bem como também, aprender novas maneiras de lidar consigo mesmo, compreender melhor suas emoções , aprender a combater o estresse e desenvolver o autocontrole.
Conviver com esse transtorno é muito difícil. Lidar com as mudanças comportamentais, as oscilações frequente de humor , os sentimentos negativos que geram pensamentos disfuncionais que resultam em autossabotagem e dificuldades no relacionamento, levam a uma vida de extremos, como se a pessoa estivesse em uma montanha russa o tempo todo.
Por mais que não exista cura para esta condição os psicólogos e psiquiatras nesta caminhada são fundamentais para que os pacientes aprendam a lidar com suas emoções e impulsos, melhorando assim a sua qualidade de vida, prevenindo situações de risco e até os pensamentos suicidas.
Se você está buscando ajuda para ultrapassar desafios , conte comigo, estarei a disposição caso decida agendar sua consulta ou seu acompanhamento.
Espero ter ajudado, abraços
Sabe-se que as crises de borderline ocorrem após situações emocionais intensas. Por conta de conflitos marcantes na vida da pessoa, como experiências traumáticas, separações, quase morte, falecimento de entes queridos ou mesmo abuso sexual.
O vazio existencial é um sentimento de falta de propósito, sentido ou significado na vida. É uma experiência comum a muitos seres humanos, em diferentes momentos da vida. Além da ansiedade muitos podem ser os sentimentos que causam o vazio interior, como por ex; a rejeição, abandono, tédio, falta de sentido ou propósito, inutilidade, medo, e ansiedade.
O grande desafio é aprender e entender que este sentimento de vazio não deve ser preenchido a qualquer custo, ele precisa ser acolhido e aceito, isto faz parte da regulação emocional de qualquer ser humano e é muito importante para evolução do borderline.
No caso do Borderline a ansiedade anda de mãos dadas com a depressão, o desespero e a agitação. Ele se sente tão sozinho que busca incessantemente por alguém que venha preencher esse buraco emocional. Daí pode se dizer que vem a ansiedade existencial no TPB. Na prática isso contribuiu no desenvolvimento de relações de dependência afetiva, que gera muito sofrimento para ambos os parceiros. Os bordelines quase sempre sofrem de muita insegurança e autoestima baixíssima. A razão disso se dá porque muitos viveram humilhações profundas na sua infância e adolescência , desta forma vivenciando posições de inferioridade passando a não acreditar mas em si mesmas.
Como se faz para atenuar as emoções?
1 Passo - Buscar o autoconhecimento que vai nortear o seu caminho, reconhecer os sintomas e buscar um diagnóstico adequado.
2 Passo - trabalhar na terapia a auto estima ; as crenças básicas sobre si, verificar o conteúdo da realidade afim de iniciar passo a passo m trabalho que aumente a responsabilidade sobre a própria vida.
3 Passo - aprender que os erros, bem como os fracassos fazem parte da via de qualquer individuo normal , portanto elas não ameaçam a exclusão social que muitos bordelines temem.
4 Passo - Ter uma direção, um hobby, um esporte, lazer divertido, estudar algo interessante, um dia feliz com os amigos, fazer bem ao outro, conviver com pessoas agregadoras.
Se alimente de coisa boas que te tragam um bem estar, cuidar de você é fundamental.
Quando existir qualquer suspeita, e você ou alguém próximo estiver vivenciando situações e sentimentos como citado acima é indispensável buscar por um diagnóstico e cuidado especializado.
O tratamento da síndrome é baseado nas orientações psicológicas no processo de terapia. Os medicamentos para TPB podem ser recomendados por um psiquiatra para ajudar amenizar os sintomas, visto que borderline não tem cura.
Levando em consideração que os relacionamentos de quem tem borderline são muito afetados, a Terapia Familiar bastante indicada nesse caso. Isso porque ela se volta aos RELACIONAMENTOS do indivíduo, integrando os familiares no entendimento da condição e DESENVOLVENDO TÉCNICAS para que o paciente melhore sua capacidade de comunicação e evite conflitos. Bem como também, aprender novas maneiras de lidar consigo mesmo, compreender melhor suas emoções , aprender a combater o estresse e desenvolver o autocontrole.
Conviver com esse transtorno é muito difícil. Lidar com as mudanças comportamentais, as oscilações frequente de humor , os sentimentos negativos que geram pensamentos disfuncionais que resultam em autossabotagem e dificuldades no relacionamento, levam a uma vida de extremos, como se a pessoa estivesse em uma montanha russa o tempo todo.
