Olá boa noite! Descobri q o meu filho de 16 anos está fazendo uso da maconha. Tentei conversar com

33 respostas
Olá boa noite! Descobri q o meu filho de 16 anos está fazendo uso da maconha.
Tentei conversar com ele mas, o mesmo nega.
Foi então q o
levei a fazer um teste toxicológico, assim q soube p o q era foi embora, se recusando e é claro, confirmando por conta dessa reação.
Estou muito decepcionada e n sei como ajuda lo , ja q o mesmo vive me dizendo p relaxar.
A vontade q tenho é arrebentar a cara dele , pois a vida toda conversei com ele .
É claro q é só vontade ....
Quero ajudar meu filho.
Por favor me orientem.
Obs; Tbm marquei consulta no psicólogo q tbm recusou a ir .
 Vitor Koch
Psicólogo
Belo Horizonte
Bom dia! Percebo que você é muito preocupada com seu filho e está buscando a melhor forma de ajudá-lo. Entendo que o envolvimento dele com maconha tenha te deixado com raiva e preocupada, e que suas tentativas de ajudar ele não tem sido bem recebidas. Acredito que a psicoterapia pode te ajudar a entender melhor tanto o que está sentindo em relação ao seu filho como pode te mostrar novos caminhos de interação com o mesmo. Estou a disposição!

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 Teresinha Silveira
Psicólogo
Recife
Seu filho provavelmente se envolveu com esta realidade em virtude da convivência com amigos, o que um fato inevitável para você. Continue mantendo sua opinião e sempre que possível conversando com ele de forma amigável colocando seu ponto de vista e preocupação de mãe. Porém seria bom, como o colega já falou, procurar a ajuda de um psicólogo para acompanhá-la e trabalhar esta aceitação do fato e nem por isso atrapalhar a relação com seu filho.
 Sammy Carralas
Psicólogo
Rio de Janeiro
Sua preocupação com ele é legítima, mas enquanto ele se recusa a fazer qualquer movimento para entrar na terapia ou conversar com você, que tal você conversar com um especialista e tentar compreender melhor o que está acontecendo com ele e entre vocês. A sua própria terapia pode melhorar essa relação, para então ele confiar em você, e enfim tentar uma intervenção nas atitudes que ele vem tomando.
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 Henaís Deslandes
Psicanalista, Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Ser mãe muitas vezes se apresenta como um grande desafio, e parece que você se encontra num desses momentos.
Um primeiro exercício que talvez possa ajudá-la a recuperar alguma serenidade diante desses fatos seja tentar separar mentalmente o que é seu e o que é do seu filho nessa história. Uma coisa que está sob o seu controle é a orientação e o investimento na educação que você certamente oferece pra ele, além do amor (sem o qual nenhum ser humano se desenvolve adequadamente). Então, entender que se ele hoje faz escolhas do alto de seus 16 anos, certamente houve um bom trabalho realizado por seus responsáveis até aqui.
Separar o que é de cada um é importante para que você possa se afastar um pouco dessa intensidade que a faz sentir raiva e decepção, afinal os excessos emocionais poderão desviá-la do que importa nessa situação: manter-se bem diante de seu filho que, sendo menor de idade, permanece sob sua responsabilidade. Só com alguma tranquilidade você poderá definir como cuidar dessa situação sem perder o foco na segurança e no bem estar de ambos. Quanto à recusa dele em ir a uma consulta com um psicólogo, talvez ele não sinta que precisa de algum tipo de ajuda no momento e é importante respeitá-lo e manter o canal para o diálogo aberto, assim, se
ele mudar de opinião, saberá que conversar com você será o melhor caminho para a busca de um profissional que possa cuidar de suas questões.
Finalizando, para ambos pode ser interessante a pesquisa em fontes confiáveis e científicas sobre a cannabis sativa: o que se sabe sobre seu uso, seus efeitos, quais as consequências etc. Deixo como sugestão o site do CEBRID.

