O comportamento agressivo na infância pode indicar transtorno psiquiátrico ?
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O comportamento agressivo na infância pode indicar transtorno psiquiátrico ?
Nem sempre. Não há como ter uma resposta generalizada. Já que todo o comportamento quer demostrar algo, independente da idade, pois temos inúmeras maneiras de expressar nossas dores, desconfortos emocionais etc. A agressividade infantil geralmente vem comunicar uma disfuncionalidade no meio em que a criança vive, é uma forma que a criança encontra para explicar que algo não vai bem. Pode ser questões familiares, escolar ou social. Vários fatores podem contribuir para agressividade. Cabe uma avaliação psicológica para entender o que esta por traz desse sintoma, sugiro um acompanhamento psicoterápico.
Espero ter ajudado.
Estou a disposição, com carinho Rosana Paula .
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Sim, o comportamento agressivo na infância pode, em algumas situações, ser um indicativo de transtornos psiquiátricos, mas não necessariamente. Crianças estão em uma fase de desenvolvimento emocional intenso, e episódios de agressividade podem ser reações a frustrações, dificuldades de comunicação ou tentativas de chamar atenção. No entanto, quando esse comportamento é persistente, desproporcional às situações ou afeta de maneira significativa a vida da criança, pode ser sinal de condições como o Transtorno de Conduta, Transtorno Desafiador de Oposição, ou até questões mais amplas como ansiedade ou problemas de regulação emocional. É fundamental observar o contexto, a frequência e a intensidade do comportamento. Muitas vezes, uma avaliação mais profunda pode ajudar a entender a raiz do problema e direcionar as intervenções necessárias.
OLá, como vai?
Nem sempre. A criança pequena vai aprender e repetir alguns comportamentos que ela observa ou vivencia em sua vida/corpo. Se ela é agressiva, pode ser que o ambiente o qual ela vive é agressivo e atravessado por violências. Seja a casa, a comunidade, a escola etc. A agressividade também pode apontar para uma dificuldade em lidar com os sentimentos, sendo uma das vias que ela conhece para se desestressar, mas provavelmente ela viu violência de perto para utilizar essa estratégia.
Para avaliar se o comportamento agressivo parte de um transtrono, é necessário que a criança seja submetida a uma avaliação com profissionais. No caso, sugiro que você procure pelo CAPSi de sua cidade ou redondezas para pedir ajuda.
Qualquer dúvida, estou à disposição :)
Nem sempre. A criança pequena vai aprender e repetir alguns comportamentos que ela observa ou vivencia em sua vida/corpo. Se ela é agressiva, pode ser que o ambiente o qual ela vive é agressivo e atravessado por violências. Seja a casa, a comunidade, a escola etc. A agressividade também pode apontar para uma dificuldade em lidar com os sentimentos, sendo uma das vias que ela conhece para se desestressar, mas provavelmente ela viu violência de perto para utilizar essa estratégia.
Para avaliar se o comportamento agressivo parte de um transtrono, é necessário que a criança seja submetida a uma avaliação com profissionais. No caso, sugiro que você procure pelo CAPSi de sua cidade ou redondezas para pedir ajuda.
Qualquer dúvida, estou à disposição :)
Antes de mergulhamos afundo nessa questão de um possivel transtorno.É importante entender que a crianças se expressão diferentes dos adultos.Muitas vezes quando elas estão passando por algo díficil elas não vão chegar e fala. "Estou triste, estou com raiva !" O comportamento agressivo da criança pode ser uma maneira com que ela esteja expressando seus sentimentos.
Pode sim, mas precisa ser avaliado por um profissional capacitado
Olá!
Não necessariamente.
O comportamento agressivo na infância pode ser uma resposta a frustrações, limites mal elaborados, ambiente familiar disfuncional ou traumas. No entanto, se for persistente, intenso, desproporcional e associado a outros sinais, como impulsividade extrema, crueldade com animais, dificuldades severas de empatia ou prejuízo no funcionamento social, pode sim indicar a presença de um transtorno psiquiátrico, como TDAH, transtorno opositor-desafiador ou até um transtorno de conduta.
O mais importante é: observar o contexto, a frequência, a intensidade e o impacto desse comportamento — e sempre considerar avaliação especializada.
Espero ter ajudado. Abraços!
Não necessariamente.
