Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem
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Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem, mas na creche ele dá trabalho, não quer fazer as tarefas, faz birra. Não sei mais o que fazer pra ele mudar.
Olá, tudo bem? É natural sentir preocupação quando o comportamento de um filho na creche difere do que você observa em casa. A transição para esse novo ambiente pode ser desafiadora para muitas crianças, e seu filho não é exceção. É fundamental estabelecer uma comunicação aberta com os responsáveis na creche para entender melhor o que está acontecendo durante o dia e como ele se comporta em diferentes situações. Mantenha uma rotina consistente em casa e na creche para proporcionar segurança e previsibilidade. Reconheça e recompense o comportamento positivo, tanto em casa quanto na creche, para incentivá-lo a continuar agindo de maneira adequada. Procure identificar possíveis razões por trás do comportamento, como dificuldades de adaptação ou interações desafiadoras com outras crianças. Promova a autonomia do seu filho, ensinando-o a lidar com suas emoções e resolver problemas de forma independente. Se necessário, busque orientação de um psicólogo infantil para obter estratégias adicionais e apoio emocional durante esse período de transição. A fase da birra pode ser comum até os 6 anos de idade, não costuma passar disso. Birra é a forma que eles tem para lidar com o emocional, quando existe algo diferente na rotina deles, como ir para a creche, é a ferramenta que ele irá utilizar para lidar com o desconforto emocional.
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Olá, imagino que você fique frustrada por ele não fazer as tarefas, mas evite brigar ou impor castigos. Colocar uma carga emocional de tensão nessa atividade pode comprometer a relação dele com a escola.
Saiba que é natural a criança nessa idade não ter a mesma disciplina que um adulto para cumprir tarefas e outras obrigações. Nessa fase do desenvolvimento que ele se encontra, o mais importante é manter vivo o interesse dele em descobrir e aprender as coisas do mundo, mais do que executar tarefas impostas.
Pelo que o que você coloca, ele é uma criança saudável e de bom convívio, busque tornar o momento de fazer lição de casa como interação lúdica entre vocês. Você pode incentivá-lo e estimulá-lo oferecendo sua ajuda e seu interesse nas atividades dele.
O processo de adquirir a disciplina para fazer as lições de casa virá com o tempo, conforme ele vá crescendo e isso vá se tornando um hábito na rotina da casa.
Espero ter te ajudado, se quiser conversar mais, estou á disposição para agendar um orientação mais aprofundada.
Saiba que é natural a criança nessa idade não ter a mesma disciplina que um adulto para cumprir tarefas e outras obrigações. Nessa fase do desenvolvimento que ele se encontra, o mais importante é manter vivo o interesse dele em descobrir e aprender as coisas do mundo, mais do que executar tarefas impostas.
Pelo que o que você coloca, ele é uma criança saudável e de bom convívio, busque tornar o momento de fazer lição de casa como interação lúdica entre vocês. Você pode incentivá-lo e estimulá-lo oferecendo sua ajuda e seu interesse nas atividades dele.
O processo de adquirir a disciplina para fazer as lições de casa virá com o tempo, conforme ele vá crescendo e isso vá se tornando um hábito na rotina da casa.
Espero ter te ajudado, se quiser conversar mais, estou á disposição para agendar um orientação mais aprofundada.
Olá! É compreensível que você esteja preocupada com essa situação na creche. Às vezes, as crianças podem mostrar comportamentos diferentes em ambientes diferentes devido a uma variedade de razões. Pode ser útil conversar com os professores para entender melhor o que está acontecendo na creche, quais são as expectativas e como eles estão lidando com o comportamento do seu filho para melhorar esse comportamento. Também é importante manter uma comunicação aberta com seu filho, ouvindo suas preocupações e tentando descobrir se há algo específico na creche que o está incomodando. Às vezes, mudanças sutis na rotina ou no ambiente podem fazer uma grande diferença. Mantenha-se calma. E qualquer dúvida que ainda possa ter, procure ajuda profissional de um psicólogo para melhor orientar.
