Minha neta , perdeu a mãe e o padrasto em pouco dias , COVID, tinha 12 anos e meio, agora com dezess
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Minha neta , perdeu a mãe e o padrasto em pouco dias , COVID, tinha 12 anos e meio, agora com dezessete anos teve uma mudança de comportamento radical , começou a mudar de comportamento depois dos quinze anos para cá , agora ao dezessete anos a mudança de comportamento ficou muito visível, até nas veste mudou , até então era tudo bem discreta , agora gosta de blusa curta , o relacionamento está muito ruim as vezes é legal , conversar gostoso com a gente ,outra hora é um tanto grossa, gostaria de saber como lidar ? Ou vai precisar de um acompanhamento de um profissional ? Talvez um psicólogo? O que vocês me aconselha ? Obrigada
Sinto muito por toda a perda que sua família atravessou. É importante entender que sua neta viveu um trauma avassalador aos 12 anos: perder as duas figuras de referência de uma vez só, e em um contexto de pandemia, é algo que interrompe bruscamente a sensação de segurança de qualquer criança.
O que você está vendo agora, aos 17 anos, pode ser lido sob alguns pontos de vista da psicanálise:
O Luto 'Adiado' ou Retomado: Na adolescência, o luto ganha novos contornos. Aos 12 anos, ela ainda era uma criança. Agora, ao se tornar mulher, ela revive a perda da mãe de uma forma diferente: a mãe não está lá para ver sua transformação, para orientá-la sobre o corpo, sobre as roupas ou sobre a vida adulta. Essa 'mudança radical' nas vestes (blusas curtas, estilo menos discreto) costuma ser uma tentativa de afirmar uma identidade que ela está tentando construir sozinha, às vezes de forma meio caótica, porque falta a referência materna.
A Oscilação entre 'Doce' e 'Grossa': Esse comportamento é clássico da adolescência, mas no caso dela, a 'grosseria' pode ser uma defesa. Às vezes, o adolescente se afasta e é ríspido para testar se, mesmo sendo 'difícil', as pessoas que sobraram (vocês) vão continuar amando-a e não vão abandoná-la também.
A Expressão pelo Corpo: Quando as palavras não dão conta de explicar a dor ou a confusão interna, o adolescente fala pelo corpo (vestimentas, comportamentos, mudanças de visual).
O que eu aconselho?
Sim, um acompanhamento profissional é fundamental e muito recomendável. O psicólogo ou psicanalista oferecerá a ela um espaço onde ela possa falar sobre essas perdas sem medo de magoar vocês e onde ela possa entender quem ela quer ser depois de tanto sofrimento.
Como lidar no dia a dia?
Paciência com os limites: Tente não focar apenas nas roupas. As roupas são o 'grito' dela. Tente focar no que ela sente.
Mantenha o diálogo aberto: Nos momentos em que ela estiver 'legal', aproveite para fortalecer o vínculo sem cobranças.
Valide a dor dela: Às vezes, dizer 'eu sei que deve ser difícil crescer sem sua mãe aqui' abre mais portas do que criticar o comprimento da blusa.
Ela passou por muito e está tentando descobrir como sobreviver a tudo isso. O suporte profissional será um divisor de águas para que essa fase de rebeldia não se transforme em um sofrimento crônico.
O que você está vendo agora, aos 17 anos, pode ser lido sob alguns pontos de vista da psicanálise:
O Luto 'Adiado' ou Retomado: Na adolescência, o luto ganha novos contornos. Aos 12 anos, ela ainda era uma criança. Agora, ao se tornar mulher, ela revive a perda da mãe de uma forma diferente: a mãe não está lá para ver sua transformação, para orientá-la sobre o corpo, sobre as roupas ou sobre a vida adulta. Essa 'mudança radical' nas vestes (blusas curtas, estilo menos discreto) costuma ser uma tentativa de afirmar uma identidade que ela está tentando construir sozinha, às vezes de forma meio caótica, porque falta a referência materna.
