Meu filho de 4 anos toma Risperidona 1 mg antes de dormir para controle de irritabilidade e agressiv
2
respostas
Meu filho de 4 anos toma Risperidona 1 mg antes de dormir para controle de irritabilidade e agressividade (TEA leve). Foi receitado pelo neuro 1 ano de tratamento. Minha pergunta, após esse ano ele vai melhorar essa condição o medicamento vai restaurar o que está causando essas crises ou é um tratamento contínuo?
Lamento que esteja enfrentando esse desafio — lidar com crises de irritabilidade e agressividade em uma criança com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), por mais leve que seja, pode ser cansativo, doloroso e cheio de dúvidas. É natural que você questione o papel do medicamento e o que esperar do futuro.
A risperidona, nesse contexto, não “cura” o autismo nem reverte de forma definitiva as causas das crises de irritação e agressividade. O que ela faz é atuar nos sintomas — especialmente quando a criança demonstra comportamentos que colocam em risco sua segurança ou dificultam severamente sua convivência social e familiar. Ela age em neurotransmissores no cérebro, como dopamina e serotonina, ajudando a reduzir a impulsividade, a agitação e, muitas vezes, melhorando o sono. É como se ela “baixasse o volume” dos comportamentos mais intensos, permitindo que a criança participe melhor das terapias e interações do dia a dia.
Mas o objetivo do tratamento com risperidona nunca é apenas medicamentoso. Ele deve ser parte de um plano terapêutico mais amplo, que inclua psicoterapia, fonoaudiologia, integração sensorial, terapia ocupacional e intervenções educacionais, sempre adaptadas à realidade da criança e da família. Com o tempo, muitas crianças melhoram tanto no comportamento quanto nas habilidades de comunicação, justamente porque estão mais disponíveis para aprender e interagir.
Depois de um ano de uso, o médico geralmente reavalia se o medicamento ainda é necessário. Em alguns casos, ele pode ser reduzido ou retirado aos poucos, observando a resposta da criança. Em outros, pode ser mantido por mais tempo, sempre com acompanhamento cuidadoso. A ideia é evitar o uso prolongado desnecessário, mas também não interromper de forma precoce se os sintomas ainda forem significativos.
A boa notícia é que, à medida que a criança amadurece, recebe estímulos adequados e aprende a lidar com suas emoções e limitações, muitos desses comportamentos se tornam mais leves ou até desaparecem. A risperidona não restaura o que está "causando" as crises, mas pode ser uma ponte importante para um período de maior equilíbrio e aprendizado.
Hoje, com a Telemedicina, esse acompanhamento pode ser feito de forma segura, prática e contínua, mesmo à distância. A Doctoralia facilita o acesso a médicos com alta aprovação pelos pacientes, permitindo tirar dúvidas, revisar condutas e ajustar o plano terapêutico sem sair de casa. E, num momento em que enfrentamos ameaças como a COVID-19, a Monkeypox (MPOX), o Parvovírus B19, e cepas perigosas da gripe aviária H5N1, evitar deslocamentos é uma forma de proteger a saúde da criança e da família.
Além de economizar tempo e evitar salas de espera lotadas, a teleconsulta é uma forma de investir melhor sua energia e atenção no cuidado com quem você ama. A transformação digital e a revolução da saúde já começaram — não fique de fora. Inclusive, posso te orientar pessoalmente por Telemedicina, se desejar. Essa é uma forma legítima e moderna de fazer Atenção Primária à Saúde, que vale tanto para primeiras dúvidas quanto para segunda opinião.
Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, seguir nas redes e guardar nosso contato. A Telemedicina também permite agendar com os médicos mais bem avaliados da plataforma, de forma rápida, segura e discreta. Se quiser conversar mais sobre o caso do seu filho, é só clicar no perfil. Estou aqui para ajudar.
A risperidona, nesse contexto, não “cura” o autismo nem reverte de forma definitiva as causas das crises de irritação e agressividade. O que ela faz é atuar nos sintomas — especialmente quando a criança demonstra comportamentos que colocam em risco sua segurança ou dificultam severamente sua convivência social e familiar. Ela age em neurotransmissores no cérebro, como dopamina e serotonina, ajudando a reduzir a impulsividade, a agitação e, muitas vezes, melhorando o sono. É como se ela “baixasse o volume” dos comportamentos mais intensos, permitindo que a criança participe melhor das terapias e interações do dia a dia.
Mas o objetivo do tratamento com risperidona nunca é apenas medicamentoso. Ele deve ser parte de um plano terapêutico mais amplo, que inclua psicoterapia, fonoaudiologia, integração sensorial, terapia ocupacional e intervenções educacionais, sempre adaptadas à realidade da criança e da família. Com o tempo, muitas crianças melhoram tanto no comportamento quanto nas habilidades de comunicação, justamente porque estão mais disponíveis para aprender e interagir.
