Estou casada a 3 anos e a um não venho descobrindo mentiras dele. Ele teve um relacionamento que nun
24
respostas
Estou casada a 3 anos e a um não venho descobrindo mentiras dele. Ele teve um relacionamento que nunca mencionou, ele mentiu sobre ter sido policial e nunca foi, ele mentiu sobre prometer não mentir mais e pego ele conversando com a moça do serviço e apagando as mensagens deixando apenas o que se trata do serviço, as brincadeiras e piadas ele apaga. Não consigo mais confiar, já pedi pra parar de mentir, já conversei, já briguei e nada resolve.
Devo insistir e talvez ele procurar ajuda ou devo ir embora?
Devo insistir e talvez ele procurar ajuda ou devo ir embora?
Você deve cuidar de você. Entender o que sente e assim ter segurança do que é a melhor decisão. O processo psicoterapêutico te ajudará com certeza. Se quiser, podemos conversar melhor.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! O que você associa a essas mentiras? Elas ferem não só a confiança, mas o laço que sustenta o desejo entre vocês. Se ele insiste em apagar os rastros, talvez nem ele suporte encarar o que esconde. A travessia é sua: até quando sustentar um vínculo que não ecoa sua verdade? Às vezes, seguir em frente é a única forma de elaborar o que ficou suspenso.
Olá! É uma decisão difícil, mas somente você deve tomar... A base de um relacionamento saudável é a comunicação. Pela sua narrativa, você já conversou sobre o comportamento de mentir e deve ter mencionado o quanto isso a deixa insegura. Não temos o controle sobre a mudança do comportamento do outro, podemos apenas verbalizar o que nos desagrada e a consequência para o relacionamento, daí a importância da comunicação. Se não conseguimos controlar a mudança de comportamento da outra pessoa, temos o controle somente sobre nós mesmos... então, reflita sobre o que quer nesse relacionamento, se seria possível conviver com a pessoa que pode não mudar, estabeleça o limite que conseguiria viver na relação. E após, refletir e ter essas respostas, decida o que fazer. Talvez, conversar com ele novamente, depois de ter essas respostas, deixando claro as consequências se não houver mudanças, seja uma ação a se tomar. Assim, se decidir sair da relação, estará mais tranquila de que fez tudo ao seu alcance. Se precisar de ajudar para passar por essa situação, procure um psicólogo. Boa reflexão.
A situação sua é desagradável, infelizmente muito comum. É importante ter um conhecimento maior sobre o que está acontecendo, pois o conjunto faz toda a diferença. A resposta a sua questão precisa levar em conta o que é importante para você e por outro lado, será que existe um medo de ser abandonada, de ser trocada por uma pessoa"melhor", ter sempre a sensação de que vai ser enganada, etc. As respostas a essas e outras questões fazem toda a diferença. Se você se identificou com alguns desses sentimentos, pode ser interessante você, independente do seu marido fazer terapia, fazer psicoterapia, com um psicologo, com quem se sinta bem e tenha confiança, para entender a origem dos sentimentos, perceber o que está te movendo e elaborar o que for necessário.
Olá, tudo bem?
Você está vivenciando uma situação que naturalmente gera muita dor, insegurança e confusão. É compreensível que esteja se sentindo sem rumo diante de tantas quebras de confiança. É imporante começar explorando como essas experiências têm impactado seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, buscamos entender justamente isso: o que você tem pensado sobre si mesma, sobre seu parceiro e sobre o relacionamento como um todo — e como isso está afetando sua saúde emocional e suas decisões."
Não cabe a mim dizer o que você 'deve' fazer, mas posso te ajudar a olhar com mais clareza para suas necessidades, seus limites e o que você valoriza em um relacionamento. Podemos avaliar juntas o que está ao seu controle, o que já foi tentado, e se ainda há espaço para uma mudança real — inclusive com a possibilidade de envolver seu parceiro em um processo terapêutico, se esse for o caminho que fizer sentido para você.
O mais importante é que você se sinta respeitada, segura e conectada com quem você é e com o que você espera de uma vida a dois.
Espero ter ajudado
Você está vivenciando uma situação que naturalmente gera muita dor, insegurança e confusão. É compreensível que esteja se sentindo sem rumo diante de tantas quebras de confiança. É imporante começar explorando como essas experiências têm impactado seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, buscamos entender justamente isso: o que você tem pensado sobre si mesma, sobre seu parceiro e sobre o relacionamento como um todo — e como isso está afetando sua saúde emocional e suas decisões."