A Oscilação entre 'Doce' e 'Grossa': Esse comportamento é clássico da adolescência, mas no caso dela, a 'grosseria' pode ser uma defesa. Às vezes, o adolescente se afasta e é ríspido para testar se, mesmo sendo 'difícil', as pessoas que sobraram (vocês) vão continuar amando-a e não vão abandoná-la também.
A Expressão pelo Corpo: Quando as palavras não dão conta de explicar a dor ou a confusão interna, o adolescente fala pelo corpo (vestimentas, comportamentos, mudanças de visual).
O que eu aconselho?
Sim, um acompanhamento profissional é fundamental e muito recomendável. O psicólogo ou psicanalista oferecerá a ela um espaço onde ela possa falar sobre essas perdas sem medo de magoar vocês e onde ela possa entender quem ela quer ser depois de tanto sofrimento.
Como lidar no dia a dia?
Paciência com os limites: Tente não focar apenas nas roupas. As roupas são o 'grito' dela. Tente focar no que ela sente.
Mantenha o diálogo aberto: Nos momentos em que ela estiver 'legal', aproveite para fortalecer o vínculo sem cobranças.
Valide a dor dela: Às vezes, dizer 'eu sei que deve ser difícil crescer sem sua mãe aqui' abre mais portas do que criticar o comprimento da blusa.
Ela passou por muito e está tentando descobrir como sobreviver a tudo isso. O suporte profissional será um divisor de águas para que essa fase de rebeldia não se transforme em um sofrimento crônico.
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Olá! O que você está percebendo é bastante comum em adolescentes que passaram por perdas profundas, como a sua neta. A adolescência já traz mudanças de comportamento, gosto pessoal e formas de se expressar, e quando somadas a traumas e lutos, essas mudanças podem se intensificar e parecer mais abruptas. É importante manter diálogo aberto, ouvir sem julgar, mostrar que você se importa e estabelecer limites claros, mas sem confrontos excessivos. Ao mesmo tempo, perceber que algumas atitudes, mudanças de humor ou afastamentos fazem parte do desenvolvimento emocional dela e do processo de luto. Dado que as mudanças ficaram mais visíveis e o relacionamento está sofrendo com isso, um acompanhamento com um psicólogo especializado em adolescentes pode ser muito útil. Um profissional ajuda a lidar com o luto, emoções intensas, conflitos familiares e a apoiar sua neta a se expressar de forma saudável, ao mesmo tempo em que orienta a família a lidar com essas mudanças.
Olá. bom dia. A perda da mãe e do padrasto em um intervalo tão curto, especialmente por algo tão marcante como a pandemia da COVID-19, é um trauma muito profundo para uma menina de 12 anos. Muitas vezes, o luto na adolescência não aparece só como tristeza, mas como mudanças de comportamento, forma de se vestir, oscilações de humor e até atitudes mais defensivas ou ríspidas. Aos 17 anos, ela também está vivendo um momento natural de construção de identidade, o que pode intensificar essas transformações.
O mais importante agora é manter um vínculo de acolhimento, evitando críticas diretas e priorizando escuta e presença afetiva. Diante da intensidade da perda e das mudanças atuais, o acompanhamento com um psicólogo pode ser muito benéfico, oferecendo um espaço seguro para ela elaborar o luto e essa fase de transição. Buscar ajuda profissional não significa que há “algo errado”, mas que vocês estão cuidando dela com responsabilidade e amor. Se precisar de ajuda estou a disposição. Tente e Seja Feliz
O mais importante agora é manter um vínculo de acolhimento, evitando críticas diretas e priorizando escuta e presença afetiva. Diante da intensidade da perda e das mudanças atuais, o acompanhamento com um psicólogo pode ser muito benéfico, oferecendo um espaço seguro para ela elaborar o luto e essa fase de transição. Buscar ajuda profissional não significa que há “algo errado”, mas que vocês estão cuidando dela com responsabilidade e amor. Se precisar de ajuda estou a disposição. Tente e Seja Feliz
Primeiramente, sinto muito por essas perdas. Fazer um trabalho de luto é algo que não se dá em poucos dias, especialmente, quando se trata da perda de pessoas tão importantes. Mas não posso afirmar com certeza que a mudança de comportamento dela tenha relação direta com estas perdas. Há muitos fatores no período da adolescência que podem ser mais relevantes. Se ela disser que está sofrendo e desejar ajuda, seria bom buscar uma ajuda psicológica. Mas me parece que a você está sofrendo também. Nesse sentido, aconselho uma ajuda psicológica para você também.