Depois de um ano de uso, o médico geralmente reavalia se o medicamento ainda é necessário. Em alguns casos, ele pode ser reduzido ou retirado aos poucos, observando a resposta da criança. Em outros, pode ser mantido por mais tempo, sempre com acompanhamento cuidadoso. A ideia é evitar o uso prolongado desnecessário, mas também não interromper de forma precoce se os sintomas ainda forem significativos.
A boa notícia é que, à medida que a criança amadurece, recebe estímulos adequados e aprende a lidar com suas emoções e limitações, muitos desses comportamentos se tornam mais leves ou até desaparecem. A risperidona não restaura o que está "causando" as crises, mas pode ser uma ponte importante para um período de maior equilíbrio e aprendizado.
Hoje, com a Telemedicina, esse acompanhamento pode ser feito de forma segura, prática e contínua, mesmo à distância. A Doctoralia facilita o acesso a médicos com alta aprovação pelos pacientes, permitindo tirar dúvidas, revisar condutas e ajustar o plano terapêutico sem sair de casa. E, num momento em que enfrentamos ameaças como a COVID-19, a Monkeypox (MPOX), o Parvovírus B19, e cepas perigosas da gripe aviária H5N1, evitar deslocamentos é uma forma de proteger a saúde da criança e da família.
Além de economizar tempo e evitar salas de espera lotadas, a teleconsulta é uma forma de investir melhor sua energia e atenção no cuidado com quem você ama. A transformação digital e a revolução da saúde já começaram — não fique de fora. Inclusive, posso te orientar pessoalmente por Telemedicina, se desejar. Essa é uma forma legítima e moderna de fazer Atenção Primária à Saúde, que vale tanto para primeiras dúvidas quanto para segunda opinião.
Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, seguir nas redes e guardar nosso contato. A Telemedicina também permite agendar com os médicos mais bem avaliados da plataforma, de forma rápida, segura e discreta. Se quiser conversar mais sobre o caso do seu filho, é só clicar no perfil. Estou aqui para ajudar.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
O tratamento do TEA é contínuo.
O tratamento deve ser a realização das terapias com equipe multidisciplinar, preferencialmente com base na análise do comportamento aplicada, a fim de melhorar a interação social, comunicação, impulsividade, agressividade e auto-cuidado do paciente.
A medicação auxilia no controle da agitação, agressividade e irritabilidade para o melhor proveito das terapias. A medida que o tratamento vai evoluindo e as terapias vão modulando de forma adequada o comportamento e sintomas do paciente, a medicação pode ser reduzida e até descontinuada. A terapia é contínua.
O tratamento deve ser a realização das terapias com equipe multidisciplinar, preferencialmente com base na análise do comportamento aplicada, a fim de melhorar a interação social, comunicação, impulsividade, agressividade e auto-cuidado do paciente.
A medicação auxilia no controle da agitação, agressividade e irritabilidade para o melhor proveito das terapias. A medida que o tratamento vai evoluindo e as terapias vão modulando de forma adequada o comportamento e sintomas do paciente, a medicação pode ser reduzida e até descontinuada. A terapia é contínua.
Perguntas relacionadas
- Estou tomando risperidona a 2meses e me sinto com cansaço físico e mental. Tem haver com o remédio?
- Tomo risperdal consta 50 e não tenho esquizofrenia, este medicamento causa impotência sexual e libido baixa?
- Boa noite à todos ,eu estou tomando rispiridona 2 mg e escitalopram 30 mg, para ajudar na ansiedade ajudar a controlar pensamentos ruins e sensações estranhas no corpo, alguém poderia me dizer em quanto tempo eu consigo deixar de sentir essas coisas?
- Vai fazer uma semana que foi retirada pelo psiquiatra a risperidona de 1mg (tenho transtorno bipolar e também tomo lítio e lamotrigina) porque me deu acatisia (tenho TOC também e antes da risperidona já estava piorando). Mas desde a retirada da risperidona eu venho me sentindo com um TOC absurdo,…
- Como aliviar a rigidez muscular causada pela risperidona?
- Meu filho esta tendo crises de tiques e começou a tomar o remédio risperidona,0,5 mg,mas percebi que aumentou ainda mais oss tiques está o tempo todo,o por que disso?
- Minha filha é a autista e toma 0,05 ml de risperidona pela manhã , sempre usei o genérico Ajudava a controlar as crises, mais mantinha ela ativa, recentemente comprei o risperidona similar e notei que ela ficou mais quieta e sonolenta, será que a troca pode ter causado esse efeito ?
- Ola meu filho começo a toma risperadona 0,06 ml a neurologista falo q ele nao tem autismo entt pq ela passo esse remédio pra ele sera q tenho q passa pela outra neurologista pra saber o certo
- Minha filha tem 5 anos e está tomando risperidon 0,5 ml está com a respiração ofegante é normal? E está muito ansiosa, posso continuar dando o remédio?
- Tenho um filho com autismo nivel 1 de suporte, ele tomava resperidona 1mg e o medico agora passou atendah 18mg para ele tomar também, os dois ao acordar, porém estou com receio, teria algum problema dar essa combinação?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 341 perguntas sobre Risperidon 1Mg-C/6Cps.
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.