Quais são os critérios para confirmar o diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?
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Quais são os critérios para confirmar o diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção” (TDAH) ?
O TDAH geralmente é identificado na infância ou adolescência, sendo suspeitado quando sinais como hiperatividade, desatenção e impulsividade passam a prejudicar as relações e o desenvolvimento pessoal, social e profissional.
O diagnóstico é clínico, baseado na avaliação dos sintomas, da rotina e do comportamento do paciente. Para sua confirmação, é necessário um trabalho multiprofissional envolvendo psiquiatras, neurologistas, neuropediatras (quando indicado), psicologia, psicopedagogos e pediatras. Reforçando: não existem exames de imagem para o diagnóstico do TDAH.
O diagnóstico é clínico, baseado na avaliação dos sintomas, da rotina e do comportamento do paciente. Para sua confirmação, é necessário um trabalho multiprofissional envolvendo psiquiatras, neurologistas, neuropediatras (quando indicado), psicologia, psicopedagogos e pediatras. Reforçando: não existem exames de imagem para o diagnóstico do TDAH.
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Critérios Principais (DSM-5-TR)
Desatenção (Sintomas de): Dificuldade em manter foco, cometer erros por descuido, não seguir instruções, organizar tarefas, evitar esforço mental, perder objetos, distrair-se facilmente, esquecer atividades diárias.
Hiperatividade/Impulsividade (Sintomas de): Agitação, dificuldade em esperar a vez, interromper os outros, falar excessivamente, dificuldade em brincar ou se envolver em atividades calmamente.
Desatenção (Sintomas de): Dificuldade em manter foco, cometer erros por descuido, não seguir instruções, organizar tarefas, evitar esforço mental, perder objetos, distrair-se facilmente, esquecer atividades diárias.
Hiperatividade/Impulsividade (Sintomas de): Agitação, dificuldade em esperar a vez, interromper os outros, falar excessivamente, dificuldade em brincar ou se envolver em atividades calmamente.
O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não é feito a partir de um único teste ou exame, mas sim por meio de uma avaliação cuidadosa, que leva em conta a história de vida da pessoa, seus comportamentos ao longo do tempo e o impacto desses sintomas no dia a dia. De forma geral, existem alguns critérios amplamente utilizados para confirmar o diagnóstico, mas eles sempre precisam ser analisados em conjunto e dentro do contexto de cada pessoa.
Um dos principais critérios é a presença persistente de sintomas de desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade. No caso da desatenção, a pessoa pode ter muita dificuldade para manter o foco, se organizar, concluir tarefas, seguir instruções ou lembrar compromissos. Já a hiperatividade pode aparecer como inquietação, dificuldade de ficar parado ou sensação constante de agitação. A impulsividade costuma se manifestar em atitudes precipitadas, dificuldade de esperar a vez ou falar sem pensar nas consequências.
Outro ponto fundamental é que esses sintomas precisam estar presentes desde a infância, geralmente antes dos 12 anos. Mesmo que o diagnóstico só aconteça na vida adulta, é esperado que haja sinais claros de dificuldades desde os primeiros anos de vida, seja em casa, na escola ou em outros ambientes.
Também é necessário que os sintomas apareçam em mais de um contexto, como no trabalho, nos estudos, em casa ou nos relacionamentos. Isso ajuda a diferenciar o TDAH de dificuldades pontuais causadas por estresse, ansiedade, depressão ou situações específicas da vida.
Além disso, os sintomas precisam causar prejuízos reais e significativos. Não basta ser distraído ou agitado; é preciso que essas dificuldades atrapalhem o funcionamento diário, como desempenho acadêmico ou profissional, organização da rotina, relacionamentos ou autoestima.
Outro critério importante é a exclusão de outras causas. O profissional precisa avaliar se os sintomas não são melhor explicados por outros transtornos, uso de substâncias, problemas de sono, questões emocionais ou condições médicas. Por isso, a avaliação costuma incluir entrevistas clínicas, questionários, histórico escolar, relatos de familiares e, em alguns casos, avaliação neuropsicológica.
Por fim, o diagnóstico deve ser feito por um profissional qualificado, como psicólogo ou psiquiatra, que consiga integrar todas essas informações de forma cuidadosa. O objetivo não é apenas “confirmar um rótulo”, mas compreender como essas características se manifestam naquela pessoa específica e quais intervenções podem ajudá-la a ter mais qualidade de vida.
(Essa resposta tem caráter informativo e não substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional especializado. Cada caso é único e deve ser compreendido dentro da sua história, dinâmica relacional e necessidades específicas.)
Um dos principais critérios é a presença persistente de sintomas de desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade. No caso da desatenção, a pessoa pode ter muita dificuldade para manter o foco, se organizar, concluir tarefas, seguir instruções ou lembrar compromissos. Já a hiperatividade pode aparecer como inquietação, dificuldade de ficar parado ou sensação constante de agitação. A impulsividade costuma se manifestar em atitudes precipitadas, dificuldade de esperar a vez ou falar sem pensar nas consequências.
Outro ponto fundamental é que esses sintomas precisam estar presentes desde a infância, geralmente antes dos 12 anos. Mesmo que o diagnóstico só aconteça na vida adulta, é esperado que haja sinais claros de dificuldades desde os primeiros anos de vida, seja em casa, na escola ou em outros ambientes.
Também é necessário que os sintomas apareçam em mais de um contexto, como no trabalho, nos estudos, em casa ou nos relacionamentos. Isso ajuda a diferenciar o TDAH de dificuldades pontuais causadas por estresse, ansiedade, depressão ou situações específicas da vida.
Além disso, os sintomas precisam causar prejuízos reais e significativos. Não basta ser distraído ou agitado; é preciso que essas dificuldades atrapalhem o funcionamento diário, como desempenho acadêmico ou profissional, organização da rotina, relacionamentos ou autoestima.
Outro critério importante é a exclusão de outras causas. O profissional precisa avaliar se os sintomas não são melhor explicados por outros transtornos, uso de substâncias, problemas de sono, questões emocionais ou condições médicas. Por isso, a avaliação costuma incluir entrevistas clínicas, questionários, histórico escolar, relatos de familiares e, em alguns casos, avaliação neuropsicológica.
Por fim, o diagnóstico deve ser feito por um profissional qualificado, como psicólogo ou psiquiatra, que consiga integrar todas essas informações de forma cuidadosa. O objetivo não é apenas “confirmar um rótulo”, mas compreender como essas características se manifestam naquela pessoa específica e quais intervenções podem ajudá-la a ter mais qualidade de vida.
(Essa resposta tem caráter informativo e não substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional especializado. Cada caso é único e deve ser compreendido dentro da sua história, dinâmica relacional e necessidades específicas.)
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