O Depakote engorda ou emagrece? Me foi receitado para tratamento preventivo de enxaqueca a dose de 5
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O Depakote engorda ou emagrece?
Me foi receitado para tratamento preventivo de enxaqueca a dose de 500mg/ dia
Me foi receitado para tratamento preventivo de enxaqueca a dose de 500mg/ dia
O depakote é uma medicação utilizada no tratamento preventivo da enxaqueca, mas é preciso observar se não há ganho de peso, pois esta medicação pode contribuir para isto.
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Um dos efeitos colaterais do Depakote é o aumento de peso (pequeno, de cerca de 2 a 3kg).
Olá. O depakote é o nome comercial do ácido valpróico. Esse medicamento é da classe dos antiepiléticos e também pode ser utilizado para o tratamento da enxaqueca. É comum entre seus efeitos colaterais o ganho de peso. Deve-se ter atenção pois em alguns casos esse ganho pode ser bem elevado.
Essa dúvida é bem comum... O Depakote (Valproato) pode sim causar aumento de peso em algumas pessoas, principalmente quando for usado por mais tempo. Isso acontece por uma combinação de fatores: pode aumentar o apetite, alterar um pouco o metabolismo e causar certa retenção de líquidos. Mas isso não acontece em todo mundo! Nessa dose de 500mg e como preventivo de enxaqueca esse risco de ganho de peso até existe mas costuma ser mais leve comparado a doses mais altas. O importante é acompanhar de perto!!
O ácido valproico, um medicamento usado para tratar epilepsia e outras condições neurológicas, está ligado ao ganho de peso em muitas pessoas, tanto crianças quanto adultos. Esse aumento de peso pode acontecer logo nos primeiros meses de tratamento e tende a ser maior em mulheres e quando as doses são mais altas.
Em geral, cerca de um quarto das pessoas ganham entre 5% e 10% do peso que tinham antes de começar o remédio, mas quase metade pode ganhar mais de 10% do peso inicial.
Isso acontece porque o ácido valproico pode afetar o corpo de várias formas, como causando resistência à insulina (que é um hormônio importante para controlar o açúcar no sangue), alterando hormônios que regulam o apetite e o metabolismo da gordura, e influenciando o funcionamento do fígado.
Além do ganho de peso, esse medicamento pode aumentar o risco de problemas metabólicos, como colesterol alto, diabetes e acúmulo de gordura no fígado.
Por isso, é muito importante acompanhar o peso e fazer exames periódicos durante o tratamento, para garantir que tudo esteja sob controle. Caso o ganho de peso seja muito significativo ou existam riscos maiores, o médico pode avaliar outras opções de tratamento.
Se estiver usando ácido valproico, converse sempre com seu neurologista para acompanhar esses efeitos e receber orientações personalizadas.
Fico à disposição para ajudar com qualquer dúvida ou para acompanhar seu tratamento!
Em geral, cerca de um quarto das pessoas ganham entre 5% e 10% do peso que tinham antes de começar o remédio, mas quase metade pode ganhar mais de 10% do peso inicial.
Isso acontece porque o ácido valproico pode afetar o corpo de várias formas, como causando resistência à insulina (que é um hormônio importante para controlar o açúcar no sangue), alterando hormônios que regulam o apetite e o metabolismo da gordura, e influenciando o funcionamento do fígado.
Além do ganho de peso, esse medicamento pode aumentar o risco de problemas metabólicos, como colesterol alto, diabetes e acúmulo de gordura no fígado.
Por isso, é muito importante acompanhar o peso e fazer exames periódicos durante o tratamento, para garantir que tudo esteja sob controle. Caso o ganho de peso seja muito significativo ou existam riscos maiores, o médico pode avaliar outras opções de tratamento.
Se estiver usando ácido valproico, converse sempre com seu neurologista para acompanhar esses efeitos e receber orientações personalizadas.
Fico à disposição para ajudar com qualquer dúvida ou para acompanhar seu tratamento!
Olá! Sua dúvida é muito comum — o Depakote (valproato de sódio) realmente pode interferir no peso corporal, especialmente quando usado de forma contínua, e é importante entender como isso ocorre.
O Depakote é um anticonvulsivante e estabilizador do humor amplamente utilizado também na prevenção de crises de enxaqueca, como no seu caso. Um dos efeitos colaterais mais conhecidos é a tendência ao ganho de peso, embora isso varie bastante de pessoa para pessoa.
O ganho de peso pode acontecer por diferentes motivos:
Alterações no metabolismo energético, já que o valproato pode diminuir a taxa metabólica basal;
Aumento do apetite, principalmente por carboidratos e doces;
Retenção leve de líquidos em algumas pessoas;
E, em menor proporção, mudanças hormonais relacionadas ao uso prolongado.
