Olá ! Interromper a terapia por alguns meses pode atrapalhar muito quando retornar a terapia?

Olá ! Interromper a terapia por alguns meses pode atrapalhar muito quando retornar a terapia?

20 respostas


Olá! A terapia é um processo, onde se busca os objetivos para as queixas que são trazidas. É importante que se mantenha uma constância nas consultas para que esse processo seja mais produtivo. Ao ser interrompida, perde-se o foco nos objetivos que querem ser alcançados pelo paciente e não tendo evolução. Vale salientar a importância com a saúde mental, isso reflete em vários aspectos vida. Cuide-se! Seu bem-estar mental importa!

Viviane Lima

Viviane Lima

Psicólogo

João Pessoa

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Olá! Concordo com a opinião da colega acima. O resultado é a demora em atingir os objetivos, ou seja, em resolver o problema da pessoa.


Depende. Quando se inicia um acompanhamento psicológico é sempre bom aguardar até o momento da alta. Parar constantemente e retomar pode atrapalhar a resolução do problema no qual se estava trabalhando naquele momento. Persistir irá lhe ajudar muito. Sugiro não parar e falar com a sua analista sobre o que a está incomodando, assim poderá resolver dentro do seu próprio tratamento e dar continuidade, podendo acabar com esse mal-estar.


Olá, tudo bem? Essa questão depende muito da situação e do caso tratado. Por exemplo, se você vai à psicoterapia para trabalhar um aspecto pontual da sua vida, e logo após, percebe-se uma evolução e melhora, o psicoterapeuta considera te dar alta do tratamento. Depois de alguns meses, se sentir alguma dificuldade novamente, poderá voltar sem nenhum prejuízo para o seu processo. No entanto, se estiver tratando de uma questão mais complexa, e interromper a psicoterapia sem ainda ter alcançado a melhora desejada, pode ser que a sua situação, ou se estabilize, com você colocando em prática as ferramentas passadas nas sessões, ou ainda, pode acontecer de haver um regressão, pois ainda não chegou no ponto de dar uma pausa ao tratamento. Se voltar à psicoterapia, começará o processo de melhora e desenvolvimento novamente. Então, o que fica prejudicado, no caso, é o seu processo de evolução, que pode sofrer recaídas durante o tempo que não está fazendo tratamento, a depender da situação. Espero ter ajudado, estou à disposição. Abraço!


Sim, interromper a terapia por alguns meses pode atrapalhar muito quando retornar a terapia. Isso porque muitas vezes o tratamento psicológico envolve um processo de construção de relação entre o psicólogo e o paciente, que pode ser comprometido se houver longos intervalos entre as sessões. Além disso, é possível que o paciente perca o progresso que já foi feito na terapia, pois os problemas psicológicos podem se agravar ou mudar durante esse tempo. Portanto, é importante que o paciente mantenha o compromisso com o tratamento e tente ser o mais consistente possível.


Olá! Sempre que surge um desejo de interrupção, sem que haja um processo de alta é importante expor essa questão ao psicólogo para tentarem entender juntos qual seria a real motivação. É muito comum , em determinados momentos do tratamento, surgir o desejo de parar como uma resistência ao tratamento por algum aspecto que possa estar sendo tratado, por alguma sensação que o profissional possa estar evocando no paciente. Então, é importante antes dessa decisão entender os motivos da interrupção, pois isso vai mostrar os possíveis prejuízos. De qualquer forma, mesmo que ela se passe, a possibilidade de retornar deve ser vista como um aspecto saudável e é sempre bem vinda.

Larissa Roggia

Larissa Roggia

Psicanalista

Porto Alegre

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Olá! Vai depender do momento em que você se encontra no processo. Qual o tempo e evolução alcançada? Entendo ser importante refletir sobre o motivo da interrupção e rever se realmente deve parar. Converse com seu/sua psicóloga a respeito. Lembre-se que a sua saúde mental é muito importante. Cuide-se!


A terapia é um processo, onde precisa haver uma constância para chegar aos objetivos. Interromper a terapia perde-se o foco em alcançar esses mesmos objetivos, tendo que iniciar novamente todo o processo em sua volta.

Eloá Almeida

Eloá Almeida

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Vai depender do momento que você está vivendo na terapia, tanto em questão de quanto tempo você está em terapia quando o volume e natureza das demandas que você está trabalhando nas sessões. As pausas em terapia podem tanto ajudar o cliente/paciente como atrapalhar, então vai depender. Avalie com seu psicólogo essa pausa e veja o que se encaixa melhor para você.