A perda da mãe e do padrasto em um intervalo curto, ainda na infância, é uma experiência muito impactante emocionalmente. Mesmo quando o sofrimento não aparece imediatamente, ele pode surgir ou se transformar anos depois, especialmente na adolescência, que já é uma fase de muitas mudanças internas e busca de identidade.
Algumas mudanças de comportamento nessa idade são esperadas como alterações no jeito de se vestir, maior necessidade de autonomia e oscilações de humor. No entanto, quando existe uma história de perdas importantes, essas transformações podem vir acompanhadas de sentimentos de tristeza, raiva, confusão ou dificuldade para expressar o que sente.
O mais importante nesse momento é tentar manter diálogo, escuta e acolhimento, sem críticas imediatas ou confrontos constantes. Muitas vezes, comportamentos mais bruscos ou mudanças externas podem ser uma forma de lidar com emoções difíceis que ela ainda não consegue nomear.
Buscar acompanhamento psicológico pode ser muito benéfico, não porque necessariamente exista algo “errado”, mas porque a terapia pode oferecer um espaço seguro para ela elaborar o luto, compreender suas emoções e atravessar essa fase com mais apoio.
Portanto, manter o vínculo afetivo em casa e, se possível, considerar a ajuda de um psicólogo especializado em adolescentes pode ser um caminho importante para cuidar da saúde emocional dela.
Algumas mudanças de comportamento nessa idade são esperadas como alterações no jeito de se vestir, maior necessidade de autonomia e oscilações de humor. No entanto, quando existe uma história de perdas importantes, essas transformações podem vir acompanhadas de sentimentos de tristeza, raiva, confusão ou dificuldade para expressar o que sente.
O mais importante nesse momento é tentar manter diálogo, escuta e acolhimento, sem críticas imediatas ou confrontos constantes. Muitas vezes, comportamentos mais bruscos ou mudanças externas podem ser uma forma de lidar com emoções difíceis que ela ainda não consegue nomear.
Buscar acompanhamento psicológico pode ser muito benéfico, não porque necessariamente exista algo “errado”, mas porque a terapia pode oferecer um espaço seguro para ela elaborar o luto, compreender suas emoções e atravessar essa fase com mais apoio.
Portanto, manter o vínculo afetivo em casa e, se possível, considerar a ajuda de um psicólogo especializado em adolescentes pode ser um caminho importante para cuidar da saúde emocional dela.
ua preocupação é muito legítima. Sua neta viveu perdas muito significativas em uma fase sensível do desenvolvimento, e é comum que os efeitos desse luto apareçam anos depois, especialmente na adolescência. Além disso, essa etapa da vida envolve importantes mudanças hormonais, que também influenciam o humor, o comportamento e a forma de se expressar.
As mudanças de comportamento, de aparência e nas relações podem ser a combinação desses fatores. Manter o diálogo, o acolhimento e evitar julgamentos é fundamental. Um acompanhamento com psicólogo pode ser muito importante para ajudá-la a elaborar essas perdas e atravessar essa fase com mais suporte emocional.
As mudanças de comportamento, de aparência e nas relações podem ser a combinação desses fatores. Manter o diálogo, o acolhimento e evitar julgamentos é fundamental. Um acompanhamento com psicólogo pode ser muito importante para ajudá-la a elaborar essas perdas e atravessar essa fase com mais suporte emocional.
