Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta m

21 respostas
Estou em crise no relacionamento, meu companheiro desde sempre foi muito sincero e disse que gosta muito de mim, me quer na vida dele, porém ainda ama de forma platônica um colega de trabalho que impede o desenvolvimento de amor por mim. Essa dualidade sentimental dele é normal? Até que ponto é saudável permanecer para conquistar?
Olá, como vai?
Essa frase que você escreve: "impede o desenvolvimento de amor por mim" é muito reveladora, pois explica como a relação de vocês se configura, e qual é o tipo de relação. Esse ponto é você quem determina, até quando e de forma será saudável você viver tentanto conquistar uma outra pessoa que anuncia que ama outra.
Espero ter ajudado, fico à disposição.

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Olá! São duas coisas que devem acontecer: ele decidir o que quer e você delimitar um limite para toda essa situação...ou em comum acordo, aceitarão seguir como está... Esse limite é você tem que dar... até onde consegue aguentar ou ficar tentando conquistá-lo? Nesse processo, ressalto a importância de se valorizar, ter o amor-próprio. Qual o limite de ficar tentando ter o amor de alguém? Reflita e se precisar, procure um psicólogo para ajudar a passar por esse momento.
É compreensível que essa situação provoque dor, confusão e muitas dúvidas. Na escuta psicanalítica, costumamos entender que os sentimentos raramente são lineares. Uma pessoa pode sim vivenciar afetos ambíguos ou contraditórios, como desejar alguém enquanto mantém vínculos com outra. O ponto importante aqui é olhar para o lugar que você ocupa nessa dinâmica e como isso te afeta emocionalmente.

A psicanálise não oferece respostas prontas sobre o que é certo ou errado fazer, mas convida a refletir: o que te prende a essa relação? O que você espera dela? Até que ponto você está tentando conquistar alguém que talvez esteja indisponível emocionalmente? Permanecer, muitas vezes, está mais ligado a um desejo inconsciente do que a uma escolha racional.

Buscar análise pode te ajudar a entender essas repetições, reconhecer o que de fato deseja e se apropriar das suas escolhas. Quando nos colocamos sempre no lugar de quem espera ou insiste, vale perguntar: o que há de meu nisso? Ou seja, o que em mim se repete ou se alimenta desse tipo de relação?

Obrigado por compartilhar algo tão delicado. Dá pra imaginar o quanto essa situação te coloca em conflito — entre o carinho que sente, a vontade de fazer dar certo, e a dor de perceber que talvez o espaço que gostaria de ocupar na relação esteja dividido.

Você pergunta se essa dualidade é normal. Talvez o mais importante agora seja entender como isso tudo tem te afetado. Como tem sido pra você estar numa relação onde sente que não é plenamente escolhida? O que é que tem sustentado a sua permanência até aqui? É a esperança de que isso mude, é o medo de perder o que já foi construído, ou algo mais difícil de nomear?

E quando você fala em “permanecer para conquistar”, o que será que está tentando conquistar exatamente? O amor dele? Um lugar de exclusividade? Ou talvez um sentimento de valor que hoje parece estar condicionado a essa aceitação?

Mais do que responder se é “saudável” ou “certo”, talvez valha olhar pra como você tem se sentido com isso. O que está sendo possível viver nessa relação — e o que não está?

Se quiser, podemos seguir explorando juntas essas questões. Às vezes, só de dar forma à confusão, já começamos a escutar melhor o que realmente precisamos.
Olá! A situação que você está vivendo é delicada e merece acolhimento. A dualidade afetiva do seu parceiro pode ocorrer, mas é essencial avaliar se isso está afetando negativamente o desenvolvimento da intimidade e da segurança emocional entre vocês.

A psicoterapia individual pode te ajudar a compreender melhor seus sentimentos, desejos e limites dentro da relação, além de esclarecer decisões com mais consciência. A terapia de casal também pode ser útil, oferecendo um espaço mediado para que vocês conversem com mais escuta e respeito, reflitam sobre o que ainda os une, o que precisa mudar e se há disposição mútua para seguir juntos.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Na psicanálise, entendemos que os afetos humanos são, muitas vezes, atravessados por conflitos, idealizações e desejos inconscientes. A dualidade afetiva do outro pode existir, mas a pergunta mais importante talvez não seja sobre ele, e sim sobre você: o que te faz permanecer nessa relação? O que essa situação mobiliza na sua história, nos seus próprios desejos?