Não cabe a mim dizer o que você 'deve' fazer, mas posso te ajudar a olhar com mais clareza para suas necessidades, seus limites e o que você valoriza em um relacionamento. Podemos avaliar juntas o que está ao seu controle, o que já foi tentado, e se ainda há espaço para uma mudança real — inclusive com a possibilidade de envolver seu parceiro em um processo terapêutico, se esse for o caminho que fizer sentido para você.
O mais importante é que você se sinta respeitada, segura e conectada com quem você é e com o que você espera de uma vida a dois.
Espero ter ajudado
Sua dor é legítima, e é muito compreensível se sentir perdida diante de tantas decepções. Situações como essa são muito delicadas e não se resolvem com uma resposta pronta — porque envolvem sentimentos, histórias e limites que são muito pessoais.
A escuta analítica pode te ajudar a compreender com mais profundidade o que você está vivendo e quais caminhos podem realmente fazer sentido para você, sem pressa e sem fórmulas.
Se puder, procure um espaço de escuta com um psicólogo.
A escuta analítica pode te ajudar a compreender com mais profundidade o que você está vivendo e quais caminhos podem realmente fazer sentido para você, sem pressa e sem fórmulas.
Se puder, procure um espaço de escuta com um psicólogo.
Olá,
Essa é uma pergunta que, apesar de parecer ter duas respostas possíveis, ficar ou ir embora, carrega, na verdade, uma complexidade que não pode ser reduzida a um “sim” ou “não”. Quando você diz que está casada há três anos, mas há um ano descobre mentiras, está revelando algo que se insinua lentamente: a experiência de viver ao lado de alguém que te apresenta uma realidade que, aos poucos, vai se desfazendo, se contradizendo, te deixando diante de uma sensação de confusão, de perda de chão.
A confiança, quando quebrada repetidamente, não se reconstrói apenas com palavras ou promessas. Ela se sustenta na experiência concreta de poder contar com o outro. E o que você traz é justamente a vivência de não poder contar: ele apaga mensagens, esconde, omite, distorce. Isso tem um efeito muito profundo, que vai além da indignação moral. Isso mexe com a sua relação com o saber: o que é verdadeiro? O que foi real? Até onde você pode confiar no que sente ou percebe?
A psicanálise não se propõe a dizer o que você deve fazer, se deve ir embora ou continuar. O que se propõe, na experiência analítica, é que você possa colocar em palavras o que está te ferindo, o que se repete, o que da sua história se toca nesse momento. Porque a pergunta sobre ele buscar ajuda, ou sobre você insistir, só pode ser respondida com clareza quando você conseguir se escutar. Porque a relação com o outro, principalmente numa relação amorosa, está sempre atravessada por aquilo que de nós mesmos ainda não compreendemos.
Às vezes insistimos em relações não só pelo amor, mas por uma aposta inconsciente de que, se conseguirmos fazer com que o outro mude, talvez possamos reparar algo antigo, uma dor, uma ferida, uma ausência. Isso não é um erro, é humano. Mas é justamente por isso que a análise pode ser tão importante: porque ela ajuda a distinguir o que é do outro e o que é nosso. O que nos prende por amor... e o que nos prende por repetição.
Quando você se pergunta se ele deve procurar ajuda, isso já diz muito sobre você, sobre o quanto talvez você esteja cuidando demais da transformação do outro, esperando que ele seja alguém que ainda não foi. Mas e você? Quem tem te escutado? Quem tem te ajudado a sustentar essa dor? Quem tem se interessado em saber como você está?
A análise pode ser esse lugar onde, em vez de ter que convencer alguém a mudar, você possa se escutar a ponto de encontrar uma nova forma de se posicionar uma forma que talvez ainda não esteja clara, mas que começa a se desenhar quando você é acolhida sem pressa, sem julgamento, sem precisar ter a resposta certa.
O sofrimento que você traz é legítimo. E talvez não exista ainda uma decisão tomada, mas a possibilidade de falar disso já é um passo importante. Nem sempre precisamos saber o que fazer de imediato. Às vezes, precisamos apenas de um espaço onde seja possível dizer: “isso está doendo e eu não sei mais o que fazer com isso”. E é a partir daí que, aos poucos, algo novo pode surgir.
Se desejar, posso caminhar com você nesse processo.
Essa é uma pergunta que, apesar de parecer ter duas respostas possíveis, ficar ou ir embora, carrega, na verdade, uma complexidade que não pode ser reduzida a um “sim” ou “não”. Quando você diz que está casada há três anos, mas há um ano descobre mentiras, está revelando algo que se insinua lentamente: a experiência de viver ao lado de alguém que te apresenta uma realidade que, aos poucos, vai se desfazendo, se contradizendo, te deixando diante de uma sensação de confusão, de perda de chão.