No entanto, nem todos os pacientes ganham peso. Algumas pessoas mantêm o mesmo peso ou até emagrecem, especialmente quando combinam o tratamento com alimentação equilibrada e atividade física regular.
Para minimizar esse efeito, é importante:
Monitorar o peso e hábitos alimentares nas primeiras semanas;
Priorizar alimentos naturais e evitar açúcares simples e ultraprocessados;
Manter rotina de exercícios leves, como caminhadas ou alongamentos, que também ajudam no controle das crises de enxaqueca;
E fazer acompanhamento médico regular, para ajustar a dose se necessário.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individual. O uso do Depakote deve ser sempre supervisionado pelo neurologista, que avaliará a eficácia no controle das crises e possíveis efeitos metabólicos.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com segurança e acolhimento, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tratamento da enxaqueca e acompanhamento medicamentoso personalizado, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
O Depakote é um anticonvulsivante e estabilizador do humor amplamente utilizado também na prevenção de crises de enxaqueca, como no seu caso. Um dos efeitos colaterais mais conhecidos é a tendência ao ganho de peso, embora isso varie bastante de pessoa para pessoa.
O ganho de peso pode acontecer por diferentes motivos:
Alterações no metabolismo energético, já que o valproato pode diminuir a taxa metabólica basal;
Aumento do apetite, principalmente por carboidratos e doces;
Retenção leve de líquidos em algumas pessoas;
E, em menor proporção, mudanças hormonais relacionadas ao uso prolongado.
No entanto, nem todos os pacientes ganham peso. Algumas pessoas mantêm o mesmo peso ou até emagrecem, especialmente quando combinam o tratamento com alimentação equilibrada e atividade física regular.
Para minimizar esse efeito, é importante:
Monitorar o peso e hábitos alimentares nas primeiras semanas;
Priorizar alimentos naturais e evitar açúcares simples e ultraprocessados;
Manter rotina de exercícios leves, como caminhadas ou alongamentos, que também ajudam no controle das crises de enxaqueca;
E fazer acompanhamento médico regular, para ajustar a dose se necessário.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individual. O uso do Depakote deve ser sempre supervisionado pelo neurologista, que avaliará a eficácia no controle das crises e possíveis efeitos metabólicos.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com segurança e acolhimento, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, tratamento da enxaqueca e acompanhamento medicamentoso personalizado, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
O Depakote (valproato de sódio) pode causar ganho de peso em parte dos pacientes, embora esse efeito varie conforme a dose, o tempo de uso e a sensibilidade individual. Em doses baixas e moderadas, como a 500 mg/dia usada na prevenção da enxaqueca, o impacto metabólico costuma ser discreto e controlável, mas merece atenção desde o início do tratamento. O ganho de peso associado ao valproato não ocorre apenas por aumento do apetite — ele está relacionado principalmente a alterações metabólicas e hormonais que reduzem o gasto energético e favorecem o acúmulo de gordura. O medicamento interfere na sensibilidade à insulina e na leptina, hormônio que regula a saciedade, o que pode gerar uma tendência ao armazenamento calórico e leve retenção de líquidos. Além disso, o valproato pode influenciar o funcionamento das mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia celular, diminuindo levemente a eficiência do metabolismo. Por outro lado, em alguns pacientes, especialmente os que sofrem de enxaqueca com náusea, falta de apetite ou perda de peso, o medicamento ajuda a estabilizar o apetite e melhorar o estado nutricional. O resultado final, portanto, depende muito da resposta individual, da dieta e do nível de atividade física. Para evitar o ganho de peso, recomenda-se adotar desde o início hábitos de prevenção: alimentação rica em proteínas e fibras, baixa em açúcares refinados e ultraprocessados; boa hidratação; rotina de sono regular e prática de atividade física aeróbica e de força pelo menos três vezes por semana. Também é importante monitorar periodicamente o peso, exames de glicemia, perfil lipídico e função hepática, pois o valproato pode alterar esses parâmetros com o uso prolongado. Se houver aumento significativo de peso, o neurologista pode considerar ajustar a dose ou avaliar alternativas profiláticas, como topiramato, propranolol ou amitriptilina, que têm perfis metabólicos diferentes. No tratamento da enxaqueca crônica e refratária, o Depakote é um dos medicamentos com melhor eficácia preventiva, reduzindo a frequência e a intensidade das crises em até 50–70% dos pacientes quando bem monitorado. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, cefaleias, enxaqueca e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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