É possível uma pessoa bilíngue ou até mesmo um poliglota ter Alzheimer?

É possível uma pessoa bilíngue ou até mesmo um poliglota ter Alzheimer?

7 respostas


O nivel de escolaridade, assim como, o nível intelectual, não impede o desenvolvimento da doença. O que ocorre, é que , quanto mais esclarecida é a pessoa, melhor ela se defende de suas limitações intelectuais, retardando, muitas vezes o aparecimento dos primeiros sintomas. abs. Dr. Norton

Dr. Norton Sayeg

Dr. Norton Sayeg

Médico clínico geral

São Paulo

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Olá! Sim, é possível. Póis, a Doença de Alzheimer é uma doença, onde as células neuronais se degeneram, independente do número de línguas aprendidas pela pessoa. Contudo, é importante ressaltar que, o maior fator de proteção contra a doença é o alto nível de escolaridade. Ser poliguota e/ ou adquirir novas aprendizagens aumentam a reserva cognitiva do indivíduo, diminuindo extraordinariamente o impacto da doença.

Dra. Ilza Melo

Dra. Ilza Melo

Neurologista

Juiz de Fora

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Olá internauta, na doença de Alzheimer ocorrem depósitos de proteínas (amilóide e tau) que são tóxicas aos neurônios, o que leva a atrofia (redução) cerebral. O fato da pessoa ser bilíngue não altera o curso da doença, ou seja, todos estão sujeitos a ter esse acúmulo de proteínas. Mas uma pessoa com alta escolaridade pode demorar a manifestar os sintomas, pois apresenta o que chamamos de "reserva cognitiva", tem um maior número de sinapses, que são as conexões do cérebro. Recomendo que essa pessoa passe em consulta com um neurologista de confiança para ser examinada e fazer testes cognitivos. Um abraço! Letízia Borges


Olá! Como dito pelos colegas, a pessoa que tenha conhecimentos de diferentes línguas pode ter sido favorecida durante sua vida pela oportunidade de estímulos e apresentar uma maior reserva cognitiva. No entanto, as doenças degenerativas podem surgir até mesmo em indivíduos com alta escolaridade. A avaliação neuropsicológica ajuda na mensuração do funcionamento das funções cognitivas (preservadas e prejudicadas) e, a partir daí, serão indicados os melhores encaminhamentos para o caso.


Boa tarde, Claro que sim. Independente do Quociente de inteligência da pessoa, todos nós estamos sujeitos a desenvolvermos quadros demênciais por diversos motivos. Boa sorte!


Olá, a prática e o conhecimento de várias línguas pode ajudar muito na construção de uma boa reserva cognitiva, sendo uma boa forma de reduzir o risco de Demência de Alzheimer. No entanto, um risco menor nunca será zero. Estou à disposição. Atenciosamente,


Olá! Sim. Falar dois ou mais idiomas não impede o desenvolvimento do Alzheimer. Alguns estudos sugerem uma possível reserva cognitiva maior, mas isso não garante proteção. Alterações persistentes de memória, linguagem e autonomia precisam de avaliação. Confusão súbita, fala alterada ou fraqueza de um lado exigem pronto atendimento. Minha orientação é agendar uma consulta inicial, para que eu possa avaliar seu histórico, os sintomas, os medicamentos em uso e orientar os próximos passos. Atendo pacientes adultos e idosos de todo o Brasil. Para sua segurança, recomendo que agende por aqui mesmo no Doctoralia. E se minha resposta te ajudou, deixe uma avaliação no meu perfil, nos motiva a responder mais pessoas por aqui :) Grande abraço e até breve! Dr. Davi Leonel Medicina do Idoso e Adulto Fundador e Médico-Chefe do Instituto LONGEV+

Dr. Davi Leonel

Dr. Davi Leonel

Geriatra

Ribeirão Preto

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.