Quais são as comorbidades psiquiátricas em mulheres autistas e como afetam a percepção do corpo?
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Quais são as comorbidades psiquiátricas em mulheres autistas e como afetam a percepção do corpo?
As comorbidades psiquiátricas em mulheres autistas não são apenas “problemas adicionais” — elas interagem profundamente com a experiência do corpo.
Muitas mulheres descrevem uma sensação de “estar desconectada do corpo”, de não reconhecer as próprias necessidades físicas ou de usar o corpo como ferramenta de adaptação social.
Essa relação é atravessada por ansiedade, toc, depressão, transtornos alimentares e transtorno de estresse pós traumático.
Muitas mulheres descrevem uma sensação de “estar desconectada do corpo”, de não reconhecer as próprias necessidades físicas ou de usar o corpo como ferramenta de adaptação social.
Essa relação é atravessada por ansiedade, toc, depressão, transtornos alimentares e transtorno de estresse pós traumático.
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Mulheres autistas frequentemente apresentam comorbidades psiquiátricas como ansiedade, depressão, transtornos alimentares, TOC, TEPT e, em alguns casos, disforia de gênero.
Essas condições afetam a percepção do corpo de diversas formas: podem gerar baixa autoestima, autocrítica intensa, distorção da imagem corporal, hipersensibilidade sensorial e até desconexão emocional com o próprio corpo.
Além disso, a tentativa constante de se “camuflar” socialmente e de se adequar a padrões externos reforça o cansaço mental e o sentimento de inadequação, tornando a relação corporal mais conflituosa. Um acompanhamento psiquiátrico e psicoterápico sensível ao perfil neurodivergente feminino é essencial nesses casos.
Essas condições afetam a percepção do corpo de diversas formas: podem gerar baixa autoestima, autocrítica intensa, distorção da imagem corporal, hipersensibilidade sensorial e até desconexão emocional com o próprio corpo.
Além disso, a tentativa constante de se “camuflar” socialmente e de se adequar a padrões externos reforça o cansaço mental e o sentimento de inadequação, tornando a relação corporal mais conflituosa. Um acompanhamento psiquiátrico e psicoterápico sensível ao perfil neurodivergente feminino é essencial nesses casos.
Em mulheres autistas, as comorbidades mais comuns são ansiedade, depressão, TDAH, TOC, traumas e transtornos alimentares. Essas condições podem alterar a percepção do corpo, gerando mais autocrítica, desconexão corporal ou dificuldade em interpretar sensações internas.
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