A confiança, quando quebrada repetidamente, não se reconstrói apenas com palavras ou promessas. Ela se sustenta na experiência concreta de poder contar com o outro. E o que você traz é justamente a vivência de não poder contar: ele apaga mensagens, esconde, omite, distorce. Isso tem um efeito muito profundo, que vai além da indignação moral. Isso mexe com a sua relação com o saber: o que é verdadeiro? O que foi real? Até onde você pode confiar no que sente ou percebe?
A psicanálise não se propõe a dizer o que você deve fazer, se deve ir embora ou continuar. O que se propõe, na experiência analítica, é que você possa colocar em palavras o que está te ferindo, o que se repete, o que da sua história se toca nesse momento. Porque a pergunta sobre ele buscar ajuda, ou sobre você insistir, só pode ser respondida com clareza quando você conseguir se escutar. Porque a relação com o outro, principalmente numa relação amorosa, está sempre atravessada por aquilo que de nós mesmos ainda não compreendemos.
Às vezes insistimos em relações não só pelo amor, mas por uma aposta inconsciente de que, se conseguirmos fazer com que o outro mude, talvez possamos reparar algo antigo, uma dor, uma ferida, uma ausência. Isso não é um erro, é humano. Mas é justamente por isso que a análise pode ser tão importante: porque ela ajuda a distinguir o que é do outro e o que é nosso. O que nos prende por amor... e o que nos prende por repetição.
Quando você se pergunta se ele deve procurar ajuda, isso já diz muito sobre você, sobre o quanto talvez você esteja cuidando demais da transformação do outro, esperando que ele seja alguém que ainda não foi. Mas e você? Quem tem te escutado? Quem tem te ajudado a sustentar essa dor? Quem tem se interessado em saber como você está?
A análise pode ser esse lugar onde, em vez de ter que convencer alguém a mudar, você possa se escutar a ponto de encontrar uma nova forma de se posicionar uma forma que talvez ainda não esteja clara, mas que começa a se desenhar quando você é acolhida sem pressa, sem julgamento, sem precisar ter a resposta certa.
O sofrimento que você traz é legítimo. E talvez não exista ainda uma decisão tomada, mas a possibilidade de falar disso já é um passo importante. Nem sempre precisamos saber o que fazer de imediato. Às vezes, precisamos apenas de um espaço onde seja possível dizer: “isso está doendo e eu não sei mais o que fazer com isso”. E é a partir daí que, aos poucos, algo novo pode surgir.
Se desejar, posso caminhar com você nesse processo.
Sinto muito por você estar passando por uma situação tão dolorosa e desgastante. Diante de repetidas mentiras e da quebra de confiança no relacionamento, é natural que você se sinta confusa, frustrada e até emocionalmente exausta — afinal, a confiança é a base essencial para qualquer vínculo saudável. A Psicologia pode te ajudar a entender melhor como essas vivências têm afetado sua autoestima, seus limites e seu bem-estar emocional. Como psicólogo procuro acolher sua dor sem julgamentos e te apoiar no processo de fortalecimento pessoal, oferecendo um espaço seguro para que você reflita sobre suas escolhas com mais clareza e autonomia. Independentemente da decisão que venha a tomar — se seguir ou se afastar — o mais importante é que ela venha de um lugar de respeito por si mesma, e não de culpa ou obrigação. E sim, a mudança do outro também depende dele querer e buscar ajuda, mas cuidar de você precisa ser a prioridade agora. Você não está sozinha para lidar com isso. Conte comigo nesta caminhada!
Olá. Eu não posso te dizer o que fazer, porque cada escolha traz consequências que só você pode avaliar se está disposta a enfrentar. Mas posso compartilhar alguns pontos que talvez te ajudem a refletir.
Se decidir insistir, pode fazer diferença entender com clareza o que você espera como resultado disso — e como vai perceber se está funcionando ou não.
Além disso, olhar com profundidade e honestidade para o que te fez ficar até agora pode aumentar sua clareza sobre o que precisa e sobre os próximos passos.
Abraço.
Se decidir insistir, pode fazer diferença entender com clareza o que você espera como resultado disso — e como vai perceber se está funcionando ou não.
Além disso, olhar com profundidade e honestidade para o que te fez ficar até agora pode aumentar sua clareza sobre o que precisa e sobre os próximos passos.
Abraço.