É importante considerar que a adolescência, por si só, já é uma fase de muitas mudanças, é um período em que a pessoa está se descobrindo no mundo, tentando entender quem é, buscando pertencimento a algum grupo e construindo sua identidade, e isso naturalmente se reflete na forma de se vestir, de falar, de se posicionar e até na maneira como se relaciona com a família, além de oscilações de humor, momentos em que está mais próxima e outros em que pode estar mais irritada ou distante. Ao mesmo tempo, não podemos deixar de considerar tudo o que ela já viveu, perder a mãe e o padrasto em tão pouco tempo, ainda tão nova, é algo muito marcante, e o luto pode se manifestar de diferentes formas ao longo dos anos, inclusive com mudanças de comportamento mais intensas conforme ela cresce e passa a compreender essa perda de outra maneira. Diante desse contexto, o acompanhamento psicológico pode sim ser muito benéfico, não necessariamente porque haja algo errado, mas porque pode oferecer a ela um espaço seguro para elaborar o luto, as mudanças da adolescência e os conflitos internos que talvez ela não consiga expressar em casa, e manter um diálogo aberto, evitando críticas excessivas e buscando compreender o que está por trás dos comportamentos, também pode ajudar bastante no fortalecimento do vínculo.
Olá, querida!
Sinto muito por vocês passarem por essa dor do luto e ainda as consequências de um luto difícil.
É natural que a cada fase da vida nós passemos por mudanças significativas. O que é importante pensar é que se há sofrimento e/ou prejuízos significativos é importantíssimo buscar ajuda de um profissional. Pode ser que esse luto de alguns anos ainda esteja bem presente na vida da sua neta. Um psicólogo ajudará a elaborar os sentimentos e emoções envolvidas e o quanto os comportamentos estão relacionados a sofrimento. Busque ajuda, isso trará alívio pra você e para ela.
Um abraço carinhoso,
Leila Marques
Sinto muito por vocês passarem por essa dor do luto e ainda as consequências de um luto difícil.
É natural que a cada fase da vida nós passemos por mudanças significativas. O que é importante pensar é que se há sofrimento e/ou prejuízos significativos é importantíssimo buscar ajuda de um profissional. Pode ser que esse luto de alguns anos ainda esteja bem presente na vida da sua neta. Um psicólogo ajudará a elaborar os sentimentos e emoções envolvidas e o quanto os comportamentos estão relacionados a sofrimento. Busque ajuda, isso trará alívio pra você e para ela.
Um abraço carinhoso,
Leila Marques
A mudança de comportamento na adolescência após a perda de pessoas importantes, como mãe e padrasto, pode estar relacionada ao processo de luto e às transformações próprias da adolescência. Perdas tão significativas na infância ou início da adolescência podem impactar profundamente o desenvolvimento emocional.
É comum que adolescentes que passaram por luto na família apresentem mudanças como:
Oscilações de humor (momentos carinhosos e outros mais irritados)
Alterações no estilo de vestir e na forma de se expressar
Busca por mais autonomia e identidade própria
Dificuldade para falar sobre sentimentos ou perdas
Comportamentos que parecem mais desafiadores ou defensivos
Essas mudanças nem sempre significam que algo está “errado”, mas podem indicar que ela ainda está processando emocionalmente a perda e as mudanças da vida.
O mais importante é manter um ambiente de escuta, acolhimento e diálogo, evitando julgamentos sobre comportamento ou aparência, e mostrando que ela tem adultos seguros com quem pode contar.
Ao mesmo tempo, a psicoterapia pode ser essencial nesse caso. O acompanhamento psicológico ajuda adolescentes a elaborar o luto, compreender suas emoções e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com mudanças e conflitos.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para que ela possa falar sobre suas dores e reorganizar suas emoções. Se fizer sentido, será um prazer poder ajudar nesse processo. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
É comum que adolescentes que passaram por luto na família apresentem mudanças como:
Oscilações de humor (momentos carinhosos e outros mais irritados)
Alterações no estilo de vestir e na forma de se expressar
Busca por mais autonomia e identidade própria
Dificuldade para falar sobre sentimentos ou perdas
Comportamentos que parecem mais desafiadores ou defensivos
Essas mudanças nem sempre significam que algo está “errado”, mas podem indicar que ela ainda está processando emocionalmente a perda e as mudanças da vida.
