O que acontece quando a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sente rejeitada?
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O que acontece quando a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sente rejeitada?
Olá, como vai? Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline se sente rejeitado, é comum que surjam emoções muito intensas, como tristeza profunda, raiva ou desespero. A psicanálise entende que essa vivência ativa feridas antigas ligadas ao medo de abandono e à falta de segurança emocional nas primeiras relações. Isso pode levar a comportamentos impulsivos, tentativas de aproximação intensa ou afastamento brusco. É importante que essa pessoa receba apoio profissional, e os serviços públicos como o CAPS podem oferecer suporte especializado nesses momentos. Espero ter ajudado, fico à disposição!
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A pessoa com TPB vive na "borda" entre o funcionamento "normal", saudável e a crise/desorganização interna, naturalmente é complicado para esses pacientes se autorregular, por uma questão simples, as vezes não sabem nem nomear o que sente, o que os levam a serem julgados e até criticados por quem está ao redor. Dentro desse contexto a rejeição, facilmente desencadeia uma crise, ou mesmo um surto, onde esse paciente, está consciente mas perde o autocontrole. É de suma importância, que quem convive com essas pessoas possa compreender e saber se vincular de forma saudável. A busca por profissionais com expertise em análise de família é indicada para tratar não só o paciente, como auxiliar a família a contribuir com a evoluçao e melhorar do quadro
Oi, tudo bem? Essa pergunta toca no coração do TPB, porque a sensação de rejeição não é apenas um incômodo passageiro. Para muitas pessoas com borderline, ela aciona um sistema interno muito sensível, quase como se o cérebro interpretasse aquele momento como ameaça real de perda ou abandono. A reação emocional costuma vir rápida, intensa e desproporcional ao fato em si, não por escolha, mas porque o sistema de alarme interno dispara antes mesmo de a pessoa conseguir pensar.
Quando alguém com TPB se sente rejeitado, é comum que surjam emoções profundas como raiva, tristeza intensa, desespero ou medo de ser abandonado. Em alguns casos, a pessoa pode alternar entre idealizar e desvalorizar quem está ao seu redor, tentando desesperadamente recuperar uma sensação de segurança. Pode aparecer também uma necessidade urgente de contato, ou o oposto, um impulso de se afastar para evitar dor. Talvez ajude você refletir sobre como isso aparece na sua história. O que acontece dentro de você nos primeiros segundos em que percebe um afastamento? Como seu corpo reage? E que pensamentos surgem quando alguém não responde na velocidade esperada ou parece menos disponível?
Esse processo é tão intenso porque, no TPB, a sensação de rejeição toca diretamente na fragilidade da identidade e na vulnerabilidade do vínculo. O cérebro reage como se estivesse revivendo antigas feridas, tentando impedir que algo doloroso se repita. Com o tempo e o tratamento, especialmente quando há espaço seguro para nomear essas emoções, a pessoa passa a reconhecer os gatilhos, entender a intensidade e responder de maneira mais regulada. Isso não elimina o medo, mas transforma profundamente a forma de lidar com ele.
Se quiser, podemos conversar com calma sobre como esses padrões aparecem no seu funcionamento emocional e o que eles podem estar tentando te comunicar. Caso precise, estou à disposição.
Quando alguém com TPB se sente rejeitado, é comum que surjam emoções profundas como raiva, tristeza intensa, desespero ou medo de ser abandonado. Em alguns casos, a pessoa pode alternar entre idealizar e desvalorizar quem está ao seu redor, tentando desesperadamente recuperar uma sensação de segurança. Pode aparecer também uma necessidade urgente de contato, ou o oposto, um impulso de se afastar para evitar dor. Talvez ajude você refletir sobre como isso aparece na sua história. O que acontece dentro de você nos primeiros segundos em que percebe um afastamento? Como seu corpo reage? E que pensamentos surgem quando alguém não responde na velocidade esperada ou parece menos disponível?
Esse processo é tão intenso porque, no TPB, a sensação de rejeição toca diretamente na fragilidade da identidade e na vulnerabilidade do vínculo. O cérebro reage como se estivesse revivendo antigas feridas, tentando impedir que algo doloroso se repita. Com o tempo e o tratamento, especialmente quando há espaço seguro para nomear essas emoções, a pessoa passa a reconhecer os gatilhos, entender a intensidade e responder de maneira mais regulada. Isso não elimina o medo, mas transforma profundamente a forma de lidar com ele.
Se quiser, podemos conversar com calma sobre como esses padrões aparecem no seu funcionamento emocional e o que eles podem estar tentando te comunicar. Caso precise, estou à disposição.
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