Olá, estou preso a erros do passado que já me arrependi e não faço mais.O grande problema é que não
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Olá, estou preso a erros do passado que já me arrependi e não faço mais.O grande problema é que não consigo me relacionar profundamente com pessoas seja amizade ou relação amorosa, sem pensar que aquela pessoa não estaria comigo ou não gostaria de mim se soubesse o que eu já fiz, mesmo eu sendo uma nova pessoa arrependida que nunca mais repetirá tais erros. Sinto que a culpa só vem quando envolve outra pessoa no meu círculo de vivência, quando me encontro sem contato com ninguém não tenho essa sensação de culpa. Quero saber qual profissional procurar?
Olá! Você está enfrentando um conflito entre seu passado e seu desejo de conexão, o que pode ser trabalhado em psicoterapia. Um psicólogo clínico, especialmente com abordagem psicanalítica, pode ajudá-lo a elaborar essa culpa e entender por que ela surge nas relações. O processo terapêutico facilitará a reconciliação entre quem você foi e quem é hoje, permitindo vínculos mais autênticos. Você já deu um passo importante ao reconhecer isso.
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Olá, porque ainda sente culpa se já se deu uma nova chance e não voltou a repetir os mesmos erros ? O profissional que pode te ajudar é um psicoterapeuta. Me coloco a disposição !
Olá, sinto muito que esteja tendo dificuldades em lidar com essas questões mencionadas. Relatou que possui receio das pessoas julgarem o seu passado. Cabe a mim perguntar: você possui vergonha ou orgulho do seu processo? Será que a pessoa que se relacionaria não poderia ter a chance de se orgulhar da sua mudança e transformação? Acho muito importante que procure um profissional da psicologia/psicanalista para lidar com questões da sua história.
A psicanálise é uma opção muito válida para quem sente culpa persistente ligada a experiências passadas e quer compreender as raízes inconscientes desse sentimento.
Com a psicanálise, você poderá:
Explorar em profundidade como seu passado influencia seu presente;
Entender os mecanismos inconscientes da culpa e da vergonha;
Desenvolver, ao longo do tempo, uma reconstrução mais livre da sua identidade.
A psicanálise é mais indicada para quem quer um processo mais profundo e reflexivo, geralmente de médio a longo prazo. Se você sente que a culpa está muito ligada a aspectos da sua história, infância ou identidade, essa abordagem pode ser especialmente útil.
Com a psicanálise, você poderá:
Explorar em profundidade como seu passado influencia seu presente;
Entender os mecanismos inconscientes da culpa e da vergonha;
Desenvolver, ao longo do tempo, uma reconstrução mais livre da sua identidade.
A psicanálise é mais indicada para quem quer um processo mais profundo e reflexivo, geralmente de médio a longo prazo. Se você sente que a culpa está muito ligada a aspectos da sua história, infância ou identidade, essa abordagem pode ser especialmente útil.
Boa tarde, o passado te envolve, a psicanalise pode te ajudar
Estou a disposição.
Estou a disposição.
Olá! Penso que arrepender-se e não fazer mais algo é um passo importante, mas são coisas diferentes de se perdoar por ter feito o que quer que seja. Dessa forma, carregando a culpa e o constrangimento consigo, mesmo após arrepender-se, pode impossibilitar de abrir-se para experenciar vínculos novos sejam eles românticos, ou não. Fato é, que antes mesmo que possa desejar se relacionar bem com alguém, antes disso é imprescindível ser capaz de relacionar-se bem consigo mesmo! O outro só é capaz de admirar em alguém, aquilo que ele mesmo admira em si. Logo, é importante que a culpa seja deixada de lado, para abrir caminhos possíveis para que você seja capaz de voltar a se admirar e espelhar para o outro aquilo que você mesmo contempla em si e considera bom. Neste caso, recomendaria que você buscasse ajuda psicológica para escutar melhor o que tem dito sobre si mesmo, como tem vivido os últimos tempos, olhar para essa culpa e ressignificar para conseguir seguir em frente. Fico à disposição!
Olá, como tem passado?
Pode ser bem interessante nesse caso, te respondendo com respeito e honestidade, procurar um psicólogo ou psicanalista para que você possa começar um processo terapêutico em torno dessa culpa e castigo.
Mesmo que alguns erros do passado não esteja presos a ele mais, ainda assim parece que há algo em torno de um castigo caso a pessoa descubra. Talvez esse seja um mecanismo que exerça alguma função simbólica em torno do seus desejos, vontade, anseios e ao mesmo tempo culpa.