Olá, boa pergunta! Toda pessoa que busca terapia deseja efetivar alguma transformação em sua vida, ir de um ponto A para um ponto B. Para isso, é necessário realizar mudanças na forma de lidar com emoções, pensamentos, sentimentos e também mudanças no próprio comportamento. Aprender novas maneiras de lidar consigo, com o outro e com o mundo é uma habilidade, que para ser adquirida, requer treino e repetição. Isso é um processo, leva tempo e vai depender tanto do(a) psicólogo(a) quanto do(a) paciente. Ao decidir interromper o processo de aprendizagem dessas habilidades antes que elas tenham sido realmente aprendidas, corre-se o risco de ter prejuízos tanto com o trabalho já feito quanto com o trabalho que será realizado ao retomar as sessões no futuro. Se for possível, é indicado que o encerramento das sessões seja um entendimento construído em conjunto entre o(a) psicólogo e o(a) paciente, enfatizando as habilidades que foram aprendidas e, principalmente, explicando ao paciente sobre como continuar agindo para que essas habilidades continuem sendo desenvolvidas mesmo sem fazer terapia.


Olá. Trata-se de uma pergunta muito importante quando abordamos sobre o percurso da terapia e isso pode nos levar a uma ampla discussão, pois a interrupção por um determinado período pode ou não atrapalhar, dependendo de diversos fatores. Por exemplo, depende de como você está nesse momento, dos motivos pelos quais houve a interrupção e se foi uma decisão compartilhada com o(a) profissional. Além disso, vale considerar como estão as queixas que te levaram para a terapia em um primeiro momento. A terapia, inclusive, proporciona um espaço potente para trabalhar essa pergunta que foi colocada, podendo, assim, prevenir prejuízos em seu processo terapêutico.


Olá, atrapalhar o processo vai depender muito da situação. Se vc e o terapeuta entenderam que já trabalharam determinadas questões ou algum ponto especifico e fecharam um ciclo, fazer uma pausa na terapia pode até ser positivo. No entanto, se a pausa interromper o processo que está em construção, pode sim ser prejudicial. Ficou mais claro? A resposta da sua pergunta depende muito do contexto, da situação e do momento


Depende muito do caso, porém como meus colegas falaram acima, terapia é um processo e condiz muito com a importância significativa que ela vai criar em você o que ela vai transformar em você,. Quando você retornar à terapia, é importante ser honesto com seu terapeuta sobre sua pausa na terapia e como isso afetou você. Seu terapeuta pode ajudá-lo a retomar o progresso que você fez anteriormente e trabalhar com você para alcançar seus objetivos terapêuticos.


Isso vai variar um pouco tendo em vista o quanto você avançou na sua terapia. Se você ja fez um processo terapêutico denso e foi possível apreender novas formas de enfrentamento das coisas e você ja tem um repertório comportamental rico, pode ser que você consiga fazer pausas e voltar sem grandes "prejuízos" (entre muitas aspas). No entanto, se não houve algum avanço terapêutico pode ser que esse tempo pode ser prejudicial para você. Pense em quando vamos organizar um armário, por exemplo, primeiramente tiramos tudo para fora e voltamos as coisas ordenando-as. No processo terapeutico ocorro algo parecido. Então parar em determinado momento pode ser prejudicial uma vez que sua estrutura emocional pode estar instável/em formação. Pode ser que você volte mais "bagunçada", com mais conteúdos a tratar do que anteriormente. Vai do seu feeling (e do terapeuta) sentir isso. Entender qual é o seu momento formativo. Nunca tome a decisão sem o parecer do seu terapeuta, converse com ele sobre. Explore possibilidades.

Dr. Fernando Ferreira

Dr. Fernando Ferreira

Psicólogo

São José dos Campos

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Olá. A continuidade é importante no processo terapêutico, mas existem vários motivos que levam as pessoas a interromperem o tratamento. Portanto, é importante manter uma constância, mas, caso queira ou precise interromper o tratamento, vale conversar sobre isso com seu psicólogo. Estar investido no seu tratamento é um ponto fundamental, mas nem sempre é possível. Por isso, é importante incluir essa decisão no seu processo terapêutico, tanto na saída quanto na retomada.