Esta é uma questão muito séria para dar uma resposta simples. Seria preciso entender todas as nuances do relacionamento de vocês, o que vocês estão dispostos a sacrificar nesta relação. Pelo relato, o marido não está disposto a parar de agir pelas costas da esposa. Até que ponto você vai suportar a insegurança de uma relação nestes termos? Indico que você procure um psicólogo para explorar essas questões. Ele pode te ajudar a compreender suas motivações para continuar ou não neste casamento.
Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. Pela forma como você descreve a situação, seu relacionamento está marcado por quebras repetidas de confiança, omissões, mentiras constantes e comportamentos que claramente te machucam, apesar de você já ter conversado, pedido mudanças e dado chances. O fato é que ninguém pode decidir por você, mas, se você puder, procure um profissional da psicologia para te ajudar a organizar seus sentimentos e te apoiar nessa decisão difícil. Um abraço!
Tomar uma decisão sobre um término de uma relação não é uma tarefa simples e envolve um convite a refletir não somente a respeito do que a pessoa representa para você, mas suas próprias demandas que dificultam a tomada de consciência e decisão. Uma processo terapêutico através de uma psicologia profunda pode trazer oportunidades de revisitar e repensar sobre esses aspectos que dificultam uma decisão. Busque um acompanhamento com profissional de escuta atenta e sensível!
Olá. Sinto muito pela situação que você está passando. É difícil afirmar o que você deve fazer, visto que a forma que sentimentos é única. Para que você possa refletir melhor, sugiro que possa buscar um processo de psicoterapia, caso ainda não faça, para que entenda mais afundo seus pensamentos e sentimentos, assim como os motivos de permanecer ou não na relação. Se cuida e qualquer questão, estou à disposição.
Seria precipitado, e até leviano, que um profissional dissesse se você deve permanecer ou sair de um relacionamento apenas com base nesse relato. Estamos falando de um casamento de três anos, e decisões assim exigem cuidado. O ideal é que você passe por um processo de acompanhamento psicológico, para que consiga refletir com clareza e segurança, minimizando possíveis prejuízos emocionais
Querida,
Recebo seu desabafo com todo o acolhimento e respeito que ele merece. É muito compreensível que você esteja se sentindo confusa, exausta e profundamente machucada diante de tantas situações de quebra de confiança — ainda mais dentro de um espaço que deveria ser o mais seguro da nossa vida: o relacionamento afetivo.
O que você descreve revela não apenas atitudes que minam a confiança, mas também uma repetição que parece ignorar seus sentimentos, seus pedidos, e sobretudo, o impacto emocional que isso vem lhe causando. A dúvida que você carrega — se deve insistir ou partir — é legítima e muito humana.
Na psicanálise, buscamos entender os movimentos mais profundos que sustentam nossas escolhas, inclusive por que, mesmo diante de algo que nos fere, às vezes permanecemos. Muitas vezes, essas decisões estão enraizadas em histórias antigas, em formas de amar que aprendemos, em expectativas inconscientes ou até em medos difíceis de nomear.
Você não precisa decidir tudo sozinha e de forma imediata. O processo analítico pode te ajudar a compreender quais são as suas dores, suas repetições, o que realmente deseja e o que não deseja mais sustentar. Ele pode ser um espaço onde você não será julgada, mas escutada com seriedade e cuidado — onde sua fala tem valor, e seu sofrimento é levado em consideração.
A confiança, uma vez ferida, precisa de um trabalho real para ser reconstruída — e esse trabalho exige não apenas o seu esforço, mas também o desejo sincero e responsável do outro de mudar. Se ele se mostra resistente a buscar ajuda, isso também é um sinal importante a ser considerado. Às vezes, o maior cuidado que podemos ter conosco é reconhecer quando algo já ultrapassou o limite do que é justo carregar sozinha.
Seja para reconstruir ou para se libertar, você merece clareza, dignidade e amparo. A psicanálise pode caminhar com você nesse processo.
Espero ter te ajudo! Um afetuoso abraço!
Recebo seu desabafo com todo o acolhimento e respeito que ele merece. É muito compreensível que você esteja se sentindo confusa, exausta e profundamente machucada diante de tantas situações de quebra de confiança — ainda mais dentro de um espaço que deveria ser o mais seguro da nossa vida: o relacionamento afetivo.
O que você descreve revela não apenas atitudes que minam a confiança, mas também uma repetição que parece ignorar seus sentimentos, seus pedidos, e sobretudo, o impacto emocional que isso vem lhe causando. A dúvida que você carrega — se deve insistir ou partir — é legítima e muito humana.
