Como uma pessoa trata o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno de Personalidade Borderli

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Como uma pessoa trata o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O tratamento do transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e do Transtorno de Personalidade Bordeline (TPD) envolve uma combinação de psicoterapia e acompanhamento de um médico psiquiatra.
Atualmente a terapia em EMDR têm mostrado bons resultados, ajudando a pessoa a lidar melhor com suas emoções e relacionamentos,

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 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta que muita gente faz quando convive com sintomas dos dois transtornos ao mesmo tempo, e ela merece uma resposta cuidadosa. Tanto o TOC quanto o TPB têm mecanismos diferentes, mas que podem se misturar no dia a dia, criando uma sensação de estar sempre lutando contra a própria mente. O tratamento acontece quando trabalhamos essas duas dimensões de forma integrada, sem perder de vista que o cérebro reage de maneiras específicas em cada uma delas.

No TOC, o foco está em quebrar o ciclo de obsessões e compulsões que funcionam como um alarme interno hipersensível. No TPB, a prioridade é aprender a regular emoções que vêm com muita força e rapidez, reconstruir vínculos internos mais estáveis e entender melhor os gatilhos emocionais. Por isso, abordagens como DBT, TCC com Exposição e Prevenção de Resposta, ACT e elementos da Terapia dos Esquemas costumam ser essenciais. Em alguns casos, um psiquiatra também participa, especialmente quando os sintomas são muito intensos e o corpo precisa de apoio para estabilizar. A terapia cria um espaço para reorganizar padrões emocionais, comportamentais e cognitivos que, quando se sobrepõem, podem parecer maiores do que realmente são.

Fico curioso sobre como isso tem aparecido para você. Em quais momentos sente que os rituais do TOC se misturam com reações emocionais mais rápidas e profundas? Existe alguma situação em que você percebe que sua mente tenta buscar controle e, ao mesmo tempo, reage com medo de perda ou rejeição? E quando imagina um tratamento que realmente faça sentido, que tipo de mudança você gostaria de ver primeiro?

Se achar que é o momento de organizar esse caminho de forma segura, técnica e humana, posso te ajudar a entender como integrar essas abordagens na sua experiência. Caso precise, estou à disposição.

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