Boa tarde! Realmente esta fase de descoberta do uso de drogas dos filhos pelos pais é bem complicada, pois existe muito preconceito, vergonha, culpa e e vários outros sentimentos envolvidos. Minha orientação inicial para os pais é procurar algum grupo de autoajuda para entender a dinânima da situação, aprender maneiras diferentes de agir, o que vai facilitar o processo de tratamento e recuperação! O programa do Amor Exigente é muito bom e existem grupos epalhados por todo o país!
Concordo com o posicionamento dos colegas.
Imagino que realmente deva procurar ajuda de um profissional para "separar as coisas": aquilo que é dele daquilo que é somente seu. Sei que é inevitável encarar algumas emoções negativas diante do que está ocorrendo, mas atitudes de desespero pode piorar as coisas. Procure um especialista nestes tipos de assuntos. Provavelmente encontrará explicações a respeito do significado de uso recreativo, abusivo ou dependência. Algo pode ser feito sim para auxiliar seu filho neste processo. Algumas medidas podem ajudar, mas será importante entender que terá que trabalhar questões pertinentes ao seu papel de mãe, suas limitações, sentimentos de impotência ou outros. Recomendo insistir no diálogo e no encaminhamento dele para um psicólogo. Obs: Acredito que ter descoberto o uso de cannabis de maneira precoce melhora a possibilidade de sucesso nas abordagens terapêuticas. Outro ponto: ter negado o consumo demonstrou que, provavelmente, ele percebe sua desaprovação ou ele próprio considere, em algum ponto, que está fazendo algo ilícito. Acredito que você impôs limites e em algum momento isto pode ter impacto em mudanças de atitudes.
Dra. Sônia Paes
Psicólogo
Niterói
Mãe, vc precisa fazer terapia pra saber como lidar com seu filho com relação às escolhas que ele está fazendo. Precisa dar limites e buscar tratamento pra não adoecer junto com ele .
 Hadson do Vale Dutra Junior
Psicanalista, Psicólogo
Niterói
Muitas vezes a queixa principal aponta para problemas mais complexos na dinâmica familiar ou no contexto maior em que a pessoa vive. Pode estar ligado à necessidade de inclusão ou pertencimento, dificuldade em lidar com limites, mas a melhora da relação mãe/ filho também pode ajudá-lo a compartilhar o que o leva a buscar a droga. Há fatores maiores como o fato de vivermos numa cultura que induz a excessos e compulsões, então não adianta também se culpar. Espero poder ajudar. Estou à disposição.
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Olá! É muito difícil ajudar alguém que não quer ajuda... Por isso, nesse momento, procure ficar por perto e sempre se colocando a disposição. Procure cuidar de você, para quando ele procurar a sua ajuda você esteja pronta. Pode procurar um psicólogo para te orientar em como conduzir tudo o que está acontecendo ou até mesmo grupos como Amor Exigente que orienta as famílias nessas situações.
 Ricardo C. Koury
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Talvez seja o caso de você iniciar a sua psicoterapia. Dessa forma, poderá adquirir outras ferramentas para lidar com o seu filho e também aliviar o seu sofrimento como mãe. Uma boa estratégia, ao invés de combater diretamente a maconha, é apresentar para ele outros valores que façam sentido para a vida dele… criação de novos hábitos na rotina, buscando autocuidado e elevação da autoestima. Mas não deixe de exercer sua autoridade de mãe, no entanto, não espere apenas acontecer para reagir, mas antecipe os movimentos e haja com sabedoria. Qualquer coisa estou à disposição. Abs
Olá! Sugiro que você busque apoio psicológico para lidar com as questões do seu filho de uma forma mais acertada. Se ele se recusa a receber ajuda, não adianta obrigar, pois isso só vai criar um abismo maior entre vocês. Se você estiver mais fortalecida, isso vai se refletir nas suas atitudes e nas relações familiares. Procure conversar ou tomar qualquer tipo de atitude quando ambos estiverem calmos. A sua preocupação é válida! Um abraço!
Bom dia
Primeiro passo: o aceite como tal. Ele precisa de ajuda e não de bronca. Faça um trato com ele e negocie a ida a um psicólogo
 Ivana Werner
Psicólogo
Porto Alegre
Olá, entendo a sua preocupação e angústia. Como os colegas sugeriram, considero importante você buscar ajuda terapêutica para poder lidar com a situação, colocar os limites necessários e conseguir um diálogo com o seu filho. Os papéis encontram-se invertidos, me parece pelo relato que ele está no controle da situação, se recusando a fazer o teste, a terapia e ainda dizendo que você deve relaxar. Estou a disposição.
 Elida Biasoli
Psicanalista, Psicólogo
São Paulo
Olá. De fato, não é possível fazer com que seu filho fale com um profissional se ele não quiser. Não é dessa maneira que funciona a dinâmica de um tratamento psicológico. Mas acho q você tem bastante coisa para falar e poderia ser bem interessante tratar isso com um profissional psi. Indico um psicanalista. Quem sabe nesse processo você não consegue responder sua questão. Acho q tem grandes chances. Abraço.
Olá! Compreendo que essa seja uma situação bastante difícil, principalmente por seu filho ser menor de idade. No entanto, em um processo psicoterapêutico, em concordância com seu filho, é possível que ele desenvolva habilidades interacionais que o auxiliem a compreender a real função do uso desse tipo de substância. Além disso, é possível que ele compreenda a fase da adolescência pela qual está passando, observando-se todo o contexto em que está inserido. Caso tenha interesse, podemos agendar uma conversa. Cuide-se bem!
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Dr. Bruno Rangel
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, sei que drogas ainda são assuntos que assombram muitos pais e famílias, se evita falar e acaba virando um tabu, onde em vez de ser conversado, o assunto e empurrado para debaixo do tapete, e evitado, nesses momentos temos que manter o diálogo, tomar cuidado com o julgamento moral, e procurar acolher quem esta passando por esta situação com o vício em substâncias, o ideal e que juntos procurarem ajuda psicológica para a família e para quem esta passando pela situação do vício .
Olá, prazer Hermann.
Assim como alguns colegas comentaram a cima, acredito que a psicoterapia possa lhe ajudar a compreender melhor esta questão com seu filho, assim como ajudar sua relação com ele.
Caso queira agendar uma primeira entrevista, fico 'a disposição.
 Sonia Palermo
Psicólogo
São José dos Campos
Olá bom dia!

