Há algum exame clínico que pode provar que trata-se de tremor essencial? Ou é somente, avaliado pelo
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Há algum exame clínico que pode provar que trata-se de tremor essencial? Ou é somente, avaliado pelo neurologista em consulta médica?
O ideal é que você seja examinado por um neurologista. Com certeza este profissional terá mais familiaridade com esta doença e com seus diagnósticos diferenciais.
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O tremor essencial é um diagnostico clinico. Algumas vezes, em caso de duvidas (tremor atípico, muito assimétrico, etc) solicitamos exames para afastar outras causas (porém a doença nao será diagnosticada por exames complementares e sim por um exame fisico bem detalhado).
E importante também excluir causas de piora do tremor (como uso de medicações, hipertireoidismo, etc).
Espero ter ajudado
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Espero ter ajudado
Olá, tudo bem?
O diagnóstico do Tremor essencial é basicamente clínico, através da anamnese/história clínica e principalmente do exame neurológico. Em casos de dúvida diagnóstica, alguns exames podem ajudar como a Eletroneuromiografia (ao avaliar a frequência do tremor) e também exames de imagem. Mas é importante a avaliação por um médico neurologista.
O diagnóstico do Tremor essencial é basicamente clínico, através da anamnese/história clínica e principalmente do exame neurológico. Em casos de dúvida diagnóstica, alguns exames podem ajudar como a Eletroneuromiografia (ao avaliar a frequência do tremor) e também exames de imagem. Mas é importante a avaliação por um médico neurologista.
O diagnóstico do tremor essencial é mais que nada clínico, ou seja, feito com base na história clínica conversada com o paciente e no exame neurológico detalhado. Durante a consulta avaliamos as características do tremor com algumas manobras e testes. Não existe um exame que "prove" que se trata de tremor essencial, mas as vezes podemos solicitar alguns como ressonância ou DAT-SCAN, em casos de dúvida ou para EXCLUIR outras causas...
Geralmente como uma boa consulta neurológica cuidadosa já conseguimos chegar no diagnóstico correto!
Geralmente como uma boa consulta neurológica cuidadosa já conseguimos chegar no diagnóstico correto!
Essa é uma pergunta muito comum — e a resposta é que o diagnóstico de tremor essencial é, em sua maioria, clínico, ou seja, feito pelo neurologista com base na história do paciente e no exame físico neurológico detalhado.
Não existe um exame laboratorial ou de imagem que “prove” isoladamente que se trata de tremor essencial. O que se faz na prática é:
– Avaliar as características do tremor: se é mais visível ao manter a postura ou durante movimentos voluntários (como escrever, segurar um copo), se melhora com álcool, se há história familiar, se é bilateral, simétrico, progressivo e sem outros sinais neurológicos associados (como rigidez, lentidão ou alterações de marcha);
– Excluir outras causas de tremor (como doença de Parkinson, hipertireoidismo, efeito de medicações, distúrbios metabólicos ou neurológicos secundários);
– Em alguns casos, pode-se pedir exames complementares, como exames de sangue, ressonância magnética do crânio ou até um DAT-scan (exame específico para diferenciar tremor essencial de Parkinson), quando o caso é atípico ou duvidoso.
Portanto, não há um “exame que confirma” o tremor essencial, mas sim uma construção diagnóstica feita com base clínica e, se necessário, apoio de exames para excluir outras causas. Se você ou alguém próximo está com esse tipo de tremor, o ideal é passar por avaliação com um neurologista — que vai determinar se o quadro é compatível com tremor essencial e, a partir disso, discutir se é necessário tratamento ou apenas acompanhamento.
Não existe um exame laboratorial ou de imagem que “prove” isoladamente que se trata de tremor essencial. O que se faz na prática é:
– Avaliar as características do tremor: se é mais visível ao manter a postura ou durante movimentos voluntários (como escrever, segurar um copo), se melhora com álcool, se há história familiar, se é bilateral, simétrico, progressivo e sem outros sinais neurológicos associados (como rigidez, lentidão ou alterações de marcha);
– Excluir outras causas de tremor (como doença de Parkinson, hipertireoidismo, efeito de medicações, distúrbios metabólicos ou neurológicos secundários);
– Em alguns casos, pode-se pedir exames complementares, como exames de sangue, ressonância magnética do crânio ou até um DAT-scan (exame específico para diferenciar tremor essencial de Parkinson), quando o caso é atípico ou duvidoso.
