Estou tomando escitalopram e olanzapina para depressão. Esta combinação é boa?

14 respostas
Estou tomando escitalopram e olanzapina para depressão. Esta combinação é boa?
 Mariana Montes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Acredito que ser uma boa combinação ou não varia de acordo com o organismo. Pra alguns pode funcionar super bem e pra outros não. Mas com certeza se o médico te prescreveu essa combinação é porque ele acredita que ela seja boa.

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 Matheus Rotta
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Para curar a depressão é necessário utilizar outras formas de tratamento, principalmente aquelas que promovem a reorganização do fluxo energético na pessoa, como acupuntura, fitoterapia e/ou homeopatia, e também ferramentas de ampliação de consciência, como psicoterapia e/ou medicinas enteógenas.
Dr. Leandro Kuradomi
Psicólogo
São Paulo
Muitos estudos indicam que apenas a medicação não é suficiente para o tratamento da depressão e outros transtornos psicológicos. É preciso também combinar a psicoterapia para obter resultados mais satisfatórios ao longo do tratamento. Estimo melhoras em seu tratamento.
Dra. Vera Pelizzari
Psicólogo
São Paulo
Depende do seu sintoma, da sua queixa, são usados de forma conjunta sim, tudo depende do que seu médico percebeu na sua consulta.
De qualquer forma acredito que seu médico tenha mencionado que os medicamentos terao maior eficácia com a Psicoterapia.
Seria negligência de minha parte, fazer qualquer avaliação de medicamento e sua ação manifesta, a distância, esse tipo de avaliação somente o seu Psicologo e seu médico poderão averiguar.
Espero que tenha lhe ajudado, estou a disposição
Abraço
Vera Pelizzari
 Leonardo Rocha
Psicólogo
Recife
E importante confiar em seu psiquiatra e no tratamento por ele prescrito. E percebendo como o seu organismo se adapta a medicação para saber se esta combinação pode lhe ajudar no mal que você sofre. Onde não somente a medicação pode lhe proporcionar esta melhoria se não acompanhada de uma psicoterapia
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Sempre digo que a combinação boa em psiquiatria é aquela que está funcionando bem. Sente-se bem com está medicação? Ótimo, não se sente bem? Fale com seu médico. Não existe um remédio geral para todos, casa ser humano é único, cada mente e cada medicação própria para ele. Agora , ao meu ver, a melhor combinação é a medicação mais a psicoterapia porque os remédios não reorganizam a vida que foi alterada pela depressão.
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 Joel Lerner Amato
Psicólogo
São Paulo
Verifique junto ao seu psiquiatra se os efeitos que você está sentindo estão de acordo com a expectativa dele para o tratamento nesse momento.
Além disso, acompanhamento com um psicólogo é essencial para trabalhar as dinâmicas psicológicas que estejam sustentando a depressão. Ao transformá-las, a angústia depressiva, o vazio, a falta de sentido e a falta de prazer em viver, desaparecerão.
 Andre Fiker
Psicólogo
Guarulhos
A ação dos medicamentos varia muito de pessoa para pessoa, então uma combinação que é boa para um pode não ser para outro.

Mas parece que você quer saber um pouco mais sobre os medicamentos que está tomando, e esse é um direito seu como paciente.

Na consulta com o psiquiatra, você pode perguntar sobre a escolha de medicamentos. Provavelmente o escitalopram tem uma função, e a olanzapina outra.
Todas as dúvidas quanto à medicação é recomendado que seja com o seu psiquiatra. Lembrando que o tratamento para depressão deve ser em conjunto com a psicoterapia, pois os sintomas são controlados pela medicação mas as causas que levaram a este estado devem ser tratadas com psicólogo.
Olá!!
Olanzapina não é usualmente usado para depressão, pois é um antipsicótico. Mas acredito que seu médico psiquiatra teve motivos para prescreve-lo. Sempre importante ter uma conversa franca com seu médico e questionar os efeitos colaterias caso existam e que outras alternativas podem ser usadas. O que funciona para um paciente, necessariamente não funciona para todos. E pense que a medicação por si, ajuda, mas não resolve sozinha o problema; sempre bom associar a medicação com psicoterapia.
Dra. Andressa Dorothea
Psicólogo, Psicanalista
São Caetano do Sul
Olá! É importante que haja um diálogo franco entre você e seu psiquiatra, de maneira que possam conversar sobre a efetividade dessa combinação, que pode ou não funcionar. Pode ser a dosagem, questão de tempo ou resposta do organismo. Não interrompa a tomada das medicações sem antes conversar com ele. Além disso, estudos comprovam que a medicação não é suficiente para o tratamento da depressão e outros transtornos psicológicos. Se faz necessária a associação com a Psicoterapia. Os remédios não curam, eles amenizam os sintomas, que dizem respeito a conflitos a serem investigados e tratados. São tratamentos complementares.
Dra. Daniele De Faria Gaspar
Psiquiatra, Médico de família
Praia Grande
Sim, essa combinação pode ser indicada em alguns casos de depressão, principalmente quando:

Há resistência ao tratamento com antidepressivos isolados;

Existem sintomas mais intensos, como agitação, alterações do sono ou pensamentos desorganizados;

Ou quando há sintomas associados de ansiedade intensa, impulsividade ou episódios de humor mais instável.

O escitalopram atua como antidepressivo e ansiolítico, enquanto a olanzapina, embora seja um antipsicótico, também tem propriedades que ajudam a estabilizar o humor e melhorar o sono, podendo potencializar o efeito do antidepressivo em alguns casos.

No entanto, é fundamental que o uso da olanzapina seja acompanhado de perto por um psiquiatra, já que ela pode causar efeitos colaterais como ganho de peso, sonolência ou alterações metabólicas.

Se você tiver dúvidas ou estiver sentindo algo diferente com o uso dos medicamentos, converse com seu médico. E se precisar de uma avaliação cuidadosa, estou à disposição para te ajudar com segurança e acolhimento.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
Sim, a combinação de escitalopram com olanzapina é frequentemente utilizada no tratamento de casos de depressão mais resistentes ou graves, especialmente quando há sintomas que não melhoram apenas com antidepressivos. O escitalopram atua equilibrando a serotonina no cérebro, enquanto a olanzapina, que é um antipsicótico atípico, ajuda a estabilizar o humor, reduzir sintomas de ansiedade e melhorar o sono.

Essa associação pode trazer benefícios importantes, mas também exige acompanhamento próximo, pois a olanzapina pode causar efeitos colaterais como ganho de peso, sonolência e alterações metabólicas. Por isso, o médico ajusta as doses e acompanha regularmente para garantir que o tratamento seja eficaz e seguro.

Se quiser, posso ajudar a esclarecer mais sobre essa combinação, os cuidados necessários e como monitorar seu tratamento. Estou à disposição.

Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica individualizada.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
A combinação de escitalopram e olanzapina é uma conduta médica bastante utilizada e pode ser muito eficaz em determinados quadros depressivos, especialmente quando há sintomas resistentes, traços de ansiedade intensa, insônia ou elementos psicóticos (delírios, alucinações, pensamentos desorganizados). O escitalopram é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), que atua regulando o humor, reduzindo a ansiedade e melhorando a disposição emocional. Já a olanzapina é um antipsicótico atípico que ajuda a estabilizar o pensamento, reduzir agitação, controlar distorções cognitivas e favorecer o sono, além de potencializar o efeito do antidepressivo em casos de depressão moderada a grave. Essa combinação é respaldada por diversas diretrizes clínicas e costuma ser indicada quando o antidepressivo isolado não proporciona melhora completa, ou quando o paciente apresenta sintomas de irritabilidade, impulsividade ou raciocínio pessimista persistente. Entretanto, é fundamental que o uso seja feito com acompanhamento médico rigoroso, pois a olanzapina pode causar efeitos colaterais como aumento do apetite, ganho de peso, sonolência e alterações metabólicas (colesterol, glicose), exigindo controle laboratorial periódico. Em geral, o equilíbrio entre eficácia e segurança depende da dose, do tempo de uso e do perfil individual do paciente. O mais importante é não interromper o tratamento por conta própria, pois o ajuste deve sempre ser feito de forma gradual e supervisionada. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, depressão, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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