Quando o uso de drogas se torna constante, ocorre uma alteração na vida e comportamento do individuo. A família frequentemente se torna refém dessa situação, gerando uma fragilidade que poderá levar a constantes negociações com o usuário piorando assim a situação. É importante uma conversa franca, sem acusações, buscando o acolhimento e oferecendo ajuda. Se a resistência de seu filho em aceitar ajuda persistir é importante você buscar orientação especializada.
Dra. Samantha Otero
Psicólogo, Psicanalista
São José
Nessa fase da adolescência eles sentem a necessidade de gerenciar a própria vida. Querem entrar para o grupo da galera e muitas vezes a droga é comum a todos. Existe um método que chamo de disciplina inteligente. É a forma de educar sem punir. Você vai negociante com seu filho benefícios bacanas para ir substituindo por hábitos ruins. Fumar maconha é um vício, ele precisa querer se ajudar, precisa ser alertado por um profissional quais os malefícios da droga. Negocia com ele um atendimento psicológico. Troca por algo que ele goste muito,por exemplo a saída com os amigos. Você dita às regras dentro de casa, não ele. Não é o ideal forçar a ida em um psicóloga, mas como ele se nega a ir, da pra tentar dessa forma. Existem medicações para controlar a abstinência, caso ele queira fazer um tratamento.

Espero que seu filho fique bem e que seu coração fique em paz.

Abraço.
 Nadia Carvalho Orizio
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, sua preocupação é legítima e compreendo sua angústia em relação ao seu filho. Você está fazendo tudo que está ao seu alcance para ajudá-lo. Mas será que você também pode se ajudar e compreender como resolver essa angústia dentro de você? Fazendo um processo psicoterapêutico psicanalítico você pode compreender muitas coisas inconscientes a seu respeito e à respeito da relação sua com seu filho e isso pode te abrir muitas portas de comunicação com ele e com as demais pessoas. Me coloco à disposição!
 Jéssica Grando
Psicólogo
São Paulo
Olá! Compreendo sua preocupação e quanto ela é válida. Entretanto, a partir da abordagem terapêutica que trabalho, entendemos que não temos controle sobre o comportamento do outro e isso pode ser angustiante, não é mesmo? Indicando ou sugerindo acompanhamento Psicológico a você, não posso garantir que o comportamento do seu filho mudará, mas pode ser um caminho para você compreender os fatores que dificultam ou facilitam a sua aproximação e comunicação com ele. E pensando nisso, possibilidades surgem e novas perspectivas são pensadas no processo terapêutico de forma colaborativa.
Me coloco a disposição.
 Eduardo Santos
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, como vai?