O mais importante é manter um ambiente de escuta, acolhimento e diálogo, evitando julgamentos sobre comportamento ou aparência, e mostrando que ela tem adultos seguros com quem pode contar.
Ao mesmo tempo, a psicoterapia pode ser essencial nesse caso. O acompanhamento psicológico ajuda adolescentes a elaborar o luto, compreender suas emoções e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com mudanças e conflitos.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para que ela possa falar sobre suas dores e reorganizar suas emoções. Se fizer sentido, será um prazer poder ajudar nesse processo. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Olá! Como vai? A situação que você descreve envolve duas questões muito importantes: um luto muito significativo e a fase da adolescência, que por si só já é um período de grandes mudanças. Perder a mãe e o padrasto em um intervalo tão curto, ainda tão jovem, é uma experiência extremamente impactante emocionalmente. Muitas vezes, os efeitos desse tipo de perda não aparecem imediatamente, podendo surgir ou se intensificar alguns anos depois, especialmente durante a adolescência.
Entre os 15 e 17 anos é comum que jovens passem por transformações no comportamento, no modo de se vestir, nas opiniões e na forma de se relacionar com a família. Isso faz parte do processo natural de construção da identidade. Porém, quando há um histórico de perdas importantes, essas mudanças podem vir acompanhadas de emoções mais intensas, como raiva, tristeza, confusão ou necessidade de afirmação.
Sobre a forma de se vestir ou agir: muitas vezes isso também faz parte da tentativa de se descobrir, experimentar estilos e afirmar a própria autonomia. Nem sempre significa que algo está “errado”, mas sim que ela está tentando entender quem é nesse novo momento da vida.
O fato de ela às vezes conversar bem e em outros momentos se mostrar mais grossa ou distante também é relativamente comum na adolescência. Ainda assim, considerando o luto que ela viveu, um acompanhamento psicológico pode ser muito benéfico. A terapia pode ajudá-la a: 1. Elaborar o luto pela perda da mãe e do padrasto; 2. Compreender e expressar melhor suas emoções; 3. Desenvolver formas mais saudáveis de lidar com conflitos e mudanças da adolescência.
Isso não significa necessariamente que há um “problema grave”, mas sim que ela passou por experiências muito difíceis e pode se beneficiar de um espaço seguro para falar sobre isso.
Enquanto família, algumas atitudes que costumam ajudar são: 1. Manter diálogo aberto e sem julgamentos, mostrando que ela pode conversar quando quiser; 2. Evitar críticas muito duras, principalmente sobre aparência ou comportamento, pois isso pode gerar mais afastamento; 3. Demonstrar interesse genuíno pela vida dela, pelos sentimentos e pelo que ela está vivendo; 4. Oferecer apoio, inclusive sugerindo a terapia como um espaço de cuidado e não como punição.
O mais importante é que ela sinta que não está sozinha e que tem adultos de confiança ao redor dela. Com acolhimento, paciência e, se possível, apoio profissional, há muitas chances de que ela consiga atravessar esse momento de forma mais saudável. E sabe o que mais? Eu consigo te ajudar! Coloco-me à disposição, caso tenha interesse em iniciar um processo terapêutico ou caso queira o acompanhamento para sua neta. Boa ressignificação!
Entre os 15 e 17 anos é comum que jovens passem por transformações no comportamento, no modo de se vestir, nas opiniões e na forma de se relacionar com a família. Isso faz parte do processo natural de construção da identidade. Porém, quando há um histórico de perdas importantes, essas mudanças podem vir acompanhadas de emoções mais intensas, como raiva, tristeza, confusão ou necessidade de afirmação.
Sobre a forma de se vestir ou agir: muitas vezes isso também faz parte da tentativa de se descobrir, experimentar estilos e afirmar a própria autonomia. Nem sempre significa que algo está “errado”, mas sim que ela está tentando entender quem é nesse novo momento da vida.