Falar sobre essa culpa e esses erros sem julgamento da parte do outro pode ser construtivo ao que você se propõe a falar de como até hoje se culpa e quais outros sentimentos estão atrelados a ela.
Espero ter ajudado, procurar um psicólogo ou psicanalista presencial ou online pode ser bem interessante e disruptivo nesse caso.
Até mais.
Pode ser bem interessante nesse caso, te respondendo com respeito e honestidade, procurar um psicólogo ou psicanalista para que você possa começar um processo terapêutico em torno dessa culpa e castigo.
Mesmo que alguns erros do passado não esteja presos a ele mais, ainda assim parece que há algo em torno de um castigo caso a pessoa descubra. Talvez esse seja um mecanismo que exerça alguma função simbólica em torno do seus desejos, vontade, anseios e ao mesmo tempo culpa.
Falar sobre essa culpa e esses erros sem julgamento da parte do outro pode ser construtivo ao que você se propõe a falar de como até hoje se culpa e quais outros sentimentos estão atrelados a ela.
Espero ter ajudado, procurar um psicólogo ou psicanalista presencial ou online pode ser bem interessante e disruptivo nesse caso.
Até mais.
Olá, Primeiramente, é importante reconhecer que todos nós cometemos erros seja conosco ou em nossos relacionamentos. É uma parte natural do crescimento e aprendizado. Sentir culpa por esses erros também é normal, mas é essencial trabalhar para lidar com essa culpa de maneira saudável. Algumas sugestões para ajudar você a lidar com os erros e melhorar seu relacionamento:
1. Auto-reflexão: Reserve um tempo para refletir sobre os erros que você cometeu. Tente entender as razões por trás deles e como você pode evitar repeti-los no futuro. Isso pode ajudá-la a desenvolver uma maior consciência e autocontrole em suas ações.
2.Comunicação aberta: Conversar sobre seus sentimentos de culpa e remorso, especialmente com um profissional de saúde mental. Falar sobre suas preocupações e demonstrar seu comprometimento em mudar primeiramente por você.
3. Aprenda com os erros: Em vez de se fixar nos erros do passado, concentre-se em aprender com eles. Pergunte-se o que você pode fazer de diferente da próxima vez. Assumir a responsabilidade pelos seus erros e buscar maneiras de evitá-los pode ajudar a construir um relacionamento mais saudável.
4. Trabalhe na autoestima: A baixa autoestima pode levar a comportamentos prejudiciais, como buscar validação externa ou olhares errados para outras pessoas. É importante trabalhar na sua autoestima e desenvolver um senso de valor próprio. Isso pode envolver buscar apoio de um psicólogo, praticar autocuidado e desenvolver o auto conhecimento e novas habilidades que aumentem sua confiança.
4- Cada situação é única, portanto lembre-se : Diante de dificuldades mais significativas é importante buscar ajuda profissional de um psicólogo(a)o quanto antes.
1. Auto-reflexão: Reserve um tempo para refletir sobre os erros que você cometeu. Tente entender as razões por trás deles e como você pode evitar repeti-los no futuro. Isso pode ajudá-la a desenvolver uma maior consciência e autocontrole em suas ações.
2.Comunicação aberta: Conversar sobre seus sentimentos de culpa e remorso, especialmente com um profissional de saúde mental. Falar sobre suas preocupações e demonstrar seu comprometimento em mudar primeiramente por você.
3. Aprenda com os erros: Em vez de se fixar nos erros do passado, concentre-se em aprender com eles. Pergunte-se o que você pode fazer de diferente da próxima vez. Assumir a responsabilidade pelos seus erros e buscar maneiras de evitá-los pode ajudar a construir um relacionamento mais saudável.
4. Trabalhe na autoestima: A baixa autoestima pode levar a comportamentos prejudiciais, como buscar validação externa ou olhares errados para outras pessoas. É importante trabalhar na sua autoestima e desenvolver um senso de valor próprio. Isso pode envolver buscar apoio de um psicólogo, praticar autocuidado e desenvolver o auto conhecimento e novas habilidades que aumentem sua confiança.
4- Cada situação é única, portanto lembre-se : Diante de dificuldades mais significativas é importante buscar ajuda profissional de um psicólogo(a)o quanto antes.
Tratamento psicoterápico irá lhe ajudar.
Olá, pelo que descreve é indicado que busque um psicólogo ou psicanalista para iniciar um tratamento.