Sou especialista nessa área e trabalho com usuários de droga há oito anos.

Desde que comecei, no que se refere aos pais, percebo um grande erro em seu comportamento e abordagem do assunto com os filhos, em especial, os adolescentes.

Embora não conheça o conteúdo das conversas que você já teve com o seu filho, o fato de você expressar a sua raiva com o que está acontecendo me faz crer que você diz para ele que droga, no caso a maconha, é algo ruim. E eu concordo com você quanto aos problemas envolvidos no uso de uma substância ilegal e nos possíveis problemas de saúde que a droga pode causar.

Porém, o seu filho já tem uma experiência própria sobre fumar maconha e ela é "positiva". Quem já experimentou alguma droga, inclusive o álcool, passou por uma experiência agradável. Se não fosse por isso, ninguém voltaria a usar qualquer substância que altere o humor!

Quando os pais falam para os filhos que usar droga é algo ruim e ele, por experiência própria, entende que foi bom usar droga, esses pais acabaram de se desautorizar no assunto. A partir daí, todo conversa será uma briga e não levará a nada positivo!

Conversar francamente e sem desqualificar a fala do filho é muito importante. Somente assim, os pais poderão mostrar a ele, que embora as drogas produzam uma sensação boa, ela costuma trazer outros problemas que só serão percebidos mais para a frente...

Porém, para ter essa conversa, primeiro os pais precisam se informar, de preferência com um profissional capacitado, para saberem com agir e responder assertivamente às colocações do seu filho.

Me coloco a sua disposição para maiores informações!
 Caio Lage
Psicólogo
Rio de Janeiro
Entendo que esteja passando por um momento difícil ao descobrir que seu filho de 16 anos está fazendo uso de maconha. É normal sentir-se decepcionada e preocupada com a situação. No entanto, é importante abordar essa questão com calma e empatia.

Em primeiro lugar, tente manter o diálogo aberto com seu filho, demonstrando seu amor e preocupação por ele. Evite reações agressivas, pois isso pode afastá-lo ainda mais. Explique os riscos e consequências do uso de drogas de maneira clara e objetiva, enfatizando que você está ali para apoiá-lo.

Marcar uma consulta com um psicólogo foi um passo importante. Mesmo que ele tenha recusado inicialmente, tente conversar novamente e explicar a importância desse acompanhamento profissional. Um psicólogo especializado pode ajudar seu filho a entender melhor suas emoções, comportamentos e as possíveis razões por trás do uso de substâncias.

Além disso, considere buscar apoio de grupos de apoio para famílias, onde você possa compartilhar suas experiências com outras pessoas que estão passando por situações semelhantes. Esses grupos podem fornecer suporte, conselhos e estratégias para lidar com a situação.

Lembre-se de que o processo de recuperação pode levar tempo e requerer paciência e persistência. Continuar oferecendo amor, apoio e buscando ajuda profissional é fundamental para ajudar seu filho a superar essa situação.
 Lucas Ariel Compri
Psicólogo
São João Da Boa Vista
Na adolescência o jovem pode se dispor a comportamentos rebeldes e experimentar diversas situações que muitas vezes podem despertar preocupações nos pais, gerando uma falta de aceitação e consequentemente conflitos no relacionamento. Através do seu relato pode-se perceber emoções intensas no seu próprio interior diante desses últimos ocorridos com seu filho, e provavelmente essa intensidade conflituosa entre vocês pode estar ocorrendo há tempos, isso justificaria toda a relutância de seu filho aceitar caminhos propostos por você. É natural que haja discordâncias entre pais e filhos durante a adolescência. De fato, durante esse período é recomendado que não apenas seu filho realize terapia mas também você enquanto mãe, pois será constantemente colocada em posições difíceis perante a fase de desenvolvimento de seu filho. Do mais, o momento é de transmitir e retomar confiança, você precisa resgatar o vínculo de transparência com seu filho para que ele sinta-se a vontade de conversar com você, ou pelo menos não mentir, pois isso só acontece devido julgamentos que você deve manifestar perante ele e suas escolhas (dele). Através do contato aberto vocês podem conversar com o coração e encontrar um acordo. Você pode buscar um profissional que gere identificação com seu filho para que ele também sinta-se em um local de acolhimento em terapia. A terapia não tem como função consertar ninguém, mas sim, preparar a pessoa para lidar com situações que a vida manifesta.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá, receio que apesar da sua preocupação, se seu filho não quiser fazer terapia ou conversar com você nesse momento, não há como obrigá-lo. Penso que você pode iniciar você processo de terapia para entender o que está acontecendo com a relação de vocês e trabalhar seus sentimentos. Abraço
 Douglas José Resende Lima
Psicólogo
São Paulo
Olá, como está?

