Meu filho tem 15 anos, vai fazer 16 em Abril. Às vezes pego ele falando sozinho e ele fica muito br
1
respostas
Meu filho tem 15 anos, vai fazer 16 em Abril.
Às vezes pego ele falando sozinho e ele fica muito bravo e às vezes ele fala sozinho sorrindo. Ele é curioso e agitado. Ele teve muitos problemas na escola por causa disso, é agressivo quando tem brigas ou discussões perto dele, fica descontrolado. E às vezes tem um comportamento infantil. É muito ansioso também. Tem manias, uma delas é de usar meia sempre, até quando está muito calor.
Às vezes se recusa a usar sabonete e shampoo no banho, às vezes toma banho normal, às vezes se recusa a comer comida, e às vezes come normalmente. Médico pediu para ele tomar Depakene e Resperidona. Mas, às vezes ele fica bem tranquilo e conversa normal, nós nunca sabemos como ele vai agir nos lugares, temos medo que ele fique bravo, não sabemos exatamente o que poder ser, estamos investigando.
Às vezes pego ele falando sozinho e ele fica muito bravo e às vezes ele fala sozinho sorrindo. Ele é curioso e agitado. Ele teve muitos problemas na escola por causa disso, é agressivo quando tem brigas ou discussões perto dele, fica descontrolado. E às vezes tem um comportamento infantil. É muito ansioso também. Tem manias, uma delas é de usar meia sempre, até quando está muito calor.
Às vezes se recusa a usar sabonete e shampoo no banho, às vezes toma banho normal, às vezes se recusa a comer comida, e às vezes come normalmente. Médico pediu para ele tomar Depakene e Resperidona. Mas, às vezes ele fica bem tranquilo e conversa normal, nós nunca sabemos como ele vai agir nos lugares, temos medo que ele fique bravo, não sabemos exatamente o que poder ser, estamos investigando.
Entendo sua preocupação. Ver um filho oscilar tanto no comportamento, ora tranquilo e conversando normalmente, ora irritado, agressivo ou falando sozinho, causa angústia e insegurança na família.
Na adolescência, muitas mudanças emocionais e hormonais acontecem ao mesmo tempo. No entanto, quando surgem sinais como falar sozinho com frequência, alterações bruscas de humor, explosões de raiva desproporcionais, ansiedade intensa, comportamentos repetitivos ou manias rígidas — como precisar usar meia mesmo no calor — e dificuldades importantes na escola e na convivência social, é fundamental investigar com cuidado.
Falar sozinho, isoladamente, não significa doença. Muitos adolescentes fazem isso como forma de organizar pensamentos. O que chama atenção é o conjunto dos sintomas: irritabilidade intensa, descontrole diante de conflitos, comportamento às vezes infantil para a idade, recusa intermitente em cuidados básicos como banho ou alimentação, além de ansiedade marcante. Esse padrão sugere que pode haver um transtorno do neurodesenvolvimento, um transtorno de humor, um quadro psicótico em início, ou mesmo uma associação de condições. Cada uma dessas possibilidades exige avaliação criteriosa.
O uso de Depakene (valproato) costuma ser indicado para estabilização do humor, controle de impulsividade e, em alguns casos, epilepsia. A risperidona é utilizada para reduzir agressividade, irritabilidade, agitação e sintomas psicóticos, quando presentes. O fato de o médico ter prescrito essas medicações indica que ele percebeu alterações importantes no humor e no comportamento que merecem intervenção. Isso não fecha diagnóstico definitivo, mas mostra que há necessidade de acompanhamento próximo.
A oscilação entre momentos em que ele parece “normal” e outros em que perde o controle também é característica de alguns transtornos psiquiátricos da adolescência. Nessas situações, o cérebro funciona como se tivesse dificuldade em regular emoções e impulsos. Não é falta de educação, nem “manha”. É sofrimento real, que precisa de abordagem técnica.
Outro ponto importante é a agressividade quando há discussões por perto. Alguns adolescentes apresentam hipersensibilidade emocional ou dificuldade de processamento social. Eles se sentem ameaçados com facilidade e reagem de forma explosiva. A ansiedade intensa pode piorar esse padrão.
É essencial que ele seja avaliado por psiquiatra da infância e adolescência ou neuropediatra, com investigação detalhada do histórico de desenvolvimento, comportamento desde a infância, desempenho escolar, padrão de sono, possíveis sintomas psicóticos, além de avaliação familiar. Às vezes são necessários exames complementares, mas o principal instrumento diagnóstico continua sendo a escuta clínica cuidadosa.
O tratamento costuma envolver medicação quando indicada, psicoterapia estruturada e orientação familiar. A família também precisa de apoio para aprender a lidar com as crises, estabelecer limites consistentes e reduzir gatilhos de conflito.
Em uma teleconsulta é possível organizar todas essas informações com calma, revisar a história completa, avaliar a resposta às medicações e esclarecer dúvidas. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na busca por segunda opinião.
A Telemedicina hoje permite avaliações detalhadas, segundas opiniões e acompanhamento contínuo de forma rápida, segura e discreta. Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online protege você e sua família da exposição desnecessária. Você evita deslocamentos, salas de espera lotadas e ganha tempo para investir no trabalho e nos estudos.
Estamos vivendo a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Não faz sentido abrir mão dessa possibilidade quando ela pode facilitar o acesso a especialistas e acelerar decisões importantes. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Se desejar, posso orientá-lo em teleconsulta e ajudar a organizar essa investigação com mais clareza e segurança.