Olá, tudo bem? O profissional mais recomendado para te ajudar a trabalhar esse tipo de questão seria uma psicóloga(o)/psicanalista. Com o acompanhamento de uma profissional você poderá investigar melhor esse sentimento de culpa e como isso se apresenta durante suas relações pessoais, levando sempre em conta a sua história e características individuais. Caso tenha mais alguma dúvida ou deseje agendar uma consulta, estou à disposição, ok? Espero ter ajudado. Atensiosamente, Carolina.
Olá. A culpa pode ser um sentimento paralisante, se não tratado. É interessante que você possa se perguntar sobre isso, preferencialmente com um acompanhamento de um psicólogo ou psicanalista. Caso queria agendar uma consulta, estou a disposição.
Atenciosamente,
Psicólogo Guido Ruschel - CRP 07/42319.
Atenciosamente,
Psicólogo Guido Ruschel - CRP 07/42319.
Olá, sugiro você procurar uma psicóloga com experiência em área clínica e marcar uma consulta, pois quando ficamos presos no passado atrapalhamos o desenvolvimento da nossa vida, em todos os aspectos e áreas, pois você desgasta as suas energias no passado e deixa de gastar energias construindo o presente e com isso a sua vida fica estagnada trazendo prejuízos na vida pessoal:na área familiar, sentimental, financeira, na saúde emocional.Procure uma Psicóloga especializada e agende a sua consulta, será benéfico para você superar essas dificuldades.
É natural sentir-se assim, especialmente quando nos arrependemos profundamente de erros passados. Parece que você está carregando uma culpa que te impede de se conectar plenamente com as pessoas que você gosta. Isso é algo que muitas pessoas enfrentam, e é importante saber que você não está sozinho.
Um profissional que pode te ajudar bastante é um psicólogo ou terapeuta capacitado onde ira te auxiliar a entender melhor seus pensamentos e sentimentos, e a desenvolver estratégias para lidar com a culpa de uma maneira mais saudável. Eles vão te ajudar a ver que, embora seu passado seja parte de você, ele não define quem você é hoje.
Além disso, um terapeuta pode trabalhar com você para construir autoestima e confiança, mostrando que é possível ter relacionamentos saudáveis e verdadeiros, baseados no que você é agora: uma pessoa que aprendeu com seus erros e está comprometida em ser melhor.
Buscar ajuda é um passo corajoso e positivo. Conversar com alguém sobre esses sentimentos pode aliviar o peso que você carrega e te ajudar a se sentir mais leve e confiante nas suas relações.
Você merece se sentir bem consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor. Vamos começar essa jornada de cura e autoaceitação?
Um profissional que pode te ajudar bastante é um psicólogo ou terapeuta capacitado onde ira te auxiliar a entender melhor seus pensamentos e sentimentos, e a desenvolver estratégias para lidar com a culpa de uma maneira mais saudável. Eles vão te ajudar a ver que, embora seu passado seja parte de você, ele não define quem você é hoje.
Além disso, um terapeuta pode trabalhar com você para construir autoestima e confiança, mostrando que é possível ter relacionamentos saudáveis e verdadeiros, baseados no que você é agora: uma pessoa que aprendeu com seus erros e está comprometida em ser melhor.
Buscar ajuda é um passo corajoso e positivo. Conversar com alguém sobre esses sentimentos pode aliviar o peso que você carrega e te ajudar a se sentir mais leve e confiante nas suas relações.
Você merece se sentir bem consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor. Vamos começar essa jornada de cura e autoaceitação?
Você deve procurar um psicólogo ou psicoterapeuta. A dificuldade em se relacionar profundamente devido a erros do passado, mesmo arrependidos, indica a necessidade de trabalhar questões de autoimagem, culpa e confiança. Um profissional de saúde mental pode te ajudar a processar essas emoções e desenvolver estratégias para construir relacionamentos saudáveis.
Olá! Com certeza uma psicóloga de orientação psicanalítica. Não há nenhuma corrente teórica dentro da psicologia que tenha estudado com tamanha profundidade as questões relacionadas a culpa, ao sentimento de não merecimento, a necessidade de punir-se por algo que já nem faz mais parte da sua vida. Estou à disposição para apoia-lo diante dessas questões.
Olá!