Olá. É natural que devido as mudanças que houveram com a entrada na creche hajam mudanças no comportamento também, principalmente porque no ambiente educacional terá que dividir a atenção dos cuidadores/ educadores com varias crianças, o que não acontece em casa. Diante disso, considero importante estabelecer um diálogo com a creche para que juntos possam pensar em estratégias para lidar com a situação, pois somente a partir do convívio e interação é possível entender o que será mais eficaz para colaborar no desenvolvimento da fase atual do seu filho. Espero ter ajudado, caso hajam maiores dúvidas, estou à disposição!
O ideal é incentivá-la a assumir como se fosse um compromisso só dela. ...
Criar uma rotina de estudos. ...
O que ajuda.
- Escolher um local iluminado e arejado, sem interferências sonoras como TV, computador ou mesmo uma janela movimentada.
Criar uma rotina de estudos. ...
O que ajuda.
- Escolher um local iluminado e arejado, sem interferências sonoras como TV, computador ou mesmo uma janela movimentada.
Olá querida mamãe! Eu sei como é bem difícil para toda a família essa fase de transição da criança que sai de casa para a creche ... e normalmente o que eu costumo trabalhar com a mamãe é entender como ela se sente ao deixar a criança na escola e caso a mamãe sinta algum desconforto , eu costumo trabalhar o quanto a criança ainda é conectada com as emoções da mãe (como quando era dentro da barriga por exemplo, que o neném sente as emoções da mamãe)... talvez o seu filho pode estar reagindo a qualquer desconforto que vc sente ao deixá-lo na escola , alguma culpa ..., ou preocupação de ele estar bem..., ou até mesmo saudades! E daí a ajuda de um profissional em trabalhar com a mamãe se sentir bem em deixar o filho na escola pode ajudar pois assim ajudará a criança, por consequência, se sentir segura, confiante e feliz de estar em outro ambiente e com a professora para o aprendizado.
Olá!
Nos primeiros meses é natural que algumas crianças demore adaptar com o novo ambiente e resista a essa mudança, com birras, choros… tente deixá-la e faça que vai embora e fique observando de longe como será quando ela chegar e quanto tempo ela vai acalmar. Conversar e explicar o porque ela precisa ficar um período na creche é muito importante.
Nos primeiros meses é natural que algumas crianças demore adaptar com o novo ambiente e resista a essa mudança, com birras, choros… tente deixá-la e faça que vai embora e fique observando de longe como será quando ela chegar e quanto tempo ela vai acalmar. Conversar e explicar o porque ela precisa ficar um período na creche é muito importante.
Olá, é comum algumas crianças se comportarem de maneiras diferentes conforme o ambiente. O importante é ter consciência que na escola há problemas e assim buscar uma solução. É importante considerar, se a criança ainda está se adaptando ao ambiente escolar, outro ponto é refletir como o ingresso dela na escolinha afeta os pais. Cada criança é única, esse olhar singular pode ajudar para um planejamento específico para o seu filho, incluindo a ajuda da escola nesse processo. Um profissional irá auxiliar bastante, um psicólogo pode muito bem ajudar a família a conduzir melhor esse situação
Gostaria de alertar que essa transição de postura e foco no aprendizado é lenta. No colégio tem muito mais estimulos que em casa, compromete a concentração e resposta. Observe ele nos eventos sociais como ele se comporta, para entender se ele fica muito absorvido pelo pelo externo e perde de si mesmo. Algumas escolas esperam a criança entrar no clima sugerido pela idade outras punem e repreendem severamente. conver-se com ele para entender a percepção dele. Certa vez atendi uma criança que era bem sucedida nos estudos, mais não controlava o seu próprio corpo, como ir ao banheiro, beber agua e o parar de comer. O desesenvolvimento nem sempre é igual em todas as áreas, assim como não somos maduros em todoas as áreas. Sou psicopedagoga também, para mim é importante avaliar a sua modalidade de aprendizagem e entender o que o comportamento dele quer comunicar. Fique calma porque somos volatadas para desenvolvimento e cada vez mais ele irá crescer e se dominar, cada um tem o seu tempo subjetivo. Caso perceceba um sofrimento, bloqueio ou uma hiperagitação procure um psicólogo. A terapia é otimo espaço para refelter sobre maternidade e a educação que deseja formular para seu filho.
