. Pensamentos ruminantes e depressão estão relacionados?
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. Pensamentos ruminantes e depressão estão relacionados?
Olá, sim, os pensamentos ruminantes têm relação com a depressão. Isso acontece porque, quando a pessoa fica presa em pensamentos repetitivos e negativos, ela tende a alimentar sentimentos de tristeza, culpa ou desânimo. E, por outro lado, quando a depressão está presente, é mais comum que esses pensamentos apareçam e se intensifiquem. É como um ciclo em que um reforça o outro.
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A ruminação é um padrão de pensamento repetitivo, em que a pessoa fica “presa” revivendo situações negativas, se questionando excessivamente ou se criticando por algo do passado.
Embora seja muito comum na depressão, a ruminação também pode estar presente em outros transtornos — cada um com sua particularidade.
Na depressão, esse tipo de pensamento é muito comum — e pode alimentar os sentimentos de tristeza, culpa, impotência e desânimo, mantendo a pessoa num ciclo difícil de sair.
Por exemplo: alguém deprimido pode passar horas pensando “eu nunca faço nada certo”, “ninguém se importa comigo”, “por que eu fui agir daquele jeito?”, o que só aprofunda a dor.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), um dos focos é identificar esse ciclo ruminativo e construir estratégias para quebrá-lo, com mais consciência, autocompaixão e direcionamento saudável da atenção.
Se você se reconhece nesse padrão, saiba: não é fraqueza. É um sinal de que algo precisa de cuidado.
Buscar ajuda é um passo de força.
Embora seja muito comum na depressão, a ruminação também pode estar presente em outros transtornos — cada um com sua particularidade.
Na depressão, esse tipo de pensamento é muito comum — e pode alimentar os sentimentos de tristeza, culpa, impotência e desânimo, mantendo a pessoa num ciclo difícil de sair.
Por exemplo: alguém deprimido pode passar horas pensando “eu nunca faço nada certo”, “ninguém se importa comigo”, “por que eu fui agir daquele jeito?”, o que só aprofunda a dor.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), um dos focos é identificar esse ciclo ruminativo e construir estratégias para quebrá-lo, com mais consciência, autocompaixão e direcionamento saudável da atenção.
Se você se reconhece nesse padrão, saiba: não é fraqueza. É um sinal de que algo precisa de cuidado.
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