Por mais que não exista cura para esta condição os psicólogos e psiquiatras nesta caminhada são fundamentais para que os pacientes aprendam a lidar com suas emoções e impulsos, melhorando assim a sua qualidade de vida, prevenindo situações de risco e até os pensamentos suicidas.
Se você está buscando ajuda para ultrapassar desafios , conte comigo, estarei a disposição caso decida agendar sua consulta ou seu acompanhamento.
Espero ter ajudado, abraços
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Oi, tudo bem? Quando a ansiedade existencial aparece dentro do contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, ela costuma ganhar um tom muito mais intenso do que o habitual. Não é apenas a mente pensando sobre sentido, futuro ou identidade; é o corpo reagindo como se cada pergunta fosse uma ameaça real. Por isso, lidar com essa combinação exige um caminho que considere tanto a profundidade das reflexões quanto a sensibilidade emocional própria do TPB.
No TPB, a identidade pode oscilar e os vínculos têm um peso emocional enorme. Quando surge uma dúvida existencial — “quem eu sou?”, “para onde estou indo?”, “o que faz minha vida ter valor?” — ela encosta exatamente nessas áreas mais vulneráveis. O cérebro emocional reage rápido, às vezes com sensação de vazio, medo de abandono, desorganização ou um desconforto que cresce em poucos segundos. O objetivo não é tentar resolver essas perguntas, mas fortalecer o espaço interno que permita que elas existam sem desmoronar sua estabilidade emocional.
Talvez faça sentido observar o que acontece em você nos primeiros instantes em que essa ansiedade aparece. Ela se parece mais com um medo de perder alguém, com a sensação de estar se desconectando de si mesmo ou com um vazio que dói? O que o seu corpo faz — acelera, tensiona, trava? E se você não tentasse responder imediatamente à pergunta que te angustia, o que surgiria por baixo da urgência? É nesses detalhes que normalmente encontramos o ponto exato que precisa de cuidado.
Na terapia, costumo trabalhar duas frentes ao mesmo tempo: regular o sistema emocional para que ele não transforme toda dúvida em ameaça, e ajudar você a construir uma identidade mais estável, capaz de sustentar incertezas sem colapsar. Conforme o “eu” interno vai ficando mais firme, a ansiedade existencial perde intensidade e volta a ser apenas parte da condição humana, não um terremoto emocional. Isso abre espaço para mais presença, mais clareza e menos urgência.
Se sentir que essas experiências têm apertado seu mundo interno, podemos conversar com calma e encontrar juntos um jeito de lidar com isso com mais segurança e sentido. Caso precise, estou à disposição.
No TPB, a identidade pode oscilar e os vínculos têm um peso emocional enorme. Quando surge uma dúvida existencial — “quem eu sou?”, “para onde estou indo?”, “o que faz minha vida ter valor?” — ela encosta exatamente nessas áreas mais vulneráveis. O cérebro emocional reage rápido, às vezes com sensação de vazio, medo de abandono, desorganização ou um desconforto que cresce em poucos segundos. O objetivo não é tentar resolver essas perguntas, mas fortalecer o espaço interno que permita que elas existam sem desmoronar sua estabilidade emocional.
Talvez faça sentido observar o que acontece em você nos primeiros instantes em que essa ansiedade aparece. Ela se parece mais com um medo de perder alguém, com a sensação de estar se desconectando de si mesmo ou com um vazio que dói? O que o seu corpo faz — acelera, tensiona, trava? E se você não tentasse responder imediatamente à pergunta que te angustia, o que surgiria por baixo da urgência? É nesses detalhes que normalmente encontramos o ponto exato que precisa de cuidado.
Na terapia, costumo trabalhar duas frentes ao mesmo tempo: regular o sistema emocional para que ele não transforme toda dúvida em ameaça, e ajudar você a construir uma identidade mais estável, capaz de sustentar incertezas sem colapsar. Conforme o “eu” interno vai ficando mais firme, a ansiedade existencial perde intensidade e volta a ser apenas parte da condição humana, não um terremoto emocional. Isso abre espaço para mais presença, mais clareza e menos urgência.
Se sentir que essas experiências têm apertado seu mundo interno, podemos conversar com calma e encontrar juntos um jeito de lidar com isso com mais segurança e sentido. Caso precise, estou à disposição.
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