Tenho 40 anos e tenho tido falta de memória , quero falar o nome ou o que é a cabeça sabe mas eu não
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Tenho 40 anos e tenho tido falta de memória , quero falar o nome ou o que é a cabeça sabe mas eu não lembro o nome do objeto, pessoas , números , palavras .
Tenho queimado comida , deixado fogo aceso pq eu esqueço que deixei lá .
Tomo fluoxetina e as vezes alprazolam qdo estou com a ansiedade muito aflorada . Isso tem me incomodado d+
Tenho queimado comida , deixado fogo aceso pq eu esqueço que deixei lá .
Tomo fluoxetina e as vezes alprazolam qdo estou com a ansiedade muito aflorada . Isso tem me incomodado d+
Diante do seu relato seria importante consultar com psiquiatra ou retornar ao profissional que já está te acompanhando. O quadro de prejuízo cognitivo que você descreve por ter várias causas, sendo o mais provável que esteja acontecendo devido ao quadro de ansiedade não totalmente controlada. Lembro ainda que o uso de Alprazolam de forma inadequada pode acarretar em piora da memória, bem como o sono que é parte fundamental para o funcionamento do cérebro.
Dessa forma, sugiro o quanto antes seja realizada uma consulta para que possa entender essa problemática, fazer os devidos esclarecimentos e propor a melhor conduta terapêutica. Lembro ainda que um tratamento de excelência depende de uma boa Aliança Terapêutica estabelecida com confiança no profissional.
Dessa forma, sugiro o quanto antes seja realizada uma consulta para que possa entender essa problemática, fazer os devidos esclarecimentos e propor a melhor conduta terapêutica. Lembro ainda que um tratamento de excelência depende de uma boa Aliança Terapêutica estabelecida com confiança no profissional.
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Olá! A ansiedade mal controlada pode estar atrapalhando a memória, mas também pode ser decorrente de deficiência de vitamina ou alteração hormonal. É necessária uma reavaliação com o especialista para identificar a causa!
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O que você está descrevendo merece atenção e acolhimento. Aos 40 anos, não é esperado um declínio importante da memória ou falhas cognitivas frequentes como esquecer nomes de objetos, números, deixar comida queimar no fogo ou esquecer que algo está ligado. Isso pode ser sinal de que algo está sobrecarregando seu funcionamento mental, mas não significa necessariamente um problema neurológico grave. Muitas vezes, quadros como esse têm causas funcionais e reversíveis, ligadas ao nível de estresse, ansiedade, depressão ou uso de medicações.
A fluoxetina, por exemplo, é um antidepressivo que pode, em algumas pessoas, causar sensação de lentidão mental ou dificuldade de concentração, principalmente no início ou em doses mais altas. Já o alprazolam, mesmo usado só às vezes, é um ansiolítico da classe dos benzodiazepínicos e pode afetar a memória de curto prazo, o foco e o alerta mental. Quando a ansiedade está muito alta, ela também rouba recursos cognitivos: o cérebro entra em estado de defesa, ficando menos eficiente para organizar, lembrar, nomear e realizar tarefas simples do dia a dia.
Além disso, a depressão pode simular sintomas de demência, em um fenômeno chamado pseudodemência depressiva — em que a pessoa tem falhas cognitivas reais, mas que melhoram com o tratamento adequado do humor e da ansiedade. Muitas vezes, é mais uma questão de dificuldade de atenção e processamento mental do que de perda real da memória.
Mas como esses sintomas estão interferindo no seu cotidiano e te preocupando tanto, é muito importante que você não normalize nem tente lidar sozinha. O ideal seria conversar com seu psiquiatra e pedir uma reavaliação completa: revisar medicações, considerar ajuste ou troca, investigar se o seu quadro depressivo e ansioso está bem controlado, e avaliar se vale a pena encaminhar para uma avaliação neuropsicológica. Esse tipo de teste pode ajudar a entender melhor se há prejuízo real de memória, linguagem, atenção ou se é um efeito secundário de fatores emocionais.
Também vale verificar exames laboratoriais simples, como TSH, vitamina B12, ácido fólico, glicemia e função hepática, já que alterações nesses parâmetros também podem afetar a cognição.
O mais importante é que você está percebendo as mudanças e pedindo ajuda — isso mostra consciência e responsabilidade. Não ignore o incômodo. Com acompanhamento adequado, há grandes chances de melhora. Seu cérebro está te dando sinais, e você está escutando. Agora é hora de agir com ajuda profissional.
A fluoxetina, por exemplo, é um antidepressivo que pode, em algumas pessoas, causar sensação de lentidão mental ou dificuldade de concentração, principalmente no início ou em doses mais altas. Já o alprazolam, mesmo usado só às vezes, é um ansiolítico da classe dos benzodiazepínicos e pode afetar a memória de curto prazo, o foco e o alerta mental. Quando a ansiedade está muito alta, ela também rouba recursos cognitivos: o cérebro entra em estado de defesa, ficando menos eficiente para organizar, lembrar, nomear e realizar tarefas simples do dia a dia.
Além disso, a depressão pode simular sintomas de demência, em um fenômeno chamado pseudodemência depressiva — em que a pessoa tem falhas cognitivas reais, mas que melhoram com o tratamento adequado do humor e da ansiedade. Muitas vezes, é mais uma questão de dificuldade de atenção e processamento mental do que de perda real da memória.
Mas como esses sintomas estão interferindo no seu cotidiano e te preocupando tanto, é muito importante que você não normalize nem tente lidar sozinha. O ideal seria conversar com seu psiquiatra e pedir uma reavaliação completa: revisar medicações, considerar ajuste ou troca, investigar se o seu quadro depressivo e ansioso está bem controlado, e avaliar se vale a pena encaminhar para uma avaliação neuropsicológica. Esse tipo de teste pode ajudar a entender melhor se há prejuízo real de memória, linguagem, atenção ou se é um efeito secundário de fatores emocionais.
Também vale verificar exames laboratoriais simples, como TSH, vitamina B12, ácido fólico, glicemia e função hepática, já que alterações nesses parâmetros também podem afetar a cognição.
O mais importante é que você está percebendo as mudanças e pedindo ajuda — isso mostra consciência e responsabilidade. Não ignore o incômodo. Com acompanhamento adequado, há grandes chances de melhora. Seu cérebro está te dando sinais, e você está escutando. Agora é hora de agir com ajuda profissional.
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