Como lidar com a raiva desencadeada por situações de bullying, sendo borderline?
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Como lidar com a raiva desencadeada por situações de bullying, sendo borderline?
Boa pergunta! Claro que aqui estamos falando de uma vivência muito particular, imagino. É importante lembrar que cada caso, é um caso. Mas, vou responder de forma superficial.
Primeiro, que bom que você está sentindo raiva! Isso indica que sua percepção está correta. A raiva é uma emoção importante para nos comunicar situação de risco e invasão, presente nos bullying.
O bullying é uma prática grupal e é importante ser trabalhado de forma coletiva. Proteger quem sofre, punir quem pratica e trabalhar a educação para combater tais práticas.
No âmbito pessoal, é importante entender que o que você está sentindo, a raiva, é normal e não em decorrência do transtorno. Pode ser que você experimente a raiva com mais intensidade e irritabilidade, talvez, sendo necessário acompanhamento psicoterapêutico e farmacológico. Mas, é importante ressaltar que o bullying não é uma vivência isolada, sendo necessário várias frentes de enfrentamento para tratar essa questão.
Primeiro, que bom que você está sentindo raiva! Isso indica que sua percepção está correta. A raiva é uma emoção importante para nos comunicar situação de risco e invasão, presente nos bullying.
O bullying é uma prática grupal e é importante ser trabalhado de forma coletiva. Proteger quem sofre, punir quem pratica e trabalhar a educação para combater tais práticas.
No âmbito pessoal, é importante entender que o que você está sentindo, a raiva, é normal e não em decorrência do transtorno. Pode ser que você experimente a raiva com mais intensidade e irritabilidade, talvez, sendo necessário acompanhamento psicoterapêutico e farmacológico. Mas, é importante ressaltar que o bullying não é uma vivência isolada, sendo necessário várias frentes de enfrentamento para tratar essa questão.
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Oi, tudo bem? Fico contente por você ter trazido essa pergunta, porque a raiva em pessoas com TPB costuma ser muito mal-interpretada. Ela não aparece porque você “é explosivo demais”, mas porque o bullying atinge exatamente aquele ponto onde o sistema emocional já está sensibilizado há muito tempo. É como se seu corpo reagisse antes mesmo de você conseguir entender o que sentiu, tentando evitar que uma ferida antiga seja tocada de novo.
Quando o bullying acontece, o cérebro interpreta aquilo como ameaça real, não simbólica. A raiva surge como uma forma de defesa, quase automática. E ela não fala sobre “maldade”, fala sobre dor acumulada, sobre medo de ser humilhado, sobre a sensação de que algo importante dentro de você está sendo violado. Em terapia, o que trabalhamos não é “apagar a raiva”, mas entender o que ela diz e como ela se constrói tão rápido, ajudando seu corpo a perceber com mais clareza quando é perigo real e quando é memória emocional tentando te proteger.
Talvez seja útil refletir sobre algumas perguntas. Quando a raiva aparece, ela vem acompanhada de medo ou de sensação de injustiça? O que dói mais: o que a pessoa faz ou o que isso desperta em você internamente? E depois que a explosão passa, o que sobra: culpa, cansaço, vontade de se afastar ou a impressão de que reagiu por impulso? Essas respostas ajudam a mapear o que está por trás da intensidade e mostram caminhos mais seguros para lidar com ela.
Se esse movimento tem sido frequente, vale lembrar que ninguém nasce sabendo regular emoções tão rápidas assim. Isso se aprende, se constrói e se fortalece com acompanhamento, especialmente quando o bullying deixa cicatrizes que ainda pesam. Trabalhar essas experiências em terapia costuma trazer um alívio profundo, porque a raiva deixa de ser uma inimiga e passa a ser um sinal a ser compreendido. Caso precise, estou à disposição.
Quando o bullying acontece, o cérebro interpreta aquilo como ameaça real, não simbólica. A raiva surge como uma forma de defesa, quase automática. E ela não fala sobre “maldade”, fala sobre dor acumulada, sobre medo de ser humilhado, sobre a sensação de que algo importante dentro de você está sendo violado. Em terapia, o que trabalhamos não é “apagar a raiva”, mas entender o que ela diz e como ela se constrói tão rápido, ajudando seu corpo a perceber com mais clareza quando é perigo real e quando é memória emocional tentando te proteger.
Talvez seja útil refletir sobre algumas perguntas. Quando a raiva aparece, ela vem acompanhada de medo ou de sensação de injustiça? O que dói mais: o que a pessoa faz ou o que isso desperta em você internamente? E depois que a explosão passa, o que sobra: culpa, cansaço, vontade de se afastar ou a impressão de que reagiu por impulso? Essas respostas ajudam a mapear o que está por trás da intensidade e mostram caminhos mais seguros para lidar com ela.
Se esse movimento tem sido frequente, vale lembrar que ninguém nasce sabendo regular emoções tão rápidas assim. Isso se aprende, se constrói e se fortalece com acompanhamento, especialmente quando o bullying deixa cicatrizes que ainda pesam. Trabalhar essas experiências em terapia costuma trazer um alívio profundo, porque a raiva deixa de ser uma inimiga e passa a ser um sinal a ser compreendido. Caso precise, estou à disposição.
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