O comportamento agressivo na infância pode ser uma resposta a frustrações, limites mal elaborados, ambiente familiar disfuncional ou traumas. No entanto, se for persistente, intenso, desproporcional e associado a outros sinais, como impulsividade extrema, crueldade com animais, dificuldades severas de empatia ou prejuízo no funcionamento social, pode sim indicar a presença de um transtorno psiquiátrico, como TDAH, transtorno opositor-desafiador ou até um transtorno de conduta.
O mais importante é: observar o contexto, a frequência, a intensidade e o impacto desse comportamento — e sempre considerar avaliação especializada.
Espero ter ajudado. Abraços!
Olá!
Não necessariamente, a agressividade até pode ser um sintoma presente em alguns transtornos como TOD e TDAH, entre outros, mas também pode ser comum em algumas fases do desenvolvimento.
Para que possa ter clareza da motivação e função desse comportamento é necessário que você busque uma psicóloga (o) para que seja feita uma investigação cautelosa dos diversos contextos em que essa criança está inserida e de outros fatores que também podem influenciar esse comportamento.
Não necessariamente, a agressividade até pode ser um sintoma presente em alguns transtornos como TOD e TDAH, entre outros, mas também pode ser comum em algumas fases do desenvolvimento.
Para que possa ter clareza da motivação e função desse comportamento é necessário que você busque uma psicóloga (o) para que seja feita uma investigação cautelosa dos diversos contextos em que essa criança está inserida e de outros fatores que também podem influenciar esse comportamento.
nem sempre. precisa de uma avaliação multidisciplinar do pediatra que acompanha o desenvolvimento, psicologo e se necessário encaminhar ao psiquiatra infantil.
avaliar :
os pais são funcionais?
tem alguém perto da criança agressivo?
se vai para a escola ou creche ,volta mais agressivo?
tem oferta de muita tela , celular tv etccc ?
dorme tarde?
não tem rotinas ?
avaliar :
os pais são funcionais?
tem alguém perto da criança agressivo?
se vai para a escola ou creche ,volta mais agressivo?
tem oferta de muita tela , celular tv etccc ?
dorme tarde?
não tem rotinas ?
Ei...
- Não necessariamente. É importante que olhe o contexto da criança e análise se os pais brigam entre si, se há algum nível de falta de responsabilidade parental, se os pais têm algum tipo de consumo excessivo de álcool, tabaco ou outras substâncias, dentre questões que podem oferecer risco a vida da criança.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Não. Várias como ambiente em que a criança é criada, relação dos responsáveis, genética, etc, são exemplos de instâncias a serem vasculhadas e estudas antes de qualquer diagnóstico.
Sim, pode ser um indicativo, mas não é uma certeza. A agressividade pode estar relacionada a vários fatores: ambientais, educacionais, emocionais ou neurológicos. Quando esse comportamento é persistente, intenso e causa prejuízos, é importante investigar com um profissional para descartar ou confirmar a presença de algum transtorno, como o Transtorno de Conduta ou TDAH.
Olá! Apesar de ser importante haver um contexto para elucidar a sua resposta, toda infância deve ser levada em consideração a idade que a criança se encontra, os ambientes em que está inserida e sua rede de apoio. Crianças possuem formas de comunicação diferente dos adultos. A agressividade é um saber que não se sabe, que deve ser explorado com cuidado pelo profissional para chegar a algum tipo de diagnóstico. Esse comportamento pode estar associado a multi fatores envolvendo a fase infantil.
Prezado/a,
Embora o campo psiquiátrico leve em consideração comportamentos agressivos para o estabelecimento de diagnósticos no campo dos transtornos, é preciso ter cautela e atenção para o fato de que a agressividade também nos constitui enquanto sujeitos em diferentes momentos de nossas vidas. Não é algo necessariamente negativo, inclusive, certas formas pelas quais esta se expressa são primordiais para o desenvolvimento psíquico infantil, como, por exemplo, nos processos de diferenciação entre o "eu" e o "outro". A agressividade é um fenômeno bastante amplo e multifacetado, é preciso um olhar cuidadoso, contextualizado e ponderado, detalhando de forma mais exata o que pode estar lhe causando preocupação nas manifestações de agressividade da criança em questão.
Um espaço de escuta pode ser oferecido aos responsáveis pela criança e a ela, para que um possível fenômeno que possa estar trazendo preocupação, possa ser melhor compreendido.
