Olá boa tarde , eu sou viciada em se mastubar , e o meu parceiro tem vontade de ver outros cmg na ca
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Olá boa tarde , eu sou viciada em se mastubar , e o meu parceiro tem vontade de ver outros cmg na cama e as vezes acho chato isso, será q devo aceitar o fetiche dele
OiE! Que bom que veio perguntar aqui!
Olha só a masturbação, por si só, não é um problema. Ela é uma forma saudável de conhecer o próprio corpo, regular ansiedade, aliviar tensão e produzir prazer. Só passa a ser considerada um comportamento compulsivo quando começa a substituir outras áreas da vida, gerar sofrimento, sensação de perda de controle ou dificultar a conexão com o parceiro. Ou seja, não é a frequência que define, mas o impacto emocional e relacional.
Sobre o desejo do seu parceiro de incluir outras pessoas, isso entra no campo das fantasias e dos arranjos sexuais consensuais. Fantasia é algo individual. Para que ela vire prática, precisa existir desejo real dos dois. Quando apenas um quer e o outro aceita por medo de perder a relação, isso costuma gerar desconforto, ressentimento e até queda do desejo.
Do ponto de vista psicológico e científico, relações saudáveis se baseiam em consentimento verdadeiro, não em adaptação forçada. Consentir não é “ceder”. Consentir é querer também. Se você acha chato, se sente invadida ou insegura, isso já é um sinal importante de que essa prática não está alinhada com você neste momento.
Não existe obrigação de aceitar o fetiche do outro. Assim como ele pode ter essa fantasia, você pode não querer vivê-la. O caminho é o diálogo claro sobre limites, expectativas e o que cada um entende como intimidade, exclusividade e prazer.
Muitas vezes, quando a pessoa insiste nesse tipo de proposta, não é só sobre sexo, mas sobre curiosidade, validação, excitação pela novidade ou até dificuldade de sustentar a intimidade a dois. Isso pode e deve ser conversado, sem que você precise se violentar emocionalmente para corresponder.
Se você perceber que a masturbação está sendo usada como refúgio ou que a relação está gerando mais tensão do que conexão, um acompanhamento psicológico ajuda a entender o que está acontecendo com seu desejo, seus limites e sua forma de se relacionar.
Você não precisa aceitar algo que não te faz bem para manter um vínculo. Sexualidade saudável é aquela em que existe respeito, segurança e escolha compartilhada.
Se quiser, posso te ajudar a pensar em como conversar com ele de uma forma firme e respeitosa.
Espero ter ajudado até aqui! Forte abraço.
Olha só a masturbação, por si só, não é um problema. Ela é uma forma saudável de conhecer o próprio corpo, regular ansiedade, aliviar tensão e produzir prazer. Só passa a ser considerada um comportamento compulsivo quando começa a substituir outras áreas da vida, gerar sofrimento, sensação de perda de controle ou dificultar a conexão com o parceiro. Ou seja, não é a frequência que define, mas o impacto emocional e relacional.
Sobre o desejo do seu parceiro de incluir outras pessoas, isso entra no campo das fantasias e dos arranjos sexuais consensuais. Fantasia é algo individual. Para que ela vire prática, precisa existir desejo real dos dois. Quando apenas um quer e o outro aceita por medo de perder a relação, isso costuma gerar desconforto, ressentimento e até queda do desejo.
Do ponto de vista psicológico e científico, relações saudáveis se baseiam em consentimento verdadeiro, não em adaptação forçada. Consentir não é “ceder”. Consentir é querer também. Se você acha chato, se sente invadida ou insegura, isso já é um sinal importante de que essa prática não está alinhada com você neste momento.
Não existe obrigação de aceitar o fetiche do outro. Assim como ele pode ter essa fantasia, você pode não querer vivê-la. O caminho é o diálogo claro sobre limites, expectativas e o que cada um entende como intimidade, exclusividade e prazer.
Muitas vezes, quando a pessoa insiste nesse tipo de proposta, não é só sobre sexo, mas sobre curiosidade, validação, excitação pela novidade ou até dificuldade de sustentar a intimidade a dois. Isso pode e deve ser conversado, sem que você precise se violentar emocionalmente para corresponder.
Se você perceber que a masturbação está sendo usada como refúgio ou que a relação está gerando mais tensão do que conexão, um acompanhamento psicológico ajuda a entender o que está acontecendo com seu desejo, seus limites e sua forma de se relacionar.
Você não precisa aceitar algo que não te faz bem para manter um vínculo. Sexualidade saudável é aquela em que existe respeito, segurança e escolha compartilhada.
Se quiser, posso te ajudar a pensar em como conversar com ele de uma forma firme e respeitosa.
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