Lara Cruz

Lara Cruz

Psicólogo

Niterói

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Olá! Interromper a terapia por alguns meses pode ter diferentes impactos dependendo do contexto individual e da razão para a interrupção. Aqui estão alguns pontos a considerar: Continuidade do progresso: Se você estava fazendo progresso significativo na terapia antes da interrupção, pode ser que ao retornar, leve algum tempo para retomar o ritmo e reconstruir o trabalho anterior. Isso pode significar revisar e reforçar as habilidades e estratégias aprendidas. Reaparecimento de sintomas: Em alguns casos, interromper a terapia pode levar ao reaparecimento de sintomas ou ao aumento da ansiedade, especialmente se a interrupção coincidiu com situações estressantes na vida ou desafios emocionais. Reconstrução do rapport: O rapport (ligação terapêutica) entre você e o terapeuta pode precisar ser reestabelecido, especialmente se houve uma desconexão emocional durante a interrupção. Isso pode exigir tempo e esforço para reconstruir a confiança e a colaboração mútua. Motivação e comprometimento: Retornar à terapia pode exigir uma reavaliação da motivação e do comprometimento com o processo terapêutico. Às vezes, a interrupção pode causar dúvidas sobre a eficácia da terapia ou a necessidade de continuar, o que pode afetar a continuidade do tratamento. Para minimizar os impactos negativos de uma interrupção na terapia, é importante comunicar abertamente com seu terapeuta sobre suas preocupações e circunstâncias. Se possível, discuta estratégias para facilitar a transição de volta à terapia e para manter ou reconstruir o progresso alcançado anteriormente. Se necessário, também considere utilizar técnicas de autogerenciamento e apoio social para ajudar a lidar com os desafios durante a interrupção.

Dra. Isabella Iuli

Dra. Isabella Iuli

Psicólogo

Belo Horizonte

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Primeiramente, agradeço pela sua pergunta! Interromper a terapia por alguns meses pode, sim, impactar o progresso, pois a terapia depende da continuidade para consolidar mudanças e trabalhar questões específicas. Em tratamentos como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que se baseia em estratégias de enfrentamento e reestruturação cognitiva, interrupções podem prejudicar a manutenção das mudanças desejadas. Ao retornar, pode ser necessário revisar progressos passados e retomar certas estratégias. É importante também lembrar que, se houver sintomas persistentes ou intensificados, é fundamental consultar um médico antes de considerar medicamentos. Como psicólogo, fico à disposição para esclarecimentos ou acompanhamento terapêutico.


Depende. O impacto de interromper a terapia por alguns meses varia de acordo com a fase do processo terapêutico, os motivos da pausa e a forma como essa interrupção é conduzida. Se a terapia ainda estava no início e você estava trabalhando questões mais estruturais, como autoconhecimento e padrões emocionais, a pausa pode não ser tão prejudicial, desde que você mantenha alguma reflexão ativa sobre o que já foi trabalhado. Agora, se você estava lidando com algo mais intenso, como um momento de crise, mudanças significativas ou sintomas mais debilitantes, a interrupção pode dificultar o progresso e até gerar um retrocesso emocional. Outro ponto importante é como você lida com a pausa. Se for algo planejado, com um fechamento temporário e orientações do terapeuta, pode ser mais tranquilo retomar depois. Mas se for uma interrupção abrupta, sem preparo emocional, pode gerar resistência na volta e a sensação de estar "recomeçando do zero", o que pode trazer frustração. Se precisar pausar, o ideal é comunicar isso a terapeuta e, se possível, alinhar estratégias para manter alguns aprendizados ativos no dia a dia, seja por meio de exercícios terapêuticos, escritas reflexivas ou outras práticas que fortaleçam o que já foi construído. O mais importante é lembrar que, ao retornar, o processo continua – pode levar um tempinho para retomar o ritmo, mas nada do que foi aprendido se perde completamente.

Daphini Lima

Daphini Lima

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Interromper a terapia por alguns meses pode afetar o progresso de diferentes formas, dependendo de como o processo terapêutico tem sido conduzido. A terapia é um espaço contínuo de autoconhecimento e reflexão, e, ao interrompê-la, você pode sentir que algumas questões não foram completamente resolvidas, ou pode levar algum tempo para se reconectar com o processo. No entanto, isso não significa que você não possa retomar de onde parou. Muitas vezes, ao retornar, o que pode acontecer é uma intensificação das questões que estavam latentes ou uma nova perspectiva sobre o que foi trabalhado anteriormente. O importante é que, ao retomar, o terapeuta e o paciente possam revisar o que foi vivido até ali e seguir em frente com mais clareza. Podemos marcar uma sessão para discutir como isso se encaixa na sua trajetória pessoal e como podemos trabalhar juntos para avançar a partir do ponto em que você se encontra. Um abraço, Vinícius.


Olá! Interromper a terapia por alguns meses não significa que tudo será perdido — muito pelo contrário. Em alguns casos, a pausa pode até ser interessante para observar como a pessoa funciona sem o apoio constante da terapia, colocando em prática o que já foi aprendido. É uma oportunidade de testar recursos, perceber ganhos e identificar possíveis pontos que ainda precisam de atenção. Claro que o processo pode perder um pouco do ritmo, mas nada que não possa ser retomado. O importante é saber que a terapia continua sendo um espaço disponível quando for o momento certo para você, sem culpa e com acolhimento.

Ana Paula Ribeiro

Ana Paula Ribeiro

Psicólogo

Poços de Caldas

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.