Embora o campo psiquiátrico leve em consideração comportamentos agressivos para o estabelecimento de diagnósticos no campo dos transtornos, é preciso ter cautela e atenção para o fato de que a agressividade também nos constitui enquanto sujeitos em diferentes momentos de nossas vidas. Não é algo necessariamente negativo, inclusive, certas formas pelas quais esta se expressa são primordiais para o desenvolvimento psíquico infantil, como, por exemplo, nos processos de diferenciação entre o "eu" e o "outro". A agressividade é um fenômeno bastante amplo e multifacetado, é preciso um olhar cuidadoso, contextualizado e ponderado, detalhando de forma mais exata o que pode estar lhe causando preocupação nas manifestações de agressividade da criança em questão.
Um espaço de escuta pode ser oferecido aos responsáveis pela criança e a ela, para que um possível fenômeno que possa estar trazendo preocupação, possa ser melhor compreendido.
Olá! Para a construção de um saber sobre o que ocorre a uma criança, é indispensável ouvi-la, e que se considere em observação o contexto, em quais relações determinado comportamento se faz presente, desde quando, junto de outros elementos para se elaborar o que de fato lhe ocorre e o que isto quer dizer. Existe uma diversidade de possibilidades ao que pode desencadear o comportamento agressivo para além de um transtorno. Algumas delas podem partir de dificuldade de recursos de expressão acompanhada de grande sofrimento, ou até mesmo como uma questão de reprodução. Indico a busca por profissional do campo da psicanálise ou psicologia. Abraço.
Nem sempre. O comportamento agressivo pode ter várias causas, como frustração, ambiente familiar ou dificuldades emocionais. Mas, se é frequente ou muito intenso, vale buscar avaliação profissional para entender melhor.
Pergunta muito importante!
Nem sempre. O comportamento agressivo na infância pode ter várias causas: dificuldades emocionais, fases do desenvolvimento, traumas, frustrações, ambiente familiar, entre outros.
Em alguns casos, pode ser um sinal de transtornos psiquiátricos (como transtorno de conduta ou transtornos de humor), mas isso só pode ser avaliado por um profissional de saúde mental após um olhar cuidadoso e contextualizado.
Na visão sistêmica, a agressividade muitas vezes é uma forma de expressão de dores invisíveis ou uma tentativa de reorganizar relações familiares.
Por isso, sempre vale buscar avaliação especializada, sem rotular a criança precocemente.
Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.
Nem sempre. O comportamento agressivo na infância pode ter várias causas: dificuldades emocionais, fases do desenvolvimento, traumas, frustrações, ambiente familiar, entre outros.
Em alguns casos, pode ser um sinal de transtornos psiquiátricos (como transtorno de conduta ou transtornos de humor), mas isso só pode ser avaliado por um profissional de saúde mental após um olhar cuidadoso e contextualizado.
Na visão sistêmica, a agressividade muitas vezes é uma forma de expressão de dores invisíveis ou uma tentativa de reorganizar relações familiares.
Por isso, sempre vale buscar avaliação especializada, sem rotular a criança precocemente.
Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.
Olá, Comportamentos agressivos na infância nem sempre indicam um transtorno psiquiátrico no futuro, mas podem ser um sinal de que a criança está com dificuldades emocionais, sociais ou comportamentais. É importante observar a frequência, a intensidade e o contexto desses comportamentos. Algumas crianças apresentam agressividade como uma forma de expressar frustração, insegurança, dificuldades de comunicação ou até por imitação de comportamentos do ambiente. Por outro lado, quando esses comportamentos são persistentes e causam prejuízo significativo no convívio social, familiar e escolar, pode sim haver um risco maior de desenvolver algum transtorno no futuro, como o Transtorno de Conduta, Transtorno Opositor Desafiador ou outros quadros emocionais. Por isso, o mais importante é avaliar cada caso individualmente, entender o que está por trás desses comportamentos e, se necessário, buscar apoio profissional desde cedo. A intervenção precoce pode ajudar muito a criança a desenvolver outras formas de lidar com as emoções e com o ambiente ao redor.
Olá, tudo bem? Compreendo a apreensão que surge quando uma criança reage de forma agressiva; parece um sinal vermelho piscando onde deveria haver curiosidade e brincadeira. Embora atitudes explosivas possam ocasionalmente fazer parte do desenvolvimento — especialmente quando a linguagem e o autocontrole ainda estão em construção — é verdade que, em alguns casos, também podem servir de pista para quadros mais complexos, como transtornos disruptivos, condições do espectro neurodesenvolvimental ou repercussões de traumas. Na prática clínica, abordagens integradas como TCC, Terapia Focada nas Emoções e Terapia dos Esquemas ajudam a entender se o comportamento é apenas um pedido de ajuda mal expressado ou reflexo de algo que exige avaliação mais ampla, possivelmente envolvendo um(a) psiquiatra infantil para descartar ou confirmar diagnósticos médicos.