A análise não busca definir o que é certo ou errado, mas criar um espaço onde você possa se escutar, compreender seus movimentos, suas escolhas e os sentidos que isso tem na sua vida.
Essa situação gera muita dor e insegurança, e é compreensível que você esteja em crise. Na psicanálise, entendemos que sentimentos podem ser confusos, mas quando há um vínculo platônico não resolvido, isso realmente impede o aprofundamento da relação atual. O mais importante é olhar para o quanto essa dinâmica está afetando você emocionalmente. Posso te ajudar a refletir sobre isso e entender melhor seus limites e desejos em um processo de terapia. Estou à disposição caso queira iniciar esse cuidado.
 Maisa Guimarães Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Querida anônima, essa é, sem dúvida, uma situação muito delicada e que envolve sentimentos profundos, confusão, e também uma grande coragem da sua parte ao buscar escuta e compreensão para algo tão íntimo. Quando alguém nos diz, com sinceridade, que gosta de nós, mas também admite manter um amor platônico por outra pessoa, isso pode despertar uma série de emoções contraditórias: esperança, frustração, insegurança, tristeza — tudo ao mesmo tempo. E é compreensível que você se pergunte: vale a pena insistir? Até quando é saudável permanecer?

A psicanálise nos convida a olhar para além da superfície dos acontecimentos. Ela não busca respostas prontas, mas escuta o que há de mais verdadeiro na experiência de cada sujeito. Nesse sentido, sua pergunta não tem apenas a ver com o comportamento do outro, mas também com o que tudo isso está despertando em você. Como você se sente nesse lugar onde está sendo querida, mas não completamente escolhida? Que tipo de desejo ou expectativa está em jogo? Quais dores antigas ou fantasias podem estar sendo reativadas nessa vivência?

O amor platônico que seu companheiro diz manter por outro pode funcionar, muitas vezes, como um impedimento inconsciente ao envolvimento real — porque amar de longe, sem a reciprocidade ou o risco do afeto vivido, é uma forma de se proteger. Às vezes, a pessoa se mantém presa a um amor idealizado para não precisar enfrentar os desafios e a entrega que um amor possível, como o que você oferece, exige.

Já do seu lado, a permanência nessa relação talvez traga a esperança de que o tempo, a convivência ou o afeto vão mudar esse cenário. E essa esperança é legítima — mas precisa ser cuidadosamente escutada: ela vem de um desejo genuíno de construção ou do medo de não ser escolhida por inteiro em outro lugar?

A psicanálise pode te ajudar a acolher essa dor sem se submeter a ela, a reconhecer o valor dos seus sentimentos sem que isso signifique aceitar menos do que você deseja. Muitas vezes, o trabalho analítico nos permite descobrir por que repetimos certos padrões afetivos, por que nos colocamos em posições de espera, e, sobretudo, o que queremos para nós — não como um ideal romântico, mas como um desejo que merece espaço, cuidado e reciprocidade.

Se você sente que está se apagando para permanecer, se a espera está se tornando um sofrimento que te desorganiza ou enfraquece sua autoestima, talvez seja o momento de parar e escutar a si mesma com mais profundidade. O que você precisa hoje? O que você merece nessa relação?

Você não está sozinha. A sua dor é legítima e merece ser escutada com respeito e delicadeza. Se quiser iniciar esse caminho de elaboração, a psicanálise pode te acompanhar com presença, escuta e cuidado. E, pouco a pouco, ajudar a construir um espaço interno onde suas escolhas sejam menos marcadas pela espera, e mais guiadas por um amor que também venha em sua direção.
Olá! Como você está?
O que você está vivendo é realmente uma situação delicada e emocionalmente desgastante. Ter sentimentos por mais de uma pessoa pode acontecer, mas quando um vínculo platônico ainda ocupa tanto espaço emocional a ponto de impedir que ele se entregue de verdade ao relacionamento com você, isso pode te colocar em um lugar de constante espera e insegurança. Na terapia, a gente trabalha bastante a clareza de papéis, limites emocionais e o reconhecimento dos próprios valores. Seu valor não deve depender da validação de alguém que está emocionalmente preso a outra pessoa. Permanecer por muito tempo nesse ciclo pode aumentar sentimentos de rejeição, ansiedade e desgaste emocional. Se quiser, posso te ajudar a olhar para essa situação com mais clareza e a fortalecer seu emocional para tomar decisões mais saudáveis pra você. Minha agenda está aberta caso queira iniciar o processo terapêutico! :)
 Marcelle Carvalho
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá, são perguntas muito complexas para serem respondidas de forma superficial. Sugiro que procure acompanhamento terapêutico para se conhecer melhor e encontrar respostas mais profundas.
Um relacionamento saudável considera as necessidades de cada um, tem respeito mutuo, tem sentimento de pertencimento, etc. Algumas pessoas desenvolvem um sentimento de desvalor, como se tivessem um defeito, com baixa autoestima, com isso podem acabar se relacionando com pessoas que as tratam em segundo plano, não as valorizam, etc. Se você tem sentimentos parecidos com esses, é interessante buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para entender o que está acontecendo e elaborar as necessidades percebidas.
Quando o parceiro reconhece que ainda está emocionalmente preso a outro vínculo (mesmo que platônico), pode ser um sinal de que ele ainda não está emocionalmente disponível o suficiente para investir de forma profunda na relação atual. Isso não significa que ele não goste de você, mas que talvez ainda esteja lidando com questões internas que o impedem de se comprometer de fato.

