. Como lidar com a resistência emocional do paciente que acredita que o diagnóstico de Lúpus Eritema
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respostas
. Como lidar com a resistência emocional do paciente que acredita que o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está relacionado a algo "psicológico" ou "inventado"?
Levando o paciente para um psicólogo pois pode ser que esteja negando a doença e precisando de ajuda , pois somente nega quem está sofrendo muito e a negação traz consequências graves como o não tratamento e o desvio de ações importantes
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O manejo da resistência emocional do paciente exige acolhimento sem confrontação direta. É comum que o paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) oscile entre tentar dar sentido ao adoecimento e, ao mesmo tempo, se defender do impacto emocional do diagnóstico.
Uma boa abordagem é validar a experiência subjetiva sem reforçar a ideia de que a doença é “inventada”. Pode-se pontuar, com delicadeza, que o LES é uma condição orgânica reconhecida, mas que corpo e psiquismo estão em constante relação, ou seja, o sofrimento emocional pode atravessar a forma como a doença é vivida, sem ser sua causa.
Uma boa abordagem é validar a experiência subjetiva sem reforçar a ideia de que a doença é “inventada”. Pode-se pontuar, com delicadeza, que o LES é uma condição orgânica reconhecida, mas que corpo e psiquismo estão em constante relação, ou seja, o sofrimento emocional pode atravessar a forma como a doença é vivida, sem ser sua causa.
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A resistência não é sobre o LES em si, mas sobre o impacto emocional de ter uma doença crônica. O paciente usa a negação (“é psicológico”, “é inventado”) como forma de proteção psíquica. O manejo clínico precisa respeitar essa defesa sem reforçá-la.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
A resistência não é sobre o LES em si, mas sobre o impacto emocional de ter uma doença crônica. O paciente usa a negação (“é psicológico”, “é inventado”) como forma de proteção psíquica. O manejo clínico precisa respeitar essa defesa sem reforçá-la.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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