Sob a lente da neurociência, vale lembrar que o córtex pré-frontal – responsável por inibir impulsos – ainda está em pleno acabamento na infância; quando somado ao sistema límbico pronto para reagir, pequenas frustrações podem soar como ameaças gigantescas, disparando liberação de cortisol e adrenalina. Se a criança vivencia estresse crônico, sono irregular ou falta de canais seguros de expressão, esse circuito de “luta” tende a acender com maior facilidade, fazendo a agressividade parecer a única linguagem acessível. Ao mesmo tempo, o cérebro infantil é altamente plástico: intervenções precoces e consistentes podem recalibrar esses sistemas, favorecendo respostas mais reguladas e empáticas.
Talvez ajude observar: em quais situações específicas a agressividade surge primeiro e com que intensidade? Como ele ou ela costuma demonstrar outras emoções, como tristeza ou frustração, quando recebe espaço para falar? De que forma os adultos ao redor oferecem limites claros e coerentes ou, sem perceber, reforçam o comportamento ao ceder? E como anda a rotina de sono, alimentação e atividades que propiciem gasto de energia de forma saudável? Essas perguntas funcionam como pontos de partida para compreender se estamos diante de um período de ajuste ou se convém buscar avaliação especializada, inclusive conversando com professores e cuidadores para mapear o contexto mais amplo.
Se a criança for menor, é essencial que pais ou responsáveis conduzam esse processo, zelando para que a busca de ajuda seja vista como um gesto de cuidado, não de punição. A partir daí, a terapia pode oferecer ferramentas para traduzir emoções em palavras e estratégias de regulação, ao passo que, em alguns casos, uma avaliação psiquiátrica complementa o cuidado. Caso precise, estou à disposição.
Sob a lente da neurociência, vale lembrar que o córtex pré-frontal – responsável por inibir impulsos – ainda está em pleno acabamento na infância; quando somado ao sistema límbico pronto para reagir, pequenas frustrações podem soar como ameaças gigantescas, disparando liberação de cortisol e adrenalina. Se a criança vivencia estresse crônico, sono irregular ou falta de canais seguros de expressão, esse circuito de “luta” tende a acender com maior facilidade, fazendo a agressividade parecer a única linguagem acessível. Ao mesmo tempo, o cérebro infantil é altamente plástico: intervenções precoces e consistentes podem recalibrar esses sistemas, favorecendo respostas mais reguladas e empáticas.
Talvez ajude observar: em quais situações específicas a agressividade surge primeiro e com que intensidade? Como ele ou ela costuma demonstrar outras emoções, como tristeza ou frustração, quando recebe espaço para falar? De que forma os adultos ao redor oferecem limites claros e coerentes ou, sem perceber, reforçam o comportamento ao ceder? E como anda a rotina de sono, alimentação e atividades que propiciem gasto de energia de forma saudável? Essas perguntas funcionam como pontos de partida para compreender se estamos diante de um período de ajuste ou se convém buscar avaliação especializada, inclusive conversando com professores e cuidadores para mapear o contexto mais amplo.
Se a criança for menor, é essencial que pais ou responsáveis conduzam esse processo, zelando para que a busca de ajuda seja vista como um gesto de cuidado, não de punição. A partir daí, a terapia pode oferecer ferramentas para traduzir emoções em palavras e estratégias de regulação, ao passo que, em alguns casos, uma avaliação psiquiátrica complementa o cuidado. Caso precise, estou à disposição.
Nem sempre, a agressividade infantil tem vários fatores: Estruturais/ hereditários, relacionais e sociais.
O comportamento agressivo na infância nem sempre indica um transtorno psiquiátrico. Em muitos casos, pode ser uma forma de a criança expressar algo que ainda não consegue dizer com palavras, como frustrações, inseguranças, medos ou dificuldades emocionais que ainda não foram bem compreendidas por ela mesma.
A infância é um período de intenso desenvolvimento emocional, e comportamentos como birras, irritabilidade ou reações agressivas podem surgir diante de situações que a criança não sabe lidar. Porém, quando esses comportamentos são muito frequentes, intensos e começam a atrapalhar a convivência com outras pessoas (em casa, na escola ou em outros ambientes), é importante observar com mais atenção. Nem sempre se trata de um transtorno, mas pode ser um sinal de que algo está em desequilíbrio, seja na forma como a criança percebe o mundo ao seu redor, na forma como se relaciona com os adultos ou até em como ela está processando situações difíceis que viveu ou presenciou.
Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito a entender o que está por trás desse comportamento, oferecendo um espaço seguro para a criança elaborar seus sentimentos e, ao mesmo tempo, orientar os responsáveis sobre como lidar com essas manifestações de forma mais acolhedora e eficaz.
A infância é um período de intenso desenvolvimento emocional, e comportamentos como birras, irritabilidade ou reações agressivas podem surgir diante de situações que a criança não sabe lidar. Porém, quando esses comportamentos são muito frequentes, intensos e começam a atrapalhar a convivência com outras pessoas (em casa, na escola ou em outros ambientes), é importante observar com mais atenção. Nem sempre se trata de um transtorno, mas pode ser um sinal de que algo está em desequilíbrio, seja na forma como a criança percebe o mundo ao seu redor, na forma como se relaciona com os adultos ou até em como ela está processando situações difíceis que viveu ou presenciou.
Um acompanhamento psicológico pode ajudar muito a entender o que está por trás desse comportamento, oferecendo um espaço seguro para a criança elaborar seus sentimentos e, ao mesmo tempo, orientar os responsáveis sobre como lidar com essas manifestações de forma mais acolhedora e eficaz.
O comportamento agressivo na infância é um modo da criança expressar algo que ela ainda não consegue simbolizar em palavras. Não se trata apenas de corrigir o comportamento, mas de escutar o que esse ato está tentando comunicar
Olá boa tarde, seria importante entender melhor essa agressividade de seu filho. A Psicoterapia ajuda muito nisso, inicialmente a agressividade é normal em algumas fases da infância e não é um bom indicativo para um transtorno psiquiatrico
O comportamento agressivo é visto menos como "sintoma clínico isolado" e mais como expressão simbólica do mundo interno da criança.
Pode ser uma forma de expressão emocional quando a criança não consegue simbolizar ou verbalizar sentimentos de frustração, abandono, insegurança, medo ou ambivalência afetiva.
Também pode estar ligado a identificações com figuras parentais agressivas, ou dificuldade de elaborar separações e perdas.
A agressividade não deve ser imediatamente patologizada — ela é entendida dentro de um percurso de desenvolvimento emocional e relacional.
Você pode procurar ajuda profissional quando a agressividade persistir de forma intensa e frequente e atrapalhar os vínculos sociais (com colegas, família, escola). Também é importante
buscar atendimento psicológico quando a criança apresentar crueldade intencional, impulsividade extrema ou riscos físicos.
Pode ser uma forma de expressão emocional quando a criança não consegue simbolizar ou verbalizar sentimentos de frustração, abandono, insegurança, medo ou ambivalência afetiva.
Também pode estar ligado a identificações com figuras parentais agressivas, ou dificuldade de elaborar separações e perdas.
A agressividade não deve ser imediatamente patologizada — ela é entendida dentro de um percurso de desenvolvimento emocional e relacional.
Você pode procurar ajuda profissional quando a agressividade persistir de forma intensa e frequente e atrapalhar os vínculos sociais (com colegas, família, escola). Também é importante
buscar atendimento psicológico quando a criança apresentar crueldade intencional, impulsividade extrema ou riscos físicos.
Olá!
Transtornos Psiquiátricos são multifatoriais. Depende de uma série de fatores e não somente um sintoma isolado como a agressividade. Então, cada caso é um caso. Vale uma avaliação criteriosa para um diagnóstico mais preciso ou um descarte de hipóteses.
Transtornos Psiquiátricos são multifatoriais. Depende de uma série de fatores e não somente um sintoma isolado como a agressividade. Então, cada caso é um caso. Vale uma avaliação criteriosa para um diagnóstico mais preciso ou um descarte de hipóteses.
Olá, importante analisar o contexto e o caso de forma singular, a agressividade é um dos sinais que se apresenta, mas para ser avaliado um transtorno seria necessário elencar outros sinais em correlação ao ambiente e relações familiares, pois, a agressividade em sí é comum em determinada fase da infância, podendo ser considerada uma forma de se expressar, na qual está se aprendendo a lidar com emoções, frustrações e limites, necessitando de ajuda para uma aprendizagem dos pais e responsáveis e se intensa e de sofrimento pode se buscar um profissional da saúde. Caso essa dúvida persista, e esteja afetando nas relações sociais e familiares, busque avaliação de um profissional da saúde, pois na infância a mudança pode ocorrer mais rápida do que um quadro já estabelecido na vida adulta.
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