Nunca senti nenhum tipo de amor por ninguém. É normal isso?

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Nunca senti nenhum tipo de amor por ninguém. É normal isso?
Às vezes, é uma forma inconsciente de se proteger de vínculos que possam causar dor. Também pode indicar dificuldade em reconhecer e vivenciar afeto, algo que pode ser explorado na terapia. O importante é não se julgar, mas compreender o que está por trás desse bloqueio. Falar sobre isso com um psicanalista pode ajudar a resgatar a capacidade de buscar vínculos, aguardo seu contato.

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 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
O que você traz é uma questão profunda e muito humana. Na Psicanálise, entendemos que cada pessoa tem uma história única de como aprendeu (ou não pôde aprender) a se vincular e a sentir amor. Às vezes, experiências de vida, modos de defesa emocional ou vivências precoces podem dificultar o acesso a certos sentimentos.

Não se trata de algo “anormal”, mas de algo que merece ser escutado com atenção, pois costuma dizer muito sobre a forma como cada um se constituiu e se relaciona consigo mesmo e com o outro.

Um processo analítico pode ser um espaço importante para explorar isso, com calma e sem julgamentos, permitindo que esses afetos possam, aos poucos, ganhar sentido e forma.
Sentir que nunca amou ninguém pode causar bastante estranhamento, principalmente quando o amor parece algo “natural” nas outras pessoas. No entanto, essa sensação pode ter raízes profundas, ligadas à forma como cada um aprendeu a se vincular afetivamente desde muito cedo.

O amor não surge simplesmente como um “sentimento pronto”; ele se constrói a partir da maneira como fomos olhados, acolhidos e reconhecidos no início da vida. Às vezes, quando algo dessa experiência se rompe ou não se forma completamente, o contato com o afeto pode se tornar distante ou até ausente — não por falta de capacidade, mas como uma forma de se proteger.

Em análise, é possível compreender o que há por trás dessa dificuldade de amar: quais experiências, expectativas e dores moldaram esse modo de sentir. A partir disso, algo novo pode começar a se formar — um jeito mais próprio e verdadeiro de se relacionar com os outros e consigo mesmo.
Olá!
Sentir que nunca amou ninguém pode gerar muita dúvida e até uma sensação de desconexão, mas é importante saber que isso não significa que haja algo “errado” com você. Cada pessoa desenvolve sua forma de se relacionar e de sentir afeto, e em alguns casos, o amor pode ter sido vivido de maneiras diferentes — talvez mais racionais, cuidadosas ou até distantes.

Às vezes, essa dificuldade em sentir amor está ligada a experiências antigas, à forma como aprendemos a confiar e a nos vincular emocionalmente. O inconsciente pode criar mecanismos de proteção para evitar dor, rejeição ou frustração, o que acaba afastando também o afeto.

Um processo terapêutico pode te ajudar a compreender o que existe por trás dessa sensação — sem julgamentos, com espaço para entender o seu tempo e o seu modo de sentir.

— Rita Seixas - Psicanalista
Talvez seja válido se perguntar o que você entende por "amor" e o que espera sentir quando ele vier. Às vezes, o amor não corresponde ao significado idealizado, romântico, intenso, mas aparece na sutileza, no cuidado, nos vínculos que demoramos um pouco a reconhecer.
Na psicanálise, é mais importante escutar o que essa ausência diz de você, do que classificar a "normalidade" do que se sente... que experiências, medos ou defesas podem estar em jogo quando o amor parece não acontecer? Nessa escuta, caminhos podem ser abertos para que você compreenda como é a sua relação com o afeto, o desejo, o outro...
Sim. É normal. Para perceber amor e outros sentimentos, precisamos conhecer e exercitar. E a maioria das pessoas não tem, durante a sua vida ensinamentos sobre as emoções e, menos ainda, de como exercitar a gestão das emoções diariamente. Só o fato de você se preocupar em escrever sobre isso buscando informações, demonstra que você é senssível e pode evoluir muito nesse sentido. Fico à disposição.
 Lucas Lopes Quintana
Psicanalista
Porto Alegre
Do ponto de vista psicanalítico, a sensação de nunca ter amado pode ser um mecanismo de defesa do inconsciente. Para se proteger de dores ou frustrações muito antigas, often relacionadas aos primeiros vínculos na infância, a psique pode "desligar" a capacidade de amar. Assim, o que parece ser um vazio é, na verdade, uma estrutura complexa de proteção que evita a dor que o contato profundo com outros poderia causar.