Olá. Te orientaria conversar com seu filho e ouvi-lo. Importante saber como ele está sentindo com as relações nessa creche. Saber se ele gosta das pessoas, dos amigos(as), se tem alguém que cause algum conflito interno nele negativamente. Algo acontece nesse local que faz com que ele se comporte de forma desafiadora, mas para isso, será preciso ir conversando e se for preciso até mudá-lo de creche se for essa a necessidade para que ele possa de fato expandir no desenvolvimento infantil . Abraço
Olá! Imagino o quanto você deve estar angustiada nessa situação, e o quanto você pode estar se sentindo sozinha nesse momento. Quantas cobranças, dúvidas e inseguranças aparecem... É difícil dizer exatamente o que fazer sem ter um conhecimento mais profundo do caso. Mas trago algumas questões para você refletir, que talvez ajudem a encaminhar atitudes.
Uma das questões a se pensar é qual é o ambiente que seu filho tem fora da escola: ele tem irmãos? Ele está acostumado a conviver com outras crianças? Como é o relacionamento dele com os pais? Sobre o que ele gosta de falar? Do que ele gosta de brincar? Como é a rotina dele nos fins de semana? Como era antes de entrar na escola?
Outro aspecto a ser observado é relacionado à escola: é um ambiente acolhedor? Qual é a postura dos professores quando ele faz birra? Em que situações ele faz birra? Como é a relação dele com as outras crianças? E com os professores? Ele gosta dos professores? E da escola? Que tipo de atividades a escola propõe?
E mais um aspecto é sobre o seu relacionamento com a escola: como você se sente quando seu filho vai para a escola? Se sente segura ou se sente "abandonando" ele? Como você se sente quando a escola relata esse comportamento do seu filho? Você sente que é uma reclamação ou um pedido de cooperação?
Parece-me que seu filho não se sente pertencente ao ambiente escolar, e isso pode ter vários motivos. De qualquer forma, eu penso que a briga e a coerção ("você vai fazer tal coisa senão fica de castigo"; " ah, não, fez birra de novo? o que eu faço com você?") em geral são os piores caminhos (por mais que você esteja mesmo desesperada e pensando todas essas coisas).
Procure um psicólogo que faça orientação de pais. O profissional vai conversar com você para entender melhor a situação e saberá indicar o melhor caminho a ser seguido.
Além de cuidar do seu filho, não deixe de se cuidar também!
Uma das questões a se pensar é qual é o ambiente que seu filho tem fora da escola: ele tem irmãos? Ele está acostumado a conviver com outras crianças? Como é o relacionamento dele com os pais? Sobre o que ele gosta de falar? Do que ele gosta de brincar? Como é a rotina dele nos fins de semana? Como era antes de entrar na escola?
Outro aspecto a ser observado é relacionado à escola: é um ambiente acolhedor? Qual é a postura dos professores quando ele faz birra? Em que situações ele faz birra? Como é a relação dele com as outras crianças? E com os professores? Ele gosta dos professores? E da escola? Que tipo de atividades a escola propõe?
E mais um aspecto é sobre o seu relacionamento com a escola: como você se sente quando seu filho vai para a escola? Se sente segura ou se sente "abandonando" ele? Como você se sente quando a escola relata esse comportamento do seu filho? Você sente que é uma reclamação ou um pedido de cooperação?
Parece-me que seu filho não se sente pertencente ao ambiente escolar, e isso pode ter vários motivos. De qualquer forma, eu penso que a briga e a coerção ("você vai fazer tal coisa senão fica de castigo"; " ah, não, fez birra de novo? o que eu faço com você?") em geral são os piores caminhos (por mais que você esteja mesmo desesperada e pensando todas essas coisas).
Procure um psicólogo que faça orientação de pais. O profissional vai conversar com você para entender melhor a situação e saberá indicar o melhor caminho a ser seguido.
Além de cuidar do seu filho, não deixe de se cuidar também!
Olá! Tudo bem?