Na psicanálise, buscamos entender os movimentos mais profundos que sustentam nossas escolhas, inclusive por que, mesmo diante de algo que nos fere, às vezes permanecemos. Muitas vezes, essas decisões estão enraizadas em histórias antigas, em formas de amar que aprendemos, em expectativas inconscientes ou até em medos difíceis de nomear.
Você não precisa decidir tudo sozinha e de forma imediata. O processo analítico pode te ajudar a compreender quais são as suas dores, suas repetições, o que realmente deseja e o que não deseja mais sustentar. Ele pode ser um espaço onde você não será julgada, mas escutada com seriedade e cuidado — onde sua fala tem valor, e seu sofrimento é levado em consideração.
A confiança, uma vez ferida, precisa de um trabalho real para ser reconstruída — e esse trabalho exige não apenas o seu esforço, mas também o desejo sincero e responsável do outro de mudar. Se ele se mostra resistente a buscar ajuda, isso também é um sinal importante a ser considerado. Às vezes, o maior cuidado que podemos ter conosco é reconhecer quando algo já ultrapassou o limite do que é justo carregar sozinha.
Seja para reconstruir ou para se libertar, você merece clareza, dignidade e amparo. A psicanálise pode caminhar com você nesse processo.
Espero ter te ajudo! Um afetuoso abraço!
Sinto muito que você esteja passando por isso — é profundamente doloroso quando a confiança, que é a base de qualquer relacionamento saudável, é sistematicamente quebrada.
Pelo que você descreveu, essa não é uma situação pontual, mas um padrão de mentiras, omissões e comportamentos escondidos. Ele mentiu sobre coisas sérias (como um relacionamento passado e uma carreira inexistente), continua apagando mensagens e, mesmo após você expressar seus sentimentos e pedir mudanças, ele não demonstrou esforço real e consistente para reconstruir a confiança.
Aqui estão alguns pontos para refletir com clareza e sinceridade consigo mesma:
Confiança que não volta
Você mesma diz que não consegue mais confiar — isso é um sinal importante. Confiança não é algo que se recupera com palavras ou promessas, mas com atitudes consistentes ao longo do tempo. Se ele não demonstra isso, é difícil que essa confiança seja restaurada.
Responsabilidade dele
Você já conversou, já tentou de várias formas. Mas o esforço precisa vir dos dois. Se ele não está disposto a encarar suas mentiras como um problema real e buscar ajuda (como uma terapia individual ou de casal), não adianta você continuar tentando sozinha.
Autoestima e limites
Insistir num relacionamento onde você é constantemente desrespeitada pode, com o tempo, te deixar emocionalmente exausta e abalada. Você merece um parceiro que te trate com honestidade e maturidade.
Buscar ajuda não é o mesmo que mudar
Mesmo que ele aceite procurar ajuda agora, é importante lembrar: mudar é um processo longo. Se ele só topa isso quando percebe que vai te perder, talvez não seja uma mudança verdadeira, mas uma tentativa de controle.
Você não é obrigada a permanecer onde se sente insegura, desrespeitada ou invisível. É válido dar uma chance à terapia de casal, mas só se ele demonstrar real comprometimento — e você realmente sentir que ainda quer lutar por essa relação.
Mas, se dentro de você a sensação é de esgotamento e de que já tentou tudo, sair dessa relação pode ser um ato de amor-próprio. Não é fracasso. É autocuidado.
Pelo que você descreveu, essa não é uma situação pontual, mas um padrão de mentiras, omissões e comportamentos escondidos. Ele mentiu sobre coisas sérias (como um relacionamento passado e uma carreira inexistente), continua apagando mensagens e, mesmo após você expressar seus sentimentos e pedir mudanças, ele não demonstrou esforço real e consistente para reconstruir a confiança.
Aqui estão alguns pontos para refletir com clareza e sinceridade consigo mesma:
Confiança que não volta
Você mesma diz que não consegue mais confiar — isso é um sinal importante. Confiança não é algo que se recupera com palavras ou promessas, mas com atitudes consistentes ao longo do tempo. Se ele não demonstra isso, é difícil que essa confiança seja restaurada.
Responsabilidade dele
Você já conversou, já tentou de várias formas. Mas o esforço precisa vir dos dois. Se ele não está disposto a encarar suas mentiras como um problema real e buscar ajuda (como uma terapia individual ou de casal), não adianta você continuar tentando sozinha.
Autoestima e limites
Insistir num relacionamento onde você é constantemente desrespeitada pode, com o tempo, te deixar emocionalmente exausta e abalada. Você merece um parceiro que te trate com honestidade e maturidade.