Primeiramente, é importante reconhecer seus sentimentos de decepção e preocupação com esse comportamento de seu filho, o que é completamente normal dada a situação. Lidar com o uso de substâncias por adolescentes pode ser extremamente desafiador, e sua vontade de ajudar seu filho é um passo crucial.

Neste momento, é importante abordar a situação com calma e estratégia, ao invés de confronto direto, que pode levar a mais resistência por parte dele. A abordagem inicial pode envolver estabelecer uma comunicação aberta e não julgadora. Tente expressar suas preocupações de uma forma que mostre seu amor e seu desejo de entender as razões por trás do comportamento dele, ao invés de apenas focar nas consequências negativas.

Dado que ele se recusou a fazer o teste toxicológico e a ir ao psicólogo, pode ser útil explorar outras formas de diálogo ou até considerar uma intervenção com a ajuda de outros membros da família ou amigos próximos que ele respeite e ouça. Às vezes, ouvir de diferentes fontes pode ajudar o jovem a perceber a seriedade da situação.

É crucial, no entanto, manter-se firme nas regras e expectativas de casa, mas mostrando que essas são baseadas no cuidado e no amor por ele. Este é um equilíbrio delicado entre dar suporte e estabelecer limites.
 André Luiz Azevedo Oliveira
Psicólogo
João Pessoa
Entendo sua frustração. É importante manter a calma e abordar seu filho com empatia. Cuidar de si mesma é essencial, pois a codependência pode afetar sua capacidade de lidar com a situação. Codependência ocorre quando alguém foca excessivamente nas necessidades de outro, negligenciando as próprias. A terapia pode ajudar a mudar esses padrões e melhorar sua abordagem para apoiar seu filho.
 Manuela Duarte
Psicólogo
Balneário Camboriú
Sinto muito por esse momento difícil que você está enfrentando com seu filho. O mais importante agora é manter a calma e evitar confrontos diretos, pois isso pode gerar mais resistência. Seu filho provavelmente está em um momento de busca por independência e pode não perceber os riscos do uso de maconha. Sugiro que, mesmo diante da recusa dele, você continue mostrando que está disponível para ouvi-lo, sem julgar, mas reforçando os motivos da sua preocupação. Tente criar um espaço de diálogo, mostrando que o objetivo é ajudar, não controlar. Oferecer apoio, falar sobre limites, e procurar entender o que está levando ele a esse comportamento são passos importantes. E não desista de buscar ajuda profissional, tanto para você quanto para ele, como a psicoterapia, mesmo que perceba uma resistência no início. Espero ter ajudado!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá! Entendo que este é um momento difícil, e é comum sentir decepção e frustração quando percebe que suas tentativas de conversar com seu filho não estão funcionando como esperado. A adolescência é uma fase de busca por independência, e isso pode levar a comportamentos de resistência e experimentação. A chave neste momento é criar um ambiente de diálogo aberto, onde ele se sinta seguro para conversar sem medo de ser julgado.

Ao invés de confrontá-lo ou insistir na reprovação, tente abordar a situação com empatia. Em vez de focar na proibição, mostre-se disposta a ouvi-lo, tentando entender o que o levou a esse comportamento. Isso pode ajudá-lo a se sentir compreendido e mais aberto para falar sobre suas escolhas.