Entendo sua preocupação. Bem... É possível que seu filho esteja passando apenas por uma fase de transição. Ter de sair do seio da família, do convívio com os pais ou outros cuidadores mais próximos pode ser difícil para uma criança. Ter de se relacionar com outras crianças, professores e cuidadores da creche que são para ele pessoas estranhas, também pode ser complicado para seu filho. É nessa fase que a criança começa a se dar conta de que não é o centro, uma vez que os cuidadores precisam se dividir entre outras crianças e atividades. É nesse período também que começa internalizar regras sociais, assumir responsabilidades, com as tarefas, por exemplo. Isso tudo pode ser mais difícil para umas crianças do que para outras. Pode ser que ele consiga se expressar em palavras para você e dizer se algo o incomoda na creche. Contudo, é preciso muita paciência e dedicação por parte dos cuidadores da creche e dos pais, apesar de toda preocupação e às vezes da angustia que aparece diante da necessidade de reverter a situacao. Leva-lo ao psicólogo pode ajudar muito nessa transição. Caso haja algo para além dessa dificuldade de adaptação, um profissional qualificado será capaz de identificar e tratar. Desejo que tudo fique bem.
Entendo sua preocupação. Bem... É possível que seu filho esteja passando apenas por uma fase de transição. Ter de sair do seio da família, do convívio com os pais ou outros cuidadores mais próximos pode ser difícil para uma criança. Ter de se relacionar com outras crianças, professores e cuidadores da creche que são para ele pessoas estranhas, também pode ser complicado para seu filho. É nessa fase que a criança começa a se dar conta de que não é o centro, uma vez que os cuidadores precisam se dividir entre outras crianças e atividades. É nesse período também que começa internalizar regras sociais, assumir responsabilidades, com as tarefas, por exemplo. Isso tudo pode ser mais difícil para umas crianças do que para outras. Pode ser que ele consiga se expressar em palavras para você e dizer se algo o incomoda na creche. Contudo, é preciso muita paciência e dedicação por parte dos cuidadores da creche e dos pais, apesar de toda preocupação e às vezes da angustia que aparece diante da necessidade de reverter a situacao. Leva-lo ao psicólogo pode ajudar muito nessa transição. Caso haja algo para além dessa dificuldade de adaptação, um profissional qualificado será capaz de identificar e tratar. Desejo que tudo fique bem.
Olá,
Pode ficar tranquila, às vezes é só uma questão de transição. Mas se estiver preocupada com alguma questão psicológica e queira investigar, busque uma psicóloga infantil.
Pode ficar tranquila, às vezes é só uma questão de transição. Mas se estiver preocupada com alguma questão psicológica e queira investigar, busque uma psicóloga infantil.
Te convidamos para uma consulta: Primeira consulta psicologia - R$ 150
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá, não sabemos há quanto tempo o seu filho está na creche e desde quando apresenta esses comportamento. Mas o mais importante é não punir nem ameaçar, mas sim conversar abertamente para ele contar como se sente na creche. Conversar com as professoras e coordenadoras, para que elas deem informações sobre o que acontece. Se for o caso, busque especialista em psicologia infantil.
Olá! Sua preocupação demonstra o cuidado e a responsabilidade com a maternidade/paternidade e isso reforça o afeto e o vínculo entre vocês. Bom, seu filho está tentando falar alguma coisa e nessa idade é normal não saberem se expressar e somente com mais investigação podemos descobrir o que tem por traz desse comportamento. O trabalho de treinamendo de mães e pais pode te trazer alívio com ferramentas práticas para o dia a dia. Espero ter ajudado, caso precise, estou à disposição.
Olá! Nessa idade pode ser interessante uma avaliação psicológica, talvez ele não consiga elaborar seus sentimentos através da palavra e por isso a "birra" pode ser uma tentativa dele comunicar algo. Na avaliação psicológica temos recursos lúdicos para investigação, o que pode facilitar que ele expresse o que tem sentido.
Olá,
Entendo sua preocupação com o comportamento do seu filho na creche. É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes em casa e na escola. Algumas razões para isso podem incluir a adaptação ao ambiente escolar, a necessidade de atenção ou desafios específicos com as tarefas ou interações na creche. Algumas estratégias que podem ajudar são: conversar com os educadores da creche para entender melhor o contexto, criar uma rotina consistente entre casa e creche para ajudar seu filho a se sentir mais seguro, elogiar e recompensar comportamentos positivos tanto em casa quanto na creche para motivá-lo, e ser paciente, pois a adaptação ao ambiente escolar pode levar tempo. Se o comportamento persistir, pode ser útil buscar a orientação de um psicólogo infantil para identificar questões subjacentes e fornecer estratégias adicionais para apoiar seu filho. Estou à disposição para qualquer dúvida ou se precisar de mais orientação.