O sentimento de culpa que surge especialmente nos vínculos interpessoais pode estar relacionado a marcas emocionais que ainda precisam ser elaboradas. Muitas vezes, mesmo após mudanças concretas na conduta, a nossa imagem interna (a forma como nos vemos e acreditamos que os outros nos veem) continua presa a experiências passadas.
A psicoterapia é um espaço seguro e confidencial para trabalhar esses sentimentos, ressignificar o que foi vivido e construir formas mais leves de se relacionar com os outros e consigo mesmo. Um psicólogo com abordagem clínica, poderá ajudar você a compreender essas repetições e a transformar essa culpa em algo que não impeça os vínculos, mas que possa inclusive fortalecê-los com mais verdade e confiança.
Se desejar iniciar esse processo, estou à disposição para um primeiro encontro.
O sentimento de culpa que surge especialmente nos vínculos interpessoais pode estar relacionado a marcas emocionais que ainda precisam ser elaboradas. Muitas vezes, mesmo após mudanças concretas na conduta, a nossa imagem interna (a forma como nos vemos e acreditamos que os outros nos veem) continua presa a experiências passadas.
A psicoterapia é um espaço seguro e confidencial para trabalhar esses sentimentos, ressignificar o que foi vivido e construir formas mais leves de se relacionar com os outros e consigo mesmo. Um psicólogo com abordagem clínica, poderá ajudar você a compreender essas repetições e a transformar essa culpa em algo que não impeça os vínculos, mas que possa inclusive fortalecê-los com mais verdade e confiança.
Se desejar iniciar esse processo, estou à disposição para um primeiro encontro.
A culpa não esta no presente , mas continua ai como uma ferida aberta que não cicatrizou , mas que bom que ha um reconhecimento moral e uma mudança de comportamento. precisamos tratar esse medo a culpa a vergonha , porque isso faz com que vc acredite que não merece amor ou aceitação. A solidão parece que anestesia a culpa, entendo que evitar vinculos é uma forma de autoproteção emocional. sou psicanalista e posso ajudar a enfrentar seus medos .que tal marcar uma consulta ?
O que você descreve revela um conflito profundo entre o arrependimento consciente e a culpa inconsciente que se ativa nas relações. Mesmo tendo modificado seu comportamento, algo dentro de você ainda sente que não merece o afeto ou a presença do outro — como se o passado anulasse o valor do que esta acontecendo agora. Essa dinâmica é um campo muito bem trabalhado pela psicanálise, pois ela permite acessar as raízes iemocionais dessa culpa, que pode estar ligada a vivências anteriores repletos de sentimentos contraditórios. Um trabalho sério, como o que realizo, oferece um espaço seguro para elaborar essas marcas, compreender seus efeitos e, conquistar uma vivência mais livre, pois procurar ajuda é um passo maduro, que respeita tanto a sua dor quanto o seu desejo de transformação.
Olá,
Poderia procurar um/a psicólogo, ou psicanalista.
Poderia procurar um/a psicólogo, ou psicanalista.
Essa pergunta revela um nível de consciência muito importante — você já reconhece a culpa, entende que seus erros ficaram no passado, mas ainda assim ela retorna com força no contato com os outros. A psicanálise pode oferecer uma escuta profunda para isso.
A culpa inconsciente não se apaga com a razão.
Mesmo que você racionalmente saiba que mudou, que não é mais aquela pessoa, a psicanálise entende que a culpa, que dói mais fundo, nem sempre responde ao “eu já mudei”.
Ela é uma culpa inconsciente, que se ativa especialmente nas relações, quando há afeto, desejo de ser visto, amado ou aceito.
Freud dizia que muitas vezes carregamos culpas que não sabemos exatamente de onde vêm, ou que parecem maiores do que o ato em si. Isso acontece porque a pessoa não é apenas o que faz, mas também o que fantasia, o que deseja, o que se proíbe.
“Se a pessoa soubesse o que fiz, não me amaria”. Veja que a culpa sabota a formação e manutenção de laços com pas pessoas.
O seu relato mostra algo muito comum no campo psíquico: a crença de que, se o outro conhecer seu “real eu”, ele irá embora. Essa crença funciona como uma espécie de autoexílio relacional, ou seja:
• você quer se vincular,
• mas se pune por querer,
• e então se afasta ou se sabota,
• como se dissesse: “não sou digno do amor do outro.”
Essa dinâmica pode estar ligada a uma identificação inconsciente com a posição de “pecador”, “culpado”, ou “indigno”, construída lá atrás, talvez na infância, em vivências de punição, vergonha, excesso de exigência ou idealização.
