Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
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Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com sentimentos de vazio existencial e falta de propósito?
Olá!
Não se trata de preencher o “vazio”, mas de escutá-lo como aquilo que, em você, insiste e causa desejo — para além de qualquer rótulo como o Transtorno de Personalidade Borderline.
O trabalho não é te encaixar num diagnóstico, mas sustentar esse ponto onde algo falta… e, justamente por isso, pode começar a se desejar.
Se isso te toca, talvez haja algo aí a ser dito — me chama no perfil.
Não se trata de preencher o “vazio”, mas de escutá-lo como aquilo que, em você, insiste e causa desejo — para além de qualquer rótulo como o Transtorno de Personalidade Borderline.
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Oi, tudo bem?
O sentimento de vazio no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser algo muito mais profundo do que um simples “tédio” ou falta do que fazer. Muitas vezes, é como se a pessoa se desconectasse de si mesma, como se faltasse algo que desse cor, direção ou sentido à própria existência. Em termos mais sutis, o sistema emocional pode ficar tão sobrecarregado ao longo do tempo que começa a desligar certas experiências internas, criando essa sensação de vazio.
Na terapia, o primeiro passo não é preencher esse vazio rapidamente, mas ajudar o paciente a se aproximar dele com mais curiosidade e menos julgamento. Isso envolve reconhecer que esse vazio tem uma história e uma função. Aos poucos, o paciente vai conseguindo perceber quando ele aparece, em quais situações ele se intensifica e o que costuma vir antes ou depois dessa sensação.
Outro movimento importante é a construção de conexão com valores e experiências internas mais estáveis. Em vez de buscar propósito como algo externo e grandioso, o trabalho costuma caminhar para algo mais concreto e possível. Perguntas como “O que, mesmo pequeno, te faz sentir um pouco mais vivo?” ou “Em quais momentos você se sente minimamente conectado consigo mesmo?” ou ainda “Que tipo de pessoa você gostaria de ser nas suas relações, mesmo quando está difícil?” ajudam a abrir caminhos mais reais.
Também é comum trabalhar a capacidade de permanecer em contato com emoções sem precisar fugir delas imediatamente. Muitas vezes, o vazio aparece justamente quando a pessoa se afasta de sentimentos difíceis. Desenvolver essa tolerância emocional, com técnicas de regulação e presença, vai permitindo que a vida interna volte a ganhar forma e significado.
Esse é um processo gradual, que vai transformando o vazio em algo compreensível e, com o tempo, em um espaço que pode ser preenchido com escolhas mais alinhadas com quem a pessoa está se tornando.
Caso precise, estou à disposição.
O sentimento de vazio no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser algo muito mais profundo do que um simples “tédio” ou falta do que fazer. Muitas vezes, é como se a pessoa se desconectasse de si mesma, como se faltasse algo que desse cor, direção ou sentido à própria existência. Em termos mais sutis, o sistema emocional pode ficar tão sobrecarregado ao longo do tempo que começa a desligar certas experiências internas, criando essa sensação de vazio.
Na terapia, o primeiro passo não é preencher esse vazio rapidamente, mas ajudar o paciente a se aproximar dele com mais curiosidade e menos julgamento. Isso envolve reconhecer que esse vazio tem uma história e uma função. Aos poucos, o paciente vai conseguindo perceber quando ele aparece, em quais situações ele se intensifica e o que costuma vir antes ou depois dessa sensação.
Outro movimento importante é a construção de conexão com valores e experiências internas mais estáveis. Em vez de buscar propósito como algo externo e grandioso, o trabalho costuma caminhar para algo mais concreto e possível. Perguntas como “O que, mesmo pequeno, te faz sentir um pouco mais vivo?” ou “Em quais momentos você se sente minimamente conectado consigo mesmo?” ou ainda “Que tipo de pessoa você gostaria de ser nas suas relações, mesmo quando está difícil?” ajudam a abrir caminhos mais reais.
Também é comum trabalhar a capacidade de permanecer em contato com emoções sem precisar fugir delas imediatamente. Muitas vezes, o vazio aparece justamente quando a pessoa se afasta de sentimentos difíceis. Desenvolver essa tolerância emocional, com técnicas de regulação e presença, vai permitindo que a vida interna volte a ganhar forma e significado.
Esse é um processo gradual, que vai transformando o vazio em algo compreensível e, com o tempo, em um espaço que pode ser preenchido com escolhas mais alinhadas com quem a pessoa está se tornando.
Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma das demandas mais profundas e desafiadoras na clínica, especialmente considerando a intensidade do desamparo que o paciente com TPB experimenta. O "vazio" no borderline não é apenas tédio; é uma sensação visceral de inexistência ou de um "buraco" que nada preenche.
Como terapeuta, o trabalho deve ser estruturado em camadas, unindo a validação emocional à construção pragmática de uma identidade. Aqui estão os caminhos fundamentais:
Antes de tentar "preencher" o vazio, o psicologa deve ajudá-lo a nomeá-lo. Muitas vezes, o paciente confunde o vazio com depressão ou tédio.
Neste processo, a psicologa funciona como um "ego auxiliar". Você serve como um espelho estável que devolve ao paciente uma imagem coerente dele mesmo.
A psicoterapia é esse espaço de pausa. É um processo de investigação profunda onde, através da escuta técnica e acolhedora, você pode reorganizar seus pensamentos, fortalecer sua identidade e encontrar um sentido mais autêntico para sua jornada.
Com mais de três décadas acompanhando processos de transformação, convido você a dar esse passo em direção ao seu bem-estar.
Vamos conversar?
Como terapeuta, o trabalho deve ser estruturado em camadas, unindo a validação emocional à construção pragmática de uma identidade. Aqui estão os caminhos fundamentais:
Antes de tentar "preencher" o vazio, o psicologa deve ajudá-lo a nomeá-lo. Muitas vezes, o paciente confunde o vazio com depressão ou tédio.
Neste processo, a psicologa funciona como um "ego auxiliar". Você serve como um espelho estável que devolve ao paciente uma imagem coerente dele mesmo.
A psicoterapia é esse espaço de pausa. É um processo de investigação profunda onde, através da escuta técnica e acolhedora, você pode reorganizar seus pensamentos, fortalecer sua identidade e encontrar um sentido mais autêntico para sua jornada.
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