Portanto, não há um “exame que confirma” o tremor essencial, mas sim uma construção diagnóstica feita com base clínica e, se necessário, apoio de exames para excluir outras causas. Se você ou alguém próximo está com esse tipo de tremor, o ideal é passar por avaliação com um neurologista — que vai determinar se o quadro é compatível com tremor essencial e, a partir disso, discutir se é necessário tratamento ou apenas acompanhamento.
Excelente pergunta — e muito relevante, pois o tremor essencial é uma condição bastante comum, mas que requer diagnóstico clínico cuidadoso para ser diferenciado de outras causas de tremor, como o Parkinson ou alterações metabólicas e medicamentosas.
Na maioria dos casos, o diagnóstico do tremor essencial é clínico, ou seja, feito pelo neurologista durante a consulta, através de uma avaliação detalhada dos sintomas, histórico familiar e exame neurológico minucioso. Não existe um exame único que “prove” a doença, mas há testes complementares que ajudam a confirmar e excluir outras causas.
Durante a avaliação, o neurologista observa:
O tipo de tremor (geralmente de ação ou postural — aparece quando a pessoa está em movimento ou mantém uma posição);
Distribuição (costuma afetar as mãos, cabeça e voz, de forma simétrica);
Histórico familiar, pois há forte componente genético;
E resposta ao álcool ou a medicações específicas, característica do tremor essencial.
Para confirmar o diagnóstico e descartar outras doenças, o médico pode solicitar:
1⃣ Exames laboratoriais, como função tireoidiana, eletrólitos, glicemia, cobre e ceruloplasmina (para excluir causas metabólicas e doença de Wilson).
2⃣ Ressonância magnética de crânio, se houver suspeita de lesão estrutural cerebral.
3⃣ Eletromiografia (EMG) com tremorografia, que analisa a frequência e o padrão do tremor, ajudando a diferenciar o tremor essencial do parkinsoniano ou de origem psicogênica.
4⃣ Em alguns casos, pode-se realizar o teste DAT-SPECT (DaTSCAN), exame de imagem funcional que avalia o transporte de dopamina cerebral — ele é normal no tremor essencial e alterado no Parkinson, sendo útil em casos de dúvida diagnóstica.
Portanto, o diagnóstico parte da observação clínica do neurologista, mas pode ser confirmado com exames complementares quando há incerteza ou sintomas atípicos.
O tratamento do tremor essencial é individualizado e pode envolver propranolol, primidona, topiramato ou toxina botulínica (em casos específicos), além de fisioterapia motora e controle de fatores desencadeantes, como estresse e cafeína.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O ideal é procurar um neurologista com experiência em distúrbios do movimento para definir o tipo exato de tremor e o tratamento mais adequado.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tremores e distúrbios do movimento, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Na maioria dos casos, o diagnóstico do tremor essencial é clínico, ou seja, feito pelo neurologista durante a consulta, através de uma avaliação detalhada dos sintomas, histórico familiar e exame neurológico minucioso. Não existe um exame único que “prove” a doença, mas há testes complementares que ajudam a confirmar e excluir outras causas.
Durante a avaliação, o neurologista observa:
O tipo de tremor (geralmente de ação ou postural — aparece quando a pessoa está em movimento ou mantém uma posição);
Distribuição (costuma afetar as mãos, cabeça e voz, de forma simétrica);
Histórico familiar, pois há forte componente genético;
E resposta ao álcool ou a medicações específicas, característica do tremor essencial.
Para confirmar o diagnóstico e descartar outras doenças, o médico pode solicitar:
1⃣ Exames laboratoriais, como função tireoidiana, eletrólitos, glicemia, cobre e ceruloplasmina (para excluir causas metabólicas e doença de Wilson).
2⃣ Ressonância magnética de crânio, se houver suspeita de lesão estrutural cerebral.