Você diz que a culpa só aparece na presença de alguém.
Isso é muito significativo.
Isso mostra que o outro é espelho do seu julgamento interno. A solidão silencia a culpa, porque ninguém está ali para ser testemunha do que “você foi”.
Mas o outro, mesmo sem saber nada, ativa em você o medo da rejeição, do julgamento, da exposição.
Lacan dizia: “o inferno não são os outros, é o olhar do Outro”. Esse “Outro” internalizado pode ser uma figura parental, religiosa, ou moral com a qual você ainda dialoga psiquicamente, mesmo sem querer.
Qual profissional procurar?
Para esse tipo de sofrimento, você pode procurar um psicólogo e/ou um psicanalista. Você não precisa agora de alguém que lhe dê conselhos nem fórmulas rápidas. Você precisa ser escutado com profundidade a respeito do que essa culpa significa para você e buscar por quês.
Na psicanálise, o objetivo não é apagar o passado, mas entender o lugar que ele ocupa na sua estrutura psíquica. Com o tempo, essa escuta pode:
• esvaziar o peso da culpa,
• desativar a fantasia de indignidade,
• abrir espaço para relações mais livres, sem o fantasma do julgamento.
Você não é refém dos erros do passado, mas sim de uma estrutura de culpa que ainda não foi simbolizada. A psicanálise pode te ajudar a colocar sentido nesse sofrimento e libertar seu desejo de se vincular sem medo.
Uma observação, você não precisa contar “o que fez” logo de cara. Pode apenas começar falando do que sente. O tempo da análise respeita o tempo do analisando (paciente).
A culpa inconsciente não se apaga com a razão.
Mesmo que você racionalmente saiba que mudou, que não é mais aquela pessoa, a psicanálise entende que a culpa, que dói mais fundo, nem sempre responde ao “eu já mudei”.
Ela é uma culpa inconsciente, que se ativa especialmente nas relações, quando há afeto, desejo de ser visto, amado ou aceito.
Freud dizia que muitas vezes carregamos culpas que não sabemos exatamente de onde vêm, ou que parecem maiores do que o ato em si. Isso acontece porque a pessoa não é apenas o que faz, mas também o que fantasia, o que deseja, o que se proíbe.
“Se a pessoa soubesse o que fiz, não me amaria”. Veja que a culpa sabota a formação e manutenção de laços com pas pessoas.
O seu relato mostra algo muito comum no campo psíquico: a crença de que, se o outro conhecer seu “real eu”, ele irá embora. Essa crença funciona como uma espécie de autoexílio relacional, ou seja:
• você quer se vincular,
• mas se pune por querer,
• e então se afasta ou se sabota,
• como se dissesse: “não sou digno do amor do outro.”
Essa dinâmica pode estar ligada a uma identificação inconsciente com a posição de “pecador”, “culpado”, ou “indigno”, construída lá atrás, talvez na infância, em vivências de punição, vergonha, excesso de exigência ou idealização.
Você diz que a culpa só aparece na presença de alguém.
Isso é muito significativo.
Isso mostra que o outro é espelho do seu julgamento interno. A solidão silencia a culpa, porque ninguém está ali para ser testemunha do que “você foi”.
Mas o outro, mesmo sem saber nada, ativa em você o medo da rejeição, do julgamento, da exposição.
Lacan dizia: “o inferno não são os outros, é o olhar do Outro”. Esse “Outro” internalizado pode ser uma figura parental, religiosa, ou moral com a qual você ainda dialoga psiquicamente, mesmo sem querer.
Qual profissional procurar?
Para esse tipo de sofrimento, você pode procurar um psicólogo e/ou um psicanalista. Você não precisa agora de alguém que lhe dê conselhos nem fórmulas rápidas. Você precisa ser escutado com profundidade a respeito do que essa culpa significa para você e buscar por quês.
Na psicanálise, o objetivo não é apagar o passado, mas entender o lugar que ele ocupa na sua estrutura psíquica. Com o tempo, essa escuta pode:
• esvaziar o peso da culpa,
• desativar a fantasia de indignidade,
• abrir espaço para relações mais livres, sem o fantasma do julgamento.
Você não é refém dos erros do passado, mas sim de uma estrutura de culpa que ainda não foi simbolizada. A psicanálise pode te ajudar a colocar sentido nesse sofrimento e libertar seu desejo de se vincular sem medo.