A neurociência complementa essa visão ao investigar as bases biológicas. Nossa capacidade de amar está ligada a sistemas cerebrais de recompensa e vínculo, que envolvem hormônios como a dopamina e a ocitocina. É possível que haja uma variação natural na configuração desses sistemas, ou que experiências adversas tenham impactado seu desenvolvimento, tornando a experiência do amor diferente da convencional ou menos acessível.

Em síntese, sua experiência, embora incomum, é válida. A pergunta crucial não é se é "normal", mas se isso lhe causa sofrimento. Se for apenas um dado da sua vida sem angústia, pode ser sua maneira singular de ser. Caso sinta um vazio ou deseje se conectar de novas formas, buscar uma psicoterapia pode ser um caminho profundo para entender as raízes dessa configuração.
Esse é um bom motivo para procurar a psicanálise.
 Fernando Cravos
Psicanalista
Rio de Janeiro
Bem, ninguém nasce com a obrigatoriedade de amar alguém, entretanto, questões relativas a instinto, necessidade de convivência social, medo da solidão ou simplesmente o acaso emocional, podem nos levar a desenvolver forte afeição por alguém e essa afeição pode desembocar em um sentimento mais forte, prazeroso ou recompensador que pode ser definido como amor.
Quando você diz que nunca sentiu nenhum tipo de amor por quem quer que seja, entende-se que nunca se apegou a pai, mãe, irmão, parceiro afetivo, animal de estimação etc.
Você pergunta se isso é normal.
A normalidade em psicoterapia e em especial na psicanálise, não é algo que possa ser avaliado com a simplicidade do sim ou do não. Não vejo anormalidade nesse fato, mas, não posso deixar de reconhecer que não se trata de um comportamento, no mínimo, usual.
Não amar alguém, no sentido do que seja o amor no entendimento do senso comum, não é, por si só, evidência de psicopatologia, desde que por traz desse comportamento não se escondam desejos reprimidos, traumas, experiências frustrantes, decepções, ou qualquer tipo de vivência desagradável que, consciente ou inconscientemente, possam ter anestesiado ou bloqueado sua capacidade de se deixar envolver afetivamente, interagir com pessoas do seu convívio e se permitir apaixonar-se e amar alguém.
Embora, por si só, essa condição não deva ser considerada uma psicopatologia, estou certo de que a psicoterapia, certamente, pode ser recomendável para alinhar seus pensamentos, emoções e sentimentos àquilo que efetivamente possa ser relevante para a sua regulação emocional e para a sua felicidade.
E a resposta exige sensibilidade: não sentir amor — seja romântico, afetivo ou emocional — não significa automaticamente que há “algo errado” com você. Mas é um sinal importante de que vale a pena olhar mais de perto para a sua história emocional.

Existem várias possíveis explicações, que não necessariamente indicam um transtorno. Vamos por partes:

1. Amor não é igual para todo mundo

Nem todas as pessoas sentem ou expressam amor da mesma forma. Algumas têm um jeito mais intelectualizado ou reservado de se relacionar, outras vivenciam emoções de maneira mais intensa.
Há também pessoas que têm dificuldade em nomear ou identificar o que sentem — o que não significa ausência de sentimentos, mas sim uma forma diferente de percebê-los.

2. Vivências e proteção emocional

Muitas vezes, a dificuldade de sentir amor vem de experiências de vida:

Ambientes emocionais frios, negligentes ou abusivos;

Medo inconsciente de se apegar e sofrer;

Mecanismos de defesa emocionais que bloqueiam a entrega afetiva;

Ausência de modelos saudáveis de vínculo.

Nesse caso, a “ausência de amor” pode ser mais um mecanismo de proteção psíquica do que uma incapacidade real de sentir.

3. Questões ligadas a identidade emocional

Pessoas com alexitimia (dificuldade de identificar e nomear emoções) ou certos traços de personalidade (como esquivo ou evitativo) podem ter dificuldade em reconhecer o que sentem — mesmo quando estão se conectando com alguém.
Às vezes, o sentimento está lá, mas não é percebido ou traduzido como “amor”.

4. Condições neuropsíquicas também podem influenciar

Em alguns casos, condições como depressão persistente, traços do espectro autista, traumas complexos ou transtornos de apego podem reduzir a capacidade de sentir conexão emocional profunda.
Isso não significa que você seja “incapaz de amar”, e sim que pode haver algo bloqueando ou modulando esse acesso.