Permanecer esperando por uma mudança pode se transformar, aos poucos, em um lugar de angústia e desgaste.
O mais saudável é não se anular tentando conquistar alguém que ainda não está inteiro ali. A terapia pode ser uma aliada importante para te ajudar a entender melhor seus próprios sentimentos, limites e o que essa situação desperta em você. Esse olhar para dentro pode trazer mais clareza sobre o que vale a pena sustentar e o que talvez esteja te afastando de si mesma.
Ei...

- Não, não é normal! Você merece mais!


- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.


Abraços
Oi! Obrigada por confiar e dividir isso aqui. É uma situação que realmente pode gerar muita angústia e insegurança emocional.

Sobre a dualidade sentimental dele, é possível sim que alguém tenha sentimentos confusos ou até mantenha um apego platônico por outra pessoa, principalmente se não houve um fechamento claro dessa história. Mas quando esse vínculo atrapalha o envolvimento afetivo real com quem está ao lado no presente, como parece estar acontecendo com você, isso pode gerar um desequilíbrio no relacionamento.

O amor saudável é construído com presença, disponibilidade emocional e reciprocidade. Quando ficamos esperando que a outra pessoa "escolha" a gente ou "deixe de gostar" de outra pessoa, isso pode acabar nos colocando num lugar de espera e sofrimento. É importante refletir se você está se sentindo valorizada nessa relação, ou apenas tentando conquistar algo que talvez não dependa só de você.

Na terapia, você pode explorar tudo isso com calma: entender seus próprios limites, o que você deseja de um relacionamento, e o que está disposta a viver ou não. Se quiser, posso te ajudar nesse processo — os atendimentos são online, com escuta acolhedora e sem julgamentos.
 Virginia Lopes
Psicólogo, Psicanalista
Governador Valadares
Sinto muito que esteja vivendo essa crise. Independente de ser "normal" ou não, parece que o acordo que fizeram no relacionamento não esta funcionando pra você. Não ha como garantir que indo, ou permanecendo, o sentimento irá se desenvolver como amor ou algum outro. A pergunta que talvez você deve se fazer é: porque quero / se quero permanecer nessa relação? Indo ou ficando, terá ganhos e perdas, quais você consegue e quer bancar? Essa escolha deve ser feita de coração aberto, para que qualquer arrependimento futuro não venha a cair na conta do outro, mas sim sustentarmos cada um nossas decisões. Espero ter ajudado!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Receber esse tipo de sinceridade — ainda que dolorosa — coloca você numa encruzilhada emocional que mistura amor, esperança e dúvida. Quando alguém nos diz que quer estar conosco, mas ao mesmo tempo confessa estar preso a um sentimento por outra pessoa, é natural que a nossa mente entre num estado de confusão, tentando entender onde termina a honestidade e onde começa a nossa própria renúncia.

O que você está vivendo toca num ponto delicado das relações afetivas: o quanto podemos esperar por alguém e, ao mesmo tempo, respeitar os nossos próprios limites emocionais? Será que, ao tentar “conquistar” esse espaço de amor, você não está deixando de perceber os espaços que está cedendo internamente? Até que ponto esse esforço vem nutrindo um vínculo recíproco — e até que ponto tem custado a sua autoestima ou o seu senso de merecimento?

Do ponto de vista neurocientífico, o apego e o vínculo emocional ativam áreas do cérebro relacionadas à motivação e à recompensa. Isso explica por que, mesmo diante de algo que nos machuca, ainda sentimos vontade de permanecer. O cérebro valoriza a antecipação da conquista, mas pode ignorar os sinais de sofrimento quando está emocionalmente investido em uma expectativa. É como se uma parte sua estivesse dizendo: "Se eu insistir mais um pouco, talvez ele me escolha". Mas… quem está te escolhendo agora?

Você já se perguntou o que exatamente você está esperando que mude nessa relação? O quanto desse amor que você sente está sendo vivido de forma compartilhada — e o quanto tem sido um investimento solitário? E talvez o mais importante: será que o lugar que ele reserva para você é o mesmo que você gostaria de ocupar?