Uma observação, você não precisa contar “o que fez” logo de cara. Pode apenas começar falando do que sente. O tempo da análise respeita o tempo do analisando (paciente).
Olá bom dia como está? Procurar uma Psicóloga.
Você precisa fazer psicoterapia para entender de onde vem essa culpa, e como elaborar essa dor, essa angústia. A passado não volta para mudá-lo, mas a maneira que você vai lidar com a sua vida daqui para frente sim.
Não sei o que aconteceu no seu passado, mas você é digno de amor, afeto, relacionamentos profundos e verdadeiros. Você precisa entender a origem dos seus problemas e a partir desse saber dar um novo sentido na sua vida. E começar a se amar e sentir-se merecedor de amor, carinho afetos e bons relacionamentos. A gente não vive sem outro. É preciso se relacionar para viver bem com você e com o outro.
Você precisa fazer psicoterapia para entender de onde vem essa culpa, e como elaborar essa dor, essa angústia. A passado não volta para mudá-lo, mas a maneira que você vai lidar com a sua vida daqui para frente sim.
Não sei o que aconteceu no seu passado, mas você é digno de amor, afeto, relacionamentos profundos e verdadeiros. Você precisa entender a origem dos seus problemas e a partir desse saber dar um novo sentido na sua vida. E começar a se amar e sentir-se merecedor de amor, carinho afetos e bons relacionamentos. A gente não vive sem outro. É preciso se relacionar para viver bem com você e com o outro.
ola, fazer terapia no seu caso te ajudaria muito, fico a disposição
Obrigado por compartilhar algo tão íntimo. O que você sente é profundamente humano. A culpa que aparece nos laços com os outros pode indicar algo que precisa ser escutado com cuidado, sem julgamento. A psicanálise pode ser um caminho para entender o que está por trás desses sentimentos e ajudá-lo a ressignificar o passado. Ninguém precisa enfrentar isso sozinho. Quando quiser, estarei por aqui.
Um abraço acolhedor.
Um abraço acolhedor.
Olá, me parece que uma crença central ("limitadora") o está impedindo de construir relacionamentos mais profundos. Talvez estejamos diante não apenas de uma crença de desamor, desvalor, mas também de uma autossabotagem. Um psicoterapeuta, psicólogo ou psicanalista podem lhe ajudar a trabalhar suas crenças, sua escassez emocional, sua auto estima e equilibrar sentimentos de culpa. Estou à disposição se precisar marcar uma consulta.
Olá. Essa prisão aos erros do passado pode ser aberta. O profissional pode ser Psicanalista ou Psicólogo. Fazer uma terapia que aborde suas dimensões: sensações, emoções e cognitivo vai possibilitar a integração do que está impedindo você de se relacionar sem culpa, trazendo leveza e liberdade. Fico à disposição para falarmos. Abraço!
Olá! O que você está vivendo é bastante comum para quem lida com sentimentos intensos de culpa e medo de rejeição relacionados ao passado. Essas emoções podem dificultar muito a construção de vínculos profundos, seja em amizades ou relacionamentos amorosos, especialmente quando existe o receio de ser julgado pelo que já aconteceu.
Para trabalhar essas questões, o ideal é buscar um psicólogo especializado em terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou terapia psicodinâmica. Essas abordagens ajudam a:
Entender a origem e o impacto desses sentimentos de culpa;
Reestruturar pensamentos negativos e autocríticos;
Desenvolver autoestima e autocompaixão;
Melhorar a forma como você se relaciona com os outros, fortalecendo vínculos.
Além disso, um psiquiatra pode ser útil caso haja sintomas associados de ansiedade ou depressão, para avaliar a necessidade de medicação.
O importante é encontrar um profissional com quem você se sinta confortável para abrir esses temas e que possa acompanhar seu processo com respeito e cuidado.
Para trabalhar essas questões, o ideal é buscar um psicólogo especializado em terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou terapia psicodinâmica. Essas abordagens ajudam a:
Entender a origem e o impacto desses sentimentos de culpa;
Reestruturar pensamentos negativos e autocríticos;
Desenvolver autoestima e autocompaixão;
Melhorar a forma como você se relaciona com os outros, fortalecendo vínculos.
Além disso, um psiquiatra pode ser útil caso haja sintomas associados de ansiedade ou depressão, para avaliar a necessidade de medicação.
O importante é encontrar um profissional com quem você se sinta confortável para abrir esses temas e que possa acompanhar seu processo com respeito e cuidado.