5. Importante: o amor pode ser aprendido e construído

Ao contrário do que muita gente pensa, o amor não é só “um sentimento mágico que surge”. Ele pode ser desenvolvido através de experiências seguras, vínculos saudáveis e autoconhecimento emocional.
Muitas pessoas só descobrem o amor depois de entenderem a si mesmas e seus mecanismos de defesa.

Em resumo:

Não sentir amor não te torna “errada” ou “fria”.

Mas pode indicar bloqueios emocionais, defesas psíquicas ou padrões de apego que merecem atenção com um profissional.

O amor não é algo que você necessariamente “tem ou não tem” — ele pode ser cultivado, aprendido e vivido de formas únicas.
Dr. Bruno Vitorino
Psicanalista
Mogi das Cruzes
Bom dia,

Se a ausência desse sentimento é algo que lhe incomoda, lhe parece estranho ou lhe traz prejuízo, então é um tema que merece, sim, atenção e investigação. Se não lhe causa incômodo, pode ser simplesmente uma característica sua.
 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
Que boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista...
Só há um jeito de saber... se isso for uma norma, na vida, em casa, na família. Falando...
 Tatiana Wuerges
Psicanalista
São Paulo
Depende do que você chama de amor

Muita gente acha que amor é só aquela sensação forte, como nos filmes. Mas ele também pode aparecer em coisas simples, como se importar, querer o bem ou sentir carinho por alguém.

Quando uma pessoa sente que nunca amou ninguém, pode ser que lá atrás o amor tenha sido algo confuso ou doloroso, e o coração aprendeu a se proteger não sentindo.

Não é algo “anormal”, mas pode ser um sinal de que existe algo dentro de você pedindo pra ser olhado com mais cuidado.

Às vezes, o problema não é não sentir amor, e sim ter aprendido a não reconhecê-lo.
Antes de classificarmos como "normal" ou "anormal" qualquer tipo de comportamento ou maneira de viver, temos que considerar, de acordo com a teoria freudiana, que os afetos da vida adulta, as escolhas amorosas, têm estreita ligação com os primeiros cuidados dispensados a nós, ainda quando bebês (ou até mesmo antes, na vida intrauterina) e as relações que estabelecemos com nossos cuidadores (mãe, pai na maioria dos casos, mas não exclusivamente). As marcas dessas relações primeiras constituem parte do conteúdo do nosso inconsciente e, para ajudar a acessá-las, entendê-las e a viver melhor, a psicanálise se apresenta como caminho terapêutico.
Olá! Obrigada por trazer essa dúvida de forma tão direta. Ela é mais comum do que parece, mas poucas pessoas falam sobre isso.

Existem diferentes motivos para alguém não sentir ou não reconhecer o amor do mesmo jeito que a maioria descreve:

Proteções emocionais construídas ao longo da vida
Às vezes, para sobreviver a dores antigas, o coração cria barreiras.
Não é que você não sente… é que você não permite sentir completamente, para não se machucar.

Tipos diferentes de amor
Na Logoterapia e em outras abordagens, entendemos que o amor pode ser experimentado por meio de:
– amizade
– cuidado
– admiração
– afeto sutil
– presença
Às vezes existe amor, mas não no formato “romântico” idealizado.

Histórias que ainda não despertaram amor em você
Nem todo mundo vive paixões fortes cedo.
Amar também é fruto de vínculo e significado, e isso demanda tempo.

Dificuldade de reconhecer o que sente
Algumas pessoas foram ensinadas a “não sentir” ou foram muito cobradas a serem racionais e fortes.
Quando isso acontece, o amor pode existir — mas fica abafado.

E tem algo importante aqui:
Se você se pergunta sobre amor, é porque algo dentro de você deseja essa experiência.
Quem realmente não sente nada… não questiona.

A questão central pode não ser:
“É normal eu não amar?”
Mas sim:
“O que me impede de me permitir amar?”

O amor não é um talento que alguns têm e outros não.
É um vínculo que se constrói quando existe segurança, significado e liberdade interna.

Com acompanhamento emocional adequado, é possível:
entender o que está bloqueando os afetos
ressignificar experiências passadas
criar espaço para novas conexões

E isso muda completamente a forma de se relacionar com o mundo… e consigo mesmo.

Você não está sozinho. Seu coração pode aprender — no tempo dele.

