Oi, tive crises de ansiedade, porém foi controlado com uso de medicamentos. Nas crises tive bastante
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Oi, tive crises de ansiedade, porém foi controlado com uso de medicamentos. Nas crises tive bastante tontura ao tentar dormir e agora sinto um pouco ainda, mas sinto como se minha cabeça tivesse afundando na cama e rodando, isso é normal? Devo procurar um médico?
Acho que vale a pena a reavaliação do médico que prescreveu o tratamento da ansiedade. Para avaliar o porquê dessas queixas.
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Ansiedade tem uma característica diversa em sua apresentação clínica. Várias queixas e sensações estão associadas a crises, que se apresenta de forma diferente em cada paciente.
Recomendo, frequentemente, que toda vez que você se encontre na dúvida sobre procurar um médico ou não, você opte pelo SIM. Procurar ajuda especializada é o melhor caminho para se diagnosticar e tratar qualquer sintoma ou doença.
Recomendo, frequentemente, que toda vez que você se encontre na dúvida sobre procurar um médico ou não, você opte pelo SIM. Procurar ajuda especializada é o melhor caminho para se diagnosticar e tratar qualquer sintoma ou doença.
Se você está experimentando tontura com frequência, especialmente se isso ocorre em conjunto com outros sintomas de ansiedade, é importante consultar o médico novamente. Ele podem ajudar a determinar a causa exata dos sintomas e desenvolver um plano de tratamento adequado, além de descartar outras causas para esse sintoma. Além disso, é útil para o manejo da ansiedade não somente medicações, mas também adotar técnicas de relaxamento, exercícios de respiração e, se necessário, procurar orientação terapêutica.
Sensações de tontura ao deitar ou ao tentar dormir podem acontecer durante fases de ansiedade e crises de pânico, porque o sistema nervoso fica em estado de “alerta”, com respiração mais rápida e superficial, tensão muscular e maior percepção de sensações corporais. Isso pode gerar uma sensação subjetiva de “cabeça pesada”, “afundando no travesseiro” ou até de leve instabilidade.
Ao mesmo tempo, a descrição de “rodar” quando está deitada também pode ocorrer por outras causas comuns que não têm relação direta com ansiedade, como vertigem posicional (quando a tontura aparece com mudanças de posição da cabeça), labirintopatias, alterações do sono, enxaqueca vestibular, desidratação, anemia, queda de pressão, hipoglicemia e também efeitos colaterais ou ajustes de alguns medicamentos (inclusive ansiolíticos e antidepressivos, especialmente no início, na troca de dose ou se houver interrupção). Como o canal não permite avaliar o seu caso individualmente, não é possível definir a origem apenas pela descrição.
Em geral, tende a ser menos preocupante quando a tontura é leve, passageira, melhora ao longo dos dias e não vem acompanhada de outros sintomas neurológicos ou cardiovasculares. Por outro lado, vale procurar avaliação médica se a tontura persistir, estiver atrapalhando o sono, vier com sensação clara de “vertigem” (tudo gira), náuseas importantes, zumbido ou perda auditiva, dor de cabeça nova ou diferente, palpitações, desmaios, fraqueza, alteração de fala, visão, força ou coordenação, ou se houver piora progressiva. Se surgir qualquer sinal neurológico súbito (fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, assimetria facial, confusão) ou desmaio, a orientação é buscar atendimento de urgência.
Como você relata que ainda sente o sintoma mesmo após controle das crises, o mais prudente é conversar com o médico que acompanha sua ansiedade (ou um clínico geral/otorrinolaringologista) para revisar a história, examinar e checar fatores como pressão, anemia, glicose, hidratação e possíveis efeitos de medicação. Isso costuma esclarecer a causa e direcionar o cuidado adequado. Importante também não ajustar ou interromper medicamentos por conta própria, pois isso pode piorar ansiedade e tontura.
Ao mesmo tempo, a descrição de “rodar” quando está deitada também pode ocorrer por outras causas comuns que não têm relação direta com ansiedade, como vertigem posicional (quando a tontura aparece com mudanças de posição da cabeça), labirintopatias, alterações do sono, enxaqueca vestibular, desidratação, anemia, queda de pressão, hipoglicemia e também efeitos colaterais ou ajustes de alguns medicamentos (inclusive ansiolíticos e antidepressivos, especialmente no início, na troca de dose ou se houver interrupção). Como o canal não permite avaliar o seu caso individualmente, não é possível definir a origem apenas pela descrição.
Em geral, tende a ser menos preocupante quando a tontura é leve, passageira, melhora ao longo dos dias e não vem acompanhada de outros sintomas neurológicos ou cardiovasculares. Por outro lado, vale procurar avaliação médica se a tontura persistir, estiver atrapalhando o sono, vier com sensação clara de “vertigem” (tudo gira), náuseas importantes, zumbido ou perda auditiva, dor de cabeça nova ou diferente, palpitações, desmaios, fraqueza, alteração de fala, visão, força ou coordenação, ou se houver piora progressiva. Se surgir qualquer sinal neurológico súbito (fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar, assimetria facial, confusão) ou desmaio, a orientação é buscar atendimento de urgência.
Como você relata que ainda sente o sintoma mesmo após controle das crises, o mais prudente é conversar com o médico que acompanha sua ansiedade (ou um clínico geral/otorrinolaringologista) para revisar a história, examinar e checar fatores como pressão, anemia, glicose, hidratação e possíveis efeitos de medicação. Isso costuma esclarecer a causa e direcionar o cuidado adequado. Importante também não ajustar ou interromper medicamentos por conta própria, pois isso pode piorar ansiedade e tontura.
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