Na adolescência, muitas mudanças emocionais e hormonais acontecem ao mesmo tempo. No entanto, quando surgem sinais como falar sozinho com frequência, alterações bruscas de humor, explosões de raiva desproporcionais, ansiedade intensa, comportamentos repetitivos ou manias rígidas — como precisar usar meia mesmo no calor — e dificuldades importantes na escola e na convivência social, é fundamental investigar com cuidado.
Falar sozinho, isoladamente, não significa doença. Muitos adolescentes fazem isso como forma de organizar pensamentos. O que chama atenção é o conjunto dos sintomas: irritabilidade intensa, descontrole diante de conflitos, comportamento às vezes infantil para a idade, recusa intermitente em cuidados básicos como banho ou alimentação, além de ansiedade marcante. Esse padrão sugere que pode haver um transtorno do neurodesenvolvimento, um transtorno de humor, um quadro psicótico em início, ou mesmo uma associação de condições. Cada uma dessas possibilidades exige avaliação criteriosa.
O uso de Depakene (valproato) costuma ser indicado para estabilização do humor, controle de impulsividade e, em alguns casos, epilepsia. A risperidona é utilizada para reduzir agressividade, irritabilidade, agitação e sintomas psicóticos, quando presentes. O fato de o médico ter prescrito essas medicações indica que ele percebeu alterações importantes no humor e no comportamento que merecem intervenção. Isso não fecha diagnóstico definitivo, mas mostra que há necessidade de acompanhamento próximo.
A oscilação entre momentos em que ele parece “normal” e outros em que perde o controle também é característica de alguns transtornos psiquiátricos da adolescência. Nessas situações, o cérebro funciona como se tivesse dificuldade em regular emoções e impulsos. Não é falta de educação, nem “manha”. É sofrimento real, que precisa de abordagem técnica.
Outro ponto importante é a agressividade quando há discussões por perto. Alguns adolescentes apresentam hipersensibilidade emocional ou dificuldade de processamento social. Eles se sentem ameaçados com facilidade e reagem de forma explosiva. A ansiedade intensa pode piorar esse padrão.
É essencial que ele seja avaliado por psiquiatra da infância e adolescência ou neuropediatra, com investigação detalhada do histórico de desenvolvimento, comportamento desde a infância, desempenho escolar, padrão de sono, possíveis sintomas psicóticos, além de avaliação familiar. Às vezes são necessários exames complementares, mas o principal instrumento diagnóstico continua sendo a escuta clínica cuidadosa.
O tratamento costuma envolver medicação quando indicada, psicoterapia estruturada e orientação familiar. A família também precisa de apoio para aprender a lidar com as crises, estabelecer limites consistentes e reduzir gatilhos de conflito.
Em uma teleconsulta é possível organizar todas essas informações com calma, revisar a história completa, avaliar a resposta às medicações e esclarecer dúvidas. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na busca por segunda opinião.
A Telemedicina hoje permite avaliações detalhadas, segundas opiniões e acompanhamento contínuo de forma rápida, segura e discreta. Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online protege você e sua família da exposição desnecessária. Você evita deslocamentos, salas de espera lotadas e ganha tempo para investir no trabalho e nos estudos.
Estamos vivendo a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Não faz sentido abrir mão dessa possibilidade quando ela pode facilitar o acesso a especialistas e acelerar decisões importantes. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Se desejar, posso orientá-lo em teleconsulta e ajudar a organizar essa investigação com mais clareza e segurança.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Minha neta esta tomando lamortigina a 3dias e disse que esta com a mente acelerada e não para de pensar
- Um diagnóstico de Transtorno do espectro autista (TEA) pode ser, na verdade, Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) ?
- Fui diagnosticada com bipolaridade tipo1, atualmente minha medicação é Litio (300mg) três vezes ao dia, Quetiapina(50mg) a noite, e Venlafaxina (que foi prescrita a noite mas tenho tomado de manhã). Tem dias que não consigo acordar, e quando acordo e me sinto letárgica e as vezes me sinto assim o dia…
- Meu irmão tem transtorno bipolar a 6 anos e fãs tratamento só q ao longo dos anos teve algumas recaídas por n usar o medicamentos corretamente, agora mesmo teve uma crise e meus pais n conseguiram manter ele aqui em casa conosco e estão internado ele, gostaria de saber o porquê q ele ficou agressivo…
- Foi me passado 50 mg de lamotrigina por dia, mas me indicaram tomar a noite, mas me sinto melhor tomando ela pela manhã, será que tem um horário específico?
- Uma pessoa com transtorno bipolar pode ter uma depressão mista.
- Fui diagnosticada com bipolaridade, ainda não entendo muito bem o que é. A verdade é que me sinto muito sozinha, até no meu relacionamento. Não acho ninguém interessante para conviver. Eu queria muito ter algum amigo, mas depois que você cresce é difícil. Geralmente, as pessoas que conheço da minha idade…
- Gostaria de saber mais sobre a bipolaridade E como que é uma pessoa que sofre de bipolaridade e estresse excessiva eu acho que o meu esposo tem esse problema de estresse generalizado porque ele ficou dois meses sem tomar paroxetina e mudou de personalidade de uma hora para outra um dia ele tá bem no…
- Criança 3 anos ,médica passou aripripazol 0,25 é normal ter agitação?Qual o tempo para se adaptar a medicação?
- É verdade que quem é diagnosticado com transtorno bipolar ou transtorno Esquizoafetivo não pode tomar antidepressivos?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 974 perguntas sobre Transtorno bipolar
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.