Eu tomava divalcom er. Depois o médico do posto me passou depacote . Eles tem o mesmo efeito?
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Eu tomava divalcom er. Depois o médico do posto me passou depacote . Eles tem o mesmo efeito?
Olá! Eles tem potencialmente o mesmo efeito.
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São marcas diferentes, em tese mudanças podem ser mínimas, mas veja se a dose é a mesma. Ambas são de liberação prolongada o que possibilita poucas mudanças na troca.
Diferença entre Divalcom ER e Depakote – efeitos terapêuticos e colaterais
Tanto o Divalcom ER quanto o Depakote contêm o mesmo princípio ativo: divalproato de sódio, uma forma estabilizada do ácido valproico utilizada amplamente em psiquiatria e neurologia. A principal diferença entre os dois está na forma de liberação do medicamento e no perfil farmacocinético.
O Depakote, tradicionalmente, é uma formulação de liberação entérica (DR – delayed release), o que significa que o comprimido é revestido para evitar a liberação do fármaco no estômago, iniciando sua ação no intestino. Por isso, geralmente precisa ser tomado duas vezes ao dia. Já o Divalcom ER (ER – extended release) é uma formulação de liberação prolongada, projetada para ser administrada uma vez ao dia, com absorção mais lenta e estável ao longo do tempo, o que favorece melhor tolerância gástrica e menor oscilação nos níveis sanguíneos da medicação.
Apesar dessas diferenças de formulação, o efeito terapêutico é essencialmente o mesmo: ambos são utilizados como estabilizadores do humor no transtorno bipolar, especialmente eficazes para tratar episódios de mania aguda e como tratamento de manutenção. Também são usados no tratamento de algumas formas de epilepsia e na prevenção de enxaqueca.
Em relação aos efeitos colaterais, ambos podem provocar:
Sonolência e sedação, principalmente no início do tratamento.
Tremores finos nas mãos.
Ganho de peso e aumento do apetite.
Náuseas e desconforto gastrointestinal (menos frequente com o Divalcom ER por ser de liberação lenta).
Queda de cabelo (reversível).
Alterações hormonais, como irregularidades menstruais em mulheres.
Efeitos mais raros, porém graves, incluem:
Hepatotoxicidade (danos no fígado, especialmente em crianças pequenas).
Pancreatite.
Trombocitopenia (redução das plaquetas).
Hiperamonemia, que pode causar confusão mental e letargia.
Alto risco teratogênico (malformações graves em caso de uso durante a gravidez, como defeitos do tubo neural).
É importante ressaltar que, apesar de ambos os medicamentos conterem o mesmo princípio ativo, não são diretamente intercambiáveis sem ajuste médico, pois a forma de liberação impacta na dose total e no perfil de ação. Se for necessário trocar Depakote por Divalcom ER, ou vice-versa, essa transição deve ser feita de forma monitorada e gradual, com ajuste de dose se necessário.
Tanto o Divalcom ER quanto o Depakote contêm o mesmo princípio ativo: divalproato de sódio, uma forma estabilizada do ácido valproico utilizada amplamente em psiquiatria e neurologia. A principal diferença entre os dois está na forma de liberação do medicamento e no perfil farmacocinético.
O Depakote, tradicionalmente, é uma formulação de liberação entérica (DR – delayed release), o que significa que o comprimido é revestido para evitar a liberação do fármaco no estômago, iniciando sua ação no intestino. Por isso, geralmente precisa ser tomado duas vezes ao dia. Já o Divalcom ER (ER – extended release) é uma formulação de liberação prolongada, projetada para ser administrada uma vez ao dia, com absorção mais lenta e estável ao longo do tempo, o que favorece melhor tolerância gástrica e menor oscilação nos níveis sanguíneos da medicação.
Apesar dessas diferenças de formulação, o efeito terapêutico é essencialmente o mesmo: ambos são utilizados como estabilizadores do humor no transtorno bipolar, especialmente eficazes para tratar episódios de mania aguda e como tratamento de manutenção. Também são usados no tratamento de algumas formas de epilepsia e na prevenção de enxaqueca.
Em relação aos efeitos colaterais, ambos podem provocar:
Sonolência e sedação, principalmente no início do tratamento.
Tremores finos nas mãos.
Ganho de peso e aumento do apetite.
Náuseas e desconforto gastrointestinal (menos frequente com o Divalcom ER por ser de liberação lenta).
Queda de cabelo (reversível).
Alterações hormonais, como irregularidades menstruais em mulheres.
Efeitos mais raros, porém graves, incluem:
Hepatotoxicidade (danos no fígado, especialmente em crianças pequenas).
Pancreatite.
Trombocitopenia (redução das plaquetas).
Hiperamonemia, que pode causar confusão mental e letargia.
Alto risco teratogênico (malformações graves em caso de uso durante a gravidez, como defeitos do tubo neural).
É importante ressaltar que, apesar de ambos os medicamentos conterem o mesmo princípio ativo, não são diretamente intercambiáveis sem ajuste médico, pois a forma de liberação impacta na dose total e no perfil de ação. Se for necessário trocar Depakote por Divalcom ER, ou vice-versa, essa transição deve ser feita de forma monitorada e gradual, com ajuste de dose se necessário.
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