Essas perguntas não trazem respostas prontas, mas abrem espaço para um encontro com você mesma. Porque mais do que conquistar alguém, talvez seja hora de verificar se você mesma não tem sido colocada em segundo plano nesse processo. Se sentir que seria importante olhar mais profundamente para isso, com acolhimento e escuta qualificada, estou por aqui. Caso precise, estou à disposição.
É importante refletir sobre o que você precisa e merece em uma parceria. Permanecer esperando que essa dualidade se resolva pode desgastar sua autoestima e gerar muita dor emocional. Um relacionamento saudável deve ser baseado em respeito mútuo, sinceridade e clareza emocional.

É importante conversar abertamente com seu parceiro sobre seus sentimentos e expectativas, buscando entender se há disposição dele de se dedicar verdadeiramente ao relacionamento de vocês. E, principalmente, não se esqueça de cuidar de si mesma: seu bem-estar emocional deve estar sempre em prioridade.

Se sentir que a situação está afetando sua saúde mental, procurar um espaço de apoio psicológico pode ser fundamental para que você possa esclarecer seus sentimentos e decidir o melhor caminho que valorize seu amor-próprio.
 Sammy Carralas
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! É compreensível que essa situação te cause dor e confusão, pois o amor idealizado que seu companheiro nutre por outra pessoa pode criar uma barreira emocional no relacionamento de vocês. Na perspectiva existencial, esse conflito pode refletir uma busca por significado ou preenchimento de carências passadas, enquanto a ACT sugere que a aceitação dessa dualidade (sem julgamentos) é o primeiro passo para escolher ações alinhadas aos valores de ambos. Porém, permanecer esperando que ele "desenvolva" amor por você pode ser desgastante — o vínculo saudável requer reciprocidade e presença emocional autêntica. Se quiser explorar estratégias para lidar com essa crise ou clarificar seus limites, agende uma sessão e podemos trabalhar juntas nisso.
Dr. Diego Netto
Psicólogo
Volta Redonda
Olá! Olha, por vezes a nossa cultura legitima certas falas que se apresentam como: se eu gosto de X, não posso gostar de Y. A lógica do desejo e do amor, não costumam se comportar dessa maneira. É possível amores coexistirem.

Mas acho que você está colocando um mal estar aqui, que tem a ver com o lugar que você ocupa na vida dele. Esse lugar que você ocupa, é o que você gostaria? Um lugar onde você precisa "conquistar" é um bom lugar?

Acredito que você pode pensar sobre qual tipo de contrato quer fazer com suas parcerias amorosas. Se existe um impedimento do "desenvolvimento de amor" por você, talvez signifique que ele já está fazendo uma escolha.

Estou à disposição para te ajudar com essas questões se necessário. Desejo uma boa caminhada.
Dra. Aparecida Collepiccolo
Psicólogo, Sexólogo, Psicanalista
Jundiaí
A dualidade sentimental do seu companheiro, de ainda amar platonicamente outro colega de trabalho, é algo que pode acontecer, mas pode gerar confusão e insegurança no relacionamento. Esse amor platônico pode ser um reflexo de idealização ou fantasia, o que pode dificultar o desenvolvimento do amor entre vocês.

É importante considerar como isso afeta o seu emocional. Se você sente que está investindo em uma relação onde ele ainda está emocionalmente dividido, pode ser desgastante e frustrante. Manter-se em uma relação assim exige reflexão sobre o que você quer para sua vida afetiva.

A decisão de ficar para conquistar deve ser baseada no seu bem-estar emocional. Se essa dualidade está impedindo o vínculo real, pode ser necessário conversar sobre o que ambos querem do relacionamento e avaliar se essa dinâmica é saudável para você. Priorizar sua segurança e felicidade emocional é essencial.








Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá! O que você está vivendo é realmente muito doloroso e confuso. Estar numa relação em que o companheiro demonstra carinho, mas ao mesmo tempo mantém um vínculo afetivo intenso com outra pessoa pode mexer profundamente com seu sentimento de segurança e pertencimento.

Essa dualidade é um sinal claro de que algo não está resolvido para ele e isso acaba deixando você em um lugar de espera, de dúvida, de insegurança, que desgasta demais quem ama de verdade.

Até onde vale a pena permanecer em uma relação assim? Só você pode decidir isso, ouvindo seu coração e percebendo o quanto essa espera está consumindo sua autoestima e sua paz.

O que eu posso dizer é que ninguém precisa ficar na sombra do amor de outra pessoa para ser feliz ou sentir-se merecedora. Se esse turbilhão está te fazendo sofrer mais do que crescer, talvez seja hora de olhar para você, para o que você merece de verdade.

Se quiser um espaço para colocar tudo isso para fora, entender seus sentimentos e se fortalecer para as decisões que virão, estou aqui para te ouvir. Marca uma sessão comigo, você merece clareza e cuidado.

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