O que dizer a si mesmo durante um pensamento intrusivo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
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O que dizer a si mesmo durante um pensamento intrusivo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
Durante um pensamento intrusivo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), o mais importante não é convencer o pensamento de que ele é falso, mas mudar a forma como você responde a ele. O que você diz a si mesmo pode ajudar a enfraquecer o ciclo obsessivo! Isso você consegue fazendo sessões de psicoterapia psicanalítica, pois no processo psicanalítico você desenvolverá seus mecanismos para como lidar com esses pensamentos intrusivos. Estou à disposição!
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Durante um pensamento intrusivo, pode ajudar dizer a si mesmo algo como: “isso é um pensamento, não um fato”, “pensamentos não definem quem eu sou” ou “não preciso resolver isso agora”. Não é sobre convencer a mente, mas sobre reconhecer o pensamento sem lutar ou obedecer a ele.
Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta muito comum no TOC, porque no momento em que o pensamento intrusivo surge, a sensação é de que algo precisa ser feito imediatamente, inclusive internamente, para que a angústia diminua.
No TOC, mais importante do que “o que dizer” é perceber a função do que você costuma dizer a si mesmo. Frases usadas para se tranquilizar, provar que não é verdade ou garantir que nada vai acontecer geralmente aliviam por alguns instantes, mas acabam mantendo o ciclo ativo. O cérebro aprende que aquele pensamento exigia uma resposta especial, e isso faz com que ele volte. Por isso, o foco costuma ser menos em convencer a mente e mais em mudar a relação com o pensamento.
Muitas pessoas percebem que ajuda lembrar que pensamentos intrusivos são eventos mentais automáticos, não intenções, desejos ou sinais de caráter. Reconhecer internamente algo como “isso é um pensamento, não uma ameaça” ou “não preciso resolver isso agora” não é para fazer a ansiedade sumir, mas para retirar do pensamento o status de urgência. A ideia não é se sentir seguro imediatamente, e sim permitir que a dúvida exista sem transformá-la em um problema a ser resolvido.
Também costuma ser útil notar que o desconforto faz parte do processo. Quando o pensamento aparece, a ansiedade sobe, e o impulso é fazê-la cair o mais rápido possível. No entanto, quanto mais se tenta controlar essa sensação, mais o cérebro insiste. A experiência muda quando se percebe que é possível sentir desconforto sem precisar agir sobre ele ou responder mentalmente a cada provocação da mente.
Enquanto você lê isso, percebe se o que você diz a si mesmo busca alívio imediato ou mudança real do ciclo? O medo maior é o pensamento ou a ansiedade que ele provoca? E como seria permitir que o pensamento esteja ali sem entrar em negociação com ele?
Esses movimentos costumam ser trabalhados com mais segurança e profundidade dentro de um processo terapêutico bem conduzido, justamente para reduzir o poder que os pensamentos intrusivos exercem no dia a dia. Caso precise, estou à disposição.
No TOC, mais importante do que “o que dizer” é perceber a função do que você costuma dizer a si mesmo. Frases usadas para se tranquilizar, provar que não é verdade ou garantir que nada vai acontecer geralmente aliviam por alguns instantes, mas acabam mantendo o ciclo ativo. O cérebro aprende que aquele pensamento exigia uma resposta especial, e isso faz com que ele volte. Por isso, o foco costuma ser menos em convencer a mente e mais em mudar a relação com o pensamento.
Muitas pessoas percebem que ajuda lembrar que pensamentos intrusivos são eventos mentais automáticos, não intenções, desejos ou sinais de caráter. Reconhecer internamente algo como “isso é um pensamento, não uma ameaça” ou “não preciso resolver isso agora” não é para fazer a ansiedade sumir, mas para retirar do pensamento o status de urgência. A ideia não é se sentir seguro imediatamente, e sim permitir que a dúvida exista sem transformá-la em um problema a ser resolvido.
Também costuma ser útil notar que o desconforto faz parte do processo. Quando o pensamento aparece, a ansiedade sobe, e o impulso é fazê-la cair o mais rápido possível. No entanto, quanto mais se tenta controlar essa sensação, mais o cérebro insiste. A experiência muda quando se percebe que é possível sentir desconforto sem precisar agir sobre ele ou responder mentalmente a cada provocação da mente.
Enquanto você lê isso, percebe se o que você diz a si mesmo busca alívio imediato ou mudança real do ciclo? O medo maior é o pensamento ou a ansiedade que ele provoca? E como seria permitir que o pensamento esteja ali sem entrar em negociação com ele?
Esses movimentos costumam ser trabalhados com mais segurança e profundidade dentro de um processo terapêutico bem conduzido, justamente para reduzir o poder que os pensamentos intrusivos exercem no dia a dia. Caso precise, estou à disposição.
Durante um pensamento intrusivo do TOC, pode ajudar lembrar a si mesmo:
• “Isso é apenas um pensamento, não um fato.”
• “Pensamentos intrusivos não definem quem eu sou.”
• “Não preciso responder a esse pensamento.”
O objetivo é reconhecer o pensamento sem lutar contra ele nem realizar compulsões, deixando que ele passe naturalmente.
• “Isso é apenas um pensamento, não um fato.”
• “Pensamentos intrusivos não definem quem eu sou.”
• “Não preciso responder a esse pensamento.”
O objetivo é reconhecer o pensamento sem lutar contra ele nem realizar compulsões, deixando que ele passe naturalmente.
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