Buscar ajuda não é o mesmo que mudar
Mesmo que ele aceite procurar ajuda agora, é importante lembrar: mudar é um processo longo. Se ele só topa isso quando percebe que vai te perder, talvez não seja uma mudança verdadeira, mas uma tentativa de controle.
Você não é obrigada a permanecer onde se sente insegura, desrespeitada ou invisível. É válido dar uma chance à terapia de casal, mas só se ele demonstrar real comprometimento — e você realmente sentir que ainda quer lutar por essa relação.
Mas, se dentro de você a sensação é de esgotamento e de que já tentou tudo, sair dessa relação pode ser um ato de amor-próprio. Não é fracasso. É autocuidado.
É muito difícil construir algo quando a base, que é a confiança, vai sendo quebrada. Você já tentou conversar, pedir, até brigar… e nada mudou. Isso diz muito sobre o quanto você está tentando, e sobre o quanto ele talvez não esteja se responsabilizando.
Em terapia a gente fala sobre padrões que se repetem e vão deixando a gente num lugar de frustração constante. Você não precisa ficar onde te machuca esperando que o outro mude.
Talvez a melhor pergunta agora seja: o que você precisa pra se sentir em paz?
A terapia pode te ajudar a encontrar essa resposta com mais clareza e coragem. :)
Em terapia a gente fala sobre padrões que se repetem e vão deixando a gente num lugar de frustração constante. Você não precisa ficar onde te machuca esperando que o outro mude.
Talvez a melhor pergunta agora seja: o que você precisa pra se sentir em paz?
A terapia pode te ajudar a encontrar essa resposta com mais clareza e coragem. :)
A confiança deve estar na base de qualquer relacionamento
O que você está vivendo é profundamente sensível — e sua dor é válida. Descobrir mentiras dentro de um relacionamento que deveria ser seu lugar de confiança gera uma mistura de insegurança, frustração e tristeza difíceis de carregar sozinha.
Você já tentou conversar, pedir mudanças, até brigar… isso mostra o quanto você se importa. Mas quando o padrão se repete e a confiança vai se desfazendo, é natural que surjam dúvidas sobre continuar ou partir.
Talvez, antes de tomar uma decisão definitiva, uma alternativa possível seja propor um espaço neutro onde os dois possam ser ouvidos: a terapia de casal. Ela pode ajudar a trazer à tona o que está sendo evitado, abrir caminhos de escuta e até mostrar, com clareza, se ainda existe vontade real de reconstruir.
Mas o mais importante é lembrar: seja qual for sua escolha, ela precisa ser guiada pelo que faz sentido pra você — não pelo medo de perder, mas pelo desejo de se respeitar. Fico a disposição para auxiliar no que necessário, e espero que tudo fique bem!
Você já tentou conversar, pedir mudanças, até brigar… isso mostra o quanto você se importa. Mas quando o padrão se repete e a confiança vai se desfazendo, é natural que surjam dúvidas sobre continuar ou partir.
Talvez, antes de tomar uma decisão definitiva, uma alternativa possível seja propor um espaço neutro onde os dois possam ser ouvidos: a terapia de casal. Ela pode ajudar a trazer à tona o que está sendo evitado, abrir caminhos de escuta e até mostrar, com clareza, se ainda existe vontade real de reconstruir.
Mas o mais importante é lembrar: seja qual for sua escolha, ela precisa ser guiada pelo que faz sentido pra você — não pelo medo de perder, mas pelo desejo de se respeitar. Fico a disposição para auxiliar no que necessário, e espero que tudo fique bem!
Sinto muito por essa situação tão desgastante. Conviver com mentiras repetidas, especialmente quando você já tentou conversar, compreender e reconstruir a confiança, pode trazer um cansaço que vai além das palavras.
Fico me perguntando… como tem sido pra você estar nesse relacionamento, onde precisa estar atenta aos detalhes, aos silêncios, às mensagens apagadas? Como seu corpo reage diante dessas descobertas, dessas incertezas?
Você menciona que já tentou conversar, brigar, pedir — como tem sido carregar sozinha essa tentativa de mudança? E quando pensa na possibilidade de insistir ou de ir embora, como isso reverbera em você? O que toca mais fundo nessa escolha?
Talvez valha também se perguntar: como você se sente quando ele promete mudar? E como você percebe que está cuidando de si mesma dentro desse processo?
Se quiser, podemos continuar conversando e abrindo espaço pra essas dúvidas sem pressa, acolhendo o que quer que venha. Como é pra você falar sobre isso agora?
Fico me perguntando… como tem sido pra você estar nesse relacionamento, onde precisa estar atenta aos detalhes, aos silêncios, às mensagens apagadas? Como seu corpo reage diante dessas descobertas, dessas incertezas?