Se ele continua recusando a ideia de ir a um psicólogo, considere iniciar um processo terapêutico para você mesma. Um psicólogo pode ajudá-la a lidar com seus sentimentos e a encontrar formas de abordagem que facilitem o diálogo com ele. Em alguns casos, os filhos podem se inspirar quando veem os pais cuidando da saúde mental, e isso pode incentivá-lo a buscar ajuda no tempo dele.

Espero que essas orientações ajudem você a lidar com essa situação de forma mais tranquila.
 Lorena Blas
Psicólogo
Santo André, SP
Acredito que nesse caso seja interessantes você buscar um psicólogo para poder descobrir a melhor forma de lidar com isso. E também receber orientações. Fico a disposição.
Dr. Pedro Dalla Zanello
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Na adolescência é natural querer conhecer o mundo e ter novas experiências. Leva-lo a um exame toxicológico sem avisa-lo pode soar invasivo, o que vai gerar um comportamento defensivo com você e prejudicar a relação entre ambos. Sugiro uma abordagem mais sincera e direta sobre o tema, sem julgamentos, para que vocês possam conversam sobre o assunto de forma esclarecida, sem transforma-lo em tabu.
Boa noite. Antes de tudo, é importante reconhecer a sua preocupação e o quanto você está tentando ajudar seu filho. Essa reação que você está tendo é compreensível, pois quando um pai ou uma mãe descobre algo assim, sentimentos como medo, frustração e decepção costumam aparecer.
Na adolescência, é relativamente comum que alguns jovens tenham contato ou experimentem substâncias, muitas vezes por curiosidade, influência de amigos ou pela tentativa de lidar com emoções e conflitos internos. No entanto, isso não significa que a situação deve ser ignorada. Pelo contrário, é um momento importante para orientação, diálogo e acompanhamento.
A reação de negar ou evitar conversar também é bastante frequente nessa idade. Muitos adolescentes se sentem invadidos, julgados ou pressionados, e acabam reagindo com resistência. Por isso, embora seja muito difícil, confrontos agressivos ou ameaças costumam afastá-los ainda mais do diálogo.
O mais indicado é tentar abrir um espaço de conversa em um momento de calma, demonstrando preocupação genuína e não apenas cobrança. Em vez de focar somente na acusação ou no teste, tente entender o que está acontecendo na vida dele, como ele está se sentindo, quais são suas amizades e como tem sido sua rotina.
O fato de ele ter recusado ir ao psicólogo também não significa que ele nunca aceitará ajuda. Às vezes, o adolescente precisa de tempo para elaborar a situação. Muitos jovens inicialmente resistem, mas com o tempo acabam aceitando acompanhamento quando percebem que não estão sendo forçados ou julgados.
Outra orientação importante é manter limites claros dentro de casa, mas ao mesmo tempo preservar o vínculo afetivo. O adolescente precisa perceber que existe cuidado, orientação e presença dos pais, e não apenas punição.
Se possível, também pode ser muito útil que você mesma busque orientação profissional para receber apoio sobre como conduzir essa situação. Muitas vezes, orientar os pais é o primeiro passo para conseguir ajudar o adolescente.
O mais importante é não desistir do diálogo e do vínculo. A presença, a escuta e a orientação dos pais fazem uma grande diferença nesse momento da vida.

Dra. Miriam Ramos
Psicóloga Clínica
Entendo sua preocupação e a frustração diante da situação. Na adolescência, é comum que haja negação e resistência, principalmente quando o jovem se sente pressionado ou confrontado. A recusa em fazer o exame ou ir ao psicólogo costuma fazer parte desse movimento.
Nesse momento, confrontos diretos e tentativas de controle tendem a aumentar o afastamento. É mais efetivo buscar um diálogo firme, mas sem acusações, demonstrando preocupação com o bem-estar dele e estabelecendo limites claros.
Mesmo que ele não aceite ajuda agora, é importante que você busque orientação profissional. O trabalho com os pais é fundamental para conduzir melhor a situação e favorecer mudanças no comportamento do adolescente.
O uso de maconha nessa fase merece atenção e acompanhamento adequado, com uma abordagem consistente e estratégica.

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