3⃣ Eletromiografia (EMG) com tremorografia, que analisa a frequência e o padrão do tremor, ajudando a diferenciar o tremor essencial do parkinsoniano ou de origem psicogênica.
4⃣ Em alguns casos, pode-se realizar o teste DAT-SPECT (DaTSCAN), exame de imagem funcional que avalia o transporte de dopamina cerebral — ele é normal no tremor essencial e alterado no Parkinson, sendo útil em casos de dúvida diagnóstica.
Portanto, o diagnóstico parte da observação clínica do neurologista, mas pode ser confirmado com exames complementares quando há incerteza ou sintomas atípicos.
O tratamento do tremor essencial é individualizado e pode envolver propranolol, primidona, topiramato ou toxina botulínica (em casos específicos), além de fisioterapia motora e controle de fatores desencadeantes, como estresse e cafeína.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O ideal é procurar um neurologista com experiência em distúrbios do movimento para definir o tipo exato de tremor e o tratamento mais adequado.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tremores e distúrbios do movimento, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
O diagnóstico de tremor essencial (TE) é predominantemente clínico, feito pelo neurologista com base na história detalhada, exame físico e exclusão de outras causas de tremor, mas há, sim, exames complementares que ajudam a confirmar o diagnóstico e descartar doenças neurológicas semelhantes, como Parkinson, tremores medicamentosos, metabólicos ou cerebelares. Durante a consulta, o neurologista avalia características fundamentais: o tipo de tremor (postural, cinético ou de ação), sua frequência, simetria, evolução e impacto funcional. No tremor essencial típico, o quadro é bilateral e simétrico, acometendo principalmente as mãos e antebraços durante a ação (como escrever, segurar um copo ou escovar os dentes), sem rigidez muscular ou lentidão de movimentos — sinais que diferenciam do Parkinson. O exame clínico inclui testes simples, como: estender os braços à frente, desenhar espirais, segurar um copo de água, escrever e realizar tarefas finas; o neurologista observa a frequência (geralmente 4–12 Hz) e o comportamento do tremor nessas situações. Contudo, em casos duvidosos ou atípicos, alguns exames complementares ajudam a confirmar o diagnóstico e excluir outras causas: 1. Ressonância magnética do encéfalo — usada para excluir lesões estruturais (como AVC, esclerose múltipla, tumores ou degeneração cerebelar) que possam causar tremor secundário; 2. Exames laboratoriais — incluem função tireoidiana (TSH e T4 livre), níveis de vitamina B12, glicemia e eletrólitos, pois disfunções hormonais ou metabólicas podem provocar tremores semelhantes; 3. Eletromiografia (EMG) com registro de tremor — mede a frequência e o padrão de contração dos músculos, ajudando a diferenciar tremores fisiológicos, psicogênicos e neurológicos; 4. DaTscan (cintilografia cerebral com transportador de dopamina) — exame de imagem funcional que avalia a captação de dopamina nos núcleos da base. No tremor essencial, a captação é normal, enquanto no Parkinson há redução acentuada e assimétrica. Esse exame é muito útil quando o diagnóstico diferencial é incerto. 5. Teste farmacológico — em alguns casos, o neurologista pode testar a resposta a medicamentos como propranolol ou primidona. Uma melhora significativa após uso desses fármacos reforça o diagnóstico de tremor essencial. É importante destacar que o tremor essencial tem componente genético forte (herança autossômica dominante), sendo comum histórico familiar positivo em pais ou avós com tremor. Apesar de ser benigno e não causar degeneração cerebral, ele pode impactar a qualidade de vida e tende a aumentar gradualmente com o tempo. O tratamento depende da gravidade e pode envolver betabloqueadores (propranolol), primidona, gabapentina, topiramato ou toxina botulínica, além de técnicas de controle motor e fisioterapia especializada. Em casos graves e refratários, há opções avançadas como estimulação cerebral profunda (DBS) ou terapia por ultrassom focal guiado por ressonância. Em resumo: o diagnóstico é essencialmente clínico, mas exames de imagem, laboratoriais e funcionais (como o DaTscan e a EMG) podem confirmar a natureza benigna do tremor e excluir outras doenças. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, distúrbios do movimento e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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