Entendo sua preocupação com o comportamento do seu filho na creche. É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes em casa e na escola. Algumas razões para isso podem incluir a adaptação ao ambiente escolar, a necessidade de atenção ou desafios específicos com as tarefas ou interações na creche. Algumas estratégias que podem ajudar são: conversar com os educadores da creche para entender melhor o contexto, criar uma rotina consistente entre casa e creche para ajudar seu filho a se sentir mais seguro, elogiar e recompensar comportamentos positivos tanto em casa quanto na creche para motivá-lo, e ser paciente, pois a adaptação ao ambiente escolar pode levar tempo. Se o comportamento persistir, pode ser útil buscar a orientação de um psicólogo infantil para identificar questões subjacentes e fornecer estratégias adicionais para apoiar seu filho. Estou à disposição para qualquer dúvida ou se precisar de mais orientação.
Olá, mamãe, tudo bem? Pelo que você descreveu, o comportamento do seu filho parece normal. Crianças nessa idade, segundo Piaget, estão na fase pré-operatória, que envolve várias mudanças cognitivas e emocionais que podem contribuir para esse comportamento na creche. No entanto, seria bom consultar um psicólogo para uma melhor avaliação. Estou a disposição!
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá espero que esteja bem, e seu filho também.
Quando a criança inicia uma mudança em sua rotina, ela tem dificuldades em compreender o que está fazendo ali, por exemplo na creche ela pode ter insegurança de ficar ali, de ser abandonado, dificuldades em expressar suas emoções, dessa forma ela age com birra, choro, mais nervosa, não querendo realizar as atividades.
Por isso é importante nesse momento fazer o processo com um psicólogo, pois auxiliará seu filho a compreender suas emoções. Com a criança trabalhamos de uma forma mais lúdica, histórias, brinquedos específicos de cada demanda infantil, mas a cada encontro o psicólogo poderá ajudá-lo com seus sentimentos e um trabalho em equipe realizado na escola, em casa e no consultório psicológico; ele ficará cada vez mais tranquilo na escola quando conseguir compreender todas suas inseguranças e emoções.
Quando a criança inicia uma mudança em sua rotina, ela tem dificuldades em compreender o que está fazendo ali, por exemplo na creche ela pode ter insegurança de ficar ali, de ser abandonado, dificuldades em expressar suas emoções, dessa forma ela age com birra, choro, mais nervosa, não querendo realizar as atividades.
Por isso é importante nesse momento fazer o processo com um psicólogo, pois auxiliará seu filho a compreender suas emoções. Com a criança trabalhamos de uma forma mais lúdica, histórias, brinquedos específicos de cada demanda infantil, mas a cada encontro o psicólogo poderá ajudá-lo com seus sentimentos e um trabalho em equipe realizado na escola, em casa e no consultório psicológico; ele ficará cada vez mais tranquilo na escola quando conseguir compreender todas suas inseguranças e emoções.
Seria interessante fazer uma avaliação psicológica para entender o que está acontecendo.Parece estar testando limites nesse novo ambiente.
Estou disponibilizando breve consulta gratuitamente
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Quando a criança se comporta de maneira diferente na creche, pode estar lidando com inseguranças ou até dificuldades de adaptação ao ambiente. A resistência pode ser uma forma de expressar essas emoções. Muitas vezes, a criança sente que precisa se ajustar rapidamente e isso gera frustração.
O importante é entender o que está por trás desse comportamento e ajudá-lo a se sentir mais seguro. Conversar com ele sobre como se sente na creche e criar um ambiente de confiança tanto em casa quanto lá pode fazer toda a diferença.
Se o comportamento persistir, uma terapia pode ajudar a identificar e trabalhar esses sentimentos de forma saudável. Que tal agendar uma consulta para explorarmos juntos como ajudar seu filho nesse processo? Estou à disposição para apoiar você!
O importante é entender o que está por trás desse comportamento e ajudá-lo a se sentir mais seguro. Conversar com ele sobre como se sente na creche e criar um ambiente de confiança tanto em casa quanto lá pode fazer toda a diferença.