Você precisa procurar um psicanalista para tratar, pois nas sessões de análise tratamos não somente o consciente, mas também o inconsciente, onde guardamos dores, traumas, angústias de situações vividas.
Que tal um psicanalista...?
O que você descreve envolve culpa, medo de rejeição e dificuldade de se autorizar a viver vínculos no presente apesar das mudanças reais que já fez. Esse conflito costuma se ativar justamente na relação com o outro e não se resolve apenas com esforço racional. A psicanálise pode ajudar porque trabalha a elaboração profunda da culpa, da autoimagem e das repetições inconscientes que mantêm esse medo ativo, permitindo ressignificar o passado sem que ele continue determinando suas escolhas atuais. Aliada a uma leitura da neurociência aplicada, o processo terapêutico favorece a reorganização emocional, reduz a hipervigilância relacional e ajuda a construir vínculos mais livres e autênticos. O profissional indicado é um psicanalista que trabalhe com profundidade emocional e escuta singular, respeitando seu tempo e sua história.
O que você descreve revela um sofrimento psíquico importante, marcado por culpa, medo de rejeição e dificuldade de se vincular. Na perspectiva psicanalítica, a culpa não está apenas ligada ao erro cometido no passado, mas à forma como esse erro foi inscrito internamente, muitas vezes como algo que passa a definir quem a pessoa “é”, e não apenas algo que ela “fez”.
Quando você está sozinho e a culpa não aparece, isso sugere que ela não é apenas moral ou racional, mas relacional: ela emerge no campo do desejo, do afeto e do reconhecimento. O medo de que o outro não o aceite se soubesse de sua história cria uma defesa que, paradoxalmente, protege do risco de rejeição, mas também impede a intimidade e a experiência de ser acolhido como alguém que se transformou.
Nesse contexto, o profissional mais indicado é um psicanalista. A psicanálise oferece um espaço de escuta onde a culpa pode ser elaborada, não para apagá-la ou justificá-la, mas para compreendê-la em sua origem, em seus sentidos inconscientes e na função que ela ocupa hoje na sua vida. O trabalho analítico permite diferenciar o erro do sujeito, possibilitando que a história seja integrada sem que ela funcione como uma sentença eterna.
Coloco-me à disposição como profissional para acompanhá-lo(a) nesse processo. Elaborar a culpa, ressignificar o passado e construir relações mais livres e verdadeiras é um caminho possível, ainda que demande tempo, escuta e cuidado. Você não é apenas aquilo que fez você também é aquilo que conseguiu transformar.
Quando você está sozinho e a culpa não aparece, isso sugere que ela não é apenas moral ou racional, mas relacional: ela emerge no campo do desejo, do afeto e do reconhecimento. O medo de que o outro não o aceite se soubesse de sua história cria uma defesa que, paradoxalmente, protege do risco de rejeição, mas também impede a intimidade e a experiência de ser acolhido como alguém que se transformou.
Nesse contexto, o profissional mais indicado é um psicanalista. A psicanálise oferece um espaço de escuta onde a culpa pode ser elaborada, não para apagá-la ou justificá-la, mas para compreendê-la em sua origem, em seus sentidos inconscientes e na função que ela ocupa hoje na sua vida. O trabalho analítico permite diferenciar o erro do sujeito, possibilitando que a história seja integrada sem que ela funcione como uma sentença eterna.
Coloco-me à disposição como profissional para acompanhá-lo(a) nesse processo. Elaborar a culpa, ressignificar o passado e construir relações mais livres e verdadeiras é um caminho possível, ainda que demande tempo, escuta e cuidado. Você não é apenas aquilo que fez você também é aquilo que conseguiu transformar.
É profundamente doloroso sentir que o seu passado atua como uma sombra constante, impedindo que você desfrute da pessoa que se tornou hoje e dificultando a construção de laços verdadeiros. O fato de você sentir que a culpa só desperta quando há outra pessoa envolvida revela muito sobre como a sua mente funciona: parece que o seu julgamento interno está projetado no olhar do outro. Quando você está sozinho, você consegue se aceitar porque sabe do seu arrependimento e da sua mudança, mas, ao se aproximar de alguém, você cria um cenário onde essa pessoa seria o seu juiz, e a sensação de que ela não gostaria de você se soubesse de tudo acaba sendo uma forma de autopunição preventiva. É como se você não se sentisse merecedor de amor e amizade por causa de algo que já ficou para trás, criando uma barreira de proteção para evitar que uma possível rejeição aconteça.