O fato de ela às vezes conversar bem e em outros momentos se mostrar mais grossa ou distante também é relativamente comum na adolescência. Ainda assim, considerando o luto que ela viveu, um acompanhamento psicológico pode ser muito benéfico. A terapia pode ajudá-la a: 1. Elaborar o luto pela perda da mãe e do padrasto; 2. Compreender e expressar melhor suas emoções; 3. Desenvolver formas mais saudáveis de lidar com conflitos e mudanças da adolescência.
Isso não significa necessariamente que há um “problema grave”, mas sim que ela passou por experiências muito difíceis e pode se beneficiar de um espaço seguro para falar sobre isso.
Enquanto família, algumas atitudes que costumam ajudar são: 1. Manter diálogo aberto e sem julgamentos, mostrando que ela pode conversar quando quiser; 2. Evitar críticas muito duras, principalmente sobre aparência ou comportamento, pois isso pode gerar mais afastamento; 3. Demonstrar interesse genuíno pela vida dela, pelos sentimentos e pelo que ela está vivendo; 4. Oferecer apoio, inclusive sugerindo a terapia como um espaço de cuidado e não como punição.
O mais importante é que ela sinta que não está sozinha e que tem adultos de confiança ao redor dela. Com acolhimento, paciência e, se possível, apoio profissional, há muitas chances de que ela consiga atravessar esse momento de forma mais saudável. E sabe o que mais? Eu consigo te ajudar! Coloco-me à disposição, caso tenha interesse em iniciar um processo terapêutico ou caso queira o acompanhamento para sua neta. Boa ressignificação!
Olá! Pela sua descrição, vejo que você é uma avó muito atenta e sensível às mudanças da sua neta. Esse engajamento familiar e a prontidão amorosa são fundamentais, especialmente para uma geração que atravessou perdas e medos reais durante a pandemia.
A adolescência é justamente esse 'divisor de águas': o jovem quer deixar de ser criança, mas ainda não possui a maturidade do adulto. É um período de 'tempestade hormonal' que redesenha pensamentos, a percepção do corpo e a busca pela independência. É natural que, nesta fase, o adolescente questione os valores de casa para buscar sua própria identidade no grupo de amigos.
Essas transformações geram oscilações de humor e comportamentos que, por vezes, chocam os responsáveis. Embora seja uma fase normal do desenvolvimento, ela pode ser muito desconfortável para todos. Se essas mudanças estão gerando mais dúvidas do que certezas, recomendo sim a busca por um acompanhamento psicológico. Isso ajudará tanto a jovem quanto a família a atravessarem essa transição com mais equilíbrio. Espero ter ajudado e desejo boa sorte!
A adolescência é justamente esse 'divisor de águas': o jovem quer deixar de ser criança, mas ainda não possui a maturidade do adulto. É um período de 'tempestade hormonal' que redesenha pensamentos, a percepção do corpo e a busca pela independência. É natural que, nesta fase, o adolescente questione os valores de casa para buscar sua própria identidade no grupo de amigos.
Essas transformações geram oscilações de humor e comportamentos que, por vezes, chocam os responsáveis. Embora seja uma fase normal do desenvolvimento, ela pode ser muito desconfortável para todos. Se essas mudanças estão gerando mais dúvidas do que certezas, recomendo sim a busca por um acompanhamento psicológico. Isso ajudará tanto a jovem quanto a família a atravessarem essa transição com mais equilíbrio. Espero ter ajudado e desejo boa sorte!
Olá, espero que você esteja bem.
A perda da mãe e do padrasto em um intervalo tão curto, ainda mais na adolescência, pode marcar profundamente a vida de uma jovem. Muitas vezes, os efeitos emocionais de um luto tão grande não aparecem apenas no momento da perda, mas podem se manifestar algum tempo depois, especialmente em fases de transição como a adolescência.
Entre os 15 e 17 anos também acontecem muitas mudanças naturais relacionadas à identidade, à forma de se expressar e à busca por autonomia. Por isso, alterações no modo de vestir, no humor ou na forma de se relacionar com a família podem aparecer nesse período. Ao mesmo tempo, quando houve uma perda tão significativa, essas mudanças podem vir acompanhadas de sentimentos difíceis de elaborar.