Você menciona que já tentou conversar, brigar, pedir — como tem sido carregar sozinha essa tentativa de mudança? E quando pensa na possibilidade de insistir ou de ir embora, como isso reverbera em você? O que toca mais fundo nessa escolha?
Talvez valha também se perguntar: como você se sente quando ele promete mudar? E como você percebe que está cuidando de si mesma dentro desse processo?
Se quiser, podemos continuar conversando e abrindo espaço pra essas dúvidas sem pressa, acolhendo o que quer que venha. Como é pra você falar sobre isso agora?
Olá! Aconselho buscar um psicólogo/ psicanalista para ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação, possibilitando assim, um olhar individualizado para suas questões e a partir disso construir estratégias para compreender e lidar com os conflitos provenientes dessa relação. Espero ter ajudado, estou á disposição!
É muito difícil a situação que você descreve. Descobrir mentiras repetidas em um casamento, especialmente sobre aspectos importantes da vida do parceiro, pode abalar profundamente a confiança e gerar muita insegurança.
Do ponto de vista psicológico, a mentira é uma quebra de confiança, uma quebra do acordo implícito que existe em um relacionamento. Quando essa confiança é repetidamente quebrada, pode causar um verdadeiro trauma emocional, levando a ansiedade, insegurança e dificuldade em se conectar emocionalmente. A repetição dessas mentiras, mesmo após promessas de mudança, pode indicar um padrão de comportamento que está enraizado, sugerindo dificuldades de comunicação, falta de honestidade ou até questões mais profundas, como medo de intimidade. E, claro, tudo isso pode afetar sua autoestima, fazendo você se questionar e se sentir insegura.
A decisão de ficar ou ir embora em um relacionamento com esse nível de quebra de confiança é extremamente complexa. Envolve pesar o amor, a esperança e o investimento emocional contra a dor, a insegurança e o medo de mais decepções.
Sobre sua pergunta se deve insistir ou ir embora, não há uma resposta fácil e acredito que ela seja muito particular. Mas posso te dar alguns pontos para refletir. Primeiro, a mudança real exige que a pessoa reconheça o problema e esteja disposta a buscar ajuda. Se seu marido mostra abertura para isso, pode haver uma chance de reconstrução. Mas essa reconstrução leva tempo e esforço de ambos, com muita paciência e comunicação aberta. Ao mesmo tempo, é crucial você considerar seus próprios limites emocionais. Quanto tempo você consegue suportar essa insegurança?
A terapia de casal pode ser muito útil para casais que enfrentam problemas de comunicação e confiança. Um psicólogo pode ajudar a facilitar a comunicação, identificar padrões negativos e fornecer ferramentas para reconstruir o relacionamento. E, independentemente da sua decisão, priorizar seu autocuidado é fundamental. Cuide da sua saúde física e mental, busque apoio e faça coisas que te tragam bem-estar.
Em resumo, a decisão é sua. Avalie a disposição do seu marido para mudar, seus limites e o impacto disso tudo em você. A terapia pode ser um recurso valioso nesse processo. Se você quiser apoio psicológico para te ajudar a navegar por isso, posso te oferecer um espaço para explorar seus sentimentos e tomar decisões que sejam boas para você.
Do ponto de vista psicológico, a mentira é uma quebra de confiança, uma quebra do acordo implícito que existe em um relacionamento. Quando essa confiança é repetidamente quebrada, pode causar um verdadeiro trauma emocional, levando a ansiedade, insegurança e dificuldade em se conectar emocionalmente. A repetição dessas mentiras, mesmo após promessas de mudança, pode indicar um padrão de comportamento que está enraizado, sugerindo dificuldades de comunicação, falta de honestidade ou até questões mais profundas, como medo de intimidade. E, claro, tudo isso pode afetar sua autoestima, fazendo você se questionar e se sentir insegura.
A decisão de ficar ou ir embora em um relacionamento com esse nível de quebra de confiança é extremamente complexa. Envolve pesar o amor, a esperança e o investimento emocional contra a dor, a insegurança e o medo de mais decepções.
Sobre sua pergunta se deve insistir ou ir embora, não há uma resposta fácil e acredito que ela seja muito particular. Mas posso te dar alguns pontos para refletir. Primeiro, a mudança real exige que a pessoa reconheça o problema e esteja disposta a buscar ajuda. Se seu marido mostra abertura para isso, pode haver uma chance de reconstrução. Mas essa reconstrução leva tempo e esforço de ambos, com muita paciência e comunicação aberta. Ao mesmo tempo, é crucial você considerar seus próprios limites emocionais. Quanto tempo você consegue suportar essa insegurança?