Na psicanálise, entendemos que essa dinâmica está ligada a um superego muito rígido, aquela instância da nossa mente que nos cobra e nos vigia. Para você, não basta ter mudado suas atitudes; parece existir uma necessidade de que o passado seja apagado para que você se sinta digno. Essa sensação de que você está enganando as pessoas ao não revelar seus erros antigos mostra que você ainda não integrou totalmente essa parte da sua história à sua identidade atual. Você se vê como duas pessoas diferentes, a antiga e a nova, mas o medo é que a antiga contamine a nova. O isolamento acaba sendo o seu único momento de paz porque, na solidão, não há ninguém para quem você precise provar o seu valor ou esconder suas falhas, o que retira o peso da vigilância constante.
O profissional mais indicado para te ajudar a lidar com esse peso é um psicólogo com formação em psicanálise ou em psicoterapia de orientação analítica. Esse tipo de profissional não vai focar apenas em técnicas para reduzir a ansiedade, mas vai mergulhar com você nas raízes dessa culpa e desse medo da rejeição. O objetivo do trabalho seria ajudar você a entender por que esses erros do passado ainda têm tanto poder de definir quem você é hoje e como você pode começar a se perdoar verdadeiramente, deixando de projetar nos outros um julgamento que, na verdade, nasce dentro de você. Através da fala, você poderá integrar sua história de vida de uma maneira mais gentil, entendendo que o amadurecimento envolve aceitar nossas falhas passadas sem deixar que elas interditem o nosso presente.
Além do psicólogo/psicanalista, se você sentir que esse sofrimento está gerando sintomas físicos intensos, como insônia ou uma ansiedade que paralisa sua rotina, um médico psiquiatra também pode ser um aliado importante para oferecer um suporte medicamentoso temporário, ajudando a estabilizar o seu humor enquanto você faz o trabalho profundo na terapia. O mais importante é que você não desista de se relacionar; o segredo da cura muitas vezes está em descobrir que todas as pessoas possuem suas próprias sombras e que a verdadeira intimidade nasce justamente da nossa capacidade de sermos humanos e imperfeitos, mas ainda assim dignos de afeto.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Na psicanálise, entendemos que essa dinâmica está ligada a um superego muito rígido, aquela instância da nossa mente que nos cobra e nos vigia. Para você, não basta ter mudado suas atitudes; parece existir uma necessidade de que o passado seja apagado para que você se sinta digno. Essa sensação de que você está enganando as pessoas ao não revelar seus erros antigos mostra que você ainda não integrou totalmente essa parte da sua história à sua identidade atual. Você se vê como duas pessoas diferentes, a antiga e a nova, mas o medo é que a antiga contamine a nova. O isolamento acaba sendo o seu único momento de paz porque, na solidão, não há ninguém para quem você precise provar o seu valor ou esconder suas falhas, o que retira o peso da vigilância constante.
O profissional mais indicado para te ajudar a lidar com esse peso é um psicólogo com formação em psicanálise ou em psicoterapia de orientação analítica. Esse tipo de profissional não vai focar apenas em técnicas para reduzir a ansiedade, mas vai mergulhar com você nas raízes dessa culpa e desse medo da rejeição. O objetivo do trabalho seria ajudar você a entender por que esses erros do passado ainda têm tanto poder de definir quem você é hoje e como você pode começar a se perdoar verdadeiramente, deixando de projetar nos outros um julgamento que, na verdade, nasce dentro de você. Através da fala, você poderá integrar sua história de vida de uma maneira mais gentil, entendendo que o amadurecimento envolve aceitar nossas falhas passadas sem deixar que elas interditem o nosso presente.
Além do psicólogo/psicanalista, se você sentir que esse sofrimento está gerando sintomas físicos intensos, como insônia ou uma ansiedade que paralisa sua rotina, um médico psiquiatra também pode ser um aliado importante para oferecer um suporte medicamentoso temporário, ajudando a estabilizar o seu humor enquanto você faz o trabalho profundo na terapia. O mais importante é que você não desista de se relacionar; o segredo da cura muitas vezes está em descobrir que todas as pessoas possuem suas próprias sombras e que a verdadeira intimidade nasce justamente da nossa capacidade de sermos humanos e imperfeitos, mas ainda assim dignos de afeto.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Especialistas
Patricia Gomes Damasceno
Neurologista, Médico do sono, Neurofisiologista
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Técnico em radiologia
Canoas
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