O mais importante costuma ser manter um espaço de diálogo, escuta e acolhimento, procurando compreender o que ela está vivendo sem julgamentos imediatos. Em alguns momentos ela pode se mostrar mais aberta e, em outros, mais irritada ou distante, o que também pode fazer parte desse processo interno.
Diante da história de perdas e das mudanças de comportamento que você descreve, a psicoterapia pode ser um apoio muito importante. Um psicólogo pode oferecer a ela um espaço seguro para falar sobre o luto, as emoções e as transformações que está atravessando nessa fase da vida.
Buscar ajuda profissional não significa que haja necessariamente algo “grave”, mas pode ser uma forma de cuidado e suporte para que ela não precise lidar sozinha com tudo isso. Também pode ajudar a família a encontrar maneiras mais tranquilas de se aproximar e apoiar nesse momento. Estou à disposição.
A perda da mãe e do padrasto em um intervalo tão curto, ainda mais na adolescência, pode marcar profundamente a vida de uma jovem. Muitas vezes, os efeitos emocionais de um luto tão grande não aparecem apenas no momento da perda, mas podem se manifestar algum tempo depois, especialmente em fases de transição como a adolescência.
Entre os 15 e 17 anos também acontecem muitas mudanças naturais relacionadas à identidade, à forma de se expressar e à busca por autonomia. Por isso, alterações no modo de vestir, no humor ou na forma de se relacionar com a família podem aparecer nesse período. Ao mesmo tempo, quando houve uma perda tão significativa, essas mudanças podem vir acompanhadas de sentimentos difíceis de elaborar.
O mais importante costuma ser manter um espaço de diálogo, escuta e acolhimento, procurando compreender o que ela está vivendo sem julgamentos imediatos. Em alguns momentos ela pode se mostrar mais aberta e, em outros, mais irritada ou distante, o que também pode fazer parte desse processo interno.
Diante da história de perdas e das mudanças de comportamento que você descreve, a psicoterapia pode ser um apoio muito importante. Um psicólogo pode oferecer a ela um espaço seguro para falar sobre o luto, as emoções e as transformações que está atravessando nessa fase da vida.
Buscar ajuda profissional não significa que haja necessariamente algo “grave”, mas pode ser uma forma de cuidado e suporte para que ela não precise lidar sozinha com tudo isso. Também pode ajudar a família a encontrar maneiras mais tranquilas de se aproximar e apoiar nesse momento. Estou à disposição.
Sinto muito pela perda que sua neta viveu tão jovem. Perder a mãe e o padrasto de forma tão próxima pode ser um impacto emocional muito grande, e muitas vezes algumas mudanças de comportamento aparecem anos depois, especialmente na adolescência, que já é uma fase de muitas transformações.
Oscilações de humor, mudanças na forma de se vestir e momentos de irritação podem estar relacionados tanto ao processo de crescimento quanto a emoções que talvez ela ainda esteja tentando compreender ou expressar.
O mais importante nesse momento é manter o diálogo aberto, sem julgamentos, mostrando que ela tem um espaço seguro para falar sobre o que sente. Ainda assim, um acompanhamento psicológico pode ser muito útil para ajudá-la a elaborar essas perdas e lidar melhor com as emoções dessa fase.
Caso sinta que seria importante conversar mais sobre a situação e entender como apoiar sua neta da melhor forma, fico à disposição para orientar vocês com mais cuidado em consulta.
Oscilações de humor, mudanças na forma de se vestir e momentos de irritação podem estar relacionados tanto ao processo de crescimento quanto a emoções que talvez ela ainda esteja tentando compreender ou expressar.
O mais importante nesse momento é manter o diálogo aberto, sem julgamentos, mostrando que ela tem um espaço seguro para falar sobre o que sente. Ainda assim, um acompanhamento psicológico pode ser muito útil para ajudá-la a elaborar essas perdas e lidar melhor com as emoções dessa fase.
Caso sinta que seria importante conversar mais sobre a situação e entender como apoiar sua neta da melhor forma, fico à disposição para orientar vocês com mais cuidado em consulta.
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