A terapia de casal pode ser muito útil para casais que enfrentam problemas de comunicação e confiança. Um psicólogo pode ajudar a facilitar a comunicação, identificar padrões negativos e fornecer ferramentas para reconstruir o relacionamento. E, independentemente da sua decisão, priorizar seu autocuidado é fundamental. Cuide da sua saúde física e mental, busque apoio e faça coisas que te tragam bem-estar.
Em resumo, a decisão é sua. Avalie a disposição do seu marido para mudar, seus limites e o impacto disso tudo em você. A terapia pode ser um recurso valioso nesse processo. Se você quiser apoio psicológico para te ajudar a navegar por isso, posso te oferecer um espaço para explorar seus sentimentos e tomar decisões que sejam boas para você.
Entendo como tudo isso deve estar sendo doloroso para você. Conviver com mentiras repetidas, sentir que a confiança está abalada e perceber que, mesmo após conversas sinceras, nada muda, pode gerar um desgaste emocional muito grande. Sobre o que fazer, não existe uma resposta pronta. Só você pode saber o que está mais alinhado com o que você deseja para a sua vida e com a forma como quer se sentir em uma relação. O mais importante é olhar para si, para os seus limites e para aquilo que você considera essencial em uma convivência a dois. A terapia pode te ajudar a clarear esses sentimentos, fortalecer sua escuta interna e tomar decisões com mais consciência, respeitando o seu tempo e o seu processo.
Olá, tudo bem? Imagino quanto deve ser desconcertante sentir que as bases do relacionamento parecem um castelo de cartas balançando ao menor vento. Quando mentiras se repetem, o cérebro tende a ligar o “alarme” da desconfiança: áreas envolvidas na detecção de ameaças e na antecipação de riscos ficam hiperativas, tornando difícil relaxar perto de quem deveria ser porto seguro. Uma intervenção psicológica integra técnicas cognitivas para mapear crenças sobre confiança, recursos focados na emoção para validar a dor que surge a cada descoberta e estratégias dialéticas para equilibrar razão e sentimento, tudo isso amparado por evidências neurocientíficas sobre reconexão e reparo de vínculo.
Antes de decidir ficar ou sair, vale explorar profundamente o cenário interno e externo. Quais limites são realmente inegociáveis para você? Como seria, na prática, um pedido de reparação que lhe parecesse genuíno? De que modo suas necessidades de segurança e autenticidade podem ser comunicadas sem que você sinta que está “vigiando” em tempo integral? E, se ele topasse um processo terapêutico individual ou de casal, quais indicadores mostrariam a você que a mudança está acontecendo de fato?
A terapia pode oferecer um espaço seguro para mapear padrões, compreender gatilhos emocionais e reconstruir — ou redirecionar — projetos de vida. Não se trata de conselhos prontos, mas de um caminho cuidadoso onde mente e emoção dialogam, sustentados por práticas de mindfulness para regular ansiedade e ferramentas de autorreflexão para diferenciar culpa de responsabilidade.
Às vezes insistir significa redefinir as regras do jogo; outras, reconhecer que manter-se ali consome energia vital demais. Encontrar essa resposta depende de compreender suas forças, seu propósito e o impacto real que cada escolha terá no seu bem-estar a longo prazo. Caso precise, estou à disposição.
Antes de decidir ficar ou sair, vale explorar profundamente o cenário interno e externo. Quais limites são realmente inegociáveis para você? Como seria, na prática, um pedido de reparação que lhe parecesse genuíno? De que modo suas necessidades de segurança e autenticidade podem ser comunicadas sem que você sinta que está “vigiando” em tempo integral? E, se ele topasse um processo terapêutico individual ou de casal, quais indicadores mostrariam a você que a mudança está acontecendo de fato?
A terapia pode oferecer um espaço seguro para mapear padrões, compreender gatilhos emocionais e reconstruir — ou redirecionar — projetos de vida. Não se trata de conselhos prontos, mas de um caminho cuidadoso onde mente e emoção dialogam, sustentados por práticas de mindfulness para regular ansiedade e ferramentas de autorreflexão para diferenciar culpa de responsabilidade.
Às vezes insistir significa redefinir as regras do jogo; outras, reconhecer que manter-se ali consome energia vital demais. Encontrar essa resposta depende de compreender suas forças, seu propósito e o impacto real que cada escolha terá no seu bem-estar a longo prazo. Caso precise, estou à disposição.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.