Um abraço,
Elisângela Lopes
Psicanálise • Inteligência Emocional
Atendimento Online e Presencial
Dizer que “nunca sentiu amor” não significa que você seja incapaz — significa que algo dentro de você talvez tenha aprendido a não permitir esse movimento. Para algumas pessoas, o amor não floresce porque foi proibido muito cedo; para outras, porque foi perigoso demais confiar; para outras ainda, porque o afeto sempre veio acompanhado de perda, crítica ou abandono.

O que você descreve não é raro, mas também não é simples. Quando o amor não aparece, quase sempre há uma história por trás: uma defesa construída ao longo dos anos, um modo de sobreviver ao que um dia doeu demais. O amor não some — ele se esconde.

E é exatamente esse tipo de questão que vale ser explorada em análise. Não para eu te dizer “é normal” ou “não é”, mas para entendermos juntos o que essa ausência está tentando proteger. É nesse ponto que o trabalho realmente começa.

Fico á disposição
Dra. Patrícia Cozendei
Psicanalista
Duque de Caxias
Errado ? não. Mas você poderia tentar compreender melhor suas emoções . faça terapia online
 Dirk Albrecht Dieter Belau
Psicanalista
São Paulo
Seria bom você nos dizer o que você concluiria se você recebesse a resposta "sim, é normal" ou a resposta "não, não é normal". A expressão "normal" é estatística e não se aplica a sentimentos, pois os estatísticos não conseguem medir sentimentos. Você quer saber se você está perdendo alguma coisa? Esta querendo entender para viver diferentemente? A psicoterapia que você possa começar provávelmente teria no início o tema do que você mesmo acha que é diferente em você, e talvez porquê você acha que isto lhe faz sofrer.
 Andriele Barbosa
Psicanalista, Psicólogo
Florianópolis
Olá, isso pode acontecer e não significa que há algo “errado”; cada pessoa tem um modo singular de se vincular, e às vezes o amor não aparece como nos modelos que imaginamos — vale investigar o que amor significa para você, como se formaram suas referências afetivas e quais barreiras internas podem estar presentes.
 Andrea  Nathan
Psicanalista
São Paulo
A primeira pergunta a ser respondida é o que é amor para você
 Sarah Pereira
Psicanalista
Campina Grande
Sua pergunta toca em um aspecto profundo da experiência humana. Do ponto de vista psicanalítico, a questão da "normalidade" é menos importante do que compreender o significado dessa experiência para você. O fato de você se fazer essa pergunta já é, em si, um movimento psíquico significativo. Pode indicar uma inquietação, uma curiosidade sobre si mesmo ou uma sensação de diferença em relação a narrativas sociais comuns sobre o amor. A psicanálise se interessa menos por enquadrar essa vivência em um conceito de normalidade e mais por explorar o que ela revela sobre sua subjetividade e sua relação com o desejo. Essa reflexão pode ser um ponto de partida fértil em um processo terapêutico.
É possível, sim, que algumas pessoas não tenham vivido ainda a experiência do amor da forma como ela é socialmente idealizada, e isso não significa que haja algo “errado”. O vínculo afetivo depende de muitos fatores emocionais, históricos e neuroemocionais, como experiências precoces, formas de defesa, medo de dependência, dificuldade de se conectar com a própria emoção ou até períodos prolongados de fechamento afetivo. Às vezes, a pessoa sente interesse, admiração ou apego, mas não reconhece isso como amor. A psicoterapia pode ajudar a compreender como você se vincula, o que foi possível sentir até agora e se existe algum bloqueio emocional ou apenas um tempo próprio para que esse tipo de experiência aconteça.
Ola, tudo bem com você? Em primeiro lugar não existe uma forma correta de amar, essa retórica pode estar carregada de defesa, de vínculos desfeitos em algum momento da vida que o seu consciente não alcança, de medo do sofrimento ou ainda a idealização de uma forma de amor não realista. Na clínica escutamos o sujeito e as suas singularidades, então, se essa vivência traz dor e sofrimento deve ser aprofundada camada por camada. Procure um profissional psicanalista, ele te ajudará a descobrir o que se esconde no seu inconsciente através do manejo e da escuta ativa.
A capacidade de sentir amor pode variar muito de pessoa para pessoa, e o tipo de amor que se sente também pode ser diferente. É considerado normal experienciar diferentes níveis e formas de conexão com os outros. A psicanálise pode te ajudar a explorar as possíveis raízes dessa falta de sentimento, buscando em experiências passadas, padrões de relacionamento e questões inconscientes que possam estar influenciando. É um processo de autoconhecimento que pode te ajudar a entender melhor seus sentimentos. Qualquer coisa, estou por aqui! Espero ter ajudado!

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