Se o comportamento persistir, uma terapia pode ajudar a identificar e trabalhar esses sentimentos de forma saudável. Que tal agendar uma consulta para explorarmos juntos como ajudar seu filho nesse processo? Estou à disposição para apoiar você!
É comum que crianças se comportem de forma diferente em casa e na creche. Para ajudar, converse com os professores, crie uma rotina consistente em casa, use reforços positivos e seja paciente. Isso pode ser uma fase de adaptação.
Olá! Entendo como essa situação pode ser desafiadora. O comportamento do seu filho pode estar relacionado a vários fatores, como o ambiente diferente da creche, a interação com outras crianças, ou até mesmo a adaptação à rotina. Crianças pequenas, especialmente aos 5 anos, estão desenvolvendo habilidades sociais, emocionais e de autocontrole, e isso pode se manifestar de formas diferentes em ambientes distintos.
É importante tentar observar o que acontece na creche para entender melhor o que está causando esse comportamento, se é algo relacionado ao ambiente, à interação com os colegas ou até mesmo com a figura da autoridade que ele encontra na professora. Ele pode também estar expressando inseguranças ou cansaço com a rotina da creche, o que pode gerar frustração.
Uma abordagem pode ser conversar com a professora para entender melhor o que ocorre durante o dia dele e, juntos, tentar estratégias para tornar a adaptação mais tranquila. Além disso, manter uma comunicação constante e positiva com seu filho, reforçando o que é esperado dele, e criando uma rotina consistente em casa, pode ajudar. Reforços positivos também são importantes quando ele se comporta bem ou tenta realizar as tarefas.
Se precisar de ajuda para entender mais sobre a situação ou quiser explorar outras estratégias, estou à disposição!
É importante tentar observar o que acontece na creche para entender melhor o que está causando esse comportamento, se é algo relacionado ao ambiente, à interação com os colegas ou até mesmo com a figura da autoridade que ele encontra na professora. Ele pode também estar expressando inseguranças ou cansaço com a rotina da creche, o que pode gerar frustração.
Uma abordagem pode ser conversar com a professora para entender melhor o que ocorre durante o dia dele e, juntos, tentar estratégias para tornar a adaptação mais tranquila. Além disso, manter uma comunicação constante e positiva com seu filho, reforçando o que é esperado dele, e criando uma rotina consistente em casa, pode ajudar. Reforços positivos também são importantes quando ele se comporta bem ou tenta realizar as tarefas.
Se precisar de ajuda para entender mais sobre a situação ou quiser explorar outras estratégias, estou à disposição!
É comum crianças se comportarem de forma diferente em casa e na creche. O que você descreve, um filho que é tranquilo em casa, mas apresenta resistência, birras e recusa em fazer tarefas na creche, pode estar relacionado à dificuldade de adaptação ao ambiente, insegurança, necessidade de atenção ou até mesmo formas de expressar emoções que ele ainda não sabe nomear.
Nessa fase do desenvolvimento, é importante olhar com cuidado para o que está por trás do comportamento, e não apenas para a birra em si. Em casa, ele se sente seguro. Na escola, pode estar reagindo a algo que não sabe explicar.
O ideal é conversar com a creche e observar como ele está sendo acolhido, além de manter um diálogo aberto com ele em casa. Mas, acima de tudo, é muito indicado procurar uma psicóloga infantil. A avaliação profissional pode ajudar a entender melhor o que ele está sentindo, orientar a família e a escola, e trabalhar para que ele consiga se expressar de forma mais saudável e se adaptar com mais segurança.
Nessa fase do desenvolvimento, é importante olhar com cuidado para o que está por trás do comportamento, e não apenas para a birra em si. Em casa, ele se sente seguro. Na escola, pode estar reagindo a algo que não sabe explicar.
O ideal é conversar com a creche e observar como ele está sendo acolhido, além de manter um diálogo aberto com ele em casa. Mas, acima de tudo, é muito indicado procurar uma psicóloga infantil. A avaliação profissional pode ajudar a entender melhor o que ele está sentindo, orientar a família e a escola, e trabalhar para que ele consiga se expressar de forma mais saudável e se adaptar com mais segurança.
Olá, tudo bem? Entendo a apreensão de ver seu filho brilhar em casa e, ao mesmo tempo, enfrentar turbulências na creche — como se fossem dois personagens distintos dividindo o mesmo corpinho curioso. É comum que crianças de cinco anos reajam de forma diferente quando mudam de contexto: em casa, já conhecem as “regras do jogo” e sentem-se seguras; na creche, precisam negociar espaço, atenção e tarefas que, às vezes, parecem grandes demais para mãozinhas pequenas.
Do ponto de vista das abordagens que integram Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções e Teoria do Apego, esses comportamentos podem ser lidos como tentativas de comunicar necessidades ainda não plenamente decodificadas. Na prática, a birra funciona como um megafone emocional: “Algo aqui dentro está exigindo cuidado e não sei explicar com palavras.” Quando essa voz se sente compreendida, tende a baixar o volume.
A Neurociência ajuda a colorir esse cenário: o córtex pré-frontal, fundamental para planejar, focar e inibir impulsos, ainda está em construção na idade dele. Isso significa que tarefas repetitivas ou socialmente exigentes podem disparar um “atalho” para sistemas mais primitivos de luta ou fuga — daí a resistência e as birras. Você já percebeu se há algum padrão disparando esse comportamento, como horários específicos, atividades muito estruturadas ou necessidade de atenção compartilhada com colegas? Que sensações ou pensamentos ele relata (ou demonstra) antes de recusar as tarefas? E o que ocorre quando a creche oferece pequenas escolhas — por exemplo, “prefere começar desenhando ou colando figuras?” — em vez de determinar uma única rota?
Talvez valha explorar, em parceria com a equipe da creche, maneiras de tornar o ambiente mais previsível e de oferecer micro-responsabilidades que elevem sua sensação de competência. Se, porém, essas estratégias não amenizarem a situação ou surgirem outros sinais de sofrimento, uma avaliação de um(a) neuropsicólogo(a) ou pediatra especializado(a) em desenvolvimento infantil pode esclarecer se há fatores adicionais influenciando esse desafio. O importante é lembrar que a fase é repleta de experimentações internas e externas — e cada ajuste que o acolhe fortalece o caminho para ele se autorregular de forma mais saudável. Caso precise, estou à disposição.
Do ponto de vista das abordagens que integram Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções e Teoria do Apego, esses comportamentos podem ser lidos como tentativas de comunicar necessidades ainda não plenamente decodificadas. Na prática, a birra funciona como um megafone emocional: “Algo aqui dentro está exigindo cuidado e não sei explicar com palavras.” Quando essa voz se sente compreendida, tende a baixar o volume.
A Neurociência ajuda a colorir esse cenário: o córtex pré-frontal, fundamental para planejar, focar e inibir impulsos, ainda está em construção na idade dele. Isso significa que tarefas repetitivas ou socialmente exigentes podem disparar um “atalho” para sistemas mais primitivos de luta ou fuga — daí a resistência e as birras. Você já percebeu se há algum padrão disparando esse comportamento, como horários específicos, atividades muito estruturadas ou necessidade de atenção compartilhada com colegas? Que sensações ou pensamentos ele relata (ou demonstra) antes de recusar as tarefas? E o que ocorre quando a creche oferece pequenas escolhas — por exemplo, “prefere começar desenhando ou colando figuras?” — em vez de determinar uma única rota?
Talvez valha explorar, em parceria com a equipe da creche, maneiras de tornar o ambiente mais previsível e de oferecer micro-responsabilidades que elevem sua sensação de competência. Se, porém, essas estratégias não amenizarem a situação ou surgirem outros sinais de sofrimento, uma avaliação de um(a) neuropsicólogo(a) ou pediatra especializado(a) em desenvolvimento infantil pode esclarecer se há fatores adicionais influenciando esse desafio. O importante é lembrar que a fase é repleta de experimentações internas e externas — e cada ajuste que o acolhe fortalece o caminho para ele se autorregular de forma mais saudável. Caso precise, estou à disposição.
Olá, é muito importante realizar uma avaliação comportamental para compreender o que a criança está querendo comunicar com esses comportamentos. A psicoterapia comportamental associada a orientação parental pode ajudá-la.
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